Amiga te Conhecer foi um Prazer
O Despertar da Consciência: Uma Jornada de Coragem e Fé
Ter um despertar espiritual ou uma expansão de consciência é tudo, menos fácil. É um processo profundamente transformador, mas doloroso. De repente, aquilo que parecia estar no lugar certo desmorona, revelando que muitas das escolhas e caminhos não estavam alinhados com a sua essência. Você percebe que estava vivendo a vida de outra pessoa, não a sua. É nesse momento que o verdadeiro desafio começa: o de abrir mão, desapegar e confiar no invisível.
É preciso coragem para abandonar o conhecido e dar um salto de fé. Você precisa acreditar em algo maior, mesmo sem ter nenhuma perspectiva concreta. A fé é o fio condutor. E, quando você escolhe confiar, o universo começa a conspirar. O que antes parecia impossível de visualizar começa a se manifestar, como peças de um quebra-cabeça que se encaixam uma a uma.
Mas o caminho não é fácil. Desapegar é uma das tarefas mais difíceis para o ser humano. Requer aceitar o vazio temporário, renunciar ao controle e acreditar que algo maior está por vir. É um processo em que você é chamado de louco, em que dúvidas surgem, mas milagres acontecem. Cada intuição, cada sonho ou mensagem da espiritualidade é cumprido, mas também exige que você cumpra a sua parte: confiar, agir e persistir.
Quando você vive a vida de outra pessoa, seja por expectativas externas ou por convenções sociais, você pode ter tudo, mas nunca será realmente feliz. A felicidade está em ser livre, em amar e ser amado, mas de forma genuína, sem controle ou imposição. Liberdade não é ausência de compromisso, mas a escolha de ser fiel ao que realmente importa para você: seus sentimentos, seus valores, sua família e seu propósito.
O controle é uma ilusão. No fim, todos fazem o que querem, principalmente aqueles que ainda estão presos a padrões antigos. A diferença é que, ao despertar, você deixa de buscar controle sobre os outros e passa a se alinhar com a sua verdade. Você entende que liberdade é um ato de amor, para si e para quem está ao seu redor.
Esse processo é difícil, mas vale a pena. Os milagres são reais, mas exigem coragem. Você sempre soube do seu potencial, dos seus dons e da razão pela qual veio ao mundo. E quando finalmente decide viver para si, alinhada ao seu propósito, o universo não apenas te apoia, mas te mostra que a felicidade não está no externo, mas na sua autenticidade e conexão com algo maior.
No fim, você percebe que a verdadeira liberdade é viver de acordo com a sua essência.
Perdão: A Liberdade Que Só Você Pode Dar a Si Mesmo
Autoria: Diane Leite
Perdoar é um ato de coragem. Não para os outros, mas para si mesmo. É libertar o peso que você carrega dentro de você, aquele que corrói por dentro, silencioso. Mas o que significa perdoar? Perdoar não é sobre o outro. É sobre como você escolhe reagir à dor. É abrir mão da prisão que você criou ao redor do que aconteceu.
E pedir perdão?
Pedir perdão é um ato de humildade rara. Não é sobre implorar para voltar, nem sobre apagar o passado. É sobre dizer: "Eu sinto muito." Sinto muito por não ter sido melhor naquele momento, por não ter compreendido, por ter julgado. Mas é também entender que o passado não pode ser mudado, apenas aceito.
Quantas vezes esperamos o perdão de alguém que nunca virá? E quantas vezes somos nós quem deveríamos ter pedido perdão? É fácil cobrar dos outros, mas difícil olhar no espelho e reconhecer nossas falhas. Quando foi a última vez que você disse: "Eu errei"?
E quanto ao perdão a si mesmo?
Ah, esse é o mais difícil de todos. Porque aí não há para onde fugir. Não há outra pessoa para culpar. É você e sua consciência, lidando com o que poderia ter sido diferente. Mas já foi. Já passou. E tudo o que resta é o hoje.
Se você carrega arrependimentos, lembre-se: você fez o melhor que podia com o que tinha. Com as ferramentas, a consciência e as limitações que existiam naquele momento.
"Só machuca quem está machucado."
Isso não é desculpa para o que as pessoas fazem. Mas é um lembrete de que a dor que elas causam muitas vezes vem de uma dor ainda maior dentro delas. E quando você entende isso, algo mágico acontece. Você para de carregar a dor como algo pessoal. Não é sobre o que fizeram com você, mas sobre como você reage ao que fizeram.
Imagine uma luz e coloque sua mão à frente dela. Observe como a pequena sombra de sua mão pode parecer um monstro na parede. Mas quando você olha para sua mão de verdade, ela é apenas isso: pequena, humana, imperfeita. Assim são as pessoas que te machucam. Assim é a sua dor.
Não podemos mudar o que o outro faz, mas podemos mudar como reagimos.
Se alguém te feriu, você tem 24 horas para sentir. Para chorar, gritar, dissolver. Passadas essas 24 horas, o peso que você carrega não pertence mais a essa pessoa. Ele pertence a você. E o que você foca, cresce.
Escolha a luz. Escolha o silêncio. Escolha a reciprocidade com sua essência, não com a atitude do outro. Não é fraqueza; é força. É liberdade.
Sobre expectativas:
O erro mais comum que cometemos é esperar que os outros sejam como nós. Que sintam como nós, que amem como nós. Mas as pessoas dão o que têm. E se não têm o que você precisa, nunca poderão te dar. Isso não as torna ruins. Apenas incompatíveis.
E o amor?
Não existe amor forçado, nem obrigação de ser amado. As almas precisam dançar juntas. Se isso não acontece, está tudo bem. O universo é vasto, e há milhões de almas por aí prontas para dançar com a sua.
A vida é curta demais para perder tempo em lugares que não nutrem sua alma. Plante sementes hoje, não apenas para você, mas para o todo. Plante tamareiras, mesmo que você nunca veja seus frutos. A verdadeira grandeza está em deixar um legado.
A combinação perfeita:
Seja 50% alma e 50% humano. Integre luz e sombra. Use sua dualidade para criar, para crescer, para amar. Não é sobre ser perfeito. É sobre ser inteiro.
Então, eu te pergunto: o que você está plantando hoje?
Gratidão e Luz
Por Diane Leite
Em cada passo, há um traço de fé,
Um eco do passado que nunca se desfaz.
Das sombras que um dia pareciam tão grandes,
Hoje são memórias que deixei para trás.
Do jornalismo às redes, da mãe à mulher,
De quem cria, cuida e também floresce.
Nunca deixei meu dom se apagar,
Pois quem sabe o que planta, sempre agradece.
Os monstros eram sombras, nunca reais,
Descobri a força que em mim sempre morou.
Não nasci para o silêncio, mas para expandir,
Meu intelecto é a luz que Deus me entregou.
Cada projeto é um sonho que ganha asas,
Cada batalha, uma lição para crescer.
Ser grande não é o que os outros enxergam,
Mas o quanto escolho de mim reconhecer.
Divina justiça, clara e fiel,
O amor que plantei, sei que virá.
Pois a unidade somos todos nós,
E na luz do outro, minha alma brilhará.
Gratidão à vida, ao dom, à jornada,
Ao lixeiro, ao vendedor, ao comunicador.
Pois cada um tem seu brilho e seu papel,
E juntos criamos um mundo de amor.
Que as críticas não pesem mais que os louvores,
E os elogios não me façam perder o chão.
Quem conhece o próprio caminho,
Sabe que as respostas estão no coração.
Sou Diane Leite, centelha divina,
Caio e levanto, mas nunca desisto.
O universo me dá o que é justo,
E no amor que cultivo, persisto.
Assim caminho com fé e certeza,
De que tudo que é belo me pertence, enfim.
Só quero o que nutre minha alma,
E faz do meu espírito um jardim.
Como é bom renascer.
Por Diane Leite
Olhar para dentro é um ato revolucionário. Vivemos em um mundo onde todos valorizam o externo: a arte, o contexto, a estética, e criam universos perfeitos, especialmente nas redes sociais. Mas será que isso reflete quem realmente somos? Será que conseguimos enxergar a nossa essência, o nosso verdadeiro Eu Superior?
A verdade é que todos criam "personas". Somos grandes personagens no Instagram, na mídia, nas interações diárias. Mas eu me pergunto: quem somos, de fato? Quem sou eu, por dentro?
Eu sempre trabalhei com comunicação, sempre valorizei opiniões externas. Mas hoje, vejo tudo isso de forma diferente: como arte. Minha arte. A forma como escolho ver o mundo. Essa mudança me trouxe liberdade, e muitos se surpreenderão quando me virem em março na TV. Descobrirão que o que julgavam ser apenas filtros vai além: são escolhas conscientes.
Sim, eu uso filtros – mas meus filtros não estão só na tela. São também preenchimentos estratégicos, botox, e tudo que me ajuda a me sentir exatamente como eu quero ser. Não é sobre esconder, mas sobre me criar. Meu externo reflete minha felicidade interna. É sobre ser fiel a mim mesma, sobre a alegria de ser eu.
E sabe o que mais? Não importa o que digam. A opinião alheia não define quem sou. A verdadeira liberdade vem quando você se escolhe, quando você cria a vida dos seus sonhos.
Pare de tentar agradar a todos. Use filtros, ou não use. Faça o que faz sentido para você. Mas nunca mude para agradar os outros. Se for mudar, que seja por você, porque acredita no seu potencial e quer crescer.
A vida é sua. A alma é sua. A luz e a sombra que você carrega são suas ferramentas para evoluir. Então, integre-as com sabedoria. A jornada é individual, e ninguém pode salvar você. Nem você pode salvar os outros – nem seu filho, nem seu vizinho, muito menos as pessoas do Instagram.
Enquanto alguns perdem tempo julgando, eu escolho experienciar quem sou. Sou letras, sou sol, sou chuva, às vezes tempestade. Mas, acima de tudo, sou verdadeira. Todos os dias olho para dentro e busco ser ainda mais eu, em essência.
Eu confio no Divino, no Universo, na espiritualidade. Essa confiança é a minha força. E nunca ninguém poderá tirá-la de mim.
Por isso, encontre-se. Descubra quem você é em essência. Seja corajoso. Crie a vida dos seus sonhos. Garanto: será incrível.
O Céu de Cada Um
Por Diane Leite
Entre as sombras do passado, me refiz,
Na luz do despertar, encontrei a raiz.
Deixei para trás o que não me cabia,
E abracei o presente com alma e alegria.
Os ruídos do mundo já não me chamam,
Prefiro a calma que as estrelas derramam.
Na simplicidade do agora, estou inteira,
Sou flor que floresce na paz verdadeira.
Se estou com alguém, sou entrega e conexão,
Dou meu amor com leveza e intenção.
Se estou só, há plenitude no momento,
Pois o futuro não pesa no meu pensamento.
Cada energia dança em seu próprio ritmo,
Nem todas vibram no mesmo equilíbrio.
E está tudo bem, o universo é vastidão,
Cada um cria o céu dentro do coração.
Meus desabafos não ferem, são sementes,
Que tocam a alma e fazem as mentes
Refletirem sobre a sombra e o espelho,
E acenderem a luz no caminho estreito.
Sou uma centelha de tudo que é divino,
Caminho na terra com amor cristalino.
Respeito os ciclos, as pausas, o fluir,
E ao universo entrego o meu existir.
Que o mundo ressoe na paz que convém,
A verdade é simples: está tudo bem.
Eu sou amor, sou luz, sou inspiração,
E na dança da vida, sigo meu coração.
O Amor Que Nos Torna Livres
Por Diane Leite
Houve um tempo em que eu acreditava que os vilões da minha história tinham rostos, nomes e intenções sombrias. Que as dores que senti foram causadas por terceiros, que o mundo era injusto e que eu era apenas uma vítima dos acontecimentos. Mas então, a vida me deu um presente raro: a Noite Escura da Alma.
Diferente do que muitos pensam, essa fase não tem a ver com enxergar o que os outros fizeram comigo. Isso eu sempre soube. A verdadeira dor veio ao perceber como eu respondi a isso, como eu permiti, como eu mesma fui o lobo mau em tantas histórias—inclusive na minha própria.
A Noite Escura da Alma não é um castigo, mas um portal. Um espelho que mostra, sem filtros, quem fomos e quem escolhemos ser diante das experiências que a vida nos trouxe. É um processo doloroso, porque nele somos obrigados a nos ver além das desculpas, além da narrativa confortável que nos permite apontar dedos.
É fácil perdoar os outros. Difícil é perdoar a si mesma.
O Ego e o Ilusionismo da Mente
A psicologia nos ensina que o ego cria uma identidade baseada naquilo que ele acredita ser necessário para sobreviver. Muitas vezes, essa identidade vem carregada de mecanismos de defesa: projeção, negação, vitimização. Tudo para nos proteger da verdade mais libertadora (e mais difícil de aceitar): ninguém nos fez nada sem o nosso consentimento energético.
A grande virada de chave acontece quando entendemos que não importa o que os outros façam, mas sim o que nós fazemos com isso. Como escolhemos reagir? Qual padrão estamos reforçando? Estamos nutrindo dor, ressentimento e escassez ou estamos ressignificando, aprendendo e transcendendo?
A resposta sempre esteve dentro de nós. O problema é que, muitas vezes, não queremos olhar para ela.
A Travessia Pelo Deserto da Alma
Após a Noite Escura, vem um outro fenômeno: o Deserto da Alma. É o momento em que tudo que antes fazia sentido perde a cor. O mundo parece uma ilusão, as motivações antigas já não sustentam nossa nova consciência. É um renascimento. Mas antes de renascer, precisamos morrer para o que fomos.
O que antes nos fazia correr atrás agora nos faz rir. O que antes nos consumia de ansiedade agora nos traz paz. O que antes parecia injustiça agora se mostra como uma lição cuidadosamente orquestrada pelo universo.
E então, chega o amor.
Não o amor romântico, condicional, que precisa de validação e reconhecimento. Mas o amor universal, o amor divino, o amor que vê todos como partes do todo.
Eu olho para mim e me amo. Eu olho para o outro e o amo. Eu olho para a vida e vejo Deus em cada detalhe.
A Psicologia do Amor Incondicional
A psicologia já nos ensina que o amor é um estado de consciência. Mas poucos conseguem experimentar esse estado em sua forma mais pura porque estão presos em feridas antigas, ciclos repetitivos e crenças que limitam sua capacidade de expandir.
Carl Jung dizia: “Até você se tornar consciente, o inconsciente dirigirá sua vida e você o chamará de destino.”
Ou seja, enquanto estivermos presos na ilusão de que a culpa está fora, continuaremos repetindo os mesmos padrões e chamando isso de azar, karma ou destino.
Mas quando despertamos para a verdade de que somos os autores da nossa própria história, algo mágico acontece. O perdão deixa de ser sobre o outro e passa a ser sobre nós mesmos. E então, finalmente, nos tornamos livres.
O Amor Que Nos Torna Deus em Expressão
Quando entendemos que o verdadeiro inimigo nunca foi o outro, mas nossa própria mente, transcendemos. Quando percebemos que somos criadores da nossa realidade, escolhemos manifestar o melhor. Quando aceitamos que todos somos um, que o todo é amor e que o amor é Deus, então experimentamos a plenitude.
E nesse momento, algo acontece: o universo responde.
Começamos a receber sinais, sincronias, milagres. O tempo se dobra ao nosso favor. As pessoas certas aparecem. As portas se abrem. O dinheiro chega sem esforço. A intuição se torna nossa melhor guia. E finalmente, entendemos que nunca estivemos sozinhos.
O amor sempre esteve lá.
Hoje é o Dia do Amor. Mas não só o amor romântico. É o dia do amor do todo. O amor de todas as dimensões. O amor de todos os tempos. O amor que nos torna livres.
Que possamos nos lembrar disso, todos os dias.
Está feito. Está feito. Está feito.
Gratidão, Universo.
"Esforça-se tanto para cultivar a máscara da bondade, onde, na verdade, oculta-se um narcisista manipulador."
Hahh! A autenticidade...
Essa, passou longe. Muito longe!
"Carta de um tempo novo – para você, que está acordando"
Você não precisa correr.
Nem provar.
Nem convencer ninguém da sua verdade.
Você chegou até aqui com tudo o que viveu.
Com as escolhas que fizeram sentido na época.
Com os erros que te ensinaram mais do que qualquer manual.
Talvez você sinta que existe algo diferente no ar.
Uma vontade silenciosa de mudar — não para ser outra pessoa,
mas para se lembrar de quem você é quando ninguém está olhando.
Essa carta não vem te acordar.
Ela vem apenas te lembrar de que, se você já está sentindo, é porque já começou.
Você pode chamar isso de despertar, de amadurecimento, de autoconhecimento.
Ou pode nem dar nome. Está tudo certo.
O que importa é que, lá no fundo, você sabe que sua vida pede mais presença.
Mais verdade.
Mais conexão com aquilo que te move — e não com o que esperam de você.
E não, você não está atrasado.
Você está no seu tempo.
O seu caminho não precisa parecer com o de ninguém.
Não existe uma régua para medir consciência,
nem uma cartilha para viver com propósito.
Se, às vezes, você sente vontade de chorar do nada,
ou tem a sensação de que algo precisa mudar mas não sabe o quê…
respira.
Esse é o começo.
Esse é o seu corpo e a sua mente sinalizando que estão prontos para escutar você.
A neurociência já provou: o que você pensa, sente e acredita transforma o seu cérebro.
A psicologia sabe: aquilo que você silencia volta em forma de sintomas.
A psicanálise diz: nada é por acaso.
Mas o mais importante é o que você sente.
A sua bússola interna.
E sim, existem partes suas que foram esquecidas.
Partes alegres, livres, apaixonadas.
Mas elas não morreram.
Elas estão aí, esperando um sinal seu.
Elas não precisam voltar com força.
Basta que você as convide para sentar ao seu lado de novo.
Você não precisa ser forte o tempo todo.
Você não precisa ser espiritual se isso te parece distante.
Você só precisa ser você, com mais compaixão.
Permita-se viver com mais inteireza.
Pequenos gestos — um silêncio consciente, uma respiração mais funda,
um “não” dito com amor — já mudam tudo.
E se em algum momento sentir que está sozinho,
lembre que tem muita gente nesse mesmo lugar:
silenciosamente se reencontrando.
Sem alarde. Sem palco.
Mas com coragem.
A história é sua.
O tempo é agora.
O palco é a Terra.
Mas a plateia… é a sua consciência.
E ela está pronta para te aplaudir de pé.
Hoje é um sábado qualquer. Ou não.
Talvez, para quem passa os olhos por essas palavras, seja só mais um sábado entre tantos.
Mas para mim, é o sábado em que eu reconheci — de forma lúcida, amorosa e irrevogável — o meu valor.
Entendi o meu tamanho. Entendi a minha mente. Entendi a mulher que habita em mim — inteira, complexa, vibrante.
Fui ensinada, como tantas de nós, a caber. A suavizar. A calar.
Mas hoje, com a alma limpa e o coração desperto, eu não aceito mais diminuir o que é grande por natureza.
Por muito tempo fui a melhor da sala, da turma, do curso.
E ainda assim permiti, por insegurança emocional ou por tentativas de pertencimento, que outros editassem minhas regras internas.
Hoje, essas regras são minhas novamente. E me pertencem com doçura e firmeza.
Não estou falando de beleza estética — isso o tempo leva.
Estou falando do que fica: da mente construída com livros, da psique forjada entre estudos e experiências, da emoção que pulsa com consistência e entrega.
Meu valor está no que vibra quando eu entro em um lugar. Está na minha consciência afetiva, na minha capacidade de sentir e de pensar ao mesmo tempo.
Porque sou o tipo de mulher que não finge não ver.
Sou o tipo de mulher que sente. Que pressente. Que interpreta o silêncio, o subtexto, os olhares que dizem o que a boca não teve coragem.
Que entende o comportamento afetivo de quem valida com gestos ou afasta com ausências.
E mais do que isso — sou o tipo de mulher que, mesmo quando ama, escolhe a si mesma.
A minha paixão é pelo que me expande.
A minha conexão é com o que vibra na mesma frequência: sensorial, intelectual, emocional.
A minha alma não cabe em caixinhas, nem aceita lugares em que precise se diminuir para ser aceita.
E é por isso que digo a você, mulher:
Se olhe. Se perceba. Se escute.
Entenda que ninguém é obrigado a te amar.
Mas você é, sim, responsável por se amar todos os dias.
Ninguém é obrigado a gostar do que você faz.
Mas você é, sim, responsável por reconhecer o poder do que faz nascer de você.
Escolha estar onde você é bem-vinda.
Escolha ficar onde há afeto verdadeiro, validação mútua, presença sincera.
E se precisar ir — vá com ternura, mas vá inteira.
Porque o mundo só muda quando nós, mulheres, paramos de nos moldar a ele…
E passamos a moldá-lo com o que somos.
Autoria: Diane Leite
Um sonho erguido com a arquitetura da essência
Desde menina, aprendi que o silêncio educa, que os livros ensinam mais do que os aplausos, que a introspecção é um território fértil onde germinam as ideias que um dia mudarão o mundo. Enquanto outros buscavam o ruído das multidões, eu encontrava abrigo entre páginas e pensamentos. Não eram apenas sonhos — eram chamados, vocações que se impuseram antes mesmo que eu soubesse nomeá-los.
Hoje, mulher, mãe atípica, pesquisadora incansável, comunicadora que honra a palavra como um instrumento de transformação social, reconheço: nada foi por acaso. Cada degrau exigiu mais do que esforço — exigiu entrega, renúncia, silêncio estratégico e uma fidelidade inegociável à minha essência.
Na última sexta-feira, estive na Gazeta do Povo. Não como um ponto de chegada, mas como uma confirmação inequívoca de que, quando se honra a própria verdade, o universo responde — com encontros, convites, oportunidades e reconhecimento.
Minha gratidão ao Gui Oliveira, que não apenas me convidou, mas também acolheu minha trajetória e me permitiu falar, com seriedade e profundidade, sobre um tema que transcende a retórica: o desenvolvimento humano, a potência da infância, a urgência de compreendermos que moldar futuros não é teoria — é compromisso, é responsabilidade, é amor em estado de ação.
Este é apenas o começo. Em breve, anos de pesquisa ganharão forma em dois livros — um legado que coloca à disposição de mães, terapeutas e educadores, ferramentas concretas para a grande janela de ouro da neuroplasticidade, entre os 3 e os 6 anos, quando o cérebro da criança está mais aberto ao florescimento de competências fundamentais para a autonomia e a qualidade de vida.
Não se trata de ser vista. Trata-se de ser. Não se trata de discursar. Trata-se de fazer, com ética, com rigor, com amor.
Enquanto eu respirar, seguirei construindo, persistindo, acreditando. Porque há jornadas que não se definem pela linha de chegada, mas pela decisão inabalável de nunca parar de caminhar.
Autoria: Diane Leite
A Autora da Minha Própria História”
Todos os dias, nós temos um compromisso com a vida: levantar e correr atrás dos nossos sonhos. Mesmo nos dias em que o mundo parece mais pesado. Mesmo quando o silêncio é ensurdecedor e a estrada parece infinita.
Existe uma lei invisível, e eu sempre acreditei nela: quem persiste, colhe. Quem planta com intenção, um dia se vê rodeado de flores.
Eu sempre digo: seja grato pelo que você tem, porque o que é teu por direito já está nas suas mãos. E o que você ainda deseja? Ah… isso exige movimento. Exige coragem.
Eu nunca pedi opinião. Nunca perguntei: “O que você acha que eu devo fazer?” Eu sabia que se eu não fosse autora da minha história, alguém escreveria por mim. E eu não aceitei isso.
Eu fui a “do contra”. Aquela que ousou pensar diferente. Que ousou ser diferente. A que ouviu críticas de todos os lados – e continuou andando.
Sim, eu caí. Mas cada tombo foi meu. E cada vitória, também. Porque ser autora da própria vida é isso: assumir a autoria do caos e da glória.
Ajudei muita gente e fui ajudada também. Porque a vida é troca. A vida é jardim. Plante flores todos os dias. Uma a uma. Cuide. Ame. Persevere. Um dia, você olha ao redor e vê um campo inteiro florescendo.
Mas atenção: se você não plantar nada, colherá o quê? Um deserto. A vida é simples assim.
Por isso eu digo: tenha foco. Tenha meta. Tenha um “porquê” tão forte que ninguém consiga arrancar de você. Seja resiliente. Seja persistente. E, sobretudo, nunca, nunca desista.
Porque um dia, você vai perceber: tudo aquilo que parecia impossível era só a vida te preparando para florescer.
Autoria: Diane Leite
Sou paz, sou luz, sou beleza,
Sou a própria natureza
Com um rosto de mulher!
No mundo da poesia,
Cheio de encanto e magia,
Posso ser o que eu quiser.
Como Se Fossem,Apenas Um.
Em um momento desse universo,mais uma criação aconteceria.
Com traços de poeira e fogo,uma tênue forma se vislumbrava.
Se transformando aos passos do universo.
Nas poeiras e em fogos envolventes,foram muitos os dias que
passaram.
Com uma tênue silhueta,ficava mais visível na essência do universo.
Nas distâncias que uma forma também se encontrava,girando podia se sentir.
Em um sentido desse universo.
Girava e seguia.
E seguindo a trajetória que lhe chamava,algo parecido consigo o tocou.
Espalhando milhares de traços seus.
E que logo,foram vistos e atraídos por sua gravidade.
Alguns caíam na sua estreita atmosfera,e voltavam ao seu ser.
Outros orbitavam ao seu redor.
E assim foi,por tantos dias.
Quando aquela forma empoeirada e sozinha em sua trajetória,foi supreendida com algo parecido com a sua vida.
Girando ao seu redor,uma gigantesca rocha esférica.
Com restos de fogo e poeira,que ela também trazia.
Estando tão próximos,cada movimento era sentido.
Intensos e que reagiam a cada novo encontro.
Com duas gravidades que se mediam de forma cordial,aquele tênue ser,e a sua outra metade,lentamente foram se afastando.
Mas,ainda se cortejando.
Uma tênue silhueta,via com carinho a sua metade de poeira e ternura,indo além de sua atmosfera.
Procurando uma pequena transformação.
Que a mantivesse,
em uma mesma razão,daquele tênue ser.
E a gigantesca rocha,em um ponto entre o seu tênue ser,encontrou.
E assim ficou.
Nos contornos em suas vidas,que foram admirados.
E com mais e mais dias,que ainda viriam,aquelas duas vidas,seriam definidas na graciosidade de um sistema planetário,como se fossem apenas um.
Um Raro Sistema Planetário:Uma Estrela,E Os Seus Corações.
Em bilhões de anos atrás,em algum lugar nesse universo,algo bom estava prestes a surgir.
Uma pequena luz sem querer,brilhou.
No que seria o começo de um raro sistema planetário,uma silhueta dedicada e bonita,ia ficando ainda mais brilhante.
Quando diante de sua alma,partículas diversas também demonstravam uma grande aceitação.
Através de atrações e elogios,iam se tornando apenas um,ou mais do que isso.
Como um elo perto ou longe.
Partículas e até rochas, se encontravam.
E muitas se perdiam em outras.
Enquanto outras,esculpiam as suas intenções.
Nos fortes ventos,que lá já estavam.
Em anos-luz,que passavam escritos de encanto.
Na serenidade do tempo.
Aos sonhos e nas sombras que o universo deixou,formas pequenas e grandes brotavam de uma conhecida escuridão.
Entre si,ainda havia muito o que entender.
E ao tempo,o seu indicador foi o que aconteceu.
Na tranquilidade que o mesmo vivia,via maravilhas.
Contando a sua vida,dentro desse raro lugar no universo.
Maravilhado por uma silhueta ardente.
Que alegremente brilhava ainda mais.
Na sua alegria,linhas invisíveis,que uma estrela podia enxergar.
Linhas invisíveis que dividiam a razão da manhã e da noite.
Dos dias e anos.
Para que os seus pequenos e grandes corações,chegassem ao seu redor em felicidades.
Nas voltas de tantas trajetórias,cada um cumprimentava a estrela mãe,ao seu jeito.
Nos olhos estrelados,um lugar já estava se tornando inesquecível.
Na sua face distinta,outros sonhos vinham.
Em milhares de rochas frias,começava um gracioso movimento.
Lento,repetitivo e simples.
Descrevendo um caminho.
Na luz de uma estrela.
Sobre um brilho já esférico.
À espera de mais coisas.
Que da sua gravidade para outros olhares,viu novas belezas.
Na sua realeza,se manteve corajosa e fascinada.
Com a sua forte luz,levou ventos para fronteiras desse lugar.
Atraindo mais carinho.
Pois lá,outro rastro era feito de nuvens distintas e vontades.
E seguindo a sua luz,se sentiu abraçado.
Para iluminar outros jeitos tocou seu instinto.
De uma estrela amiga.
Da sua alma,saíram sabedoria para novas coisas.
Alma iluminada de compaixão.
Luzes distantes eram vistas com forte emoção,por uma estrela amarela.
Brilhantes em anos-luz,que seguia.
Envolta por uma nuvem grandiosa e inseparável.
Que foi criada para protegê-la,e as demais vidas.
Uma estrela estava rodeada por seus princípios.
À luz de um lugar.
Mais uma vez,o tempo foi o motivo dessa outra inspiração.
Quando passou percebido por seus olhos amarelos.
Reluzentes e novamente,
carismáticos.
De uma grata estrela.
Do seu formado sistema planetário.
Em que a tranquilidade,
atravessando o tempo,foi supreendida.
No despertar de algo bom.
Nascido em um pequenino lugar,desse milagroso universo.
Em bilhões de momentos atrás.
Foi quando começou.
De um instante,para ter em seu movimento dentro de uma galáxia coisas sobre vidas,
alinhamentos e esperança.
Uma estrela venerando os seus semelhantes,radiante em beleza e paz.
Em mais voltas,que irá relembrar.
Seguindo o seu existir,dentro de sua alma de estrela.
Supernova.
É um poderoso brilho estelar,que consegue seguir à velocidade da luz de um jeito fantástico.
Esse brilho mágico é visível em uma escuridão,por várias voltas do tempo.
Intenso brilho que antes de se tornar assim,era uma imponente gigante vermelha.
E ao seu passado de estrela,antes de uma poderosa magia cósmica,via seus lindos momentos como uma anã branca.
Pequena por outras estrelas,ardente e com um poder de convencimento.
E ainda no tempo que havia passado,tinha uma força estelar avermelhada.
Em anos-luz,o seu brilho se manifesta.
Com muitas cores,fortes ventos e saudades de uma forma estelar.
Que milhares de anos atrás no seu início,uma silhueta ainda não sabia,que em um futuro astronômico a sua vida seria inspirada para outras coisas ser.
Como uma bonita estrela.
Que gira veloz em seu coração.
Nem tão grande assim,mas com uma forte atração.
Calorosa e simpática.
Ou algo que distrai o tempo e a luz.
Com uma força incomum,e que gira lentamente em seus mistérios.
Seja qual for a sua nova forma,uma luz antes massiva,jamais deixará de ser uma estrela.
Com os seus ventos velozes em anos-luz,novas estrelas são feitas.
Por mais distante que seja.
Após um poderoso brilho e veloz,com lembranças de uma estrela passada.
De algum lugar de repente,decidiu partir.
E com muitas estrelas,quis seguir.
Com um coração avermelhado,deixado em um outro lugar.
A sua nova silhueta segue em anos-luz,em um poderoso brilho que ofusca em outros céus,as gigantescas galáxias.
Por um instante cósmico.
Na ilusão que permeia uma escuridão,é um brilho demorado e que faz lembrar uma nova estrela.
Por que antes foi assim.
Uma linda estrela.
Que após um momento raro e demorado,se transformou em algo parecido com a própria alma.
Cometa Halley.
A cada 75 anos,como um bonito compromisso um cometa retorna mais perto do Sol.
Sem que precise de cartas ou de algum endereço espacial,para indicar a sua vinda.
Trazendo em seus rastros coisas luminosas,de uma viagem distante.
Nas profundezas de um sistema planetário.
Com uma órbita oposta aos seus planetas admiradores,um conhecido cometa descreve os seus trajetos de um outro jeito.
Vindo dos vestígios frios de um lugar,traz seus fragmentos entre um longo período.
Viajando solitário em sua vida de cometa.
Para a luz do Sol reencontrar.
E antes de saudá-la mais uma vez,deixa minúsculas pedras que brilham sob a luz dessa mesma estrela.
Cometa Halley que segue de perto os planetas que ele já viu muitas vezes em seus bonitos retornos.
Para o céu azul do planeta Terra,deixa cair minúsculos brilhos que voam nas queridas noites desse lugar.
Observado por dois cinturões de asteroides.
Que ficam ansiosos por essa visita ilustre.
Grande cometa.
De um lado são vistos riscados,em uma rocha antiga.
Ainda fria e que viajando feliz,espera um novo abraço do Sol.
Do outro lado uma beleza permanece.
E que reaparece a cada 75 anos.
Com a precisão de um sistema estelar.
Quando será a sua próxima aparição?.
Com uma alma brilhante e amarelada,uma estrela amiga e os seus planetas admiradores,te esperam.
Para irem com você em uma maravilhosa viagem,por outros brilhos em sua coma e cauda que fascinam.
A cada 75 anos,em um tão aguardado reencontro.
Planeta Azul,E Verde.
Em um lugar especial,um planeta rochoso é agraciado.
Um planeta com uma atmosfera agradável.
Com uma forma,que o torna próprio para ter vida.
Vida que ele,também é.
Um planeta rochoso,gira vendo outros planetas.
Banhado por longas ternuras azuis.
E naturalmente,em um verde brilhante.
Duas cores que o fortalecem.
Em rotação,a sua vida busca seus pensamentos.
Em translação,o seu jeito de ser,percorre a claridade de uma estrela maior.
Que irradia bons sentimentos para ele.
Esse planeta azul e verde,tem uma inspiração.
Como um outro coração,e uma forma de brilhar.
Um brilho branco,que o ilumina nas noites em seus sonhos.
Ao seu lado,com uma bonita silhueta.
E nos dias que vêm,as manhãs são festejadas.
Vestidas pelo tempo.
Que atravessa os seus movimentos,e que tem uma grande intuição.
Planeta rochoso.
Com caminhos marrons e grandes montanhas.
Esculpidas pelos ventos que sussuram.
E que voam em seus sorrisos.
E que prevalecem em quatro estações.
Em que uma,é forte ao Sol.
Outra é simpática,e se reconhece em certas transformações.
E mais uma,que em silêncio se relembra.
Uma outra,é emotiva em muitas cores.
Nas quatro estações,estão um verde e um azul.
Planeta pequeno.
Com grandes palavras.
Com muita harmonia em vidas.
Entre os seus dois movimentos,um campo com partículas,o reveste.
Como um protetor invisível,bem gentil.
Planeta azul e verde.
Que desfruta de um respirar.
E de suspiros de maravilhosas gotas.
Que caem de um azul,em sua atmosfera.
Sobre terras marrons,um verde e mais belezas, que vivem com ele.
Gotas do céu,com diferentes intensidades.
Com a mesma vontade de agradar.
Na luz de uma estrela maior,cada gota se deslumbra.
Planeta azul e verde.
Profundamente em seu viver,estão formas diversas.
Com as suas densidades,
características.
São como tesouros.
Com uma destreza,mais uma vez o tempo se fez.
Contando em 12 nomes,os seus pedidos.
Para que um pequeno planeta,continue preciso em seus movimentos.
Se movendo com o afago,de uma luz amarela.
Por várias vezes,até um outro reencontro.
Em um percuso que fazem parte,distintos planetas.
E outros desejos.
Que em um lugar especial,também vivem.
Nas suas descobertas,viagens,e segredos.
Sob a cor incondicional, de uma estrela.
Única e essencial,para os seus seres.
Voltando para a sua vida,um planeta sabe o que isso significa.
Tendo razões para ser.
Tendo esperança para seguir.
E continuar vivendo com gratidão.
Uma Vida No Céu.
No céu azul,começa um bonito ciclo.
Nas nuvens e com algo fascinante.
Com um aroma agradável de esperança,percorre cada canto desse planeta.
Natural e sentimental.
Caindo do céu,em gotas transparentes através dos muitos tons do dia.
Tornando-se mais brilhante,com o azul do céu.
Que é o seu aconchego.
Água maravilhosa.
Descendo sobre rios e mares.
Mergulhando em seus sonhos de verdade.
Maravilhosa e transparente.
Do céu para outros lugares.
Desde vales e oásis.
Com o céu as vezes ao longe.
Em seu azul profundo,celebra cada vez.
Em ser assim.
Tem os seus jeitos,nas cachoeiras e florestas.
Nas cidades e campos.
Tranquila,com a sua conhecida esperança.
E transbordando por caminhos de vidas.
Água precisa.
E que vinda por entre as nuvens,tem uma enorme felicidade.
Pois a sua chegada,acaricia qualquer coisa.
Com as suas gotas queridas.
Nos muitos animas,prevalece.
No desabrochar das plantas e flores,se reconhece.
Que tem o dom da vida.
Na sua vida,escrita no céu.
O seu lindo começar.
Naquele azul incondicional o seu jeito transparente, transcende.
Água com um sabor de inspiração.
Contemplando tantos momentos.
Bem feliz.
Como cada gota que se move,com os ventos.
Para mais belezas encontrar.
Com um sorriso,um planeta agradece.
Pois novamente,irá vê-la voltar as nuvens,para continuar o seu ciclo.
Ao lado do seu,inseparável céu.
Um Cometa,Feito De Nuvens.
Era uma outra manhã azul e encantada.
Uma manhã raiada,por uma estrela amiga.
Que anunciava,mais uma esperança.
Quando,
inesperadamente,o céu percebeu algo em seu azul.
Que daquele jeito,ainda não havia visto.
Uma rara nuvem, atravessando os seus encantos.
Por outras nuvens,e deslumbrante.
Com sensatez.
Vinda de um outro lugar.
Parecido com esse céu ou não,mas com vestígios de ternura.
Com uma silhueta branca,riscava um azul.
Deixando rastros raros de plenitude.
Se guiando além do azul de encanto,para um outro momento.
Sem bússola ou endereços.
Um grande cometa.
Com uma beleza macia,em um vistoso clarear.
Nem em outros sonhos,o céu teria imaginado assim.
Na sua aparição,ia para mais longe.
Calmamente,saudando o céu azul e o dia.
Mas,dentro de sua raridade,o céu ainda se encontrava.
E se emocionava com um raro cometa,que o fez suspirar.
E que continuava com a sua jornada,para um outro horizonte.
Em uma manhã.
Que o céu jamais irá esquecer.
Um raro e único cometa.
Feito de nuvens,e mesmo que não volte para um encanto de lugar,coisas do azul em sua coma e cauda levou.
Nos brilhos dos dias,o céu irá relembrar.
Foi apenas uma vez.
Que um cometa em nuvens,o cumprimentou.
E que se tornou inesquecível,como um nome azul e encantador.
No Azul Do Mar.
O mar tem um azul maravilhoso.
Uma coloração brilhante.
Que o torna ainda mais cativante.
Com calmaria,vê aves voando em sua vida.
Aves que voam entre o amanhecer e o entardecer.
Mar azul e visto no horizonte.
Por algum cais que o espera,mais uma vez.
Em um misto de saudade e recordação.
Em águas transparentes ele vive.
No ir e vir,das ondas que o envolvem.
E são tantas em sua vida que passaram,e que deixaram motivos para que ele continue assim.
Em muitos lugares está.
Nas areias das praias,em uma pequena concha.
Ainda mergulhando em outras belezas.
Nas grandes viagens que já fez,tem muitas histórias para contar.
Como o Sol,nascendo sobre si.
Guiando a sua longa travessia,
os seus segredos.
E iluminando o seu coração azul.
Sob a luz da Lua,várias vezes sonhou.
Encantado com aquela cor esbranquiçada,que se deita em suas águas ao anoitecer.
E que transforma os seus movimentos,a cada nova fase.
Como um bonito reencontro,entrelaçado por milhares de estrelas.
O mar continua seguindo o seu percurso em águas profundas.
Porque é gigante.
Azul e desbravador.
Nas profundezas do seu coração se encontra.
E se emociona,a cada vez que vai.
Na direção de uma nova conquista.
Com aquelas ondas azuis que são a sua vida,o seu recomeço.
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