Amo essa minha Vida Louca

Cerca de 339161 frases e pensamentos: Amo essa minha Vida Louca

⁠Minha missão é ser uma referência, na sociedade, com o meu estilo de vida. Kamorra life style.

Inserida por kamorra

⁠Minha vida inteira pode ser resumida em duas palavras: "Eu lutei".

Inserida por kamorra

⁠Use com sabedoria o espaço que te dei na minha vida. Porque o que é livre pra você, tá trancado pra muita gente.

Inserida por kamorra

Não sou afeto às insistências pela repetição. Sei saber sobre o que não quero para a minha vida.

Inserida por BALSAMELO

Vou imprimir o que já está escrito nas páginas de minha vida.
Não me preocupa a iniciativa de alguém querer rasgar o que irá ler.
Causei, disto eu tenho certeza.

Inserida por BALSAMELO

A flor... ah! a flor que desenho em minha alma para colorir o seu dia, a sua noite e a sua vida!
Flor de tantas formas e fórmulas.
Essência substancial para o meu ar.
Uma flor em forma do beijo que cultivo e cativo no jardim do meu coração.
Suave aroma.
Sutileza do abraço que envolve quando sinto o seu suspiro falando como o vento assoviando que o amor frutifica.

Inserida por BALSAMELO

A minha insebilidade chegou ao absurdo da vida....é pura sensibilidade.

Inserida por BALSAMELO

Filho Amado,
Sei o sentido e o valor inenarrável do seu sorriso que adocica a minha vida.
Sei, também, que tudo passa rapidamente sem retrocesso e por mais que tentemos disfarçar a exaustiva dor da distância nada poderá suprir as nossas ausências.
Então, neste momento, que o silêncio é profundo e os acordes mais intensos da minha alma fazem barulho na minha noite solitária alimento-me da sua saudade.
Você é a linha tênue da minha história.
É o fato mais substancial da minha existência.
Não ouso falar do amor que transborda em meu peito, pois tudo seria irrelevante.
Posso, apenas, agradecer a Deus por ter me permitido esta bênção de tê-lo em minha trajetória, embora eu reconheça ser o mais endividado dos homens por não conseguir tecer os seus caminhos com as plumas que os anjos são merecedores.
Poeta Balsa Melo

Inserida por BALSAMELO

⁠Minha vida é uma vida feita de todas as vidas: as vidas do poeta.

Pablo Neruda
Confesso que vivi. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992.
Inserida por pensador

⁠Antes de sair de casa aprendi a ladainha...
Se em Deus confio...
A ele entrego minha vida...

Enquanto na rua saio...
Querendo viver...
Fique você em casa...
Esperando sua hora de morrer...

Vou beber...
Jogar conversa fora...
Somente Deus sabe de minha hora...

Quero muito divertir..
Beber...
Conversar ...
Sorrir...
Enquanto você fica aí...

Por favor não me critique...
Esse é meu modo de saber...
Enquanto eu saio ..
Me divirto...
Fique em casa você...

A vida é só uma...
Para ela dou valor...
Deus que me abençoe...
Assim que sou...

Não sou homem...
De me dizerem o que tenho que fazer...
Não sou asno para me montar...
Eterno não vou ser...

Lhe respeito seu modo de pensar...
Afirmo...
Fique em casa você...
Meu coração é bem grande...
Vou amar....
Enquanto puder...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠#FLOR #AMARELA

A flor amarela...
Que vejo de minha janela...
Me faz muito pensar ...
Como a vida é singela...

Hoje aqui...
Amanhã não mais...
De modo triste venho notando...
Como andamos nos afastando...

Então venha cá,comigo falar...
Lhe espero no portão...
Traga um lindo sorriso...
Em troca do meu coração...

Onde está a fantasia...
De sonhar todos os dias...
Da amizade sincera...
Do bem...
De se dar...

Falar em gesto que oferta...
Pra lembrar que o amor é tanto...
É dando que se recebe...
Recebendo...
Vira encanto...

Uma flor ao cair no chão...
Pelo tempo que passou...
Tudo virou saudade...
De quem foi...
Me deixou...

Não se assuste se não por acaso eu lhe digo...
Do que ainda sinto...
Para mim ...
Não acabou...

Na pureza do espirito perfeito...
Com a dor na alma eu clamo...
Vem a mim...
Vou ao seu encontro...

Fazendo meu coração renascer...
Flor amarela...
Dou a você...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠#SIMPLES

Minha rua é na lua...
Meu destino eu que traço...
Minha vida, meu espaço...
Meu coração, no quintal, pendurado...

Aqui na orquestra de passarinhos..
As folhas dançam ao vento...
No velho muro, uns cacos de vidro...
Acreditam ser o sol...
Deixo-os bem quietos...

Minha felicidade, como criança...
É de ver o tempo não passar...
Sou do tamanho que desejo ser...
Enquanto eu puder sonhar...

Navego em silêncio...
À sombra dos meus desejos...
Vivo em paz.
Tecendo meus sonhos...
Sim, eu sou um louco...
Tenho tanto...
E me contento com pouco...

Sou namorado dos astros e dos cometas...
Amo as lagartas como amo as borboletas...
Celebro o amor no infinito...
Sou nascente, sou poente...
E assim como me sinto...
Também sou estrela cadente...

Enquanto vejo a noite chegar...
Fico olhando as estrelas...
Estendo as minhas mãos...
Querendo o brilho delas pegar...

De alguma forma tento eternizar... Tudo que vejo ou toco...
É meu jeito simples...
De amar...

Não me julgue...
Nem me entenda mal...
Cresci, sou homem feito...
Mas sou uma eterna criança...
Em minha alma imortal...

Peço a Deus todos os dias...
Que me cubra de bençãos...
Que minha vida seja iluminada...
Por grandes alegrias...

Deixa-me aqui então estar...
Deixe-me aqui ser feliz como posso...
Não peço muito...
Só um pouquinho...
De sonhar...
Em meu cantinho...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠#OLHOS

Minha alma procura-me...
Sou do tamanho de que me vejo...
Uma vida que é vivida...
Outra no erguer das asas a sonhar...

Quanto mais compreendo...
Menos me sinto compreendido...
Em tudo que aspiro e sinto...
Permaneço em silêncio apenas a olhar...

Vejo uma infinidade de mistério...
A vida passa...
Passa e não fica...
Nada deixa...
Não irá regressar...

E eu a ela ligado...
Sobre a terra...
Debaixo do céu...
Inquietação profunda...
Faz abrigo em meu peito...
De muitas coisas, desejos...

Encostado às esquinas...
Aos olhos com que sonho olhando...
Dos encantos pensamentos...
Sigo ao vento vivendo...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠#ESTRANGEIRO

Por mais que ande...
Não sei para onde sigo...
Minha vida vivo...
Em ouro e em vincos...
Deito-me e brinco...

Passo entre visões de cadafalsos...
De zombarias ouvidas à madrugada...
Injúrias relacionadas...
Almas tardas...
Almas abastadas...

Confidenciam-me às estrelas...
Por mim, são amadas...
Companheiras...
Em solitária jornada...

Meu jardim há flores no ar...
Que dancam ao léu nas brisas sob o luar...
Desfazendo no sereno...
Antes do arrebol chegar...

E vou cambaleando...
Expiando crimes que não cometi em tempos dantes...
Os esqueço...
Não os levo comigo...
Sigo adiante...

Haverá outra fortuna a minha espera?
Ou quem sabe um purgatório se revelará?

Tenho a impressão de ter apenas uma direção a seguir...
Sempre à frente...
Sem o mal fazer-se presente...
E eu o sentir...

Ver a vida passar às vezes faz-me tédio...

Anseio a um lugar que me abrigue do meu frio...
Apenas peço...
Sem dobrar os joelhos...

Nada sei...
Nem para onde irei...
Restará apenas o desterro?

Hoje, afinal, não sou senão daqui...
Muito embora não me entendas...
Sou na vida passageiro...
De mim mesmo...
Um estrangeiro...

Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠Minha vida é repleta das coisas que sinto...
E não só de momentos que hão de passar...
E aquilo que trago no coração...
O espelho reflete sem ilusão...

Meus atos de improviso...
Tecem histórias de boatos...
Os sonhos se esvaem...
Enquanto fleto com o desconhecido...

Eu... bem que tentei...
Ter o olhar compreensivo...
Ter um sorriso desinteressado...
Tal qual um menino...

Se posso ter me perdido confesso...
Não vejo meu espelho a algum tempo...

Eu ouvi falar de promessas...
Que agora jazem mortas...
Nada é medido pelo seu valor...
Ah, como sei...
Quem lhe ama...
Também causa dor...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Nas veredas da vida a minha alma não cansa...
Minha paixão aos céus é grata...
Enquanto caminho sobre as pedras caladas...

E todo este feitiço e esse enredo...
Há se essas mesmas pedras falassem...
Contariam as magias, os mistérios e tantos outros segredos...

Viram o nascer e a morte...
O inocente olhar...
O puro e o perverso...
Viram a lua e o seresteiro...
A matrona e o embusteiro...

Viram as mocinhas assanhadas...
O cio dos rapazotes...
Ouviram os gritos de dor...
Sob o fragelo do chicote...

Tanto viram e ouviram...
Mas nada testemunham...
Nem mesmo o sangue...
Escorrendo pela fronte...
Se se pode gritar a Verdade...
Por que escolhida essa sorte?

Minha terra...
Onde tenho o meu pão e a minha casa…
Minha terra onde meu pai nasceu…
Aonde a mãe que eu tive e que morreu...
Minha terra que fala onde nasce o dia...
E que as noites são cantadas...
Minha terra...
Minha pousada...
Onde caminho sobre as pedras tão caladas...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Minha vida se acomoda entre estas pedras...
E o que faço de mim é o que me fica...
Mal de amar nesse lugar de imperfeição...
Onde a lua chora junto as estrelas...
Sua solidão...

Livre como o vento e repetido...
Que Deus se lembre do meu nome...
Que o látego não me seja o castigo...

Vivo a vincos de ouro a minha vida...
Entre o luar e as folhagens...
Tenho febre e escrevo...
Revelando em poucas linhas...
Meus segredos...

Não é serenidade pelas ruas o que vejo...
Tudo em mim é desejo...
Sentir tudo de todas as maneiras...
Dizer verdades entre brincadeiras...

No mistério da vida a cavalgar...
Aprendendo na espera o inesperado...
No espaço...
No tempo...
Um menino homem...
Apenas querendo ser mais amado...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Não eras para minha vida...
Não eras para os meus sonhos...
Não eras para os meus cantos...
Não foste digno de meus prantos...

Não eras o lume de meu coração...
Não eras o brilho de meu olhar...
Foste apenas decepção...

De todos os encantos...
Não quisestes fazer parte...
E hoje, sem nenhum alarde...
Vi que não fostes nada...
E nada fizestes para ser meu tudo...

Passaste em vão...

Não fostes feito para meus abraços...
Para nossos corpos entrelaçados...
Não comungamos em ardor...
Carinhos não me destes...
Não era para ser amor...

Tu nem mesmo fostes um vento...
Que em algum momento...
Beijou-me e mostrou-me a direção...

Tu foste apenas...
Para aqueles que te queriam um pouco...
Enquanto eu te quis tanto...

Hoje és sombra...
Sombra de nada...
Vulto sombrio...
Que vaga entre tantos tais como tu de alma deserta...

Meu último conforto...
Agora...
Apenas o frio...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Minha vida se acomoda entre essas pedras...
Aos meus suspiros, que deitando vou...
Dá-me o vento de feição...
Flor de ventura...
Que amor me entregou...

A sede e o vinho onde tudo se esquece...
Me fazem mergulhar no fundo do sonho...
Esse que sou...
Silêncio de grito suspenso... Labirinto desfeito...

Ah como são belas – bem o sei, essas pedras...

Tais quais nos céus as estrelas...
Todas caladas...
Mas tanto amor por elas...

Sonhos meus, suaves sonhos...
Melhores do que a verdade...
Num palácio de ouro...
São elas minhas confidentes...
Meu maior tesouro...

⁠Não há papel que conte a minha vida...
Eu caminho por eles...
Eu sei que há diferenças
E ainda bem que as há...

O meu desejo canta...
Onde estás?

O vento levará os meus sonhos?
A noite cai de bruços...
Como existir esquecimento ?
Mas o que vejo?
A luz escurecer...
A amargura de olhar e não ver...
O ter e o perder...

Vago dia após dia...
Estranha quimera...
Estranhas fantasias?
Quais ruas escutam meus passos?
Quais estradas colhem meu olhar?

Aos solavancos do destino...
Onde estarão aqueles que me embriagam de calafrios?

Os ventos recolheram...
E diante de mim...
Até as estrelas emudeceram...

Em mim a vida força sua invasão...
De onde vem a voz que me rasga por dentro?
Sem luz nem eco...
De onde vem esse aperto no peito?

Entro abandonado...
Nesses muitos corações que encontro desavisados...
Mortos aos caminhos...
Por onde insisto e também sigo...

Não quero ser quem sou...

Sandro Paschoal Nogueira