Amiga te Conhecer foi um Prazer
Um novo dia é mais um novo capítulo dessa novela chamada "Terra," e aqui todos nós somos os seus verdadeiros atores.
Um corpo extremamente cansado é resultado de um cérebro que não é excepcionalmente intelectualizado.
Existem pessoas, que em um relacionamento amam mais seu animal de estimação, do que seu conjunge. Demonstram atitudes de amor verdadeiro mais com os animais e esquecem de demonstrar seu amor verdadeiro para o seu conjunge.Agem afetivamente sem querer algo em troca, ao contrário do conjunge, que sempre faz algo esperando um retorno.
O que fáz um homem se sentir igual a todos os homens, é ele ser apenas um homem e não ser um intelectual diferente como são alguns poucos homens.
Nem tente enfrentar quem sabe de TUDO um pouco, senão você só vai se humilhar ao comprovar que sabe NADA de tudo e é um burro.
Com o que escreve o homem inteligente, ele pode construir um mundo. E com o que diz o homem maledicente, ele pode destruir todo mundo.
Quem nunca teve um caderno de poemas que jogue a primeira pedra.
Era tipo uns poeminhas assim :
Subi no pé de laranja para ver meu amor passar, meu amor passou e roubou minha bicicleta ...
tchátchátchátchá
"A Canção da Guerrilheira"
Prendi meus cabelos com um lenço vermelho;
Alcei ao ombro o meu fuzil
E me pus a caminho, naquela tarde de sol
Em que disseram que êles viriam nos fazer escravos.
Minhas mãos que, antes, teciam, na fábrica, o linho mais puro,
E que tinham carícias de arminho se afagavam a face do homem amado
Quando voltava do campo,
Não tremeram de mêdo ao amarrarem na minha cabeça loira o meu
[lenço vermelho.
Estavam nervosas apenas de ansiedade.
Eu não fiquei em casa como um traste inútil,
Enquanto, ao sol, êle semeava o trigo
Para que o pão não faltasse aos inválidos, às viúvas e aos órfãos dos
[proletários.
Não! Eu não quis ficar á espera do guerrilheiro,
Como uma escrava inferior, enquanto êle se bate
Para que, no mundo, não haja escravo nem senhor.
Por isso é que eu aprendi meus cabelos loiros com um lenço vermelho,
Alcei ao ombro o meu fazil
E me pus a caminho, naquela tarde.
Que diria de mim a geração que virá
Que não conhecerá escravos nem senhores,
Se eu ficasse à espera dêle, de mãos cruzadas, como uma escrava,
Enquanto o sangue redimia a terra?
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