Amiga te Conhecer foi um Prazer

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O luto é um território onde o tempo anda diferente. Não é atraso, nem falha — é o corpo e a alma tentando compreender a ausência que não cabe em palavras. O luto não é um túnel escuro, como tantos dizem; é uma travessia, sim, mas uma travessia feita de noites e amanheceres entrelaçados, onde dor e amor caminham de mãos dadas.

Perder alguém é sentir o mundo deslocar-se um pouco para o lado, como se tudo estivesse igual, mas profundamente alterado. E, ainda assim, dentro dessa ferida aberta, existe um brilho silencioso: é o amor que permanece. O luto nada mais é do que o eco desse amor, tentando encontrar um novo lugar para morar dentro de nós.

A verdade é que não “superamos” o luto — nós o integramos. Aprendemos a carregar a ausência com mais leveza. Aprendemos que lembrar não é sofrer, mas honrar; que chorar não é fraqueza, mas prova da presença que existiu e transformou quem somos. Com o tempo, a dor muda de textura: deixa de ser um corte bruto e se torna cicatriz sensível, que dói quando tocamos, mas também nos recorda de que vivemos algo real, grande, importante.

Brilhar no luto não significa esconder a dor, mas permitir que ela se transforme. É deixar que o amor que ficou ilumine as partes escuras. É reconhecer que, embora alguém tenha partido, aquilo que essa pessoa despertou em nós — ternura, coragem, riso, memória — permanece vivo.

No fim, o luto é uma prova silenciosa de que tivemos a sorte de amar alguém a ponto de sua ausência mudar nosso mundo. E, pouco a pouco, aprendemos que seguir em frente não é deixar para trás, mas caminhar levando junto — de outro jeito, em outro ritmo, mas com o mesmo amor.

A arrogância é um espelho turvo: quem a carrega acredita enxergar grandeza, mas o que reflete, na verdade, é insegurança disfarçada. É como uma armadura brilhante por fora e frágil por dentro — quanto mais reluz, mais denuncia o vazio que tenta proteger.

A essência da arrogância nasce quando confundimos valor com superioridade, quando achamos que o mundo é palco e nós, protagonistas únicos. Mas a vida tem um jeito delicado (e às vezes severo) de nos lembrar que ninguém se sustenta de pé por muito tempo quando se apoia apenas no próprio ego. A queda pode não ser imediata, mas é inevitável — porque quem se coloca acima perde de vista o chão, e o chão é onde a vida realmente acontece.

Curiosamente, a arrogância é a antítese do verdadeiro brilho. A luz genuína não precisa ofuscar ninguém; ela ilumina. Pessoas verdadeiramente grandes não fazem questão de parecer maiores — basta-lhes ser. Sabem ouvir, sabem aprender, sabem reconhecer limites. Não constroem tronos; constroem pontes.

Refletir sobre a arrogância é, no fundo, refletir sobre humildade: esta sim é uma forma de grandeza que não se disfarça, que não grita, que não impõe. Humildade é a coragem de ser inteiro sem ser impositivo, de brilhar sem diminuir ninguém, de reconhecer que todo ser humano — absolutamente todo — traz algo que vale a pena aprender.

No fim, a arrogância é sempre um convite: um convite a olhar para dentro, a perceber o medo escondido atrás do excesso de certeza, e a trocar soberba por humanidade. Quando fazemos isso, algo silencioso e poderoso acontece: o brilho deixa de ser gesto de vaidade e passa a ser luz verdadeira — aquela que não vem de cima, mas de dentro.

Eu tenho um conceito sobre o amor: amar é ir além de algo simples; é mais do que admirar um ser vivente. O amor faz com que tudo à sua volta, mesmo em meio ao caos, se torne perfeito, pois a presença daquela pessoa, mesmo em situações difíceis, faz com que você não precise de mais nada além de oferecer o melhor a ela.
É místico, é forte, é sobrenatural e fenomenal. O amor é inexplicável, assim como o futuro é incerto para nós, pois, afinal, só conseguimos senti-lo no presente, sendo um sentimento lindo e prazeroso.

O que sustenta um relacionamento é a inteligência,sentimento se adquire com o tempo e com o tratamento .

Dores

Já me curei de dores bem maiores
E passou, sempre passa
Se não passar um dia vai sarar
Igual minhas cicatrizes

Quando sinto essa dor
Lembro de outras
Aí já não sinto mais elas
A dor é do momento
Nunca da memória

O tempo é passagem
Abre portas para o futuro
E fecha as janelas do passado
Movendo a vida e a morte

O tempo rei
Majestade soberano
Vive de levar paz e guerra
Justiça na sorte, no amor e no azar

Mas aprendi uma coisa
Quando mais falo da dor
Menos doi ela
É mais me faz calar

Era só ⁠Novembro
Mas era só um lar
Invadido,
Agredido,
Destruído.
Mas era só um adolescente
Negro,
Autista,
E estava com a família.
Mas era só uma mulher
Negra,
Grávida,
De quatro meses.
Mas era novembro
Negro,
Cada ano mais preto
Pelo luto ou insulto?
Mas só tinha pretos
Eram corpos sem valor,
Palavras sem verdade.
Quem vai acreditar neles?
Combateram a agressão?
Espancaram sem razão,
Mataram mais "um", irmão!
Quem tem culpa?
Esses filhos da p...?
Ou nossa omissão?
Nossa: Todos nós —
Mulheres, homens,
Negros, brancos, indígenas ou não,
Que não aceitam mais
Essa violência estampada e desenfreada.

O impacto de um diagnóstico de câncer trouxe lágrimas ao meu coração, mas purificou minha alma de tudo aquilo que não tem real importância.

O destino passa a ser importante, quando você for com um propósito!

Eu quero ir mas quero deixar um legado...


Deixar pra próxima geração uma faísca de esperança num futuro melhor que eles possam fazer a real diferença.

No mundo que vivemos onde as pessoas são drogadas pelo físico e financeiro, julgar um livro pela capa ( aparência ) ou julgar um livro por uma página ( episódio ) é lei, por isso a moral, a ética e o caráter são pouco cultivados !

São as noites escuras que trazem o silêncio
A calmaria da brisa, um leve vento

Num oceano de imaginações fora do tempo
O céu fechado, sombrio do meu pensamento

Cansado, refletindo no que se passou
Nas supostas horas felizes, ficaram a dor

Na angústia, na falta, nos risos de momento
Percebi que só falava por respeito e agradecimento.

Em reduzir-se o amor a apenas um desejo
Na finalidade de querer algo que não se tem
Almejar o que não o pertence
Esse é o amor que temos em nosso mundo presente

Em reduzir-se o amor a apenas uma satisfação
Na finalidade de confortar o ego
Sem pensar se faz bem ou mal
Esse é o outro amor que temos em nosso mundo presente

De forma que quando se obtém o que se quer, o desejo se vai e esse sentimento se acaba...
De forma que quando se conforta o ego, a satisfação se acaba com o tempo e o sentimento de vai...

Mas qual o amor completo afinal? Ora aquele que não se baseia somente no desejo de ter, nem na satisfação egoísta do que se tem, sim, o que vai além das fronteiras do desejo e da satisfação, sem condições. Incondicional então.

⁠Certa vez parei pra observar um padrão de ação que o ser humano sempre repete: o da ingratidão. Nesse instante refleti sobre essa atitude e observei que não importa a boa dádiva que se oferte a alguém no ontem, se não a ofertar hoje a pessoa se torna o pior ser "desse mundo". Errar e dizer não é o método de autodestruição das boas dádivas que ofertamos aos outros.

⁠Disse um sábio:

“ Muitos têm falado em ano novo, mas esquecem do que de fato faz a diferença.
Não adianta um ano novo sem um novo ser, se nossas atitudes continuarem as mesmas, que ano novo chegou?
Para se ter um ano novo, de fato, deve haver uma nova perspectiva, deve haver notas atitudes, deve-se abandonar maus hábitos:

- Deve-se arrepender daquilo que se fez erro e do ato errôneo;
- Deve-se perdoar quem lhe fez mal e abandonar as magoas;
- Deve-se pedir perdão pelas ofensas cometidas;
- Deve-se falar menos e agir mais em prol do amor e das virtudes em si;
- Deve-se abandonar o velho eu, a velha e maculada essência.

Se estas coisas e as que podemos acrescentar aqui, que tenham bom efeito, não forem nosso alvo, nossa convicção e nosso modelo de novo ser, ter um ano novo não faz nenhum sentido. ”

Como diria o sábio: “ Sem um ser novo não tem sentido um ano novo !”

Triste saber que para algumas pessoas, receber um livro de presente virou quase sinônimo de ofensa.

Um homem pode se acostumar a qualquer coisa, se for obrigado a isso.

Richard Matheson
Eu sou a lenda. São Paulo: Aleph, 2015.

⁠Bom dia

Eu creio em um Deus que cura
Que pode nos salvar
Por mais que a vida seja dura
Ele nos fortalece para continuar

Se meus olhos te dão vida e forma em um sonho na qual eu te idealizo, se meus ouvidos é alimento para tuas doces e lindas palavras, meus labios não é nada mais que uma base perfeita para quando os ouvidos naum ouvem e os olhos não vejam, quando eles se encontram conectados em uma perfeita magia.

Viver com sentido é fazer do simples um ato sagrado.

⁠Um foda-se pode acabar com sua vida pessoal e profissional.Reflita o que fala e o que pensa .