Amo minha Igreja
A falência da fé.
Em meio as muitas informações, a igreja de Jesus Cristo vem enfrentando duras crises para se manter firme e conservando seus princípios e valores, assim perseverando e lutando contra a oposição, apostasia e modernidade religiosa, bem como; a introdução das tecnologias e o avanço do distanciamento físico e fraternal entre si, a nova geração vem resistindo aceitar a primazia de sua graça, pois estão procurando vivenciar uma maneira de seguir sua fé e crença de forma individual ou uma busca de uma experiência religiosa mais pessoal e menos dependente das instituições religiosas. A igreja tem vivido momentos de grandes aflições para manter sua fé estável em meio aos aparatos do secularismo, que distorcem os caminhos retos e abrem portas ao que é mais fácil de seguir ou crer, o mundo insere sentimentos subversivos ou ideias diferentes ao que a alma necessita para alcançar a magnitude da salvação, levando a uma constante guerra para manter-se de pé nas tormentas e tribulações. Em meio a tudo isso, a alma exprime e arranca forças para não se entregar ao corruptível, onde se lê um questionamento do apóstolo Pedro que indaga Jesus Cristo, a saber:
"[...] Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o filho de Deus "(João-6: 68,69).
A alma distante do eterno Deus fica vulnerável e apega-se a valores e feitos que alargam caminhos e abrem fechaduras que as chamamos de "o desconhecido", onde se acha capacidade de desenvolver sentimentos e paixões por coisas terrenas que ameaçam até mesmo o que sempre anda na busca por santidade e temor a Deus. É uma vida árdua e cheia de aspectos e figuras, que deturpam o crer sem enxergar, em suma limitando o operar de Deus e a excelência do seu poder no seio de sua eleita. Tratados humanos, decepções, e o desânimo levam a frieza espiritual, e corroem a força divina em muitos corações levando-os a falibilidade de sua fé, chegando muitas vezes a delírios inerentes ao espiritual. —É sabido que sempre houve uma saída para os que amam a Deus sobre todas as coisas; neste meio a igreja vem procurando escapes constantemente para sair de situações ou pecados que a distanciam de Deus, e que muitas vezes fere a honra moral e espiritual, imputando-a em condições de dilaceração da alma e levando a mente o sentimento de culpa ou fracasso por não resistir a mais uma tentação. O pecado é indelével mas o refutamos dia e noite, não permitindo a sua transferência para uma nova expiação em Jesus Cristo. De tudo que se passa no mundo nos apegamos e confiamos no que Jesus Cristo acalentou a sua igreja, onde se lê:
"Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo." (João-16:33).
Texto: Igo Couto
O conservadorismo religioso e o apego a uma visão legislativa da vida da igreja levaram Cristo a cruz.
Pela lei e pelos preceitos tradicionais da religião, Paulo achou justo matar Estevão e tantos outros cristãos. "A lei mata!", concluiu o apóstolo convertido.
No contexto em que vivemos, atualmente, podemos, a pretexto da mesma interpretação da lei, matar nossos semelhantes.
É preciso colocar a lei no seu devido lugar e, acima dela, Deus e sua misericordia para não recairmos na mesma engenhosa artemanha do maligno.
Quando a igreja, ciente da possibilidade de quebra de sigilo sacramental, incorre no gravíssimo erro de permitir gravação em audio ou vídeo de uma confissão, ela anula, quebra e desliga na terra e no céu o selo de inviolabilidade do sacramento da confissão e esse perde a validade como ofício sacramental. O fiéis, justos depositarios da confiança em nosso Senhor, com Ele são traídos na promessa que receberam de incorruptibilidade, sigilo e confiabilidade, antes, garantidos pela mesma igreja.
Por tal ato sacrilego de traição em seus fundamentos, o sacramento perde o sentido proposto. Cristo à parte, ele se torna mero ato ficticio, o qual não pactua com a mentira nem o engano.
Os que tem a fé no Deus de Israel que a igreja prega são os Judeus Ricos que já herdaram a riqueza, mas precisam de manter essa riqueza de pé e por gerações seguintes, mas a fé em Deus não enriqueceram eles e sim a mentalidade da multiplicação do dinheiro através do mérito humano, a igreja mistificou as bençãos dos judeus através da fé e na bíblia, sendo que essa justificativa é tola e imbecil por parte das igrejas.
Há muitos que vivem dentro da igreja, mas a igreja não vive em seus corações.
Ser parte de uma instituição religiosa não é o mesmo que ser Igreja.
É simples vestir-se de cristão em um dia da semana, cercado de iguais em um lugar seguro. Difícil é ser cristão no cotidiano, entre hostilidades, onde muitos rejeitam quem você é e a luz que te guia.
O mal cerca, mas não toca. Os que tramam contra você se levantam, mas não te derrubam.
A mentira e a injustiça são as armas dos maus; porém as suas são a fé, a honestidade e a justiça que vêm de Deus.
Não deixe de ir ao culto por conta de um passeio ou um lazer.
Priorize Deus e a igreja onde você congrega e serve.
Jesus não plantou igreja. Jesus plantou semente em forma de palavra. Um conceito, um estilo de vida.
Antes de ir à igreja, seja a igreja.
A igreja que vai impactar o mundo não é a que você está indo, mas a que você está sendo.
O pobre entra ano e sai ano sendo pobre, e minha Igreja Católica cria o Dia Mundial dos Pobres. Vai entender.
Benê Morais
Nos bastidores da igreja, imersa em crises, conflitos e pequenos cismas, de forma velada, permite-se a tortura e o silenciamento de quem sofreu por seus erros.
Cilada política de quem detesta a religião e principalmente o cristianismo:
A igreja fica somente para os religiosos e a política somente para os políticos nenhum setor interfere no outro.
E assim, os políticos ficam à vontade para destruir as igrejas e matar cristãos.
Por exemplo: esse acordo de ninguém interferir em política foi feito na Coreia do Norte, onde havia mais tempos religiosos e cristãos do que na Coreia do Sul.
Resultado: devastação de igrejas e matanças de cristãos na Coreia do Norte por tirania política.
Sem congregação
Há vantagens em não pertencer a uma igreja local! Sim em não pertencer a uma religião! As vantagens são: Não estar ligado a nenhuma verdade humana; só receber o evangelho puro da bíblia; Não ter conflitos com pastores; viver directamente dependente do Espírito Santo; Não ter conflitos com pastores sobre Batismo no Espírito Santo, nem sobre Dons do espírito Santo e mesmo ministérios de Jesus Cristo.
Enfim viver somente lendo a bíblia, sem conflitos Sobre escolas escatológicas: Pre - Tribulacionismo, Meso-Tribulacionismo, Pós -Tibulacionismo. Ou ainda: Pré - Milenismo, Amilenismo, Pós-Milenismo. Ou mesmo escolas: Futurista, Preterista, Historica e idealista. Enfim vivendo em comunhão com o Senhor até que ele Venha!
“O verdadeiro avivamento manifesta-se quando a Igreja reconhece sua absoluta dependência do Espírito Santo para proclamar, em palavras e em vida, o amor de Deus revelado na encarnação, morte e ressurreição de Jesus Cristo.Não é iniciativa humana que gera o avivamento, mas o arrependimento sincero do homem diante de Cristo. Portanto, não somos chamados a defender homens, mas a interceder por eles em oração.”
“Quando a Igreja é íntegra em sua missão, seu impacto na política é natural. Mas quando a política se torna o centro da Igreja, o impacto negativo sobre sua integridade também é inevitável.”
Muitos esperam perfeição na igreja, mas aceitam falhas no mundo. Quem tem fome de Deus não desiste na primeira dificuldade, porque sabe que é Ele o alimento certo para a alma.
Igreja deveria ser igreja, sem holofotes, sem paredes pretas, sem luzes apagadas durante o culto, sem o show, e o principal, pregar a renúncia, pregar a santificação.
"A adultização na igreja, embora muitas vezes bem-intencionada, silencia a voz autêntica da criança, forçando-a a vestir uma couraça de maturidade que não lhe pertence."
Uma igreja que só evangeliza onde está é como aquele que, tendo sido ordenado a repartir o pão com o faminto, corta religiosamente o pão e fica com todas as fatias para si.
Mesmo sendo obrigação do Estado, por que a Igreja Católica não segue o exemplo de Santa Dulce e cria hospitais para os necessitados?
Benê Morais
