Amo essa minha Vida Louca

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Por que?

Não posso explicar...
Esse sentimento que vem sem avisar ;
Essa vontade de perto de você estar ;
Essa vontade de lhe tocar ;
De senti-te por perto ;
Sem medo de me machucar ;
Como eu me machuquei ;
E se a culpa foi minha ? não sei.
Só sei que sem você eu não viverei
Por isso que isto escrevi ;
Sabendo que podia m ferir ;
Mas esse risco correrei ;
Sei que chorarei, mas. ;
Ter essa duvida eu não suportarei ;
“essa duvida me consome, este problema batizo com seu nome!
Tento ate te esquecer ;
Mas só consigo pensar em você ...
Por que?

A publicidade é a bruxa que oferece a maçã mais atraente, essa que faz entrar num sono profundo, todo aquele que a morder.

Em todas as fases – transbordante ou até mesmo eclipsada – essa encantada Lua será toda tua...

Como dizer que acredito no amanhã, se ao menos acredito sobreviver a essa noite?

Essa coisa de agradar à todos, não é comigo.

Essa não é a realidade que quero, mas é dela que eu preciso!

Um cego gostaria de ler essa frase, um mudo de pronuncia-la com a própria boca, um surdo queria escutá-la todos os dias... se você não é nenhum desses, agradeça a Deus, pois você tem coisas valiosas que muitos querem ter.

As pessoas definem 'amar' como 'sofrer' ¬¬ Se não deu certo com essa pessoa éh porque tem alguém melhor uai, só saber esperar xD

Venho dormindo tarde, e acordando cedo. Porém essa manhã foi diferente. Quando algo me forçou a abrir os olhos, o relógio marcava 07:07. Nem mais um minuto, nem menos um minuto. Exatamente 07:07. Mas aquela velha história de horas iguais já não me convence mais, a ilusão teve fim. Virei para o lado, e voltei a dormir por 10 ou 20 minutos. E quando acordei novamente, me senti obrigada a levantar, mesmo com sono. Coloquei um CD pra tocar, e esperei o relógio marcar 8 horas. Liguei o computador, tentei não pensar, mas as palavras ecoavam em minha mente, a lembrança ainda existia. Era inevitável não pensar, não moer, e remoer cada uma delas. Tentei me distrair com qualquer coisa inútil o suficiente para não me deixar pensar, lembrar. Chegou a funcionar; Essa manhã estava diferente, não havia alegria como nas outras, nem sorrisos espontâneos, havia apenas dor. A dor da lembrança de algo que um dia talvez tenha sido real. A dor das palavras não proferidas. A dor de um sentimento imparável. Apenas isso, dor. O relógio agora estava quebrado, e já não marcava mais horas iguais. Marcavam horas desiguais: esquecimento. Exatamente em horas ilegíveis para olhos embaçados. Embaçados por uma dor que refletia na alma, e que parecia não ter fim ;

Eu maléfico? Eu sou a justiça! E aqueles que tentam desafiar essa justiça, esses sim são maléficos!

Então em frente ao espelho antes de dormir ontem de noite eu disse “Hoje eu não vou chorar, essa noite não, porque eu posso ser feliz, eu me amo, eu me amo, eu me amo e não preciso da bosta do seu amor por que eu me amo e isso já é o suficiente. Não vou chorar, não está noite.”
E sabe amor, hoje o céu amanheceu claro, azul, ensolarado e feliz. Como eu.

Me atiro Me Atento

"Toda essa impunitividade que me invade corpo e alma, outrora esteve inconsciente,
Adormecida no entardecer dos dias
Me atiro, me atraio pelo desatino matino do destino conduzido em pequenas
Doses de insight...
Amigos loucos aos poucos, Cartas, poemas, pouca bebida... Onde estará a terra prometida?
Entre tantos conceitos e idéias desvairadas do meu eu, lhe apresento o tentar!
Ao tentar, você se compromete locomover seu instinto puro e fiel do seu eu iminente. “

Agridoce


Mania insuportável essa que o ser humano tem de querer descrever tudo; de querer saber falar sobre cada mínimo detalhe, cada gota de sentimento e cada cicatriz que um coração tenha. Mania de querer ouvir palavras - e que sejam as três mais pedidas, se possível. Esquecemos que somos feitos de instantes, e, clichês à parte, palavras não apagam nada do que foi vivido. Pois bem, é aí que você entra. Você e essa sua mania – pior do que a minha – de querer entender, de botar palavra, de tentar explicar.

Longe de qualquer estereótipo, você chegou. E fomos mais do que dois: fomos um nó apertado, bem amarrado. Até que um dia esse nó começou a te sufocar, e, de repente, você já tinha se soltado. Parecia que o sentimento não bastava. Você queria mais, embora também quisesse menos. Nunca te cobrei nada, talvez porque não quisesse ser cobrada, não sei. O que sei é que ainda escuto você aqui dentro. Nosso tempo passou, mas você ainda faz barulho.

Vez ou outra você aparece com essa sua mania de jogar palavras em mim, querendo mexer comigo, querendo que eu diga o que eu sinto. Mas eu não sei dizer, e não tem palavra nenhuma que consiga explicar o que um coração sente. Por que você simplesmente não aceita o que fomos? Uma vez na vida, sem explicação, apenas o sentimento. O nosso sentimento. Aquele, sem conceito algum, a não ser pelo rabisco de duas palavras que tentava definir o que se passava dentro de nós.

O problema é que você conseguiu me contornar tanto e inúmeras vezes, que acha que pode fazer novamente. E aí eu preciso me comportar quando você está por perto. Preciso me controlar, dizer que não e parar com aquela coisa de se deixar levar, porque senão você me contorna mais uma vez e eu vou querer te rasgar, te explorar, te conhecer melhor cada vez mais. Você vai voltar a ser meu livro preferido e eu vou querer inventar capítulos e mais capítulos, todos os dias. E depois vai acontecer a mesma coisa: você vai querer ir embora, eu vou ficar aqui, vou te perder, te achar, te encontrar mais uma vez e lá vem a mesma história de novo de novo de novo de novo de novo... e eu ando tão cansada de repetições.

Num dia desses, me peguei definindo você - ou atitudes suas, sei lá. Vai ver essa coisa de convivência faz a gente pegar um pouco das manias dos outros -, logo depois de conversarmos. Lembrei de tanta coisa nossa. Flores, cartas, anéis, presentes, músicas, guardanapos, confissões e outras lembranças. Lembrei que um dia você me pediu pra definir o seu beijo. Não sei se falei o que realmente acho, mas ele sempre foi apressado, quente, intenso... como se fosse escondido. Um instante com gosto de sempre.

Se você tivesse me perguntado agora, daria sorte. Em epifania, finalmente descobri a palavra exata: agridoce. Você e seu beijo. Indeciso entre o doce e o ácido, você é os dois, simultaneamente. Talvez por escolha, autoproteção ou, simplesmente, por não ter conserto.

Só queria que você soubesse que quando penso em você com o meu coração, algumas perguntas se respondem assim, facilmente. É involuntário, como as batidas taquicárdicas dele.


Será que você sabe?

Essa voz macia, aveludada, gostosa
Me contagia
Me faz sentir o calor do seu corpo colado no meu
Os meus pensamentos vão de encontro aos seus
Nossas bocas se enroscam
Nossos corpos se aquecem
Nossos corações estremecem
A nossa paixão acontece
E amor aos poucos aparece
Como é bom ter você ao meu lado

Que essa luz não se apague, jamais...

Você realmente conseguiu esquece o seu grande amor?
As vezes me faço essa pergunta.
Acho que esquecer o primeiro amor jamais esquecemos.
E também acredito que jamais alguém substituirá o primeiro amor, esse é inesquecível.
Pode passar anos e anos ele sempre tem o seu lugar no coração, incrível isso! Mas o pior é você saber que perdeu seu grande amor por culpa sua. Difícil né.
Se tivesse uma chance largaria tudo para viver ao lado desse amor.

Aquele que beber da fonte do conhecimento ficará com mais sede, mas essa
secura não haverá de lhe matar, do contrario, o tornará mais vivos

Pois eu sou a luz que guiará, sobre essa geração.

Seus olhos seu olhar seu sorriso me alucina não consigo parar de olhar. Me deixa louco essa menina seu jeito me fascina, meu bem quero te amar.

A razão não tem permissão para tomar a decisão de amar. Foi o coração que veio com essa missão e ele não recebe ordens.