Amigas Juntas Novamente
Apenas venha!
Para que não aconteça novamente, venha comigo e deixa tudo aquilo que te fez mal para trás,
não posso te oferecer neste momento um banquete completo de tudo com o que você mais gosta, porém posso te oferecer o pão da pluralidade e da singularidade,
o triste e o vazio que já te fez chorar por um tempo, acaba aqui,
o encontro de almas escolhidas pelo destino não permite as mesmas falhas, não permite os mesmos finais,
andar entre as rosas com seus espinhos deixam arranhões e marcas profundas, mas o que prevalece na imaginação e no emocional no entanto, são as belezas das cores vivas e dos perfumes das rosas.
Estou caindo, novamente, em um buraco no fim do mundo. Ansiedade e angústia me tomam. O medo de errar, de lutar e perder mais uma vez. Queria um lar, um porto seguro. Sinto que não tenho pra onde ir. Que estou sozinha, e mesmo que houvesse toda a companhia, ainda estaria só.
Às vezes queria saber ter ao menos um lugar seguro, de quem não soltaria a minha mão. O amor incondicional que sempre dei, mas nunca encontrei. Não estar sozinha, não ter que esconder o que realmente sinto quando o mundo pesa demais. Dizer o que as palavras censuram. O que não posso expressar, para não assustar ou sobrecarregar.
Lágrimas escorrem como um rio que deságua em uma cachoeira de emoções. Traumas e feridas que nunca vão cicatrizar. O colo que nunca tive, a dor que nunca venci. Mesmo sob a luz, a escuridão bate a porta. Memórias paralelas me lembram do que não vivi, de quando, mesmo com o céu desmoronando, tinha para onde ir.
Em delírios, imagino a vida que queria, mas acordo e estou no mesmo lugar. Sonhos quebrados, partidos, na realidade que nunca escolhi. A vida segue sem sentido, e não sei porque estou aqui. Ao me olhar no espelho, vejo a validade vencida, lembro das partidas, e da sentença de um novo amanhecer.
- Marcela Lobato
O quadro que foi pintado um dia, pode ser pintado novamente, EU AINDA ESTOU VIVO.
Pode ter faltado a tinta, mais o pincel 🖌️ ainda está comigo.
Vejo-me novamente a contemplar um passado de um estado anímico irrepetível para mim; em que se torna improvável voltar a ignorar aquilo que as palas dos meus olhos cobriam.
A ontologia do ser, o humano em demasia, ecoam numa mente que só sabia viver. Mente essa que aprendeu a viver antes de entender o que é estar vivo.
O Senhor novamente com a sua imensa Misericórdia, demonstrando constantemente o seu Amor e a sua Infinita Bondade, permitiu que a Terra nos levasse para darmos mais uma volta em torno do Sol e bem que poderia ser um passeio simples e agradável, daqueles sem nenhuma tempestade, com tudo a nosso favor, só vivências de muitas felicidades, que tirasse a necessidade de um forte clamor
Entretanto, como sempre, foi na verdade uma grande aventura, muitos desafios, lutas novas e outras antigas, quando precisamos defender arduamente a nossa valiosa sanidade, assim, felizmente, chegamos perto, mas não ficamos loucos, apenas tomamos pequenas doses de loucura e também tivemos conquistas, perdas inevitáveis, muitas surpresas, umas maravilhosas, outras nem tanto e algumas nada agradáveis,
Tal instabilidade é evidente que preocupa, muitas vezes, estressa, chega a tirar o nosso sono, porém, é indispensável, fomenta o valor que atribuímos a cada bênção, aos momentos de sorrisos, boas companhias, ocasiões que nos alegram, que deixam a mente mais leve, os dias de glória a partir da simplicidade, de uma conversa breve, de relações mais duradouras, de poder notar os belos e numerosos detalhes, pertencentes a uma natureza gloriosa.
E depois de nos aventurarmos mais uma vez com a Terra, finalizamos mais uma volta e logo refletimos, agradecemos a Deus a respeito de um passado recente que não volta e o início de um novo ano que se aproxima, que, ao meu ver, não deve ser visto como um período de mudança e sim uma oportunidade de mudar, de usarmos o nosso tempo da melhor forma, de acordo com Deus e o seu Direcionamento, portanto, ainda seguimos para a próxima aventura.
É, novamente, para a minha felicidade, pela vontade de Deus, eu consegui mais um ano de vida, mais uma volta da terra em torno da Sol, mais uma primavera benquista, o que não foi nada fácil como nunca é, nem mesmo será, tive emoção e me senti pressionado, chorei, dei risadas, sofri, reclamei, reclamei, mas também agradeci inúmeras vezes, mostrei força e fraqueza, porém, graças ao Senhor, não desisti, pude ver beleza em meio ao caos, exercitei minha resiliência, fui livrado dos males e dos maus, errei bastante, acertei em alguns momentos, tive novas experiências marcantes, cada dia de alguma forma, foi uma bênção, o amor de Deus nunca esteve distante, caso contrário, só teria tristeza, então, levando tudo isso em conta, espero ter destacado neste versos principalmente duas coisas, a providência divina a meu respeito e a minha mínima gratidão diante de tanto zelo.
Novamente o sol acordou, iluminando o breu em meu quarto, a minha alma se contagia de alegria com os primeiros toques com a luz, entretanto o meu corpo ja despedaçado murmura com o motivo de já amanhecer..
Aplausos vazios
Falar de você novamente pode até render aplausos, mas tudo me provoca vertigem, como se pudesse ruir a qualquer instante,
sem reacender, sem renascer.
Histórias antigas já não mimam mais o meu eu.
Eu me rasgo por inteiro
Faço tudo, mas vem novamente
Eu mergulho na mirra ardente
Mas peço que Tua presença aumente
A tristeza quer novamente me coagir.
Porque me cerca assim?
O que ela quer de mim?
Se foste ela que me deixastes assim.
Mas o que ela não sabe, é que a felicidade, apossou-se de mim.
Cara n sei real
Olho para os lados e vejo novamente o mundo escurecendo,
Já estive por aqui antes,
Já vaguei anos só pela escuridão.
Já vaguei por aqui anos só!
Depois de anos a vagar, encontrei minhas luzes, e esqueci como era o escuro.
Mas de repente sinto-me aproximando novamente da escuridão.
Sinto que estou perdendo aos poucos eles, meus amigos, meus pais, meus parentes e a pessoa que eu amo.
E o pior sinto-me perdida.
Vagarei pelo vale da sombra da morte novamente e desta vez completamente só, completamente perdida, cega.
Me acostumei tanto com a luz que eu temo ver novamente a escuridão
"Quem se vai a dor morre junto, mas quem fica a dor é renascida novamente como uma maldição que é lançada a quem está próximo demais"
Marcos Coelho.
O Buda constrói um castelo na areia. As vagas o levam. O Buda o constrói novamente. O amor não pode ser vencido.
A roda rodou novamente, e eu me tornei absolutamente feliz. Mas a felicidade não dura quando não temos conscientes da infelicidade. Por isso eu coloquei uma pista no continuum espaço/tempo para me despertar: tudo está vivo!
