Amizade Gotica

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Não faço questão de ser sociável, amizade não se ganha se conquista da mesma maneira que se perde se não houver respeito e sinceridade! Não espere menos que isso de mim!

Não faço questão de ser sociável, amizade não se força, se conquista. Desse modo cada um tem de mim exatamente aquilo que cativa. Questão de princípios. Só não permito me diminuir. Tenho maturidade pra entender que, não sou melhor do que ninguém, mas sei exatamente o meu valor!

⁠Que seu dia venha embalado na paz e alegria
adornado com o laço da nossa amizade.
Recheado daquelas boas surpresas
que sempre nos trazem sorrisos
e a felicidade... do viver

Uma amizade quando sincera, nos protege, ampara e consola. É o amigo certo nas horas incertas

A chave da amizade é a união bem compreendida.

A amizade termina onde a desconfiança começa.

A verdadeira amizade não é indolente; ela age.

Com sabedoria se constrói uma amizade e com inteligência ela se firma.

Toda amizade verdadeira é um bem duradouro. ⁠

A virtude é o único terreno em que se pode construir a amizade.

⁠Não confie em quem chega do nada forçando amizade, pois, este é o primeiro sinal de gente interesseira, chegam de mansinho e quando conseguem o querem, fingem não te conhecer.

Gabiróba, o sapinho mochileiro acreditava que a amizade era uma rocha que se projetava no mar de magias do antigo reino sapo. Ele ria dessa ideia e dizia que se tivesse o poder de impedir as ondas desse mar de partir para o oceano de dúvidas impediria. Pois com elas o medo avançava ano a ano sobre a terra fértil da sua limitada mente sapo desde que chegara nessa estrada sem fim que é a vida de quem é ansioso como um noivo espera que encontre o sentido, e que ele seja bom e generoso.
Gabiroba via a terra, a boa terra da esperança se desmanchar no atrito das ondas do mar de dúvidas, via os longos braços de areia áspera e alcalina que segurava na praia a fúria do oceano de raivas. Quando o brilho do sol partia na tarde vermelhada ele contemplava a paisagem brilhante dourada do futuro e se animava a fazer uma caminhada para alcança-lo. O céu iluminado pela lua brilhava nas águas salgadas e refletia toda sua história de pérolas e jóias de uma vida predestinada a ser um simples sapo mochileiro nesse universo de sapaiadas, desde o dia em que sua mãe sapa anunciou: "Estou grávida". Assim nascia Gabiroba, o sapinho mochileiro trazendo em seus pensamentos um universo mágico de valiosas jóias que jamais seriam usada, seus olhos eram como pedras estreladas refletidas pelo brilho do céu escurecido da noite calma, mas acordou na chuva e eles pareciam opacos sem brilho, desde que as dúvidas começaram a percorrer o seu caminho.

Se dividimos sorrisos, também quero dividir suas lágrimas. Não carregue sozinha o que a amizade nasceu para partilhar.

A amizade verdadeira é um abrigo. É quando o outro se torna casa e você entra, mesmo nos dias de tempestade, sabendo que ali sempre haverá luz acesa, café quente e um coração disposto a te ouvir.

Amizade quando é amor de alma, pode até se ausentar por um tempo... mas nunca se apaga completamente, apenas muda de forma, repousa em paz dentro da gente.

Amizade de verdade não se mede por frequência, mas por constância.

⁠AMOR GENUÍNO

O amor quando é oriundo da amizade se solidifica e torna-se incomensurável. Diferentemente daquela coisa voraz que provoca arrepios, calafrios e tantos desejos. A rotina atrelada ao um novo fascínio deturpa a conduta do ser. Toda aquela paixão embriagante, todo aquele romantismo se transforma em um verdadeiro marasmo!

Associar a amizade ao princípio ativo da sensação do bem estar, é de um obscurantismo monstruoso. Não existe amizade quando o objeto desejado, é alvo em comum. Isso independe da forma de governo, ou do sistema econômico, faz parte do ser, é intrínseco de cada um.


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O principal fundamento da amizade é o egoísmo. Parece contraditório, mas quando se refere ao oportunista, a relação tende a ser evasiva.
De resto, o melhor amigo de um ser vivo: É o mesmo ser!

O ciúme na amizade é uma chama silenciosa, diferente do ciúme amoroso, mas igualmente intensa. Ele nasce quando o coração teme perder espaço, quando a presença de outro amigo parece ameaçar o lugar que acreditávamos ser único. É como uma sombra que se insinua entre risadas e confidências, transformando a leveza da amizade em uma disputa invisível.
Na amizade, o ciúme é o desejo de exclusividade, a vontade de ser o porto seguro, o primeiro chamado, o abraço preferido. É a criança interior que ainda quer ser escolhida sempre, que teme ser deixada de lado. Mas, ao mesmo tempo, é um reflexo da insegurança: não é o amigo que nos falta, mas a confiança em nós mesmos que se fragiliza.
Esse ciúme pode corroer laços, transformar companheirismo em competição, e fazer da amizade uma prisão em vez de liberdade. Porém, quando reconhecido, ele se torna um espelho: mostra nossas carências, revela o quanto precisamos aprender a dividir, a aceitar que o amor e o afeto não se esgotam, mas se multiplicam.
Amadurecer na amizade é compreender que não há hierarquia no afeto, que cada vínculo é único e insubstituível. É confiar que a presença do outro não diminui a nossa, mas amplia o círculo de cuidado e pertencimento. O verdadeiro amigo não se mede pela exclusividade, mas pela constância: aquele que permanece, mesmo quando o mundo se abre em muitas direções.


Tatianne Ernesto S. Passaes