Amizade um Principio de Reciprocidade
Entre Linhas
Se eu pudesse escolher
um lugar pra morar,
não seria casa, rua ou cidade…
eu moraria no intervalo do teu riso,
onde o mundo esquece de doer.
Teu olhar tem algo de horizonte,
quanto mais eu olho,
mais longe quero ir.
E no silêncio entre um segundo e outro é teu nome que meu coração aprende a repetir.
Há em você uma calma rara,
tipo mar quando o vento decide descansar.
E quando tua mão encontra a minha,
até o destino parece parar pra olhar.
Se amor fosse tinta,
eu pintaria o tempo inteiro com você.
Porque desde que teu sorriso me encontrou, minha vida virou poesia
que só faz sentido…
quando rima com você.
Um Novo Dia
Hoje é um novo dia,
mas a verdade é que nem
tudo recomeça bonito.
Ainda tem resto de você
espalhado em mim —
no jeito que eu acordo,
no silêncio que fica depois
que tudo passa.
Eu levanto, sigo…
mas não finjo que não doeu.
Eu pensei que já tinha
aprendido a esquecer,
mas tem coisas que não saem
— só mudam de lugar.
Você ainda aparece nos detalhes pequenos,
e é ali que aperta mais.
Amar você foi real, sem enfeite,
sem exagero…
e talvez por isso seja tão difícil deixar ir.
Hoje é um novo dia, sim,
mas eu não sou mais
o mesmo de antes.
Tem mais cuidado no meu sentir,
mais verdade no que eu não digo.
E mesmo seguindo em frente…
uma parte de mim ainda olha pra trás — só pra ver se você vem.
O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio, foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda, nasceu a esperança que nem a escuridão conseguiu apagar.
O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível com mãos feridas, transformou lágrimas em promessa, e o fim…
em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
— porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.
E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando
a gente acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.
O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio,
foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda,
nasceu a esperança
que nem a escuridão
conseguiu apagar.
O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível
com mãos feridas,
transformou lágrimas em
promessa, e o fim… em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
—porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.
E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando a gente
acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.
Vejo os teus olhos tristes,
sem brilho,
como um céu sem estrela,
e mesmo assim encontro neles
um universo inteiro que ainda me chama.
Há um silêncio aí dentro que me dói,
como se o amor tivesse sussurrado e partido, mas eu fico…
Fiico porque acredito
que até a noite mais longa
aprende a amanhecer.
Se me deixar,
eu acendo luz em teus caminhos,
te empresto o calor do meu abraço cansado, e te lembro,
em cada batida do peito,
que teu coração ainda sabe amar
— só está ferido.
Então olha pra mim mais uma vez…
não como quem perdeu,
mas como quem recomeça,
porque se teus olhos voltarem a brilhar, eu juro…
faço deles o meu lar pra sempre.
E se o mundo um dia silenciar todas as palavras, ainda assim teu amor vai ecoar em mim, como um segredo que o tempo não ousa tocar.
Porque te amar não foi instante
— foi destino,
não foi passagem
— foi morada.
E no fim de tudo,
quando só restar o que é verdadeiro,
será teu nome que o meu coração ainda saberá dizer…
como quem nunca deixou de amar.
Ele vem na sombra do silêncio,
um sussurro que congela a alma.
Cada passo seu é uma promessa de dor
e um alívio que só ele pode trazer.
Seus olhos são tempestades contidas, suas mãos,
veneno e remédio ao mesmo tempo.
No toque, a vida se dobra e se curva,
como se obedecesse à lei do medo
e da entrega.
Mas há beleza na destruição
que oferece,
um equilíbrio cruel entre
ferida e cura.
Painkiller,
lenda urbana do próprio tormento,
aquele que dói para que possamos, enfim, respirar.
Ela chega como quem
não faz barulho, mas muda o clima inteiro do lugar.
No olhar, um universo tranquilo e profundo, onde até o caos
aprende a descansar.
Seus cachos dançam como versos soltos, e cada detalhe nela parece poesia querendo se revelar.
Há um mistério suave no jeito que sorri, como se guardasse segredos bonitos demais pra contar.
O mundo pode ser duro lá fora, eu sei, mas nela existe um refúgio raro de se encontrar.
E até o tempo, quando cruza seu caminho, parece diminuir o passo só pra poder admirar.
Se eu fosse escrever tudo que ela desperta, faltaria papel, sobraria sentir.
Porque tem gente que não se explica, se vive
— e ela é dessas que a alma escolhe sem pedir.
E no silêncio entre um olhar e outro,
é onde o amor começa, sem precisar existir.
Te vejo no silêncio de um instante roubado, e meus olhos
— antes comuns
— agora brilham como quem descobriu o infinito em
um reflexo teu.
Há algo em você que não se explica, só se sente… um encanto calmo,
desses que chegam devagar e ficam para sempre.
E quando você aparece,
um calafrio percorre meu ser,
como se o tempo hesitasse em continuar sem antes te admirar também.
Meu mundo, tão certo antes,
se perde bonito no teu olhar,
e eu me encontro exatamente onde nunca soube que queria estar:
em você.
Teus beijos…
ah, teus beijos são como a maré —
vêm e vão, mas sempre me levam junto, sem resistência, sem volta.
E eu, que pensei entender de sentimentos, me rendo ao teu jeito de amar, como quem aceita que o coração agora tem outro nome:
o teu.
Um mergulho sem volta
Amar você
não foi um começo…
foi um mergulho sem volta,
onde eu me perdi e,
ainda assim,
nunca quis me encontrar.
O teu olhar me abriga,
mas também me desmonta
— porque quando você
me atravessa por dentro,
eu deixo de ser inteiro
em qualquer lugar que não seja você.
Você foi um acaso bonito demais
pra alguém como eu suportar.
Desde que chegou,
carrego teu nome em silêncio…
e esse amor cresce tanto
que às vezes dói
— não por falta,
mas por não caber dentro de mim.
E quando você não está…
o mundo continua,
mas nada em mim acompanha.
Porque a minha felicidade
aprendeu a depender do teu riso,
do teu jeito,
da tua presença.
Se amar é liberdade,
por que eu me sinto preso a você?
Talvez porque, no fundo…
eu nunca tenha querido ser livre
— só teu.
Hoje é dia do beijo…
engraçado, né?
Porque tudo que eu queria
era te ter por um instante —
nem que fosse só pra sentir
se ainda é igual aqui dentro.
Queria te beijar
como um beija-flor encontra sua flor…
não só de leve,
mas com aquela pressa silenciosa
de quem sabe que o tempo é curto.
Mas a verdade é que a gente virou distância.
E mesmo assim…
tem algo em mim que não mudou.
Porque se um dia nossos lábios se encontrassem de novo,
não seria só um beijo —
seria tudo aquilo
que a gente não viveu
tentando existir de uma vez só.
Perfeito amor,
mas com o peito em silêncio,
como um céu bonito que esqueceu de chover, carrego teu nome em cada batida escondida, mesmo quando finjo que já deixei de te querer.
Teu toque ainda vive nos espaços vazios, nos cantos da alma onde ninguém mais entrou,
e esse coração,
que por fora parece inteiro,
por dentro só sabe amar
o que já se foi.
É estranho sentir tanto e ainda faltar tudo, como se o amor fosse chama sem calor, um abraço que existe só na memória, um “pra sempre”
que não sobreviveu à dor.
Mas ainda assim,
se me pedissem de novo,
eu te escolheria sem pensar em fugir, porque até no vazio que você deixou em mim, existe um amor que nunca aprendeu a partir.
Escrevo baixinho, como quem teme revelar demais, mas é que você tem um jeito tão inteiro de existir
que tudo em mim acaba se derramando um pouco.
Hoje olho minhas cicatrizes sem vergonha. Porque casa uma delas guarda um pedaço do que fui e do que aprendi. E se ainda doem às vezes, tudo bem.
Até as flores, antes de abrirem, também precisam rasgar a própria escuridão para nascer.
E mesmo ferido,
Meu coração resiste:
"Do luto nasce um amor
mais profundo.
Pois quem amou de verdade
Entende que amar é viver-
Mesmo em ruínas da Alma."
Três Regras do Amor
Primeira regra:
não ame sozinho.
Amor que pesa em um peito só
vira dor disfarçada de esperança.
Segunda regra:
não implore presença.
Quem quer ficar, fica,
quem ama, escolhe todos os dias.
Terceira regra:
saiba a hora de partir.
Porque amar também é coragem
quando continuar machuca.
E mesmo seguindo regras,
o coração ainda sente…
porque o amor nunca foi feito
pra obedecer razão.
- P.silva3
Nunca Esteve Lá
Queria que fosse apenas um sonho,
pra eu acordar e ver
que nada daquilo era real.
No sonho, a gente era feliz.
Saía junto, fazia planos,
vivia pequenas eternidades.
Éramos um casal perfeito,
só eu e você contra o mundo inteiro.
Mas nesse sonho,
você partiu soltando minhas mãos,
entrando num paradoxo
e simplesmente sumindo.
Acordei desesperado
por ter perdido o grande amor da minha vida.
E quando olhei pro lado,
você nunca esteve lá.
Fiquei sentado na cama, pensando
se foi apenas um sonho
ou uma visão de que
nosso amor nunca iria pra frente.
E se sentirem minha falta
Se um dia falarem de mim,
diga que fui abrigo em silêncio,
que amei com medo, mas amei inteiro,
mesmo quando meu coração pedia cuidado.
Diga que caminhei devagar pelos afetos,
guardando palavras que só cabiam no olhar,
que sorri para não preocupar quem eu amava,
enquanto por dentro aprendia a não desmoronar.
Morei em sentimentos profundos demais,
entreguei o que eu tinha, mesmo incompleto,
fui casa para quem não sabia ficar,
e partida para quem não soube me escolher.
E se sentirem minha falta algum dia,
não me procurem no que fui de dor,
estarei viva em cada
palavras e amor sincero,
porque amar…
foi sempre o que me salvou.
A vida é estrada de curvas e desvios, Onde tropeços revelam nossos vazios.
Cada erro, um espelho que nos desafia,
Cada queda, uma lição que nos guia.
Nos caminhos tortos que ousamos trilhar,
Aprendemos a levantar, a perdoar.
O tempo ensina, com paciência e cuidado,
Que o passo errado não é fracasso, mas legado.
Entre lágrimas e risos, vamos crescendo,
Entre perdas e ganhos, nos compreendendo.
O coração aprende a pesar com precisão,
O que vale a pena, e o que é ilusão.
E no fim, cada cicatriz, cada dor,
Se torna luz, esperança e amor.
Pois a vida é um poema em constante evolução,
Escrito com erros,
mas guiado pelo coração.
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