Amo essa minha Vida Louca
Com toda essa onda de violência e insegurança que hoje integra nosso cotidiano, percebo vários dos meus amigos que passaram a ter medo de sair de casa ou ir a todos os lugares que gostariam. Como eles, eu também sinto muitos desses medos. Mas tem um em especial que me assusta mais do que todos: é o de que eles se tornem maiores do que minha vontade de sentir a vida, e então os desafio aproveitando-a tanto quanto possa.
Há gente cuja felicidade se resume a sentir-se satélite de outrem, incorporando essa órbita infinita como sentido maior – ou até único – de suas vidas. Outras almejam se tornarem estrelas fulgurantes o bastante para atrair o maior número possível de satélites. Já um tipo mais raro de “estrela cadente” escolhe o brilho discreto e fugidio de um cometa, que se compraz em iluminar os lugares por onde passa sem se deter em momento algum para acolher satélites.
A Liberdade é apenas a linha de chegada, mas a libertariedade é essa energia que o toma todo por dentro para que possa chegar até ela um dia!
[Te Quero Essa Noite]
Não gastamos tempo de modo improvisado,
Te quero essa noite, porque existo pra te amar
Quando tu sabe o quanto precisamos um do outro,
Tudo que tocamos e tudo que vemos
É tudo o que a nossa vida sempre será,
Eles se apressam pra alcançar o sol, mas ele vai se pondo
Dando a volta até surgir novamente atrás deles enquanto correm,
Amor, o sol é o mesmo e estamos mais velhos
A cada dia mais próximos da morte, ah
Não tenho medo da vida, e por que ter medo de morrer?
Não precisa ter medo, não há nenhuma razão pra isso,
Gosto tanto de ti, apenas caminhe comigo
Pra vermos tudo que temos que saber,
Te quero essa noite, porque existo pra te amar
Quando tu sabe o quanto precisamos um do outro,
Tudo que tocamos e tudo que vemos
É tudo o que a nossa vida sempre será,
Venceremos problemas e daremos sorrisos
Até chegarmos em casa, pelo lado de lá do campo,
E assim deixarmos o sol lá fora,
Te amo, minha Mulher inspirada,
Sim,
Aumentamos nossa
inteligência emocional
para mantermos nossa
união intacta, sem essa
ideia, não poderíamos
desfrutar dos melhores
sentimentos da vida.
❤🌹
__Uma União Qualificada_
Sim.
Essa é a alma de um poeta... Todo poeta é um eterno apaixonado e sofredor... Se está triste a poesia brota da alma e da dor...se está feliz a poesia brota do coração e do amor... E em todas as situações...brota a poesia.... E no caso eu sou uma poetisa❤💕💋
21 de setembro - Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência
Essa data é a lembrança de que a inclusão não é uma escolha, mas um direito. Para cada barreira que ainda existe, há uma força invisível que persiste, uma luta constante que não se abate diante do preconceito. As mãos que pedem acessibilidade não querem caridade, querem dignidade. São sonhos que merecem ser vividos, olhares que merecem ser vistos. Nesse dia, celebramos a coragem de quem enfrenta o capacitismo diariamente e nos lembramos que a verdadeira deficiência está na falta de empatia. Porque enquanto houver luta, haverá esperança de que todos possam caminhar lado a lado, independentemente de suas limitações. Que essa luta seja de todos, e que esta data saia da invisibilidade, hoje e sempre.
Assim seja!
Josy Maria
Naveguei demais...
Sei de uma pessoa
E essa pessoa sou eu,
Que em mares de lágrimas, vezes demais se perdeu.
Foram demais os desembarcadouros e cais
Onde pouco me dei e amei
E nos quais
Morri vezes demais!
E antes que morra de vez
A matar a sede em água salgada,
Queria um mar de rosas, não de estupidez!
Eu sou o mar, marujo de vocação e sem medos tais,
Que embarquei em começos e finais
Demais...
Cheirei maresias, mágoas e horas incertas,
Estive sempre aos meios-dias em praias opostas e múltiplas costas,
Sempre vazias...
Vacilei demais, remei demais, subtraí-me.
Fui, da minha conta, de menos e demais.
Naveguei muito além dela...
Perdoei tempestades e temporais,
Ignorei faróis, piratas, intuições e punhais,
Sempre demais...
Naveguei mares, rios, riachos e até lagunas.
Algumas foram lições, outras alunas
Demais...
Porque o mar não têm terra, só imensidão e gaivotas no ar,
Porque o rio lá vai como a lua, devagar
E o mar...
O mar é revolto, tem um cabo bojador e frio
E margens do rio
São fáceis de ancorar...
Acreditei
Que não havia peso no verbo acreditar
E que podia haver terra no mar!
Deve ser esta a minha sina,
Carregar coisas pesadas e lamber águas salgadas...
Tantas gotas no oceano e nenhuma é doce!
Ó mar salgado, porque não vieste adoçado?
Só que água doce
Não é o mar que a traz...
Em que luares voam passarinhos?
Em que rios estão ninhos a crescer?
Em qual das luas acreditar?
Na do céu ou na do mar?
Por isso te peço amor:
Não me vás além mar, equivocada, tentar encontrar!
E se mesmo assim, teimosa, me achares,
Devolve-me...
Porque me havia de calhar
Tão grande mar pra navegar?
E salgado ainda por cima...
Essa é uma situação emocionalmente complexa. Aqui está uma reescrita em formato de poesia:
O Espelho da Alma
Sou vento à espera da sua brisa,
Dependente, sem querer, do seu calor;
Meu sol só brilha quando o seu aterrissa
Na margem mansa, livre de qualquer dor.
Meu dia veste a cor que a sua alma escolhe,
Um barômetro que a sorte dela acende.
Se o seu sorriso falha e se recolhe,
O meu jardim também não se estende.
É um fardo sutil, amarra invisível e fina,
Ter a alegria em mãos que não são minhas.
A melodia em mim só se afina
Se ouço a paz nas suas entrelinhas.
Queria ser ilha, forte em meu luar,
Mas sou maré que o seu humor governa.
E a única bússola que sei usar
É a que aponta a sua luz interna.
É que não dá para ficar sem você mulher! Sem essa santa e impura, que me olha no espelho.
Nildinha Freitas
É porque você me faz bem, mesmo com todas as brigas, com todos os desentendimentos, com toda essa minha desordem… Mesmo se nós não nos tivermos se falando, ou um evitando o outro por qualquer motivo que seja, mas só de ver você on, ou perceber que passou por aqui, você ainda sim me faz ficar em paz, me faz ficar tranquila sem de mais preocupações, e é uma pena você não notar isso.
Já não consigo mais...
Essa ferida não se fecha...
Uma nova ferida bem no meio do meu coração...
Aliás,no que havia restado dele...
Tu me cativa ou eu que me deixo cativar?!
Onde está essa divisa de causa emotiva?!Onde está?
De dentro pra fora emite
Projeta vibrando à compartilhar
Consigo mesmo tramando
Flertando com a essência do que é e onde está
Procuro todo os dias
Uma resposta
Resposta essa que não encontro em lugar algum
Vivo a deriva, sem saber o que fazer ou pensar
As vezes o desânimo bate
Bate mas forte que o sentimento de alegria
Se nossa felicidade durasse tanto quanto o nosso sofrimento
Não nos queixaria das dificuldades do dia dia.
Procuro algo que me atraía
Procuro a felicidade em uma barraca
Barraca essa que nos revela
A nossa verdadeira alma gêmea
Assim como era
Na nossa infância
Brincando de casinha
Foi aí que descobrir um dia
Que tudo aquilo eu poderia ter um dia
Só bastava eu encontrar
Alguém para brincar de casinha.
Pelo o resto da minha vida.
Espero que goste
Essa acabei de criar
Te conhecerei um dia
Para poder usar sua beleza
E torná-la em poesias.
Estou amando novamente?
Como posso ter essa certeza?
São perguntas que o coração não responde
Para no pior ele parar
Parar de bater por amor
E passar a pulsar a dor
Desmanchando toda estrutura do corpo
Deixando apenas uma alma sem um porto seguro.
As vezes falamos a verdade
Mas essa verdade é mentira
Mentira que aqueles que ouve
Pensa que só eles tem a verdade
Então a sua verdade
Nunca vai ser a verdade deles.
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