Amo minha Igreja
Relatos sobre Ynna II
Eu hoje na igreja te vendo de costas, lembrei-me das suas palavras, e me perguntei, porque eu não á conheci antes?
Porque não começamos a nos falar antes de algumas experiências, pensei em escrever sobre isso e aqui estou.
Não podemos voltar no tempo
Mas pensei em um futuro contigo
Você é quase do meu tamanho
Mas daria pra usar salto alto que
Ainda assim, ficaríamos nivelados
Seus labios são belos, os detalhes
dos seus cabelos são lindos
Seus olhos fechadinhos, sua indecisão
Se fala por um lado ou por outro
São detalhes que te torna interessante.
Estou vivendo minha vida, ynna
Eu realmente não sei como funcionaria
Se nossas experiências fossem diferentes ate o ponto onde te conheci
Mas, hoje eu imaginei
Esta de maos dadas contigo
Qua do o pastor mandou ficar do lado
Da familia, marido, esposa, filhos
Hoje eu desejei ser seu e você minha
Sem mácula, agraciados por Deus
Hoje eu desejei te abraçar cobrindo
Seus dois braços, em sinal de proteção
Te dizer no ouvido, eu vou te proteger!
Eu vou te proteger!
A história da perseguição aos cristãos remonta aos primeiros dias da Igreja, quando os cristãos eram frequentemente perseguidos pelas autoridades romanas. O Império Romano considerava o cristianismo como uma ameaça ao seu poder e à sua religião, e os cristãos eram frequentemente presos, torturados e mortos por sua fé.
O primeiro grande período de perseguição ocorreu sob o imperador Nero, que culpou os cristãos pelo grande incêndio de Roma em 64 d.C. Durante seu reinado, muitos cristãos foram mortos em espetáculos públicos, incluindo o apóstolo Paulo e o próprio Pedro, que foram crucificados.
As perseguições continuaram sob outros imperadores romanos, como Domiciano e Trajano, que exigiram que os cristãos adorassem os deuses romanos e, em muitos casos, os forçaram a fazer sacrifícios aos deuses. A recusa em adorar os deuses romanos resultou em prisão, tortura e morte.
No século III, a perseguição atingiu o seu ápice sob o imperador Diocleciano, que ordenou a destruição de igrejas e livros cristãos, e exigiu que os cristãos renunciassem à sua fé. Milhares de cristãos foram mortos durante esse período.
No entanto, a perseguição não impediu o crescimento da Igreja, e muitos cristãos se tornaram mártires por sua fé. O imperador Constantino, que se converteu ao cristianismo em 312 d.C., tornou-se o primeiro imperador a tolerar a religião cristã, e em 380 d.C., o cristianismo se tornou a religião oficial do Império Romano.
Embora a perseguição oficial dos cristãos tenha acabado, a história mostra que a perseguição aos cristãos continuou em várias partes do mundo, em diferentes épocas. Mesmo nos dias de hoje, muitos cristãos são perseguidos por causa de sua fé, enfrentando prisão, tortura e morte em muitos países ao redor do mundo. No entanto, a Igreja continua a crescer e a prosperar, mesmo diante da adversidade.
Uma das grandes dificuldades dos cristãos nos últimos anos, é enxergar a igreja como algo real, que vivenciamos todos os dias, e não uma reunião com dias escolhidos conforme nosso agrado no templo. Começam a servir, mas não duram muito tempo. Por que? Porque percebem que os outros irmãos não tem tido a mesma intensidade, que estão com menos compromisso. E então ao deixar de fazer por causa dos irmãos, estão agindo da mesma forma. Paremos de olhar ao redor para achar motivos, olhemos para cima para motivarnos. E olhemos ao redor com oportunidades para servir, com atitudes, com atos, e para atitudes e para atos dos demais irmãos. Você pode dedicar-se às "obrigações da igreja", ou pode derdicar-se "sendo igreja", que é dos maiores privilégios que nós filho de Deus podemos ter.
Alegremo-nos! Somos um. Um com todos os irmãos, e todos nós em DEUS!
Quando a igreja desencoraja debates de princípios e um fluxo livre de idéias, leva ao cristianismo raso e a uma falsa unidade de sentido.
A Igreja é um Hospital.
E sendo hospital, tem muitas pessoas feridas, machucadas, à beira da morte, aguardando atendimento médico, querendo uma solução para a sua dor.
Alguns na UTI, outros na emergência, outros na sala de cirurgia, outros na fila de espera, enfim...todos buscando vida, uma melhora, um milagre, uma cura, um alívio...
Assim, são as pessoas na Igreja, em busca de uma cura do Dr. Jesus, Médico por Excelência!
Se estamos no Hospital é em busca de algum propósito.
Os médicos representam Jesus, realizando o melhor sempre, atendendo a todos que vão até a ele, em busca de algo.
Os enfermeiros representam os Anjos. São os mensageiros de Jesus, cuidando, auxiliando, preparando tudo...
Existe uma equipe trabalhando...
Equipe da segurança, de apoio, da limpeza, da cozinha, enfim...
Pessoas dispostas à servir...
Pessoas curadas para curar...
Pessoas saradas para sarar...
Exatamente como funciona no Hospital, assim na Igreja.
Se estamos na Igreja, temos uma posição, um serviço à cumprir e ou estamos em busca de algo, seja uma melhora, uma cura, salvação, um milagre...
Então... Igreja é Hospital!
Independente da posição, se estamos lá é porque acreditamos em algo melhor, numa vida melhor, acreditamos no Milagre da Vida!
Hospital e Igreja!
Em ambos, são pessoas realizando seus papéis, dons e talentos...
Muitos guardam suas dores em casa, para ajudar outras vidas...
Muitos usam a máscara da alegria, mesmo por dentro chorando, para amenizar a dor do outro e arrancar um sorriso.
Alguns, com tantos problemas, que acabam desabafando, enquanto realizam seus deveres.
Sendo no Hospital ou na Igreja, somos seres humanos imperfeitos, em busca de sarar e sermos sarados...
E o mais importante, é que todos estão num só PROPÓSITO...
BUSCAR VIDA!
Cris Nunes
PSICOTERAPEUTA
Jesus Cristo é a via principal da Igreja. Ele mesmo é a nossa via para "a casa do Pai" e é também a via para cada homem.
Evangelizar deveria
estar no centro da vida de todos cristão. E deveria ser a marca de uma igreja apaixonada por ganha os pedidos.
É mais facil eu mudar de cidade mudar de igreja mudar o ambiente que vivo abandonar tudo de que parar de servir a Deus e voltar para o mundo!
Minha Religião.
Gosto da arquitetura da Igreja Católica, do toque e da comida da religião afrodescendente, da conversa com os espíritos no espiritismo e das ações e ideias do budismo.
A igreja não é a casa de Deus!
Ela em si és, o recinto de fieis.
" A casa de Deus é o seu coração. "
" O seu amor por Deus está em confiar em suas promessas. "
Se você está chateado por alguma coisa na igreja, não saia dela, talvez seja você o único chamado por Deus para mudar o que te chateia nela, caso contrário, Deus te muda.
Não basta ter carisma é preciso ter caráter, tem muita gente por ai fazendo igreja apenas para agradar a homens esquecendo de agradar a Deus !
Se quisermos fazer uma escola melhor, uma igreja melhor, um hospital melhor, uma sociedade melhor e, por conseguinte, um mundo melhor, então precisamos investir em pessoas e não em estruturas físicas.
"Estando com dificuldade de meditar e não encontrando um lugar melhor, vá à igreja e procure ficar em silêncio. Depois ouça com fervor as palavras do padre ou do pastor e aprenda, com os seus ensinamentos, a eliminar as coisas ruins de sua mente. As palavras do evangelho são muito poderosas e eliminam do seu coração os pensamentos doentios".
A fé, segundo o Catecismo da Igreja Católica, é definida como "a adesão voluntária e segura à revelação de Deus" (Parágrafo 142). Em vez de ser um subterfúgio para a ignorância, a fé é apresentada como um ato consciente e comprometido, que vai além da mera aceitação passiva.
O Catecismo destaca que a fé não é oposta à razão, mas sim complementar a ela (Parágrafo 154). Ela envolve a mente, a vontade e o coração, convidando as pessoas a uma busca constante de compreensão e conhecimento, mesmo diante de mistérios que ultrapassam a capacidade plena da razão humana. A fé, portanto, não é um refúgio para a ignorância, mas um convite à busca do transcendente, uma busca que envolve tanto a mente quanto o coração.
Além disso, a fé cristã não é baseada em meras conjecturas ou crenças arbitrariamente escolhidas, mas sim em uma revelação divina. O Catecismo destaca que a fé tem como fonte primária a revelação de Deus em Jesus Cristo, transmitida por meio das Escrituras e da tradição da Igreja (Parágrafos 80, 81). A fé, assim, é uma resposta consciente e comprometida a essa revelação, uma resposta que implica um relacionamento pessoal com Deus.
Ao contrário da visão simplista que reduz a fé a uma espécie de escapismo para a ignorância, o Catecismo sublinha que a fé católica encoraja a busca do conhecimento, da verdade e da sabedoria (Parágrafo 158). Ela não nega a importância da razão, mas convida a uma razão iluminada pela fé, que busca compreender os mistérios da existência e encontrar um propósito mais profundo na vida.
Portanto, à luz do catecismo católico, reafirmo que a fé não é uma fuga para a ignorância, mas uma jornada de descoberta, uma resposta ativa à revelação divina e um convite à integração da razão e da espiritualidade. Essa perspectiva enriquece a compreensão da fé como algo que vai além de um simples subterfúgio, destacando seu papel na formação integral da pessoa e na busca constante pela verdade.
É crucial reconhecer que, de acordo com o catecismo católico, a fé é também compreendida como uma graça divina, um dom generoso concedido por Deus. O Parágrafo 153 destaca que "a fé é um dom de Deus, uma virtude sobrenatural infundida por Ele." Essa perspectiva ressalta que a capacidade de crer não é meramente uma conquista humana, mas um presente do amor divino, uma resposta à iniciativa de Deus que nos atrai para Si mesmo.
Os versículos bíblicos corroboram essa visão da fé como uma dádiva de Deus. Efésios 2:8 nos lembra: "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós, é dom de Deus." Essa passagem enfatiza que a fé não é resultado de nossos próprios esforços, mas é concedida como parte do plano redentor de Deus para a humanidade.
Dessa forma, a compreensão da fé como graça divina destaca que a busca espiritual não é apenas um esforço humano, mas uma resposta à iniciativa divina. A fé, portanto, transcende a simples racionalidade ou conhecimento humano, elevando-se a um encontro pessoal com Deus. Ao reconhecer a fé como um dom gracioso, somos chamados a cultivá-la, nutrindo esse relacionamento íntimo com o Divino, confiantes de que Ele é o autor e consumador de nossa fé (Hebreus 12:2). Assim, a fé se revela não apenas como uma construção intelectual, mas como uma resposta amorosa à graça abundante de Deus.
Essa perspectiva da fé como um dom de Deus se alinha com as palavras de Jesus registradas em Mateus 11:25, onde Ele agradece ao Pai por revelar as verdades do Reino aos pequenos: "Naquele tempo, Jesus pronunciou estas palavras: ‘Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos.’" Esta passagem destaca que a fé não está necessariamente vinculada à erudição ou sabedoria humana, mas é acessível a todos que acolhem a simplicidade e a humildade do coração.
Paralelamente, o apóstolo Paulo, em sua carta aos Filipenses (3:8), oferece uma reflexão profunda sobre o valor da fé em Cristo. Ele declara: "E mais, considero tudo como perda, pela sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor. Por ele, perdi tudo e considero tudo como esterco, a fim de ganhar Cristo." Essa afirmação ressalta que, diante do conhecimento da verdade pela fé em Cristo, todas as outras conquistas e saberes se tornam insignificantes. O apóstolo reconhece que a verdadeira riqueza está em conhecer a Cristo, e a fé é o meio pelo qual essa comunhão é estabelecida.
Assim, tanto as palavras de Jesus quanto a experiência de Paulo sublinham a humildade e a renúncia necessárias para abraçar a verdade revelada pela fé. Ao considerar tudo como esterco em comparação com a excelência do conhecimento de Cristo, Paulo demonstra que a fé não é apenas um conjunto de crenças, mas uma relação transformadora que redefine as prioridades e valores da vida.
Em última análise, a fé, como graça divina, nos conduz a uma compreensão mais profunda de nós mesmos, do mundo e de Deus. Ao aceitar esse dom, somos chamados a acolher as verdades reveladas aos pequenos, reconhecendo a simplicidade e a humildade como virtudes que abrem a porta para a verdadeira sabedoria. Assim, a fé não apenas ilumina nosso caminho espiritual, mas também nos orienta a repensar e reavaliar as prioridades em nossa busca por significado e plenitude.
HISTÓRIA TRISTE
Vestindo um traje de noiva
Ela foi a igreja com outro casar
Seus lábios empalideceram
E se contraíram, a se declarar.
Casou-se, levando o segredo
daquela aliança que um dia lhe dei
Em um dia de grande emoção
Em meu coração seuu nome eu gravei.
Ela foi, foi no seu lindo vestido
Mas o seu casamento é perdido
Ela sabe, e eu sei também.
Ela foi, foi se casar na igrejinha
Se casou, mas sabendo que é minha
Que é só minha e de mais ninguém.
