Amor Carnal
Boa noite, amorzinha. Você é a razão do meu amor, pois me transforma no melhor que posso ser. Durma bem e sonhe comigo, pois eu estarei sonhando com você. Te amo muito. 💘
Molécula do Amor
Este sintoma que atormenta
o sono e o apetite: insónias e mariposas.
Provocam arrepios de porcelana
e sobressaltos nas artérias
preenchem todos os orgasmos
com metáforas de voluptuosidade.
Fragmenta a dor nos labirintos da carne
desperta o arrebol escancarado
iluminando a escuridão incolor do vazio
fermenta a cadência do infinito sonho
alucina a concentração das pupilas.
Rodopia a sístole e a diástole
organizam um bailado de pensamentos no estômago.
Neste estado de imperfeita salubridade
e de perfeita insanidade
movimenta-se a molécula do Amor
na anatomia do poema.
Às vezes, o que nos falta não é amor — é coragem de abrir as janelas da alma e deixar alguém entrar sem medo do vento.
O amor chegou de mansinho em uma tarde de primavera.
Sem barulho.
Só havia o palpitar de dois corações.
E olhares. E carinhos. E mãos entrelaçadas.
O amor foi ficando, se encantando, sorrindo e sonhando.
O amor floresceu.
Entre você e eu.
“Guardei meu amor pra você dentro de uma caixinha para que quando eu lhe encontrar, eu poder lhe dar.
E quando esse dia chegar guarde meu amor com muito amor e carinho, pois ele é todo seu, mas o coração é meu e sem ele eu não consigo viver. Não consigo viver sem o meu coração e nem sem o amor que guardei pra você dentro dele.”
A maior inspiração que um escritor pode ter é o amor. Nada mais completa sua alma do que descrever o quão perfeita é sua amada e, proporcionalmente, sua decepção.
