Amor Adolescente
O amor até poderá ser escolha na ação, mas antes internamente vem da intenção — é um sentimento que vem a ser sorte.
"Quando brincamos, nossos corações se encontram,
E o amor que sentimos, não se esconde mais.
Seu coração lindo, lateja em meus braços,
E o meu, dispara de alegria, sem parar.
Em seus braços, eu me sinto em casa,
Onde o amor é o lar, e a felicidade é a norma.
Seu sorriso é o meu refúgio,
E o seu toque, é o meu paraíso.
Quando você deita em meus braços,
Meu coração se enche de emoção.
É como se o tempo parasse,
E tudo o que importa, é a nossa conexão.
Você é o meu tudo, meu amor,
Sempre que brincamos, eu sinto,
Que o nosso amor, é verdadeiro."
O amor perfeito complementa a saúde conjugal e rola tudo normalmente, atendendo as necessidades da vida a dois.
Demonstre amor, paciência, coragem e sabedoria para com os que tropeçaram nos sermões até que voltem oportunamente preparados para falar de novo com uma nova visão da realidade espiritual.
Ilusão não é amor, é dor.
Quando a distância nos separa, meu corpo arde de febre — é a estranha doença chamada saudade.
Mal sem cura, tristeza sem origem, desânimo que tira o sentido à vida. Pesar na alma, angústia no olhar, corpo mole, sem forças para andar.
Coisas que não consigo explicar, sentimentos confusos dentro de mim.
Só peço uma única coia: não me julgue por esse estado que me cerca. Abro mão de você completamente_ Vá em paz, mas não volte quando a cicatriz fechar sobre essa ferida. Pois não quero que a dor volte a me encontrar; ninguém merece mergulhar tão fundo na dor pelo nome de amor.
Então vá... para sempre.
Autora Mirian Maria Julia
"Na panela não se cozinha apenas alimento — ali ferve o silêncio, o amor e o tempero invisível de quem transforma sonho em sabor."
“O amor moderno é um jogo silencioso: quem sente primeiro sangra, quem sente por último perde — e ninguém avisa quando o fim começa.”
“Hoje o amor dura enquanto distrai; quando a atenção acaba, alguém vai embora — e o outro só descobre que ficou sozinho quando o silêncio pesa mais que a saudade.”
“No amor moderno, o perigo não é perder alguém — é perceber, tarde demais, que quem dizia sentir tudo por você nunca sentiu nada por ninguém.”
“Nem todo sangue é abrigo. Às vezes, a família que fere exige silêncio como prova de amor — mas amadurecer é entender que nenhuma lealdade vale o preço da própria alma.”
O amor maduro não é fusão — é consentimento na incompletude. O outro jamais alcança a totalidade do que se é; percebe fragmentos, projeta o resto, constrói uma versão que nunca é idêntica ao sujeito que supõe conhecer. A transferência, no sentido clínico mais amplo, atravessa toda relação afetiva: amamos sempre, em alguma medida, alguém que também é nosso construto. Permanecer não é ingenuidade — é a escolha de sustentar o vínculo mesmo sob a inevitável distorção perceptiva. Porque o amor não é ser plenamente compreendido: é consentir em ser amado de modo incompleto, e descobrir que essa incompletude, de algum modo, ainda sustenta.
O amor-próprio genuíno não tem estrutura narcísica — tem estrutura de luto. É o processo árduo de descer ao que foi negado: as partes cindidas, as representações de si rejeitadas, as feridas que o ego preferiu encapsular a integrar. Não se trata de buscar perfeição, que é formação reativa; trata-se de integração — recolher os fragmentos com lucidez suficiente para suportá-los sem os romantizar nem os negar. Quando esse trabalho avança, emerge o que a clínica reconhece como capacidade de estar consigo: a aptidão de olhar para o próprio interior com verdade e, mesmo assim, não fugir — não por resignação, mas por reconhecimento de que aquilo que se é, ainda que incompleto, ainda que ferido, merece permanecer.
