Amo Ate seus Defeitos

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"Eu nunca mais vou respirar se você não me notar. Eu posso até morrer de fome se você não me amar."

⁠Parece bobagem, mas, assim que nos olhamos, a dor do término que estava me corroendo até um minuto atrás derreteu como a neve.

Somos tão iguais, que até quando fugimos um do outro, nos encontramos.

Na nuven, no rio, numa poça ou até na lama... Numa xícara sou uma xícara, na garrafa tomo sua forma. .. Sólido, líquido, gasoso, no mais profundo do oceano; na alegria ou na tristeza de uma lágrima. .. Quero ser como a água. ..

Até os bons casamentos acabam. Num instante a gente está pisando em terreno sólido em outro instante, não está. Tem sempre duas versões: a nossa e a deles. As duas versões começam do mesmo jeito, as duas começam, com duas pessoas se apaixonando. Ninguém se casa achando que vai dar errado, a gente se casa achando que o nosso casamento vai dar certo e sempre é chocante o momento que a gente percebe que acabou. Num instante a gente está pisando em terreno sólido e no outro, não está mais! Você tem o que é necessário, se o seu casamento está em perigo você pode suportar a tormenta? Quando o chão se abre e seu mundo desmorona, talvez você só precise ter fé e acreditar que vocês podem passar por isso juntos, talvez só precise aguentar firme e independente de qualquer coisa não desista!

A mentira só prevalece até o momento em que a verdade abre as cortinas e se apresenta no palco da vida.

Pior que um amor não correspondido é uma amizade não correspondida. Você pode até sofrer por um amor não correspondido, mas o outro lado foi verdadeiro, foi sincero, não te iludiu. A amizade não correspondida é traiçoeira, desonesta, falsa, vive de aparências. E você só descobre quando a máscara cai.
20 de julho. Feliz dia das amizades correspondidas!

Eu não sei tudo o que está chegando, mas seja o que for, eu vou até lá rindo.

Herman Melville
Moby Dick (1851).

Todo mau-caráter é 100% bonzinho até conseguir 100% do que deseja.

- Olha, as vezes é preciso digerir muitas trilhas amargas até alcançar aquela musica que te faz aumentar o som.

Amor é uma simples palavra como qualquer outra no dicionario, até você encontrar uma pessoa que você ame de verdade e seu nome se torne sinônimo de amor....ai o significado muda completamente.

ESSÊNCIA SÓCRATES

Eu não era eu,
até saber quem eu sou.
Eu não tinha vida,
até saber que a sabedoria é imortal.
Eu não era nada,
até saber que sou aprendiz da vida.
Eu não sabia nada,
até saber da minha ignorância.
Minha falta de saber,
apreciou meu único conhecer.
A enigmática existência,
enricou a alegria de meu aprender.
Não saberei, sabendo de tudo;
não conhecerei se não refletir;
não sei, contudo quero pensar
E pensando eu aprendo que não sei.
Sendo apenas abundante do universo;
sendo apenas resto de ideias;
sendo apenas eu, na ignorância do mundo todo.

Dá nó até em pingo d'água pra ir numa balada! Enfrenta qualquer coisa por outra bandida! Caí e se levanta mais forte! Abaixar a cabeça? NUNCA! JAMAIS! Se diverte com os “bebezinhos”, se entedia com os bonzinhos, canta os bonitões, pega os mais gatos e se apaixona pelos Bandidos . Sempre tem uma próxima vítima em mente... Tem “Memória Seletiva” Pega mas ñ se apega. Não pratica esporte, mas tem sempre um jogador ao lado! Nunca passa despercebida! Adora Cerveja, Balada e Beijo na Boca. Odeia as “Inhas”, as bonitinhas, sem gracinhas, certinhas, boazinhas, perfeitinhas, chatinhas... Tem sempre alguém que é seu sonho de consumo e pode demorar o tempo que for, ela consegue "consumi-lo"! Bandida não chora! Tem TPM! Inimiga de uma Bandida é inimiga da quadrilha inteira! Bandidas Causam sempre! Bandida é sinônimo de ser 'amiga'!

No mundo da poesia tudo é possível; o amor é encantado; as fantasias são realizadas, até as tristezas são traduzidas em belas palavras.

"Não importa mais, já doeu, já sangrou e até curativo eu já coloquei, remédio é o que não falta. Vou deixar o tempo cicatrizar, já dizia minha avó que o tempo cura tudo. Pois é, ele vai curar."

Algumas pessoas possuem deficiência visual, não enxergam mas compreendem, porém a maioria até enxerga bem, mas não compreende.

"Perceba cada detalhe, desde a unha pintada de azul até o cabelo cacheado dela. Ela não é qual quer menina, disso tenho certeza e ela luta para ser quem ele é de verdade sem precisar importar-se com a opinião dos outros. Ela é livre e moderna, e alguns estranha. Mas eu não, pois eu sei amar o castanho dos teus olhos, a delicadeza das tuas mãos e a pureza da tua alma..."

Sempre chega um momento em que até o bom se torna insuportável.

CUBO DE GELO
Dia após dia, durante anos, aquela foi minha rotina. E até hoje me pergunto: como é possível?
Levantar ir ao trabalho. Bem, eu acordo cedo, eu gosto. Seis em ponto estou pronto. Café tomado, estômago vazio. De fato prefiro mesmo tomar café no trabalho, mas pela manhã, em casa, vai bem. Pois bem, dia após dia os ônibus cheios, pessoas, carros, espelhos. Tudo tão calmo e ao mesmo tempo é desespero. Movimento com o passar dos postes diante do meu pensar distante e desinteressante, observado de canto a canto, de sereno a delirante. Uma senhora que olha e disfarça. Olho para o relógio, perto de chegar, mais um sinaleiro. Olho para trás, procuro me posicionar, posição de saída. As portas se abrem, desço. Saio por primeiro. Passo após passo pela calçada em preto e branco, os prédios, as praças, os pombos. Ah, um dia frio faz mesmo observar. Os passos parecem desacelerar, enquanto o relógio derrete o tempo. Ora, só preciso chegar! Pois tenho tempo! Estou a voltar, novamente vejo as cenas, o ônibus, os postes, a senhora que me olha com desejo, quero dizer: disfarça! Eu vejo. Como é possível? Novamente paro, penso! As pessoas em câmera lenta, e eu: desespero? Ah, esse eu neste cubo de gelo, que segredo deste olhar a delirar... Só um olhar a delirar. Será mesmo? Passam-me uma a uma – as pessoas, sim, as pessoas – e eu a perguntar: e o meu tempo? Devagar! Devo chegar, distancio-me. Dias frios fazem mesmo observar. Rio, porque em vez de ir adiante, estou indo para trás. Como é possível? Novamente, tenso, penso: dia frio faz mesmo observar. Suores na testa e como suo neste cubo de gelo. Ah, que segredo, apenas meu olhar a delirar. Nem pergunto. Mas será mesmo? Os ternos, as saias, o vento. Estala os dedos a velha senhora naquele bar. Como eu posso escutar? A brasa a queimar no cigarro do mendigo. As luvas sujas, os trajes, um pão mordido, pego sobre luvas sem dedos, e no braço uma coberta a arrastar. Novamente lembro! Preciso chegar! Eu tenho tempo, devo me lembrar! O sono vem me incomodar. Minha inquietude posta em cheque, posição: sentido! Resolvo parar! Como é possível? Sigo o caminho e isso pode ser muito... Ah, deixa pra lá. Observo idéias em linha reticente, tudo devagar de dentro de um cubo de gelo. Meu tempo! É mesmo, um dia frio faz mesmo observar.

⁠⁠Estamos todos fadados a morrer um dia, mas é nossa escolha, seguir nosso caminho até esse dia chegar. Saibam que eu sou único responsável pela minha história e serei o único responsável pela minha morte. Apenas eu. Nenhum inimigo e nenhum Deus. Apenas eu.