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Amizade um Principio de Reciprocidade

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Precisamos trabalhar com a verdade e com a equidade, respeitando os princípios da colegialidade, coletividade, cordialidade, empatia e alteridade. Precisamos ser sinceros com nós mesmos e com as pessoas; e, criar um conceito de quem somos realmente. Pessoas irão nos criticar por sermos quem somos, mas, o que faz toda a diferença é sermos quem somos de fato. Por isso, melhorar, precisamos sempre, estagnar, é um grande erro!!!

⁠A inclusão não se faz apenas com a informação, mas sim, com as ações verdadeiras advindas do coração!

⁠É triste, mas, é verdade!!!
As pessoas com deficiência são vistas ainda com muito estigma pela sociedade, seja por falta de conhecimento, ou mesmo, pelo próprio preconceito impregnando nas interações sociais. É bem uma realidade, as pessoas não aceitam quem somos. A sociedade meio que impõe que uma pessoa cega deve enxergar, que uma pessoa surda deva ouvir, que uma pessoa com deficiência física deva andar e ser ágil como qualquer pessoa, que a pessoa com deficiência intelectual deva pensar tão rápido como as demais pessoas, e, que uma pessoa autista deva interagir e se socializar como qualquer outra pessoa.
É triste, mas, é verdade!!!
A cada dia que passa, observo que ter empatia e alteridade não é tão fácil, não é toda pessoa que guarda em seu coração esses princípios. Às vezes, até as próprias pessoas com deficiência são preconceituosas consigo mesmo e com as demais pessoas. Muitas das vezes, observo oque existe de verdade é o egocentrismo vestido de humildade, a maldade vestida de bondade e a falsidade vestida de generosidade.
Com isso, não consigo mais confiar em pequenas e simples palavras!!!
Assim, diante de tudo, vivo a minha verdade! Porquê vivendo a minha verdade, não corro o risco de me decepcionar, de me entristecer e de me esvanecer em uma prisão da minha própria mente.

Tudo flui. A única lei imutável é a de que não há nada imutável.

Não fique remoendo as coisas que deram errado no passado, foque no que não vai dar certo no futuro, se você não consertar no presente. ⁠

Serei a melhor versão de mim que você merecer⁠!

⁠Seja você mesmo, mesmo que isso te torne diferente para os outros.

Eu não sou Jesus Cristo, para ficar pagando pelos seus pecados.

Quem tem bons argumentos não precisa gritar.⁠

Não adianta você gritar, pra reclamar que o outro falou alto.⁠

Vo⁠cê é tão do contra, que quando concordam contigo você muda de ideia.

Viva como se não houvesse amanhã, mas tenha em mente que, se houver, você terá consequências de ontem.

A ironia é que você se queixa de solidão, enquanto despreza o cuidado de quem está ao seu lado, obcecado pela atenção de quem não se importa.

⁠Reclama que ninguém se importa com você, ignorando quem se importa, simplesmente porquê não tem a atenção de quem você queria ter.

Se você conseguir se imaginar amanhã e tiver orgulho ⁠do que está fazendo hoje, com certeza é o caminho certo.

No dia seguinte, vai acordar e se arrepender de ter feito, no outro vai se arrepender de não ter feito, o importante, é que uma hora, não haverá dia seguinte.

Medo de lembrar porque a memória não avisa ela chega traz seu nome seu riso o que fomos lembrar é abrir o que tentei fechar
porque algumas lembranças não querem ser lembradas querem ser sentindas

Me disse que acabou, mas algo em mim não entendeu por que o amor era tanto e se perdeu. Fiquei com ausência no peito e um adeus que não aconteceu.

Se você esmaga uma barata sob o sapato, o mundo aplaude em silêncio: herói anônimo, salvador do asco, executor do invisível inimigo que rasteja nas sombras da cozinha. Ninguém chora pela carapaça estalada, pelo corpo achatado que some no lixo. É justiça prática, vingança contra o repulsivo, o que fede e contamina. Mas mate uma borboleta — ah, que crime! Suas asas iridescentes, pintadas pela alquimia da natureza, tremem no ar como um verso de Mallarmé. Esmagá-la é vandalismo contra a beleza, profanação do frágil milagre que dança no jardim. De herói a vilão em um piscar de antenas. Eis o enigma: o julgamento não reside na morte, mas no estético que a encobre. A barata é o feio encarnado ,crocante, marrom, legionária das trevas, merecedora do extermínio por sua mera existência. A borboleta, em contrapartida, é o belo efêmero, embaixadora do verão, cujo voo evoca a alma poética que lateja em nós. mata-la fere nossa própria sensibilidade, como se o sangue colorido manchasse o quadro da vida. Aqui começa a tirania do olhar: a moral não julga atos, mas aparências. O que repele é punível; o que encanta, sagrado. Essa dicotomia revela o abismo humano: vestimos a ética com roupas de nosso gosto. O herói mata o monstro disforme; o monstro, ele próprio, devora a flor alada. Filósofos como Kant sussurraria sobre o sublime no terror da barata, enquanto Nietzsche riria da fraqueza que poupa a borboleta por vaidade. No fim, somos prisioneiros do espelho: o que é belo absolve, o feio condena. E assim, entre o estalo da barata e o adeus da asa, ergue-se o tribunal supremo, não da razão, mas da retina.

Fui na Loja,


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o que não preciso.