Amiga Voce Mora no meu Coracao
Foi amor inaugural.
Tuas faltas completam meu caminho
e tua história me governa.
Ao teu lado, desejo apreender a essência do social,
és presença constante, irrenunciável.
Quero compreender-te com zelo, penetrar teu vastocampo dos sentidos, abraçar a esperança de ser ouvido,
diante da distração e da incompreensão sábia do juizo errante.
Serei mais que título, restarei coração em vigília,
escudo em compasso de igualdade, peso exato em singular justiça.
O Direito mais que profissão, ferramenta de igualdade social uma Paixão...
(Vinnicius Pinto)
Quando eu era jovem, muitas vezes pensava: “Nossa, como meu pai é quadrado… ele não acompanha as mudanças, não se moderniza e ainda enxerga algumas atitudes minhas como absurdas. Ele deveria se atualizar, entender que o mundo mudou.”
E, no fundo, eu fazia uma promessa silenciosa a mim mesmo: quando eu ficasse mais velho, jamais deixaria de compreender o comportamento dos mais jovens. Eu seria aquele “coroa” descolado, aberto, que entende o seu tempo.
Hoje, percebo que a vida ensina com mais calma e com mais humildade do que a gente imagina.
Promessa para os meus inimigos e para ou outros.
Até ao meu último sopro de vida irei lutar;
Irei utar para não quebrar alguém, para que alguém não sofra tanto;
Entendo o que é viver com o coração partido, jamais seria alarve para o fazer;
Irei sempre tentar preencher o meu coração vazio com o brilho dos olhos dos outros;
Talvez por mim, talvez por todos, quero ver os olhos tristes tornarem a sorrir; Por tudo isso irei lutar;
Sei que por mais que tente preencher o meu coração com o bem de outros será uma luta eterna pois terei momentos de alegria mas jamais serei outra vez feliz.
De qualquer forma lutarei até ao fim.
E neste ano...
Qual fera ferida irei arrancar do peito toda a força que há em mim;
E com ela irei esmagar meus inimigos.
Aqueles que já comigo se cruzaram,
Aqueles que olharam meus olhos doces,
Aqueles que ousaram pensar e agir...
Não sabendo quem sou mas como se nada fosse,
Os mesmos que por vezes me leem aqui,
Para verem se sucumbi ou se resisto,
E que entre medo, terror e pânico mostram as garras...os dentes,
Mas me dizem...olhe que eu sei escrever bem!...hum já dizem tudo!
Mas que bestas Deus colocou na terra!
E eu besta me defendo,
Escrevam, escrevamos todos,
Veremos quem ganha a guerra!
Agora que nos conhecemos todos.
Célia Carracha.
A sombra do meu pecado me trai — um vulto que conhece meus passos antes de eu os dar.
Atrai-me para o submundo onde a escuridão tem voz e os nomes se desfazem,
um convite sem luz, uma promessa que cheira a ferro e a lama.
Somos dois náufragos: eu e essa sombra que me habita,
invisíveis aos olhos que ainda acreditam em salvação.
Envolvidos como raízes emaranhadas, presos no pântano do desejo,
onde o tempo apodrece e as horas se tornam moscas.
Caímos sem alarde, amordaçados pela própria culpa,
a boca cheia de terra, o grito reduzido a um eco de ossos.
A decomposição não é só do corpo — é do nome que eu dava às coisas,
do mapa que traçava para me encontrar, agora rasgado e úmido.
Há um frio que não passa, uma sede que não se sacia;
cada passo afunda mais, cada lembrança vira lodo.
E, no entanto, há uma clareira de silêncio dentro desse breu,
um lugar onde a traição aprende a dizer o seu próprio nome.
Não peço perdão — não ainda — porque o perdão exige luz que não trago.
Quero apenas ver, por um instante, a sombra desvelada:
que se revele inteira, sem disfarces, para que eu saiba com quem divido o corpo.
Se a escuridão é casa, que seja ao menos honesta;
se o pântano é prisão, que me mostre a porta que não consigo ver.
E se a decomposição é destino, que me ensine a colher do próprio fim
a semente que, talvez, um dia, resista e floresça na lama.
No limbo escaldante, onde o tempo se dissolve em brasas,
meu pecado se ergue como sombra que me trai,
um espectro sedento, arrastando-me ao submundo da escuridão.
Ali, invisíveis correntes se entrelaçam,
envolvendo corpos e almas em cárceres de silêncio,
presas no pântano pecaminoso,
onde cada suspiro é lama,
cada lembrança é veneno.
Caídos, amordaçados, em lenta decomposição,
somos ossos que ainda gritam,
somos ecos que não cessam,
somos o reflexo da culpa que nunca se apaga.
E no abismo, onde a noite não conhece aurora,
a traição se torna eterna,
o pecado se torna carne,
e a carne se torna pó.
Esse estilo mistura intensidade, imagens fortes e ritmo poético, quase como um cântico sombrio. Quer que eu leve esse texto para um tom mais místico e esperançoso, como se houvesse uma saída da escuridão, ou prefere que ele permaneça sombrio e visceral.
No meu jardim os pássaros são livres, comem, cantam, reproduzem dando-nos a lição de que um dos eixos para a liberdade interior é cultivar o bem estar e o bem querer, sem precisar mendigar afeto e aceitação de ninguém.
Assim como o ar que respiro
Ter o direito de poder falar
É poder guiar o meu destino
E um bom caminho trilhar
Desde que não venha a ferir
O direito de quem quer seguir
É a liberdade que quero portar.
Minha felicidade é ver o comentário alheio contra vossa pessoa e ver meu nome virando osso na boca da matilha.
Eu olho pro meu passado e rio. Rio porque se eu não rir das minhas próprias brincadeiras, alguém vai e provavelmente já riu. Quando eu era mais novo, o bairro não era só onde eu morava, era meu palco. E eu, humildemente, era a atração principal. Não pedi esse talento, nasci com ele.
Cada rua guarda uma memória que eu claramente ajudei a criar. A bola que sempre caía no quintal errado (coincidência nenhuma), a campainha tocada e a corrida digna de atleta olímpico, as reuniões improvisadas na calçada que terminavam em bagunça sem plano e sem motivo. Tudo extremamente organizado dentro do caos.
Eu não fazia brincadeira pequena. Se era pra aprontar, era com criatividade. Se era pra irritar, era com estilo. Os vizinhos não sabiam meu nome completo, mas sabiam exatamente quem eu era. Ícone local. Lenda urbana em construção.
O melhor é lembrar da confiança. Eu tinha certeza absoluta de que nada dava errado se ninguém fosse pego. E quase nunca éramos. Quando éramos, vinha aquele discurso interno: “relaxa, isso vai virar história”. E virou. Sempre vira.
Hoje eu crio memórias rindo das antigas. Eu exagero? Óbvio. Mas se eu não valorizar meu próprio legado, quem vai? Aquela bagunça toda virou repertório, virou risada, virou aquela frase clássica: “cara, lembra daquela vez?”. Lembro. Como esquecer?
No fim, eu não me arrependo das brincadeiras. Elas me deram histórias, cicatrizes pequenas e um ego levemente inflado. Eu não era só mais um moleque do bairro. Eu era o moleque que fez o bairro ter assunto por anos.
E sinceramente? Se um dia alguém escrever sobre aquela rua, meu nome pode não estar lá… mas minha bagunça com certeza vai estar.
— Cyrox
...Eu gritei. O eco do meu grito foi mais forte que o sopro do lobo,
Ele, sem esforço, derrubou Minha casa de alvenaria,
Agora só há Escombros por todo lugar, Difíceis de juntar,
Assim como as folhas no chão, Depois da primavera.
eu sinto como se estivesse preso em correntes no inferno escuro. . .
cheio de demônios ao meu redor me observando com aqueles olhares.
Meu pai me ofereceu duas ferramentas e um destino em silêncio: a caneta, para quem carrega o peso do pensar; a enxada, para quem sente o peso da terra no corpo.
Meu maior erro foi contigo ter errado.
Devia ter me desculpado, deixado o orgulho de lado.
E agora? Ambos de coração machucado.
Tento me redimir no escuro do meu quarto.
Pele doce que a muito havia beijado.
Tirou- me da boca todo o gosto amargo.
Tentação nua, vislumbro a tez, tens a cor do pecado.
Chora em meus braços.
Lágrimas que demonstram o amor de quem foi maltratado.
Sou afortunado, por com olhos de amor um dia ter me olhado.
E a ti para sempre serei grato.
Por voltar no momento em que o desprezo seria válido.
Obrigado...
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