Amo porque te Amo Poema William Shakespeare
Não digo que amo com um interesse de subtrair desejos intensos que acompanhado com atitudes indesejáveis, faça-me me arrepender pelos atos nascentes;
Portanto com as devidas elegâncias eu entendo agora que preciso aprender a guardar o meu amor;
Amo como os sentimentos sinceros que se mostram sem nunca ter conhecido outra forma de amar. Que queres seus pensares, Além de dizer que te amo, Quero tanto lhe dizer que te amo;
Se ser adulto é constrangi quem eu amo, prefiro ser criança e viver a inocência da vida;
Se ser adulto é viver a responsabilidade de um sorriso perdido, prefiro encontrar a felicidade de uma criança, cujo a esperança é a humildade verdadeira;
Não me diga eu te amo sem atitudes, pois não me tenha como um brinquedo e não vem escrito na minha embalagem use o descartável;
Não posso mais esperar para te falar o quanto te amo, mas não se surpreenda nem precisa me esperar para dizer-me que os teus sentimentos foram balançados;
Quero recuperar a minha fome de amar e ser feliz para conseguir fazer minhas escolhas adequadas ao meu coração;
Não quero me despedir de você, pois minha decisão para que eu possa dizer o quanto te amo;
Escute o meu silêncio sem perceber o tanto que és desejada pelos meus lábios que tanto se encanta por você;
Lutaria sem chances de vitórias sem armas, sem razão e sem motivos algum. Pois eu luto por quem amo de coração;
Por quem amo eu dou estabilidade para ser livre e segurança para não se perder, tendo direção certa para voltar por motivos de querer ficar;
Pois quem prende é policia, quem tem medo é covarde e quem late mais não morde é vira-latas;
Amo o reflexo da vida, pois mostra quem realmente somos... Ao refletir tudo aquilo que fazemos para com ela;
E por ele acreditar que sua língua materna era o amor
Fez-se assim então... Amo o amor como ama o coração;
Amo o seu sorriso como a beleza inevitável de uma doce paixão;
Ensandecida com uma esperança de um amor leal;
Levantar-me-ei dos meus sonhos para buscar quem realmente amo;
Apartar-me-ei de quem me desvia do caminho;
Felicidade ainda é pouco para com o que quero, com quem amo!
O que almejo vaga pelo infinito figurativo;
