Amizade um Principio de Reciprocidade
Pensamento VII
Invisível vento
“O anel de Giges, dado a um pastor, abre ao menos três cenários:
a usurpação e a traição no poder;
a moralidade sustentada pelo mérito ou pelo medo;
e o desprezo daqueles que rejeitam a justiça.
No presente, a invisibilidade assume outras formas:
o anonimato, que oculta o rosto;
a influência, que age como mão invisível;
e a complacência, que é a decisão invisível de nada fazer.
E, como sempre, quem se recusa a escolher um lado, acaba escolhendo o lado do vencedor.”
A parábola do capitalismo medieval
"Havia um homem, detentor de terras, que tinha trabalhadores à sua disposição. Ao colher o trigo, repartia-o com eles seguindo um princípio em seu coração: 'Duas vezes ao ano colho o fruto da terra, mas estes trabalhadores não possuem terras; farei, então, assim: repartirei o necessário para que comam, eles e suas famílias, por meio ano. Nem a mais, para que não deixem de trabalhar, nem a menos, para que não morram de fome'.
Assim fez o senhor da terra, repartindo conforme seu intento. Porém, a ganância surgiu em seu coração, e pensou consigo: 'Estes homens podem me roubar ou, de má-fé, sabotar minha colheita. Se eu puser animais para puxar o arado, precisarei de menos trabalhadores na minha sega'.
A pergunta é: repartirá o senhor da terra o trigo que economizou com os trabalhadores que restaram ou se preocupará apenas em aumentar o estoque de seu celeiro?"
Terça-feira, 10 de fevereiro.
Que hoje Deus te dê um coração firme e uma mente em paz. Que Ele te conduza nas decisões, te fortaleça nas lutas e te mostre, nos detalhes, que você não está sozinho. Se o dia trouxer desafios, que a fé te sustente; se trouxer oportunidades, que a sabedoria te guie. Deus continua cuidando de tudo. Ele é fiel.
Amém.
Uma imitação é a forma mais sincera de bajular a inoriginalidade; ir além de um desejo rápido e decorado: "para viver o que nunca vivi, vou precisar fazer o que nunca fiz mais quiz"!
Um temor é superficial, enquanto o arrependimento é profundo: "dormir com uma intenção clara, é aí que os milagres começam a surgir com o novo dia!
Para o reconhecimento da própria vida: "valorizar o meu esforço e os meios que me permitiram chegar até aqui, diminui o desejo pelo que é alheio"!
"Sou necessidade e não caçador": a busca pela felicidade envolve, portanto, um equilíbrio entre o controle do que está ao alcance e a aceitação do que não está!
"Se advogo em causa própria, um dia devia ser para a vida, enfim, até antes do fim do meu caminho onde sempre se acaba às ilusões"!
"Às vezes desperto vazio e sem ventilação de pensamentos"; um vazio é uma carência, disfarçada de missão do esquecimento... certas vidas nunca teve ninguém!
Digo a vida: "vou tirar deste lugar e levar para viver comigo... o meu sorriso de agora vem do orgulho de ser eu, se minha paz vem de dentro de mim mesmo"!
"Devo aprender a me amar, no silêncio e no caos... estou em paz agora, com quem sou agora"!
"Entre minhas dúvidas e despertares, sem uma verdade como um espelho incomodo": viver é um enigma, generoso ou perverso!
Na vida algumas idéias sempre viajaram na imensidão de um vazio, em busca de nada: "este veneno é certeiro, e encerra um assunto"!
"Mas, à medida que essa conversa adianta, me surge uma verdade muito mais silenciosa que perturba a narrativa": o hábito de uma vida se distrair excedente leva a um mundo ilusório e à frustração!
"O hábito de quebrar certas promessas, faz com que às pessoas me trate com certo desprezo": às práticas que mudam um ser raramente são aquelas que o mantêm confortável, se dói!
Um olhar para dentro.
Aprendo muito sobre mim mesmo, quando observo o outro. Nesta observação não há nenhum juízo formado nem qualquer tipo de preconceito. Contudo, quanto mais observo mais gosto do eu que me governa. Posso viver só? Claro que sim, tenho-me, e, porque me sou, basto-me ! Há uma multitude de coisas que me fazem sobejar a mim mesmo.
Pazzzzzzz...!!!
(Nilo Ribeiro)
Relaxe por um minuto,
sinta o encanto da paz.
faça silêncio absoluto,
deseje o que te satisfaz
deixe a luz te abraçar,
permita Deus te mimar,
autorize a alma poetizar,
consinta o espírito divagar
a paz é uma sensação,
é a alma sossegada,
o espírito em comunhão,
é a mente iluminada
paz é fonte de amor,
nela, devemos beber,
é a benção do Nosso Senhor,
com ela devemos aprender
paz mata sede da quietude,
não atrapalha em nada,
só atingimos a plenitude
quando a paz é alcançada
paz mata fome da tranquilidade,
esta paz podemos conseguir,
ela nos traz felicidade,
se em paz pudermos dormir
a paz é obra do Divino,
obra de grande valor,
influencia em nosso destino,
é equilíbrio para o amor
enfim,
de paz estou afim,
a poesia termina assim,
e que a paz não chegue ao fim...!!!
“Pela paz morreu Jesus,
e o mundo se encheu de luz”...!!!
Amém...!!!
Eu sou um fruto do niilismo?
Um buraco de minhocas que ninguém sabe aonde vai dar?
Sabe-se apenas que transporta, mas pra qual tempo, pra qual lugar?
Só sei que, apesar de um tanto torta,
as ondulações do mar,
com toda a sua beleza e forma indefinida,
me confortam.
Porque dá pra ser disforme, enorme,
e, ainda assim, pacífico.
Mas por oposição ao que se espera,
é o alinhado que mais me intriga:
a reta que liga um ponto a outro,
a ideia linear de trajeto percorrido,
de coesão, de equilíbrio.
Então pergunto-me:
como é possível algo ou alguém se manter tão rígido?
Parece fino como linha,
a um sopro de embaraçar-se
em nós miúdos, quase irreversíveis.
E o que se mantém por muito ereto,
não tende ao declive?
Será que é tão ruim ser um abismo?
É obscuro, eu sei.
Mas cabe tudo, inclusive o nada.
Essa vastidão inspira grito que ecoa,
inenarrável
e um silêncio desconhecido,
interminável.
Não há régua que meça
a altura ou a dimensão.
E é nessa incerteza que se arrasta,
que nos tornamos
livres de toda crença,
de todo medo,
de toda razão,
inexoráveis apenas por existir.
Outro dia você chegou diferente,
tímida, indecisa,
trazendo no rosto um silêncio estranho.
Teu olhar carregava medo,
desconfiança
e uma dor que eu não soube curar.
Por um instante pensei que fosse cansaço,
ou alguma doença escondida na alma.
De repente você me abraça forte,
como quem se despede sem querer ir.
Olha dentro dos meus olhos,
e ali o mundo parou.
Com a voz trêmula você disse:
“Perdão, amor…
eu preciso partir.”
Não houve briga,
não houve culpa,
só um adeus pesado demais pra caber no peito.
Você soltou minhas mãos devagar
e antes de ir sussurrou:
“Fica em paz.”
E eu fiquei…
com o vazio,
com a saudade,
e com um amor que não teve tempo de se despedir direito.
Como eu vou ficar em paz.
Vendo o meu amor partir.
Sem explicação só a dor ficou.
Adeus amor vá com Deus.
Todo bem que guardo em mim preservo como um tesouro sagrado, é a riqueza de minha alma e será a única bagagem que levarei quando chegar o dia de partir.
Tristeza não é terminar um relacionamento.
Tristeza é acordar todos os dias ao lado de alguém e ainda assim se sentir sozinho.
É sorrir por fora enquanto o coração apodrece por dentro.
É insistir numa relação que não te representa, não te respeita, não te acolhe.
Tristeza é permanecer onde o amor virou peso,
onde o diálogo morreu,
onde a paz foi substituída pelo silêncio frio e pela ausência de cuidado.
É morar junto e viver distante.
É dividir a casa, mas não dividir a vida.
Não existe felicidade em um palácio cheio de mágoas.
Não existe riqueza que compre paz.
De nada vale conforto, status ou aparência.
O lar virou um campo de batalha emocional.
Às vezes, a maior prova de amor-próprio.
é ter coragem de partir.
É escolher a solitude com dignidade.
Em vez de uma companhia que machuca.
Porque viver só, em paz e feliz
sempre será melhor.
Do que viver acompanhado, amargurado
e vazio de amor.
E quem entende esta realidade.
não perde ninguém…
se encontra.
VERDADE DE UM DESASTRE
Um dia me disseram que a água nunca iria acabar, e é verdade, só esqueceram de avisar que essa água era a água do mar!
A pergunta que ninguém ouviu, onde está essa estrada que era um grande rio? Era tão cheio, mas tão cheio, que de repente tornou-se vazio e ninguém mais o viu, a resposta que dão é que simplesmente tudo sumiu.
Mas não pode faltar água na caixa d’água, senão as pessoas ficam encanadas, dizem que é seu direito e se tornam bravas, está tudo sujo e precisam lavar as calçadas, desperdiçam nossa água doce como se fosse um nada, que não se acaba, estão todas essas pessoas muito erradas.
E o céu que suas cores eram brancas e azuis, também se tornou preto de dia de tanto urubu, e estão apenas fazendo sua parte, pois se tornou uma grande carniça todo esse desastre.
As nuvens não se fecham mais, o céu e a terra se abrem, o que antes era certeza, hoje é um talvez quem sabe... e até quando vamos viver tudo isso? Talvez até que os dias se acabem...
Os animais já não têm mais moradia, se encontram cobras dentro de casa, embaixo da bacia, sem direito algum sofrem grande covardia, mais um bicho morto, mais um bicho sem vida....
E a grande caçada é pela solução, ser humano no lugar dos pés arranca com as mãos, não sabe onde é a lata de lixo, joga tudo pelo ar um grande perigo e isso tudo tem poluído, o que só se aumenta e não tem diminuído... por favor inventem um remédio logo para tudo isso e que seja logo distribuído, em vacinas, doses e em grandes comprimidos.
Quero ver esse mundo de novo com mais água e um inverno frio, quero que as pessoas se esvaziem do mal e possam encher os rios, que entendam que agora já é tarde e amanhã será tardio;
Espero que eu e você façamos nossa parte, ajudar sempre foi obra de arte, que assim tudo mude, tudo se encaixe e eu possa mudar de assunto que não seja desastre uma verdade que invade de forma covarde.
Capítulo — O dia em que eu voltei para mim
Conheci um homem insuportável.
Daqueles que chegam ocupando espaço demais, falando alto demais, confiantes demais. Metido a bom, metido a malandro, metido a conquistador. Um tipo que acredita que o mundo responde quando ele chama.
Um dia, ele me segurou pelo braço. Não forte o bastante para doer, mas firme o suficiente para marcar. Olhou dentro dos meus olhos e disse, como quem anuncia um destino já escrito:
— Eu vou casar contigo.
Eu ri. Ri com desprezo, com ironia, com a segurança de quem ainda se pertence.
— Boa sorte.
Ele insistiu. Meses de insistência. Flores que eu não pedi, chocolates que eu não quis, convites para cervejas que eu sempre recusei. Havia algo nele que me irritava — talvez o reflexo de uma fraqueza que eu ainda não reconhecia em mim.
Até aquela noite. Festa na casa de um amigo em comum. Música alta, copos cheios, corpos soltos. A conversa veio fácil, o riso também. Dançamos. Bebemos. O tempo escorreu entre uma música e outra. E, sem que eu percebesse, ele deixou de ser insuportável. Ou talvez eu tenha ficado cansada de resistir.
No fim da festa, ele me levou para casa. O beijo aconteceu como acontecem os erros importantes: sem alarde, mas com consequência. Algo se abriu em mim. Um lugar que eu não sabia que estava vazio.
Depois disso, viramos presença fixa na vida um do outro. Onde eu estava, ele aparecia. Onde ele ia, eu seguia. Não era amor ainda — era fusão. Confundimos intensidade com destino. Ele me contou seus sonhos, seus medos, suas faltas. E eu enxerguei ali uma saída. Um novo lar. Uma direção. Não percebi que estava apenas trocando de jaula.
Casamos quando eu tinha vinte anos. Ele, três a menos. Justo eu, que sempre procurei homens maduros, me entreguei a alguém que ainda não sabia ser. Vivíamos para o trabalho, para o cansaço compartilhado, para o futuro idealizado. Tínhamos um sonho comum: melhorar de vida, vencer, chegar lá. Nunca paramos para perguntar onde era “lá”.
Três meses depois do casamento, veio a notícia. Um bebê. Uma menina.
A alegria veio acompanhada do medo, pesado como pedra no estômago. Éramos jovens demais. Inexperientes demais. E, silenciosamente, sozinha demais.
Ele começou a se afastar antes mesmo do corpo dela crescer dentro de mim. Barzinhos, ausências, desculpas. Eu crescia por dentro e encolhia por fora. As consultas de pré-natal eram minhas. O medo era meu. O futuro, também.
No dia em que minha filha nasceu, eu procurei por ele com os olhos cheios de dor e esperança. Não estava. Só conseguimos achá-lo por telefone, quando já era tarde demais. Minha filha já respirava fora de mim. E eu, ali, entendia pela primeira vez o que era parir sozinha.
Trabalhava das cinco da manhã às sete da noite numa escola integral. Minha sorte era que minha filha ficava na creche da própria escola. Saía empurrando o carrinho, caminhava quilômetros com o corpo exausto e a alma em alerta. Chegava em casa e fazia comida. Marmitas. Banho. Mamadeira. Silêncio. Dormia para sobreviver. Acordava para repetir.
Os anos passaram. Quatro. A vida melhorou financeiramente. Mudamos para mais perto do trabalho. Cem metros. Conforto. Aparência de estabilidade. Mas por dentro eu já sabia: algo estava apodrecendo.
Descobri a traição numa tarde comum. Enquanto eu sustentava a casa, criava nossa filha e me anulava, ele me traía. Não foi o ato que doeu mais. Foi o espelho. Eu tinha me tornado exatamente o que mais temi: uma mulher vivendo a vida que não escolheu.
A ficha caiu com violência.
Minha mãe. A casa. A renúncia. O silêncio.
Arrumei as malas. Só roupas. Minhas e da minha filha. Nada mais importava. Enquanto dobrava tecidos, ele chegou. Olhou, riu, debochou, com a arrogância de quem se acha dono:
— Você me ama demais. Não vai conseguir ir embora. Você não vive sem mim.
Ele trocou de roupa e saiu, certo da minha desistência.
Mas eu fiquei.
Terminei de arrumar tudo. Peguei minha filha no colo. Abri a porta.
E fui.
Nunca mais voltei para ele.
Mas voltei para mim.
Minha alma respirava. Meu corpo tremia. Meu espírito gritava, sem medo, sem culpa, sem volta:
Liberdade.
TODO FIM É UM NOVO COMEÇO
Nossos olhos não cansam de ver, nossos ouvidos não cansam de ouvir, assim diz palavras de um velho sábio, e são verdades, por mais que o ambiente seja o mesmo, as pessoas sejam sempre as mesmas, esses dois sentidos jamais se cansarão.
Podemos afirmar que já vimos a mesma coisa ou acontecido por duas vezes?
Se o tempo não para, nunca iremos ver algo da mesma forma por duas vezes, tudo muda, mesmo que a diferença entre uma visualização e outra, seja de um piscar de olhos.
O mal, vive cooperando pro bem, e quando estamos bem e algo desfavorável ocorre, a este chamamos de mal, vivemos uma vida repleta de subidas e descidas, e no final de tudo, nunca estamos contentes.
Mas existe final para algo neste mundo?
Podemos afirmar que algo se acabou ou deixou de existir?
Se todo fim vem com um começo, o que se pode dizer?
Nada se acaba, nada termina, nada se vai, simplesmente tudo se altera, o que ontem era semente, hoje é fruto, e se semeado, novamente será outro fruto, mas se caído ao chão, será comida para alguns organismos e se tornará adubo e de forma indireta fará parte de um novo fruto!
Pessoas vem, pessoas vão, nascem, crescem, envelhecem e partem dessa vida, não digo que morreram, pois a morte seria o fim de algo, mas partem para um novo começo!
Após o fim dessa vida, elas vão de encontro a um novo começo, algumas deixam frutos, frutos esses que podem ser filhos ou obras.
Filhos se forem bons frutos, continuarão um legado aqui neste mundo, senão, apenas participaram de forma alternativa.
Obras, se forem boas, essas nunca serão esquecidas, uma música, um quadro, um livro, uma frase, quando deixamos boas obras, essas se tornam um legado, um eterno memorial.
Não existe nada de novo debaixo do céu, o que existe são novidades, inovações, tudo é feito com o que já existe aqui, seja embaixo ou em cima da terra, já estava aqui embaixo do céu, nem os meteoros que por aqui caem, podemos chamar de novo, pois o céu está além das estrelas, além das galáxias e ninguém aqui jamais o viu ou o tocou;
Então, o novo é renovação. O fim é um novo começo. A morte não existe, é apenas o caminho para essa nova vida, seja feito adubo para a terra, pó para o ar, comida meio ao mar, fumaça ao vento, não importa.
Tudo continuará aqui... tudo voltará para a terra e tudo será novamente parte de um novo todo!
Do pó ao pó!
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Versos de Amizade
- Frases de Amizade
- 72 frases de amigos que reforçam o valor da amizade
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Frases de carinho e amizade para expressar gratidão e afeto
- Cartas de Amizade
