Amo a Natureza
Se há três frases que deixam um ser humano feliz são elas: “eu te amo”, “amanhã é feriado” e “é open bar”.
Tu me fazes falta, não sei se te quero,
Não sei se te amo, não sei se te odeio...
Quero esta contigo, mas fujo de ti,
Tenho necessidade da tua presença,
Tenho ímpetos de abraçar-te e beijar-te,
Te adoro, te quero, preciso de ti,
Não sei se te amo, não sei se te odeio...
Te sinto desejando carinho,
Quero afagar-te e beijar-te de mansinho,
Sonhar sossegada junto de ti,
Abraças-te forte, ver teu sorriso,
Sonhar as teu lado mesmo estando acordada.
O mais lindo sonho viu ao teu lado,
Não sei se eu te amo, não sei se te odeio...
Só sei que eu preciso de ti...
Quando penso em ir. Embora ainda te amo.
Sei que hoje você não sente falta de mim.
Mas quem sabe quando eu for, você vai sentir saudades.
Uma coisa que amo é colocar meu fone, aumentar o volume, e deixar a música tomar todo o meu ser. Vibrar intensamente, sentir, deixar o som me dominar. Pensar, imaginar, lembrar. Sentir que meu coração acompanha cada batida.
A música é, para mim, terapia. É o momento onde mergulho em meu próprio abismo interior, sem que ninguém possa interromper. Sem que haja qualquer interferência. Os problemas, a correria, tudo some. Em seu lugar fica a música, em uma estranha união com o silêncio. Tudo toca e silencia ao mesmo tempo. E eu preciso do som e do silêncio.
Vivo entre os extremos, mas a música traz uma espécie de paz, calma, conexão. Há momentos onde necessito silenciar completamente, outros onde preciso ouvir, e também há aqueles onde preciso do som e do silêncio. Quando a música é tudo e nada. Não sei se mais alguém já se sentiu assim, se entendem o que digo. Talvez eu pareça louca falando isso, mas tudo o que sei é que, sem isso, não viveria.
- Marcela Lobato
A distância de quem amo
Sempre me foi letal
A abstinência não diminui
Apenas amplia
Da forma mais dolorosa
O sofrimento.
Não me leve a mal, eu amo ficar sozinha
E não desejo tapa buracos
Muito menos relações falsas
Nunca fui do tipo carente.
Hoje, nem mesmo desejo
Outro corpo para um breve aconchego.
Mas o silêncio e a distância me envenenam
Matam mais do que tiros no peito
Pois quando penso, ela domina meus pensamentos
Pois quando sonho, ela sempre está presente.
Não estar aqui, nunca me impediu de estar com ela
Se, no perigo, a sinto
E até os meus demônios amam ela
Como eu poderia simplesmente esquecê-la?
Já a vi de tantas formas...
Nesta vida e em tantas outras
Onde sempre fomos nossas
Mas ao me levarem encarcerada
A perdi para sempre.
Talvez, em outra vida, a veja
Talvez por isso queira pular o tempo
Mas só o que sei é que, não poder amar
É o que verdadeiramente destrói por dentro.
Antes ama-la do que nunca tê-la.
Antes vê-la quebrar meu coração do que nunca poder toca-la.
Antes morrer para estar ao lado dela
Do que viver as mentiras do mundo moderno.
- Marcela Lobato
Ganhei de presente o dom de entender um "EU TE AMO" apenas com uma troca de olhares curta e uma gargalhada alta e doce aos ouvidos.
#Eusoumãedeautista.
Parece que odeio a religião, mas, na verdade, apenas amo a lógica. Não é minha culpa se as religiões não a possuem.
Te amo duas vezes...
Eu sempre amei você,
desde o início,
desde o silêncio,
desde sempre...
desde o nada que já era tudo.
Antes de saber quem você era,
antes de entender o que seria
na minha vida.
Não sei se foi o poder da chama gêmea —
da junção divina —
mas te amei bem antes...
Talvez seja a força das almas,
o laço antigo,
a chama gêmea —
essa união que não se explica,
mas que se sente...
com a pele,
com o coração.
Não sei se fui eu quem amou primeiro,
ou se apenas reconheci
um amor que já me habitava.
Quando soube de tudo,
não houve espanto,
nem dúvida.
Só permaneci —
amando.
Como se já soubesse.
Meu corpo já ansiava o seu,
meus pensamentos já te buscavam,
meu coração…
já era teu.
Já amava com toda a intensidade,
já sentia saudade.
E eu, sem perceber,
já tinha desistido de tudo
por você.
Não sei onde termina o amor
e onde começa a conexão de almas.
Talvez nem exista fronteira.
Porque, se for assim,
em total lucidez,
declaro —
nesta vida corpórea
e na outra espiritual —
eu te amo duas vezes.
Eu te amo!
Porque existem palavras que só são ditas quando já não fazem mais sentido…
quando já não pertencem ao contexto
— Assim podem ser ditas sem nenhum peso na consciência.
Há quem diga “eu te amo”
só para preencher o próprio vazio,
confundindo ilusão com carinho —
e deixando quem acredita recolher os cacos sozinho.
Há sol demais para ser abrigo, claridade que expõe o fundo antes do toque; amo o risco de nadar parado, de chamar de mar o que me alcança o tornozelo.
Há quem passe pela vida distraído,
procurando perfeição em vitrines vazias,
sem perceber o amor simples que espera,
de mãos abertas, pedindo apenas verdade.
Já doeu amar quem não soube ficar,
já doeu entregar o que era inteiro.
Mas ainda acredito num amor que compreenda minhas cicatrizes
e não tenha medo do que sou por inteiro.
Que não me queira em partes editadas,
nem me peça silêncio quando eu for tempestade.
Que saiba que trago falhas nos bolsos,
mas também trago um coração que nunca aprendeu a amar pela metade.
Eu não busco contos perfeitos —
busco alguém que fique quando o encanto passar.
Alguém que veja minhas rachaduras
e ainda assim escolha, todos os dias, ficar.
Eu te amo no tempo que não cobra, no passo calmo de quem cuida.
Um amor que não invade, aprende a permanecer.
Não te quero por medo do vazio, mas pela alegria de te ver livre. É afeto que não aperta,
é presença que respira contigo.
Se um dia teu sentir encontrar o meu, que seja por vontade, não por urgência. Se não for, sigo inteiro, porque amar também é saber soltar.
E quando o mundo cansar teu peito, que em mim exista silêncio e abrigo. Eu fico — não por posse ou promessa, mas porque te amar é onde sou verdadeiro.
Tudo que te disse, esquece,
Isso já não mais importa.
Quando quis te falar "eu te amo"
Parei diante da tua porta,
Impenetrável pra mim,
Inacessível agora.
Amar não é prender, é deixar existir.
Nunca foi “eu te amo”, e sim “você pertence a mim”
Nunca foram abraços sinceros, e sim correntes invisíveis
Era domínio o tempo todo, não percebi.
Nunca foram beijos apaixonados, e sim marcas de propriedade
Nunca foram lágrimas de felicidade, e sim rios de ilusão.
Nunca foi “fazer amor”, e sim “nunca se esqueça de mim”.
Nunca foi você, e sim um “eu” que o meu eu, até então, não conhecia.
Porém, diante dos turbilhões de sentimentos e das sensações indizíveis que vivi, ainda assim eu escolheria você —
com algumas pequenas e sutis mudanças que, feitas lá atrás,teriam feito toda a diferença em nosso hoje.
Refúgio
Aqui, nas montanhas, em um refúgio no alto — bem no alto — cravado no lugar que amo profundamente, vivi dias maravilhosos.
Caminhos de vegetação densa se fecham como um abraço afetuoso, exalando a fragrância da mata que me envolve e me conduz a um torpor doce, quase sagrado.
O sol se recolheu por instantes, mas a brisa permaneceu amiga. O vento corre em direção às nuvens num vai e vem constante, como uma brincadeira antiga de pega-pega. Após dias intensos, elas choram, inundando os verdes, as estradas e os chalés, lavando tudo ao redor e deixando o mundo mais colorido, mais puro, com aquele cheirinho íntimo de casa limpa.
Agora, observo o sol infinito, que parece querer sorrir e revelar seu brilho, embora as nuvens insistam em ocultá-lo. Dentro de mim, a saudade já se anuncia, mesmo antes da partida. Talvez porque, aqui, minha mente vagueie livre entre o real e o místico, lembrando-me de que, muitas vezes, aquilo que vemos não é exatamente o que parece.
Se eu amo Deus e não leio Bíblia eu não o amo verdadeiramente. Pois quem ama O busca incansavelmente
Eu amo os meus começos e Odeio os meus fins
Os começos são pura faísca, promessa, aquele gosto de “agora vai”. E meus fins… são o cemitério das minhas entregas inteiras. Quem sente tudo do jeito que eu sinto nunca termina nada sem deixar um pedaço de si no caminho.
Eu te amo, mas…
Eu te amo.
E não é pouco, não é confuso, não é carência inventada numa madrugada qualquer.
É amor mesmo. Desses que escolhem. Desses que permanecem.
Eu te amo, mas me doeu não ter vivido você no mundo real.
Me doeu não ter tido a chance de descobrir teu cheiro, teu jeito andando na rua, teu silêncio ao meu lado.
Eu te amo, mas cansei de promessas que não viraram encontro.
Cansei de esperar o dia em que a coragem seria maior que o medo.
Eu te amo, mas eu também queria ser escolhida sem hesitação.
Queria firmeza. Queria presença. Queria verdade sem sombra.
Eu te amo, e por isso eu perdoei.
E talvez perdoasse de novo.
Mas, no fundo, eu só queria não precisar perdoar sempre.
Eu te amo com pele, com desejo, com vontade de acordar do teu lado todos os dias.
Mas também te amo com sonho de futuro, de casa, de vida concreta .. não só tela iluminada.
Eu te amo…
mas amar sozinha cansa.
E mesmo assim, eu amo.
Amo como quem não sabe ser pouco, como quem sente até o limite e ainda acha espaço pra mais.
Existe um amor que arde mal resolvido, um incêndio que nunca virou cinza, que insiste em voltar nos dias mais silenciosos como se ainda tivesse algo a dizer.
Existe outro que é possibilidade, leve, quase vento, um caminho que me chama sem pressa, sem peso, como se o futuro tivesse um tom mais bonito ali.
E existe aquele que não vai embora. Não porque ficou, mas porque virou parte. Raiz invisível, presença em silêncio, memória que não se apaga nem quando a vida muda de direção.
Eu amo. Sem ordem, sem regra, sem defesa.
E no meio de tudo isso, eu sigo me reconstruindo, tentando não me perder entre o que ficou, o que poderia ser, e o que ainda sou.
Porque sentir nunca foi o problema.
O desafio é continuar inteira mesmo quando o coração insiste em ser muitos.
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