Amo porque te Amo Poema William Shakespeare
a gente se apega aos bons momentos porque eles nunca mudam em nossa memória. o contrário das pessoas.
Não existe um rascunho ou uma cábula que possa ser usada para alguém saber amar, porque o amor nasce e está dentro de coração de cada um. Furucuto 2021
Nunca sei se quero ou não. Quando digo que não quero é porque quero mas quando mais quero mais me assusto e então deixo de querer. Se deixo de querer, volto a sentir que quero, mas quando quero mesmo é quando deixo de querer. Dói me a cabeça.
Ser poeta é quase uma metamorfose ao divino, só não é completamente, porque não sei se os Deuses já aprenderam a escrever poesia.
não podemos julgar a intensidade do outro só porque ela não queima como a nossa. haverá momentos que, para algumas pessoas, nossa intensidade será vista como rasa, pois não sentiremos por elas o mesmo que elas sentem por nós. da mesma forma, questionaremos algumas demonstrações de afeto apenas por serem distintas do modo que expressamos; o que não nos dá o direito de duvidar quando apenas mergulhamos diferente: hora mais fundo, hora mais cauteloso. quando o amor é apenas sobre que nademos juntos, independente da maneira que imergimos nele.
Eu gosto de ver o mundo através das minhas fotografias, porque atravéz delas, eu sinto como se por um segundo o mundo fosse um lugar bom.
Cada um faz da sua vida o que quizer ,não fazer da minha vida o que você quizer porque a vida é minha decido Eu e se não entendeu o problema é seu .
Atualmente as gerações mais novas possuem enormes habilidades, mas ainda são despreparadas porque não sabem lidar com frustrações e perdas. Acham que nasceram com direito adquirido à felicidade e ao sucesso pleno, sendo que felicidade e sucesso pleno são adquiridos ao longo da vida e a partir da dor e do esforço. Pais e mães não devem se sentir eternamente “devedores” de seus filhos emburrados e mimados.
E aquela galera que nos xinga porque visualizamos uma mensagem e não as respondemos a tempo e modo? Será que esse pessoal pensa que a nossa vida é estar com os smartphones a postos, no aguardo ansioso por mensagens de texto, de vídeo ou de áudio? Será que esse pessoal não cogita que podemos estar trabalhando, cuidando de crianças, concentrados em algum bom livro, “obrando” no banheiro ou simplesmente querendo ficar quietos? As pessoas se tornam chatas, invasivos, agressivas e não menos inconvenientes ao insistirem em conversar quando não queremos ou não podemos. Isso é egoísmo e prepotência.
Com efeito, é preciso dar um basta a pessoas e a situações que chegaram a um limite, porque nos anulam. Porém, isso não funciona apenas ligando um interruptor simplório, fazendo parecer que tudo ocorreu em função do outro, e que nós seríamos apenas o passivo. Isso nos coloca em condição de vítima, que nos infantiliza e fragiliza. Se chegamos a tal ponto de infelicidade é porque nossos hábitos e concessões assim permitiram. A mudança verdadeira parte para um olhar primeiro a nós mesmos e, em segundo plano, a uma mudança sincera de hábitos e vícios. Não os hábitos e vícios dos outros. Os nossos!
Eu queria que os pretos fossem brancos e que os brancos fossem pretos. Mas porque eu deveria desejar algo que já existe, se já somos pretos e somos também brancos? Porque a vergonhosa negação de uma verdade universal, que é a igualdade absoluta entre nós todos, que nos autodenominamos como humanos... nos desumaniza mais e mais a cada instante.
Porque o ato de cozinhar é um exercício de criatividade, de ciência, de química, de física. Uma aula maravilhosa de história de uma comunidade, de um município, de um povo, de uma civilização e de um planeta inteiro. Mas, muito além disso tudo: cozinhar é, indiscutivelmente, um dos maiores atos de amor que um ser humano pode ter por outro. A ideia de alimentar o próximo com aquilo de que se dispõe, de agradar ao paladar de um convidado, seja ele pobre ou rico, isso é indescritível. Se você não sente amor, não se aproxime da cozinha!
A menor distância entre dois pontos não é necessariamente uma reta porque a própria Terra é curva, e por isso mesmo, não vivemos todos em geometria plana – não somos “euclidianos”! Se você não corrige periodicamente a sua rota, recalculando e estimando o melhor uso do tempo, não chega jamais ao destino almejado.
Somos muito presunçosos. Achamos que a chuva cai porque queremos ir à praia, e que faz mais frio quando estamos sem agasalho. Não se deve dar sentido pessoal à natureza, muito menos tomar posse dela.
