Ameniza minha Dor
Eu sei que tenho poucos amigos.
Por causa da minha Fé.
Por eu ser muito verdadeiro.
As pessoas falam tanto contra o preconceito,
mas essas mesmas pessoas são ricas de preconceito.
Sou ciente disso,
tenho pouquíssimos amigos,
mas eles são amigos verdadeiros!
EU dei meu Filho,
para te Salvar.
EU Sou DEUS,
EU Sou Jeová.
Cuide da minha Obra,
que da sua casa,
EU vou cuidar.
Senhor Jesus, salva a minha casa.
Seja o meu pastor.
Habita em minha alma.
Me dê o dom do amor.
Senhor Jesus, Jeová me atraiu a ti
e minha alma te conheceu,
Jesus, fala de mim,
para DEUS.
Fala Senhor Jesus,
deste humilde adorador,
através do Espírito Santo,
fala que eu os amo,
Fala Senhor!
Se o ser humano vale o que tem
e tudo neste mundo é passageiro,
na minha humilde opinião,
quem tem DEUS,
tem um alto e infinito valor!
Onde está o meu pensamento,
está a minha saudade,
o meu coração
e a minha felicidade.
Em você que tanto desejo,
dona do meu universo,
quanto mais eu te vejo,
muito mais eu te quero!
Meus inimigos e falsos amigos têm de mim,
meu perdão, minha ajuda, meu amor cristão,
mas nunca o meu fracasso!
minha flor, seu amor , meu amor,
é o que sempre quis,
minha flor, seu amor, meu amor,
só me faz feliz!
E quando estamos a sós,
eu e a voz da minha consciência,
Senhor, é aí que eu te vejo.
Tu estás na sucessão das notas musicais,
Nas asas da ave em pleno voo,
No gozo do sorriso infantil,
Nas equações matemáticas,
Nas leis de Newton,
Na racionalidade,
E também na sentimentalidade.
Porque está escrito:
Os céus proclamam a glória de Deus.
É incrível o quanto você pode fazer tanto mal pra nossas vidas.Tanto pra minha como pra sua, agora tudo tá escuro.
Quando nada parece mais ter saída.
Tomara que você aprendido algo com tudo isso
Toda vez que entrou e saiu da minha vida sempre traz muita dor... Espero que você pare de ferir as pessoas com com essas suas manias de querer todas que poder ter. Só pra satisfazer seu ego.
Zelia Gamel 💞
Quando fala comigo eu sinto um vazio
Profundo, que faz gemer minha alma.
É inevitável não que as lágrimas não sai do meu rosto.
Zélia Gamel 💞
Jogou minha vida aos leões, vejo minha vida sendo destruída, devorada por fofocas, infâmias. Você jogou meu nome na lama, agora sou alvo de piadas, sou o assunto do momento. Todos me olham e me recionan a você. só consigo pensa porquê algum faz essas coisas com a vida de outra, expor, humilhar, porquê alguém carrega tanta maldade dentro de si? O que eles ganham em destruir vidas.
Queria poder volta no tempo e apaga o exato momento que você cruzou minha vida, 18/05/2018 foi aí que começou seu plano para destruir minha vida. Com seus compassas chamados amigos e amiga.
Começaram um plano para me zuar me rudicuralizar em lugar público para todos seus amigos.e bem no dia do meu aniversário..
Se sentir no escuro em dias claros ...
Quero ver essa luz entra na minha alma e irradiar toda escuridão ...
Escuridão de saudades e dor que você deixou.
Zelia Gamel 💞
Saudades de quando as pessoas colocavam sorrisos nos meus lábios ao invés de minhocas na minha cabeça!
Crônica – Carta de uma alma para outra.
Por Diane Leite
Eu não sei quando foi que minha alma esbarrou na tua. Talvez tenha sido antes do tempo. Talvez tenha sido depois que o tempo parou. Só sei que, desde aquele instante, nada mais coube no raso.
Você chegou como quem não queria ficar, mas ficou. Como quem não queria se apegar, mas se apegou. Veio com suas defesas tão afiadas que me cortaram só de encostar. E mesmo assim, eu fiquei. Eu, que sempre fui vento, virei âncora quando te vi.
E não é porque você me ofereceu abrigo. Mas porque, de algum modo estranho e inexplicável, eu senti que era eu quem te oferecia casa — mesmo sem ter paredes.
Não me apaixonei por suas certezas. Me apaixonei pelas dúvidas que você não conseguia esconder. Pelo medo mal disfarçado de não ser suficiente. Pela forma como tentava me segurar com silêncios, planilhas e conselhos, como quem teme que o amor escorra pelos dedos se não tiver um roteiro para seguir.
Mas eu não vim com manual. Eu sou caos e templo. Sou água que escorre por onde quiser e chama que arde mesmo sem oxigênio.
E talvez por isso você tente me controlar. Como se precisasse provar que ainda tem domínio sobre algo. Mas, veja bem... eu nunca pedi que me segurasse. Só pedi que me visse.
Não como quem analisa. Mas como quem reconhece.
Porque eu reconheci você.
Na tua fala contida, na tua necessidade de dar antes de receber, no jeito torto de cuidar como quem diz: “Não sei amar bonito, mas te amo à minha maneira.”
E eu aceitei. Porque minha alma não quer moldes, quer presença.
Mas às vezes, eu também me perco. Me perco querendo te provar que não sou ameaça. Me perco tentando merecer o que já é meu por direito: o amor que pulsa quando nossos silêncios se abraçam.
E então eu volto para mim. Lembro que não preciso gritar para ser ouvida. Que não preciso pagar pelo que me foi entregue com carinho. E que amar não é uma dívida, é uma dança.
Você vem do mundo dos números. Eu, do mundo dos sonhos. E mesmo assim, encontramos um compasso. Às vezes, fora do tempo. Às vezes, desafinados. Mas ainda assim… nossos passos se reconhecem.
E se eu escrevo isso agora, é porque sei: você me entende melhor nas entrelinhas.
Talvez a gente tenha sido feito disso mesmo — de tudo que não se explica, mas se sente.
Então, se um dia o mundo duvidar de nós, que ao menos nossas almas não duvidem uma da outra.
Porque eu não me lembro de onde vim.
Mas sei que, desde que te encontrei,
eu estou voltando pra casa.
A Autora da Minha Própria História”
Todos os dias, nós temos um compromisso com a vida: levantar e correr atrás dos nossos sonhos. Mesmo nos dias em que o mundo parece mais pesado. Mesmo quando o silêncio é ensurdecedor e a estrada parece infinita.
Existe uma lei invisível, e eu sempre acreditei nela: quem persiste, colhe. Quem planta com intenção, um dia se vê rodeado de flores.
Eu sempre digo: seja grato pelo que você tem, porque o que é teu por direito já está nas suas mãos. E o que você ainda deseja? Ah… isso exige movimento. Exige coragem.
Eu nunca pedi opinião. Nunca perguntei: “O que você acha que eu devo fazer?” Eu sabia que se eu não fosse autora da minha história, alguém escreveria por mim. E eu não aceitei isso.
Eu fui a “do contra”. Aquela que ousou pensar diferente. Que ousou ser diferente. A que ouviu críticas de todos os lados – e continuou andando.
Sim, eu caí. Mas cada tombo foi meu. E cada vitória, também. Porque ser autora da própria vida é isso: assumir a autoria do caos e da glória.
Ajudei muita gente e fui ajudada também. Porque a vida é troca. A vida é jardim. Plante flores todos os dias. Uma a uma. Cuide. Ame. Persevere. Um dia, você olha ao redor e vê um campo inteiro florescendo.
Mas atenção: se você não plantar nada, colherá o quê? Um deserto. A vida é simples assim.
Por isso eu digo: tenha foco. Tenha meta. Tenha um “porquê” tão forte que ninguém consiga arrancar de você. Seja resiliente. Seja persistente. E, sobretudo, nunca, nunca desista.
Porque um dia, você vai perceber: tudo aquilo que parecia impossível era só a vida te preparando para florescer.
Autoria: Diane Leite
Título: "O Amor Que Me Transformou"
Autoria: Diane Leite
Minha transformação começou quando percebi algo essencial: eu mereço amor – não apenas dar, mas também receber. E aqui não falo apenas de amor romântico. Falo de amor em todas as suas formas: amor familiar, amor nas amizades, amor pela maternidade, amor pelas pessoas ao meu redor, e, acima de tudo, amor por mim mesma. Esse entendimento mudou tudo. Quando você reconhece que é digno de ser amado em todas essas dimensões, sua perspectiva se transforma, e o amor começa a fluir para você de todas as direções.
Deixar de ser vítima e se tornar um observador consciente da sua própria vida é o que verdadeiramente te tira do pó e te transforma em alguém precioso. Quando você abandona a postura de “isso está acontecendo comigo” e a substitui por “o que eu posso aprender com isso?”, você assume as rédeas da sua história. Cada perda, cada erro, cada desafio deixa de ser um fardo e se torna uma ferramenta que te esculpe, lapidando a pessoa incrível que você está se tornando.
No final dessa jornada, que é difícil, mas absolutamente necessária, você finalmente percebe algo grandioso: você é merecedora de amor. Não apenas de recebê-lo, mas de vivê-lo em sua forma mais pura e plena, em todas as áreas da vida. Você vê que não precisa provar nada a ninguém para ser digna desse amor. E mais do que isso, entende que, ao se alinhar com o amor – o amor pelas pessoas, pelos seus filhos, pela sua família, pelos seus amigos e por você mesma – você se torna a melhor versão de si mesma.
Nesse ponto de clareza, você percebe que está pronta para receber tudo que o universo tem para te oferecer. Não é mais sobre correr atrás ou buscar aprovação. O que é seu de direito, o que está alinhado ao propósito da sua alma e do seu coração, começa a chegar até você. O amor que é genuíno, recíproco e transformador está à sua espera, em todas as suas formas, porque agora você está aberta para acolhê-lo.
Essa jornada não é apenas sobre aprender a amar, mas sobre aprender a se amar o suficiente para se alinhar com o que é verdadeiro e saudável. Não há fim para esse processo; ele é constante, mas absolutamente recompensador. E é essa transformação, esse amor universal e incondicional, que faz com que o universo finalmente te entregue tudo que é seu de direito – tudo que é mais lindo e alinhado com o propósito da sua alma.
Que em 2025 você se permita viver essa transformação, entender que o amor está em tudo e que você é absolutamente digna de recebê-lo em todas as suas formas. Porque o amor, em sua essência, é o que te conecta com a melhor versão de si mesma e com o universo.
A Síndrome da Boazinha e a Culpa que Não Era Minha
Por Diane Leite
Por muitos anos, vivi como se carregasse uma dívida invisível, uma culpa que parecia colada à minha pele desde que me entendia por gente. Cresci acreditando que, de alguma forma, eu era culpada por não ser suficiente. Por não ter sido suficiente para que minha mãe ficasse, para que ela lutasse por mim, para que as histórias que me cercavam fossem diferentes.
Essa sensação de culpa silenciosa moldou minha forma de existir no mundo. Eu queria agradar a todos, ser perfeita, resolver problemas que nem eram meus, porque acreditava que, se eu fosse boa o suficiente, talvez, só talvez, eu merecesse ficar. Mesmo quando eu já não era mais aquela criança de dois anos, ainda agia como se precisasse provar algo: que eu era digna de amor, de aceitação, de permanência.
A Síndrome da Boazinha
A síndrome da boazinha foi meu jeito de lidar com a dor. Sempre disponível, sempre compreensiva, sempre dizendo "sim", mesmo quando meu coração gritava "não". Eu me doava inteira, mesmo quando ninguém pedia, porque, no fundo, eu tinha medo de ser descartada de novo. Medo de que, se não fosse boa o suficiente, as pessoas me abandonassem.
O Despertar
Foi preciso muita vida, muita dor e muita reflexão para perceber que a culpa nunca foi minha. Que o que aconteceu aos dois anos, as escolhas que minha mãe fez ou deixou de fazer, nunca foram responsabilidade daquela menina pequena e inocente. Que minha essência, meu valor, nunca dependeram de agradar ou de ser a "boazinha".
Quando comecei a entender isso, o peso começou a cair. Aos poucos, percebi que ser boa não significava me anular. Que agradar o mundo inteiro nunca me traria a aceitação que eu buscava, porque ela precisava vir de dentro. E, mais importante, que eu não precisava de ninguém para me validar ou me dizer que eu era suficiente.
Foi aí que deixei de tentar ser a boazinha e comecei a ser eu. A dizer "não" quando era necessário, a colocar meus limites, a escolher a mim mesma em situações onde antes eu teria me sacrificado sem pensar. Percebi que amor-próprio não é egoísmo, mas um ato de cura.
A Nova Mulher
Hoje, sei que não sou culpada pelas escolhas de ninguém — nem da minha mãe, nem de qualquer outra pessoa. Sei que minha vontade de agradar era um reflexo de uma ferida, não de quem eu sou de verdade. Agora, escolho ser boa, mas não às custas de mim mesma.
Não é fácil abandonar a síndrome da boazinha. Há momentos em que ela tenta voltar, sussurrando que é mais seguro agradar, evitar conflitos, manter as pessoas por perto a qualquer custo. Mas agora eu sei que minha força não está em ser perfeita para os outros. Está em ser verdadeira para mim mesma.
E, se alguém escolher partir porque eu decidi me amar, então tudo bem. Porque, no fim das contas, aprendi que quem precisa ficar — quem realmente me ama — nunca me pedirá para ser menos do que eu sou.
E isso é liberdade.
Minha Verdade, Meu Valor
Sou feita de luz, de fogo e de mar,
Uma força que nunca deixa de brilhar.
No meu universo, há amor e lealdade,
Pois não aceito migalhas, nem falsidade.
Minha alma é livre, meu coração inteiro,
Sou verdade cristalina, puro celeiro.
De sonhos, de fé, de força que cresce,
Nada me toca se minha essência esquece.
Deslealdade? Não cabe no meu peito,
Meu caminho é limpo, meu amor perfeito.
Dou o que sou, mas nunca me perco,
Pois me escolher é meu pacto eterno.
Minha escolha é minha, minha paz é real,
Não há espaço para quem não é leal.
Sou o templo divino, centelha sagrada,
E meu valor não será jamais negociada.
Caminho firme, de cabeça erguida,
Na dança do universo, sou dona da vida.
Lealdade é meu norte, meu destino é meu,
Pois quem se escolhe já encontrou o que é seu.
Diane Leite.
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