Amo Ate seus Defeitos
Chega!?
Chega, já te perdoei as setenta vezes sete, vá e não peques mais…
Até o perdão tem um limite secreto onde a dignidade aprende a falar mais alto.
Já te perdoei as setenta vezes sete, e em cada uma delas deixei que o coração respirasse a esperança de que tu soubesses finalmente o peso do que fazias.
Mas o perdão, por maior que seja, não é convite para a repetição da mesma queda.
É aviso, cura, é último chamado.
Por isso, vá…
não como quem foge, mas como quem enfim entende que não se pode ferir o mesmo lugar para sempre e esperar que ele permaneça vivo.
E não pequeis mais — não porque o erro seja proibido,
mas, porque há um momento em que machucar alguém que te ofereceu todas as chances deixa de ser falha humana e passa a ser escolha deliberada.
Vai, então.
Leve contigo toda a soma de perdão, mas não esperes que ele continue sendo casa.
Algumas trilhas só viram caminhos quando alguém — finalmente — aprende a caminhar sozinho.
Vá em Paz e não peques mais!
Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.
Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.
Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.
A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.
Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.
Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.
Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.
Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.
É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.
E Ele sabe disso.
Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.
Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.
Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.
Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.
Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.
Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.
Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.
São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.
Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.
Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.
Um pai imprestável é igual ou até pior que um c0rn0: o último a saber dos feitos dos próprios filhos.
Há ausências que gritam mais alto do que qualquer traição.
O pai imprestável não é apenas o que erra — é o que se ausenta do palco onde a vida do filho acontece.
Enquanto aprende tarde demais, não porque foi enganado, mas, porque nunca quis olhar.
Ser o último a saber não é azar, é consequência.
Não da falta de informação, mas da falta de presença.
Porque quem caminha junto percebe os passos antes do tombo, os sonhos antes da fuga, os feitos antes do aplauso alheio.
A ignorância, nesse caso, não é inocência: é abandono disfarçado.
E o preço disso não se paga em humilhação pública, mas em vínculos que não se formaram — e em histórias que o tempo já contou sem ele.
Se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!
Façamos Barulho!?!
Pois, se até o barulho ensurdecedor das nossas lágrimas atravessa a distância entre o chão que pisamos e os Céus que almejamos, é porque Deus não mede som — Ele reconhece verdade.
Lágrima não grita, mas confessa.
Escorre onde a alma já não consegue se explicar.
Agora, imagina a oração…
Não a decorada, a apressada, nem a que tenta impressionar.
Mas aquela que nasce do mesmo lugar das lágrimas: do cansaço, da esperança teimosa, da fé que manca, mas não desiste de caminhar.
A oração faz barulho ainda mais estrondoso porque movimenta o invisível.
Ela não precisa de voz alta, precisa de entrega.
Às vezes sussurra, às vezes geme, às vezes só respira — e mesmo assim estremece os Céus, porque carrega dentro dela o nome de quem confia.
Façamos barulho, sim.
Com joelhos dobrados, corações rasgados e com silêncios agridoces cheios de fé.
Façamos barulho não para sermos ouvidos pelos homens, mas para lembrarmos a nós mesmos que nunca fomos ignorados por Deus.
Se a lágrima já incomoda, a oração transforma.
E onde ela chega, nada permanece exatamente como antes.
Pois, os que choram serão consolados, os que oram — ouvidos.
Façamos Barulho!?!
Por um amigo, se for preciso, eu brigo com os meus, com o mundo e até com meu Soberano Deus.
Se for preciso, eu enfrento os meus, o mundo inteiro — e até o agridoce silêncio que faço diante d'Ele.
Não por soberba, nem por rebeldia, mas, porque a amizade verdadeira também é um grandioso ato de fé.
Há laços que não se sustentam em conveniência, mas em compromisso.
Amizade não é aplauso automático, é presença que permanece quando a razão manda recuar.
É escolher ficar quando o mais fácil seria se esconder atrás do “não é problema meu”.
E se às vezes esse amor me coloca em tensão até com Deus, não é afronta: é oração em forma de luta.
É Jacó mancando depois de muito insistir…
É Abraão perguntando, Moisés intercedendo, Jó reclamando sem deixar de crer.
A fé madura não foge do confronto; ela o atravessa.
Defender integralmente um amigo não é substituir Deus, é confiar que Ele suporta nossas perguntas e entende nossa lealdade.
O Deus que nos ensina a amar o próximo não se escandaliza quando levamos esse amor às últimas consequências.
Porque, no fim, não brigamos com os nossos, com o mundo e até contra nosso Soberano Deus por um amigo — brigamos diante d’Ele, certos de que a justiça, quando é verdadeira, nunca anda separada do amor.
É no “amar verdadeiramente o próximo como a ti mesmo” que se resumem todas as leis e profetas.
Que Deus é fiel,
o mundo já sabe,
ou ao menos deveria saber — e nós, até quando somos fiéis?
Deus tem sido sempre tão Generoso conosco que, se a Graça não fosse um Favor Imerecido, o Constrangimento talvez fosse muito maior que a Gratidão.
Não porque me falte reconhecimento, mas, porque sobra consciência das próprias falhas.
A graça, quando compreendida de verdade, não infla o ego — ela o desarma.
Talvez, sem essa plena consciência de imerecimento, dificilmente eu escaparia do abraço do constrangimento.
E há algo de profundamente pedagógico no favor que não se pode pagar, negociar ou justificar.
Ele nos retira do centro do palco, desmonta a agridoce ilusão de mérito e nos coloca no único lugar possível diante do Divino: o da humildade…
A Espiritual e a Intelectual.
Quem entende a graça não anda de peito estufado; anda de cabeça baixa, não por culpa, mas por reverência.
O constrangimento, nesse contexto, não é a vergonha paralisante, é puro espanto.
É perceber que, apesar de quem somos, carregados de rastros de podridão, continuamos sendo alcançados pelas mãos misericordiosas do Pai.
Que mesmo quando nossas mãos estão vazias de boas razões, elas ainda são preenchidas de misericórdia.
E isso nos educa mais do que qualquer repreensão.
Talvez a maior evidência de maturidade espiritual seja justamente essa: não transformar a generosidade de Deus em direito adquirido, nem a graça em moeda de barganha.
Quem vive consciente do favor imerecido não se acostuma com ele — agradece, cuida e tenta responder, não com merecimento, mas com fidelidade.
Que Deus é fiel, o mundo já sabe ou ao menos deveria saber — e nós?
Até quando somos ou tentamos ser fiéis?
Insistir? Pode até ser bom!
... Um ato de força e de querer.
Mais pra que correr tanto?!
Se for pra ser seu será!
Você Caminhando ou até mesmo
você desistindo.
Não quero ser a ‘pedra no seu sapato’, ou até mesmo; um obstáculo na sua vida…
Eu realmente não te mereço.
De tempos em tempos a felicidade convida-nos, vem até nós e afirma que pretende ficar e confortar. Fique atento aos sinais e identificá-la para nãopassar desapercebida.
E crucial que sejamos
Um jardim agradável,
até um Universo para
aqueles que nos
fazem bem. Trata-se
de reciprocidade.
"Muitos passam a vida, alegando Falta de Tempo... Até precisarem de nós e do nosso Valioso Tempo. Nesses momentos, o Tempo deles aparece!"
Frase Minha 0476, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Terá sido milagre eu ter conseguido viver bem e saudável até hoje sem consultar - um só dia - essas coisas chamadas horóscopo, buzios, cartas e semelhantes? Terá sido milagre?"
Frase Minha 0582, Criada no Ano 2012
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"Pode até mamãe pedir que eu não boicoto absolutamente nada que eu proprio não tenha avaliado. Quem manda na minha opinião (e na minha vontade) ainda sou eu!"
Frase Minha 0585, Criada no Ano 2012
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"Ele morre de “não-rir” até de piada, seja qual for a piada. Que morte triste, coitado!"
Frase Minha 0602, Criada no Ano 2013
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"Depois de pesquisa informal, nada científica (até porque o caso é empírico) não encontrei um só biógrafo que tenha sido biografado - com ou sem autorização - por ele próprio ou por qualquer outro biógrafo de plantão. Que estranho! Seria este também caso de censura prévia? De cerceamento à liberdade de expressão? Hein?"
Frase Minha 0617, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Algumas pessoas falam em Deus e em Jesus o tempo todo. Até mesmo 'falam em nome dEles' e dizem 'o que acham' que Ambos disseram. Mas... Não conseguem admitir que também este que vos digita sou Filho do Criador. Poizé!”
Frase Minha 0456, Criada no Ano 2010
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Onde se pode comentar e você não sabe o que comentar, use o KKK. Ele serve até para "suavizar" ofensas e coisas assim. E é aceito em qualquer lugar, menos comigo e menos por Mim, que fique claro!"
0834 | Criado por Mim | Em 2015
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
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