Ameniza minha Dor

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⁠Prefiro morrer tendo falado a minha maneira do que falar da sua maneira e viver.

Sócrates
PLATÃO. Apologia de Sócrates.

O amor faz parte de mim, do meu mundo, da minha alma, da minha calma e da essência da minha poesia!

Superficialidade nunca foi muito coisa da minha vida. Talvez fosse algo com um patamar muito avançado, como um vestido de quinhentos e treze dólares em uma loja de grife. Ou talvez fosse algo tão simples quanto comprar maquiagem em uma loja de R$1,99. Como se os sentimentos precisassem ser tachados com preços tão suficientes ou insuficientes. Como se esses sentimentos acabassem como um toque de mágica por conta da última liquidação da loja barata da esquina.
Não sou dessas pessoas que acabam perdendo a paciência à espera do grande amor, ou à espera do despertar de certos sentimentos. Confesso, e não com muita vergonha que sonho tanto, que vezenquando fecho os olhos enquando me escorro no parapeito da janela sonhando com certos momentos, imaginando se algum dia aquelas ceninhas meio-que-chicletes que ocorrem em certos filmes românticos, acontecerão comigo. Mas de repente, bato minha cabeça no canto da janela, e percebo que sonhar não é tão bom quanto parece.
Ao menos nos dias de hoje, muita coisa (a maioria, confesso) nunca é como parece ser. A realidade é que comprar amizade, e amores bem resolvidos está tão fácil quando comprar um tênis falsificado de uma marca famosa. E tudo isso, se desgasta. O tênis, e os sentimentos, claro.
Mas não quero algo qualquer entrando na minha vida. Eu quero a realidade, a boa e velha realidade. Não sorrisos forçados, como em uma conversa de parentes que não se viam à muito tempo. Eu quero sorrisos, não bocas abertas mostrando os dentes por qualquer besteira. Quero abraços, não duas pessoas se “encostando” de braços abertos enquanto desejam tudo de melhor para umas às outras. Quero amizades verdadeiras, não viver só coisas boas numa roda de conhecidos, e de repente, em meio ao temporal não encontrar nenhum guarda-chuva para me proteger. Quero amor, não palavras decorradas, não apenas sorrisos bobos. Quero amor, e não pessoas que vivem se entregando pra aqueles que não merecem nem um pouco esse tipo de sentimento.
Quero continuar à escrever tudo o que eu penso e tudo o que eu sinto. E não apenas fingir, para iludir as pessoas com sóis que nunca irão sair antes de muitos temporais.

Quero viver na humildade
Ajudando todos da minha cidade
Para que lembre mais tarde
Que a humanidade jamais esquecerá das pessoas
que necessitam da paz, amor e solidariedade.

Não luto contra você nem sua religião ela que luta contra mim e a minha razão.

Evacuou um pouco da minha tristeza e me deixou menos depressiva.

Para infelicidade daqueles que estão de olho na minha vida,
continuo muito feliz!!!!!

Bom Dia

Minha Alma esta tranqüila e em Paz.
Deus me sustenta e me segura pela
mão, Ele disse que tem algo maravilhoso
para você no dia de hoje. Acredite... Ele
esta no controle.

MEU TUDO!
Demorei pra te encontrar.
Mais o destino nos fez, mais próximos,
Como meu amigo, minha vida e meu amor.

Ode ao silêncio

Assobios, cantos embutidos entre folhas no vazio, silêncio da minha alma, cantigas que escorrem entre os dedos da minha palma ao coração, vivo, sinto. Tum-tum... Respiro, o vento me quer vivo, pois senão parava e não mais perturbava o silêncio da minha palma, que escreve sem parar... Minha alma grita, mas é tanto silêncio... Tum-tum... Estou vivo.

CUBO DE GELO
Dia após dia, durante anos, aquela foi minha rotina. E até hoje me pergunto: como é possível?
Levantar ir ao trabalho. Bem, eu acordo cedo, eu gosto. Seis em ponto estou pronto. Café tomado, estômago vazio. De fato prefiro mesmo tomar café no trabalho, mas pela manhã, em casa, vai bem. Pois bem, dia após dia os ônibus cheios, pessoas, carros, espelhos. Tudo tão calmo e ao mesmo tempo é desespero. Movimento com o passar dos postes diante do meu pensar distante e desinteressante, observado de canto a canto, de sereno a delirante. Uma senhora que olha e disfarça. Olho para o relógio, perto de chegar, mais um sinaleiro. Olho para trás, procuro me posicionar, posição de saída. As portas se abrem, desço. Saio por primeiro. Passo após passo pela calçada em preto e branco, os prédios, as praças, os pombos. Ah, um dia frio faz mesmo observar. Os passos parecem desacelerar, enquanto o relógio derrete o tempo. Ora, só preciso chegar! Pois tenho tempo! Estou a voltar, novamente vejo as cenas, o ônibus, os postes, a senhora que me olha com desejo, quero dizer: disfarça! Eu vejo. Como é possível? Novamente paro, penso! As pessoas em câmera lenta, e eu: desespero? Ah, esse eu neste cubo de gelo, que segredo deste olhar a delirar... Só um olhar a delirar. Será mesmo? Passam-me uma a uma – as pessoas, sim, as pessoas – e eu a perguntar: e o meu tempo? Devagar! Devo chegar, distancio-me. Dias frios fazem mesmo observar. Rio, porque em vez de ir adiante, estou indo para trás. Como é possível? Novamente, tenso, penso: dia frio faz mesmo observar. Suores na testa e como suo neste cubo de gelo. Ah, que segredo, apenas meu olhar a delirar. Nem pergunto. Mas será mesmo? Os ternos, as saias, o vento. Estala os dedos a velha senhora naquele bar. Como eu posso escutar? A brasa a queimar no cigarro do mendigo. As luvas sujas, os trajes, um pão mordido, pego sobre luvas sem dedos, e no braço uma coberta a arrastar. Novamente lembro! Preciso chegar! Eu tenho tempo, devo me lembrar! O sono vem me incomodar. Minha inquietude posta em cheque, posição: sentido! Resolvo parar! Como é possível? Sigo o caminho e isso pode ser muito... Ah, deixa pra lá. Observo idéias em linha reticente, tudo devagar de dentro de um cubo de gelo. Meu tempo! É mesmo, um dia frio faz mesmo observar.

Deuses do lodo ou da lama!


Abaixo minha cabeça, cubro com as mão
o meu rosto, e choro;
É um pranto silencioso, onde ás lágrimas
não escorrem, vago entre meditações cruciantes.
Penso que somos bons ou parecemos bons,
Enquanto não nos assaltam a tentação a,
impiedade em nossa viagem pelos caminhos da vida.
Somos Deuses do lodo ou da lama não importa!
Somos Deuses mas, tanto sofrimento me arrojara a tantas plagas.
Meu olhar vivaz cansados de errar de sofrer sofrer,
me perco no fundo do oceano de minhas recordações, dos meus martírios Vejo uma alma alanceada por duras amargurosas, provações.

Débitos tormentoso em meu destino
Como uma fera mortalmente ferida. Minha cabeça tomba para o lado vergavando-me,
as pernas arrasto-me até a minha cama e lá...
minha cabeça pendera para o lado para nunca mais ergue-la.

Ela parecia vestida em tudo para mim
Constrangia-se através da minha vergonha
Todo o tormento e toda dor
Vazava por dentro e me cobria
Eu faria qualquer coisa para tê-la para mim
Só para te-la para mim

Agora eu não sei o que fazer
Eu não sei o que fazer
Quando ela me faz triste

Ela é tudo para mim
Um sonho pertubador
Uma canção que ninguém canta
A incapacidade
Ela é um mito que eu tenho que acreditar
Tudo o que eu preciso para fazer isso real é mais uma razão

Mas eu não sei o que fazer
Eu não sei o que fazer
Quando ela me faz triste

Mas eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim

Coloco na garganta, sufoco
Rasgo em pedaços,
Eu não quero, não!
Eu não quero ser isso...

Mas eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Eu não vou deixar isso crescer dentro de mim
Não vou deixar isso crescer dentro de mim

Ela não é real (eu não vou deixar isso crescer dentro de mim)
Eu não posso faze-la real (eu não vou deixar isso crescer dentro de mim)

Ela não é real (eu não vou deixar isso crescer dentro de mim)
Eu não posso faze-la real (eu não vou deixar isso crescer dentro de mim)

(Vermilion)

Fantasmas

Os fantasmas invadem minha mente
E como armas brancas ferem minha alma.
Meus sentimentos se confundem,
Minha tristeza, minha angustia.

Decepções me tornam uma pessoa mais fria
E ao mesmo tempo mais insegura.
Insegura em relação ao futuro...
A mim mesma...
Ao que eu realmente quero da vida.

Meu coração dilacerado,
Por atos passados, por amores não celebrados.
Histórias não concretizadas.
Dor, fantasmas que me perseguem na escuridão.

Escuridão que trago na alma.
Decepção que assola meu coração.
Cansada desse mundo de merda,
Dessas pessoas fúteis e manipuladoras,
Que insistem em tentar me manipular.

A menina boba não existe mais, mas,
A guerreira também já cansou de lutar.
Lutas perdidas, lágrimas derramadas,
Abraços vazios, noites sem sono.
Foi tudo o que me restou...
Eles estão aqui comigo...
Eles me atormentam nesta noite fria.

Fantasmas, mortos vivos...
que insistem em fazer parte das minhas lembranças.
Traumas, palavras malditas...
que ainda atormentam meu coração.

Revolta que trago no fundo da alma.
Amores que ficaram longe do meu coração.
Meu corpo como um templo sagrado há tempos abandonado ao acaso.
Desejos, fantasias, a profanação esta na mente.
O sagrado não reside mais no coração.

Só existe dor e escuridão, decepção e desilusão,
tristeza e carência, desanimo e desolação.
Cansaço que invade minha alma,
cansada de conviver com pessoas rasas,
de sentimentos rasos, de mentes doentias e sem coração.

Cansada de agir como adulta,
demonstrar ser uma mulher segura,
Quando tudo o que eu mais quero
é só um pouco de atenção.

Estranho,
Disseram para pensar menos no mundo
E que minha visão de tudo
É distorcida
Disseram, vai cuidar de sua vida
Deixe de bobeira, perder tempo com sonhar
Porque estes sonhos de mudar o mundo não valem nada
E a tendência é mesmo deixar para lá!
Mas quando eu crescer devo me tornar um destes poetas
Destes que falam o tempo todo de amor
E andam pelas ruas descalços
E despidos de todo e qualquer pudor...

O silêncio me acorda e eu permaneço sozinha.
Passei a gostar do silêncio, pois ele é minha companhia.
Deixa meus pensamentos viajarem pra onde quiser, sem nada encontrar, quer me ouvir, mas não conhece a minha e voz.
O tempo passa e o silêncio permanece, ele não envelhece.

Na minha incoerência, tive a atitude mais coerente com aquilo que sempre pensei... A vida pertence àqueles que sabem viver!

Meu coração e minha alma estão tão machucados e tão amargurados,meu mundo ta em declínio ...
Ai meu DEUS dai-me força, dai-me estrutura para suportar os ventos mais fortes, as desilusões mais amargas, as palavras mais ríspidas e os sentimentos mais falsos. Que todas essas lágrimas que descem pelo o meu rosto, possam se tornar sorrisos em um novo amanhã. Eu não quero olhar pro céu e pedir, eu quero olhar pro mesmo e agradecer. Por favor, não deixe a escuridão se apossar do meu ser e a descrença da minha alma. Dai-me esperança, fazei-me acreditar que tudo não passa de uma fase ruim e que tudo em um futuro próximo será tirado como um aprendizado. Guia-me por esses caminhos tão sinuosos e cheios de perigo. Conduza-me até a vitória e não me deixe no chão quando eu cair, levanta-me. Ensina-me palavras de bondade e respeito. Faça que sempre haja paciência e tolerância na minha existência. Não permita que a inveja e o mau-olhado se aposse do meu ser. Meu Deus, conceda-me o seu amor, o seu abraço, o seu respeito, a sua dignidade e o seu merecimento. Amém.

Minha vida boêmia

É na noitada que aprendemos o prazer de virar o dia.

Eu vou embora da sua vida...Vou pra longe da sua história!
Deixarei pra ti, somente a minha ausência...
Mas por favor, não exija de mim que te esqueça, pois eu posso controlar a minha razão, mas jamais meu coração!