Amo minha Igreja

Cerca de 26977 frases e pensamentos: Amo minha Igreja

⁠A politização da igreja revela-se de forma evidente: basta contemplar a liderança sustentada por seus pares, que, mesmo desprovida de caráter e testemunho, permanece inabalável em seu posto, como se o poder fosse mais valioso que a verdade.

Inserida por fabiocabral

⁠A inversão da igreja do século XXI, à igreja escolhe os que são, para ser o que eles querem, Cristo escolheu os discípulos não por aquilo que eles eram, mas por aquilo que eles vieram a ser.

Inserida por fabiocabral

⁠A igreja do Senhor só cresce se for plantada, regada e cuidada, não realizando isso ela murchará, ao contrário das ervas daninhas, que crescem no seio da mesma sem serem plantadas.

Inserida por fabiocabral

⁠Cuidado, muitos religiosos estão adentrando a igreja de Cristo, com uma capa de "santidade", ELES NÃO SÃO DOS NOSSOS.

Inserida por fabiocabral

Cheios de admiração para com Jesus, entremos na Igreja não para fugir das realidades temporais ou sociais.Pensar e viver Deus sem se marginalizar do mundo.

Inserida por gilbertobegiato

A Igreja só será um sinal de transformação das famílias se todas as pessoas que a procuram encontrar nela um lar acolhedor.

Inserida por gilbertobegiato

O mundo não precisa de novas igrejas! Precisa conhecer Jesus! A igreja não precisa de novas revelações! Jesus é a revelação plena do Pai! O mundo não precisa de mais estruturas institucionais! Precisa de amor e Deus é amor! O mundo não precisa de religiosos! Precisa de cristãos e Jesus é o Cristo!

Inserida por gilbertobegiato

Que a igreja seja um lugar de acolhimento ao invés de recolhimento.

Inserida por gilbertobegiato

Esta é a nossa maior missão como Igreja missionária: a evangelização, pregar o evangelho que significa Boa-Nova. Que evangelho é este? O Amor! O amor nos faz ascender.

Inserida por gilbertobegiato

Igreja Exclusiva

Sejam bem-vindos!
Todos os pecadores,
desde que seu pecado
seja o mesmo que o meu
assumido em público.
Todos os gays,
desde que não sejam gays.
Os pobres sempre teremos,
então vamos orar, arrecadar
e acumular.
E a maior notícia de todas,
a grande Boa Nova:
Deus lhe ama do jeito que é...
desde que não seja o que é.
Nós amamos o pecador,
mas odiamos o pecado.
Afinal de contas a Graça
acontece na uniformidade.
Tenha fé e será curado!

Inserida por gilbertobegiato

Jesus é o amor! A Igreja convence quando ama. Uma igreja que ama não vive de projetos, os gestos de amor falam por si mesmo.

Inserida por gilbertobegiato

Quando na igreja há uma busca frenética pelo extraordinário através da matéria é porque está faltando coragem para encarar no cotidiano a realidade que contrasta com a fé que professamos.

Inserida por gilbertobegiato

Assim, da mesma forma que a família como Santuário da Vida se torna uma Igreja Doméstica, também a Igreja como Instituição deve ser mais Família para se tornar mais próxima dos seus filhos.

Inserida por gilbertobegiato

Na defesa dos direitos dos excluídos encontra-se a fidelidade da Igreja a Jesus Cristo.

Inserida por gilbertobegiato

Aquele casamento em que o pai entrou na igreja e esqueceu a noiva na porta… Se não fossem detalhes assim que deixaram todos alegres e rindo, não existiria uma memória afetiva.
#bysissym

Inserida por BySissym

⁠⁠A igreja é como se fosse uma sala de aula, o pastor é o professor e a matéria é a Bíblia.

Inserida por kamorra

⁠O fato é, não sabemos o dia e nem a hora. Jesus voltará e levará a sua igreja! Já aos ímpios, faz o L.

Inserida por kamorra

⁠Onde a igreja se cala, o mundo prevalece.

Inserida por kamorra

Entre a História e o Mito: Teodora e o Concílio de Constantinopla

A história da Igreja e do Império Bizantino está repleta de episódios marcantes, nos quais fé, política e poder se entrelaçam. Um desses episódios envolve a Imperatriz Teodora e o II Concílio de Constantinopla (553 d.C.), cercado de interpretações populares que, ao longo dos séculos, deram origem a uma narrativa mítica.

O poder de Teodora em vida

Nascida por volta do ano 500 d.C., Teodora ascendeu de origens humildes até tornar-se esposa do imperador Justiniano I. Inteligente, astuta e de personalidade firme, foi uma das mulheres mais influentes de sua época. Sua atuação durante a Revolta de Nika (532), quando convenceu Justiniano a não abandonar o trono, garantiu sua fama de estrategista e de figura essencial no governo.

Por isso, não é de estranhar que a memória de sua influência tenha sobrevivido muito além de sua morte. A tradição bizantina frequentemente a descreve como decisiva em assuntos de Estado e de fé, atributos que favoreceram o surgimento de lendas envolvendo seu nome.

Cronograma histórico

c. 500 d.C. – Nascimento de Teodora.

527 d.C. – Justiniano torna-se imperador, com Teodora ao seu lado como imperatriz.

532 d.C. – Revolta de Nika: Teodora impede a fuga do imperador, consolidando o poder do casal.

548 d.C. (28 de junho) – Morte de Teodora, em Constantinopla, provavelmente de câncer.

553 d.C. (5 de maio a 2 de junho) – Realização do II Concílio de Constantinopla, convocado por Justiniano. Teodora já havia falecido há quase cinco anos.

O Concílio e a questão da reencarnação

A reunião de 553 buscava reforçar a ortodoxia cristã e combater o chamado “origenismo” — doutrinas inspiradas em Orígenes de Alexandria (séc. III), que incluíam a ideia da preexistência das almas. Essa doutrina, ainda que não fosse uma formulação de “reencarnação” nos moldes conhecidos hoje, foi considerada perigosa para a unidade da Igreja.

Daí surgiu, em tradições populares posteriores, a versão de que Justiniano e Teodora proibiram a crença na reencarnação durante o concílio. No entanto, a realidade histórica desmonta essa narrativa: Teodora já havia morrido. Assim, qualquer menção à sua participação é fruto de lenda ou de interpretações simbólicas que perpetuaram sua memória como conselheira firme do imperador.

A permanência do mito

Por que, então, a ideia da participação de Teodora se perpetuou? A resposta pode estar no poder da memória coletiva. Teodora foi uma mulher de grande autoridade e presença histórica. Mesmo após sua morte, continuou sendo associada às grandes decisões do Império. Nesse sentido, o mito talvez traduza menos um erro histórico e mais uma forma de reconhecer a força de sua influência, como se sua sombra ainda pairasse sobre Justiniano e sobre os rumos da Igreja.

Reflexão final

Esse episódio nos convida a refletir sobre como a história é construída. Entre documentos, tradições e interpretações, os fatos podem ser distorcidos, e figuras históricas acabam envolvidas em narrativas que não lhes pertencem literalmente, mas que expressam algo de sua força simbólica.

Teodora não esteve fisicamente no II Concílio de Constantinopla — mas o mito de sua participação revela o quanto sua presença era sentida, mesmo após a morte. É a memória coletiva tentando manter viva a influência de uma das mulheres mais poderosas de Bizâncio.

Reflexão motivacional:
A história nos mostra que, ainda que o corpo pereça, a influência moral e espiritual de uma vida permanece. Aquilo que construímos em termos de coragem, justiça e dignidade pode ecoar além do tempo, moldando consciências e inspirando gerações.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A desgraça de qualquer igreja no mundo é não ter sido fundada por Jesus Cristo.

Inserida por LazarusLong