Amiga te Conhecer foi um Prazer

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"E nada que um novo amanhecer não cure..."

Conta uma lenda que um dia, um sábio e seu aprendiz estavam de viagem ao redor do mundo.Certo dia, cansados de tanto andar, estando os dois com fome , sede e sentindo o cansaço abate-los , pediram pouso em um casebre bem humilde cravado entre os morros. Foram acolhidos pela familia do casebre. Comeram, beberam e dormiram .No dia seguinte antes de seguirem a viagem, o sábio perguntou ao chefe do clã , o que ele fazia para para sobreviver com sua família naquele local que nem uma plantação havia. O Chefe do clã respondeu que sobreviviam do leite, produzido pelo único animal q possuiam, a vaquinha Margarida.O sábio perguntou mais !. Perguntou se não almejavam uma mesa fartae uma vida mais segura e com conforto para ele, sua esposa e suas duas filhas . Novamente o chefe do clã respondeu : " Isso é sonho moço, pq da Vaca Margarida só conseguimos o leite e deste fazemos queijo que vendemos na vila por um dinheiro mirrado, que mal dá para o alimento !" O sábio agradeceu a hospedagem e seguiu caminho com o seu aprendiz.Já quase na saída da propriedade, avistou a vaca margarida a beira do precipício. Olhou para o aprendiz e disse: " Vá lá e empurre a vaca no precipício !" O aprendiz respondeu "Mas mestre, isso é injustiça ! Eles sobrevivem do leite que margarida produz!" O Sábio ficou irredutível e disse com tom mais forte " Estou mandando, empurre a vaca no precipício!!! " O aprendiz, bastante contrariado e acreditando estar cometendo a maior injustiça do mundo, obedeceu. Empurrou a vaca precipício abaixo e seguiram viagem. Anos mais tarde, o aprendiz , que já havia virado sábio tb, voltou pelo mesmo caminho que havia percorrido com seu mestre e quando passou por onde era o casebre, deparou-se com uma fazenda enorme, produtiva. A terra, antes sem plantio algum, agora estava florescendo e produzindo ! Não se conteve e foi estar com o chefe do clã. Encontrou um senhor bem vestido, instalado em modernas e confortáveis instalações. Indagando ao chefe do clã, o que havia ocorrido , o mesmo o respondeu: " Naquele dia, que vocês sairam daqui, aconteceu um desastre . A minha vaca margarida, caiu no precipício e ficamos sem o que nos sustentava. Sem saída, tive q começar a arar a terra, plantar e colher. Ia sempre a Vila para vender o que eu colhia, porém, continuavam me pagando muito pouco e eu comecei a achar q o meu esforço valia muito mais ! Procurei por novas praças onde pudesse vender a minha colheitae encontrei praças que eu nem sabia que existiam ! Pagaram-me muito mais, do que eu estava acostumado a receber pela minha colheita . Com isso passei a guardar algum dinheiro e sempre investia esse dinheiro poupado em mais plantações. E assim foi, até criar este pequeno imperio que Vós hj vê diante de teus olhos !

Amor virtual
criado em games
como complemento
das carências
um suprir fortuito das horas vagas
que se desliga ao cumprimento do real
espécie de delírio
paralelo ao real
vou acabar por gostar
deste game abstrato
que acesso quando quero
ou transportá-lo ao real.
Amor virtual ou uma fortuita ideia surreal.

Para você, eu era um capítulo. Para mim, você era o livro.

Houve um tempo em que o mundo era tão jovem, que o nascer do sol ainda não existia. Porém, mesmo assim havia luz.

Amor,
é quando a paixão
não tem compromisso marcado.Não.
Amor é um exagero... Também não.
Um dilúvio, um mundaréu,
uma insanidade, um destempero,
um despropósito, um descontrole,
uma necessidade, um desapego?
Talvez porque não tenha sentido,
talvez porque não tenha explicação,
esse negócio de amor...
Não sei explicar!

O brilho de uma pessoa está no seu poder de surpreender. Surpreender um pai, um amigo. Surpreender qualquer um que se ama. Todos nós criamos expectativas em cima de pessoas, é inevitável. Porém, os mais valorizados são aqueles que superam as nossas expectativas. Afinal, o que realmente se espera é o inesperado.

Doce, doce, doce
A vida é um doce
Vida é mel
Que escorre da boca feito um doce
Pedaço do céu(...)

A inocência tem um poder que o mal não pode imaginar.

⁠Não sou absolutamente ninguém além de um amante da lua

"O louco, o amor e a flor"

Vi um louco na rua e lhe perguntei sobre o amor.
O louco era tão louco, falou que amor é igual a uma flor
Bonita, elegante, atraente, mas não vive fora do chão onde alguém um dia a plantou.
Tem que cuidar, tem que ser regada todos os dias, cada manhã.
Senão ela murcha
Perde a beleza
Fica sem cheiro
Ele disse que planta e zela o amor igual se plantar com carinho a linda flor.
Para colher as admirações e a paixão desejadas pela caminho.

A idolatria é um produto da fé competitiva, assim como o fanatismo tornam cidadãos medíocres.

As fugacidades mundanas podem até colocar um sorriso no rosto, mas, alacridade no coração é um trabalho para o Espírito de Deus.

⁠A democracia é apenas um falso ídolo, uma mera palavra de ordem e uma ilusão para as classes desfavorecidas, os ingênuos e as civilizações moribundas.

H.P. Lovecraft
Selected Letters of H. P. Lovecraft I (1911-1924) (1964).

Deus é um ato puro e não em potência, ele tem em si um poder ativo infinito sobre todas as outras coisas.

A vida não é fácil. SIM! Mas a cada amanhecer temos a chance de escrever um novo dia!
Qual será seu tema para hoje?

Quando um homem enfrenta o medo, a sua alma é testada. Aquilo que ele procura, aquilo que ele nasceu para conquistar, a sua própria natureza se torna evidente.

EXISTENCIALISMO: UM ESTILO DE VIDA
Problemas existenciais são próprios da humanidade. No entanto, o movimento filosófico existencialista, que fez emergir filosofia(s) do existencialismo, só ocorreu após a Segunda Guerra Mundial (1945) porque a Europa se encontrava no caos, com todos perplexos e descrentes dos tradicionais valores burgueses, com necessidade de superar esses valores através de um novo estilo de vida, que ficou caracterizado, de forma arbitrária, como “existencialista”, sendo, portanto, caricaturado pela aparência descuidada e não higiênica; pelos cabelos desalinhados; pela oposição ao moralismo, às normas sociais, à demagogia; pela exibição de um modo de vida sombrio, amargo, melancólico, entre outros adjetivos similares. O movimento hippie foi considerado um dos exemplos do estilo de vida existencialista, da filosofia existencialista defendida por Jean-Paul Sartre, que foi criticado inclusive por brasileiros ilustres, como Tristão de Athayde, e católicos que acreditavam que esta corrente de pensamento ameaçava a fé cristã.
Nos anos sessenta e na primeira metade dos anos setenta conheci este estilo de vida, aproximei-me um pouco dele, mas como não deixei completamente de lado as tradições burguesas, porque embora tenha continuado trabalhando para sobreviver e estudando, acreditava que através do diploma teria uma vida melhor, quer dizer, uma vida burguesa ou uma vida de burguesa.
É verdade! Com o tão sonhado diploma, com letra maiúscula, tive acesso a concurso público, horários definidos verticalmente e salário bem razoável para quem pensava que era livre. As consequências: um estilo de vida próximo do burguês, com direito a carro zero, apartamento alugado porém mobiliado, viagens e lazer. Esse “estilo” ficou mais “certinho” com os valores embutidos no casamento, no nascimento e acompanhamento dos filhos e, especialmente, no tipo de trabalho que fazia: cuidar de gente. Não deixou de ser um “enquadramento” no estilo “normal” da classe média brasileira. Com isto, adeus ou até breve àquela filosofia, vã filosofia.
Mas, lá no “fundo” do meu ser, na sua essência, aquele que ficou para trás era o meu mundo, especialmente pela liberdade que ele proporcionava tanto no meu imaginário quanto no concreto da minha existência.
O tempo passou, e muito, mas o existencialismo continuou “passeando” no meu imaginário e no meu cotidiano pois tudo que vivia obviamente tinha a ver com existência, com a minha existência, com a existência de outras pessoas, de todas as pessoas! Ainda hoje, na solidão em que vivo, me “pego”, às vezes, pensando/falando que gosto de conversar sobre assuntos existenciais, aqueles que tratam da existência humana, do que mostramos na vida afora, e da sua contraparte, a essência, aquilo que é, do jeito que é. Fico a pensar: a essência é a essência. Dificilmente a perdemos por completo mesmo quando desviamos, como foi o meu caso, do caminho que eu vinha construindo desde criança: um caminho cujas fronteiras eram ilimitadas.
Nesse período da minha vida, eu já sabia que cada um tem a sua vida, o seu caminho, a sua existência e a sua essência. Lutei pelo meu do jeito que foi possível! Ainda adolescente, mesmo contra as ideias do meu pai de que uma garota deveria aprender “prendas domésticas”, saí de uma cidade do interior da Bahia e fui fazer o segundo grau (atual ensino médio) na Capital (Salvador). Assim, antes mesmo de ouvir falar em Kierkegaard, já sabia/sentia que havia vários tipos de existencialismo sem mesmo saber o que este termo significava. Muito mais tarde, só no mestrado e, principalmente, no doutorado, fiquei conhecendo o pensamento de alguns filósofos e deste que confirmou para mim que há sim diferentes tipos de existencialismo uma vez que cada pessoa tem uma visão individual das questões humanas, que cada ser humano tem uma experiência singular de vida.
Do segundo grau à vida como docente universitária, estive engajada em movimentos sociais-políticos, de modo que o coletivo superou o individual mas, por sorte, não perdi este de vista embora o tenha minimizado, quem sabe, o esquecido num canto pois esta é uma questão ainda não resolvida. Aliás, são tantas as questões não resolvidas: de onde vim? Para onde vou? O que tenho feito e o que está por fazer? Por que isto ou aquilo não deu certo? Existe certo e/ou errado? Qual o sentido da minha existência? Por que tamanha insatisfação/inquietude? Tantas e tantas outras... A solidão contribui, e muito, para a emergência de questionamentos desta natureza. Será/seria uma herança do modo de vida na infância e na adolescência, como aconteceu com Kierkegaard?
Quando mais jovem era mais presa à objetividade, chegando, inclusive, a me debruçar sobre filósofos materialistas. Talvez porque fosse mais fácil me apropriar do concreto ou me desapegar dele. Quem sabe não ter sido essa a opção para fugir da subjetividade, ou melhor, da realidade? Realidade versus subjetividade? Subjetividade versus realidade? Complexo demais para mim!
Sempre há uma saída mas a que encontrei para chegar à compreensão, mesmo tênue, da subjetividade, foi por demais dolorida, decorrente de muitas perdas imateriais. Mas era preciso acreditar no que não se vê! Eu tinha/tenho necessidade de Encontrá-lo. Primeiro, é preciso ter a fé que tudo suplanta e que se encontra acima da razão mesmo que esta continue orientando algumas das minhas/nossas ações. Fiz uma longa peregrinação em busca desta fé. Caminhei por montanhas, vales, atravessei riachos, conheci pessoas de fé, vivi momentos de fé, mas não sei, ainda, se sou uma mulher de fé. Só sei que ter fé, ser um homem ou uma mulher de fé, não é fácil! Continuo procurando esta fé em toda parte: fora e dentro do meu eu mas quando e como saberei que a encontrei? A subjetividade traz questões que só a fé é capaz de resolver. No entanto, como isto é possível já que a fé é subjetiva? Olhe eu de novo me encontrando com Kierkegaard, para quem a fé é a maior paixão do homem, para quem Deus é a única fonte capaz de tornar o homem plenamente realizado.
É, para quem não tem “certezas” como eu e que sente uma necessidade imensa de encontrar a fé que tudo suplanta, só resta continuar caminhando, vivendo a existência, experimentando a sua essência, a minha essência, a essência humana.
COMENTÁRIOS SOBRE O TEXTO EXISTENCIALISMO: UM ESTILO DE VIDA (De Marina Lemos para Delva Brito)
Adorei o texto!
Fazer uma autobiografia é uma forma de se conhecer melhor e, a partir daí, tomar consciência de algumas coisas...
Muito legal!
Acredito que não vamos em busca da nossa essência. Ela se apresenta a cada momento. Então, tento buscar a consciência de mim, do que estou sentindo a cada momento, independente do outro ou do ambiente (apesar de sabermos que é impossível não sermos influenciados pelo ambiente), ver o que me faz bem, e, a partir daí, fazer as minhas escolhas de modo que me aproxime do meu ser naquele momento. Assim, sou feliz a cada momento, e, em outros em que não consigo, aprendo com os erros. Faço o que me faz bem.
O existencialismo coloca que somos responsáveis pelas nossas escolhas, a cada momento, mesmo que aconteçam tragédias, pois o que decidimos e o que fazemos com o que acontece conosco também é uma escolha. Daí, a importância de estarmos conscientes, a cada momento, para fazermos escolhas conscientes. Há uma frase bem legal no âmbito da Gestalt-terapia: não importa o que acontece com a gente e sim o que fazemos com o que acontece com a gente.
Acho que você não se perdeu no meio de sua vida mas que está em processo de evolução, como qualquer ser humano. É apenas um caminho, um processo de crescimento. Temos sempre a impressão de que não éramos nós naquele momento ou que não estávamos livres naquele momento! São apenas momentos, somos nós a cada momento, expressamos nosso ser diferente a cada momento, talvez por isto não nos reconheçamos, muitas vezes, no passado. Hoje, temos consciência diferente, mais maturidade, e achamos que, no passado, éramos diferentes! Somos nós a cada momento.
Acho que a fé também não se busca. Está em nós. Precisamos nos conectar com ela. Acho que o contato com a fé é muito individual. O que é fé para mim não é para outra pessoa! Primeiro, é preciso perguntar o que penso da fé e, depois, como eu, na minha maneira de ser, me sinto melhor ao me conectar com ela (por exemplo, quando fico na natureza sinto-me mais perto da harmonia e da boa energia; quando pinto, medito...). Com angústia, insatisfação, ansiedade, com estes sentimentos, deve ser difícil! A primeira coisa é harmonia, tranquilidade e paz. Acho que só a encontramos quando perdoamos e aceitamos (não de forma cômoda). Então: aceitar, perdoar e liberar!
EXISTENCIALISMO: UM ESTILO DE VIDA
(Por Delva Brito para Marina Alves Lemos)
Gostei muito dos seus comentários, especialmente por ser uma psicóloga, especialista em Gestalt-terapia, que está conectada com o existencialismo.
No entanto, gostaria que (re)visitasse como trato fé, não qualquer fé mas aquela que tudo suplanta e que abordo em outro texto, “Aprofundando a fé no Caminho de Santiago de Compostela”.
Quanto à questão “essência versus existência”, concordo que a essência é a essência. Ela está lá. Mesmo que ocorram muitas mudanças profundas numa vida, ela está lá podendo vir à tona ou não...
Você é ainda muito jovem mas sei que me compreende e que, assim como eu, escreve o que sente, o que emerge do coração. No entanto, lembro os cuidados com interpretações. Já até falamos sobre os “perigos” de interpretar o “outro”. Cada interpretação é uma interpretação e interpretar o interpretado é, ainda, mais complexo. A realidade é mais dinâmica do que a nossa capacidade de interpretá-la. O que se escreve agora, quando lido no futuro, é passado!
Continuo colocando no papel outros sentimentos/pensamentos. Ah! Quanto atraso! Depois, no computador com direito a micro, monitor, teclado, mouse, som, impressora separada de scaner, internet fixa. Que horror! Ah! Quebrou quase tudo ou tudo! Graças ao “salitre”. Que bom! Era “pesado” demais para quem vive p´rá lá e p´rá cá, às vezes levada pelo vento ou “empurrada” pois, com carro velho, embora não seja vermelho, isto é bem merecido para quem se arrisca tanto como eu. Existência? Essência? Estão aí...
Na existência é assim mesmo. Veja: agora, tudo um pouco mais moderno: note book, face book, msn etc. Bem mais fácil para socializar o que se escreve mesmo sabendo que a escrita é estática. Nela, o diálogo fica complicado. Restam sempre questões pendentes que, algumas vezes, são reveladas por escrito desde que se tenha a paciência necessária para esperar o retorno de respostas ou de novas questões, como o que aconteceu entre nós, nesta comunicação.
Minha filha querida, minha “pupila”, se assim posso chamá-la, valeu mesmo!
Contudo, quando diz que para a Gestalt-terapia: “não importa o que acontece com a gente e sim o que fazemos do que acontece com a gente”, quero apenas sugerir que não deixe o autor anônimo pois sei que sabe que esta “filosofia” se origina em Nietzsche: biografia de uma tragédia - “[...] A primeira natureza é aquilo que fizeram conosco, o que nos foi imposto e o que encontramos em nós mesmos e ao redor de nós [...] A segunda natureza é o que fazemos com isso tudo.”
________Notas escritas entre 2010 e 2011.

Eu quero você

Eu quero você me dando um beijo
Olhando-me e sonhando
Eu quero você me beijando no ouvido
Falando baixinho te amo
Fazendo-me sonhar
Eu quero você me tirando do espaço
Dando-me um abraço
Roubando-me um suspiro
Eu quero você para deitar em seu colo
Despertar o desejo de te dar um beijo
Esquecer o que é direito
Eu quero você para te olhar pertinho
Beijar-te sem censura
Levar-te a loucura
Eu quero você brigando comigo se eu te corto
Um pouquinho ou te chamo atenção
Eu quero você para morder de mancinho
A me fazer um carinho
A me fazer flutuar
Eu quero você para afagar meu cabelo
Descobrir o que penso
Ser um pouco de mim.
Eu quero você
todinho para
mim.

⁠um empreendedor que percebe que precisa comprar uma máquina para facilitar seu trabalho e não compra essa máquina, provavelmente vai pagar essa máquina e nunca terá a tão necessária máquina.