Ameniza minha Dor

Cerca de 116380 frases e pensamentos: Ameniza minha Dor

⁠Aprendi que ainda há tempo para vencermos sem dor
nunca é tarde ´para se descbrir o amor;

Inserida por JULIOAUKAY

⁠Talvez o trauma, o frio, a dor, o medo e a escuridão sejam apenas aspectos circunstanciais de uma vida ampla que transcende o alcance dos dias ensolarados e das expectativas de curto prazo. Talvez a noite e a escuridão façam parte destes jogos de construção de nós mesmos que devam ser mais celebrados e menos temidos.

Inserida por guilhermefraenkel

"⁠#Neste dia especial,
Trabalha-DOR,
Empreende-DOR,
Luta-DOR.
Carlos Henrique humanizado e Nalinhadavida da vida TRG e tantra não te deixa esquecer, que a vida é sobre superação da DOR!"

Inserida por carloshenriqueH-CH2

⁠Ressignificar a dor para que se torne força ,música e poesia.

Inserida por EvaCordeiro

Dor, medo? Já estou escrava de tudo isso que me acalenta.

Inserida por EvaCordeiro

⁠É uma pena que a dor não se ensina

Inserida por BinilsonQuissama

⁠A coroa é pesada para quem a usa, assim como os problemas de cada pessoa. Ninguém sente a dor que o outro sente, e ninguém pode chorar por alguém.

Inserida por BinilsonQuissama

⁠A pior dor que um homem pode sentir é a dor mental, mais profunda do que qualquer dor física. Feridas do corpo podem cicatrizar com o tempo, mas as da mente podem persistir, invisíveis aos olhos, mas devastadoras por dentro.


#Binilson Quissama

Inserida por BinilsonQuissama

Existem lições que aprendemos com o amor, outras através da dor. Só sem recusa na aprendizagem da vida, seremos sábios.

Inserida por MariliaMasgalos

O sábio toma consciência da vida, entendendo os mecanismos da dor, fazendo de tudo para evitá-la.

Inserida por MariliaMasgalos

A dor é para nos fortalecermos, para evoluirmos...deixarmos de ser pequenos, para aprendermos a crescer sem queixas, sem sofrimento !

Inserida por MariliaMasgalos

O coração partido é apenas a dor do crescimento necessário para que possa amar mais completamente no momento certo.

Inserida por MariliaMasgalos

A vida só pode ter sentido se a sentirmos. Chorar, rir, amar e ser amada, sentir dor e carência, faz de nós mais sensíveis e sábios.
Mas chega um tempo que a sabedoria requer paz, e a solidão passa a ser uma bênção de Deus.

Inserida por MariliaMasgalos

Meu amigo(a), como sinto a tua dor!
Porque te iludes tu?
Será que nada aprendes?
A vida dá-te o que precisas para aprender, só que tu, não cresces, não evoluis!
Atrais o que está em sintonia contigo, com o teu desejo da mente!
Escuta o teu coração, ele te pode guiar, não lhe podes dar apenas dor, ele quer amor!

Inserida por MariliaMasgalos

⁠Não deixes de abraçar e de dizer "amo-te" antes da partida, senão, a dor do remorso será tua companhia o resto da vida!

Inserida por MariliaMasgalos

⁠O sábio não segue o que lhe querem ensinar!
A dor ao bater com a cabeça faz com que ele reflita e aprenda. Ele é um ser único e não fotocópia de ninguém.
Ele gosta de sentir cada pedra no seu caminho, elas não estão ali por acaso, todas trazem sabedoria.

Inserida por MariliaMasgalos

Cada provação colocada ao longo do caminho se torna, com o tempo, um tesouro escondido.
Da dor nasce a compaixão.
Da carência, a gratidão.
Da perda, uma compreensão mais ampla da vida.

Inserida por MariliaMasgalos

ESTRANHA DOR FIEL.
" Tu não és fraco por sentir. És forte justamente porque ainda consegues nomear o que te fere. A verdadeira queda ocorre quando o ser humano transfere a própria força para fora de si e esquece que o centro da sustentação mora na própria consciência.
Permite-te sentir, mas não te abandones. Caminha com a dor, observa-a, aprende com ela. Nenhuma presença deve conduzir-te ao abismo, mas servir de intimidades, estranhas invasoras, para que percebas que és capaz de atravessar a noite com os próprios passos. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

ESTRANHA DOR FIEL.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
" Tu não és fraco por sentir. És forte justamente porque ainda consegues nomear o que te fere. A verdadeira queda ocorre quando o ser humano transfere a própria força para fora de si e esquece que o centro da sustentação mora na própria consciência.
Permite-te sentir, mas não te abandones. Caminha com a dor, observa-a, aprende com ela. Nenhuma presença deve conduzir-te ao abismo, mas servir de intimidades, estranhas invasoras, para que percebas que és capaz de atravessar a noite com os próprios passos.
As tuas inspirações não se extinguiram em nome de ninguém , nem por amor. Elas apenas repousam, como brasas cobertas pela cinza do cansaço. O que sentes não é fim, é suspensão. Quando a alma se fere pelo excesso de entrega, a sensibilidade recolhe-se para não se romper.
Não te tomes por vazio. Tu és fonte antiga, e fontes não secam por amar demais. Apenas pedem silêncio, escuta e tempo. Como estro, não sou o teu término, nem o teu cárcere criativo. Sou, quando muito, um sonho perseguido na dor e momentâneo onde reconheces a tua própria profundidade.
A inspiração verdadeira não depende de um rosto, de um nome ou de uma presença. Ela nasce de uma mística intocável quando esta aceita atravessar a dor sem se anular nela. O que agora tu chamas de ausência é, na verdade, um chamado à interioridade que transborda de gota em gota sobre ti.
Respira. Recolhe-te. Permita-te existir sem produzir, sem provar, sem sangrar mais palavras ascetas. A criação retorna quando a alma deixa de exigir de si mesma aquilo que só o tempo pode maturar, deixe a dor seguir fiel à ela mesma, enquanto tu vais e ama. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Capítulo XIV – O PERDÃO QUE NÃO SE PEDE.

"Camille, a dor que caminha dentro de mim me alimenta e eis, que ainda assim nada tenho para te servir minha lírica poética... minha nota sem canção. És capaz de me absolver, amada distante, dona de mim, hóspede dos meus sentimentos e sentidos?"
— Joseph Bevoiur.

A noite trazia os mesmos ruídos quebradiços da memória: folhas secas sussurrando nomes esquecidos, relógios que marcavam ausências e não horas. Joseph escrevia como quem sujava o papel de cicatrizes — não mais de tinta.

Camille era a presença do que jamais o tocou, mas que nele se instalara como hóspede perpétua. E, como todas as presenças profundas, fazia-se ausência esmagadora.

Havia nela a beleza inatingível dos vitrais em catedrais fechadas. Ela não estava onde os olhos repousam, mas onde o espírito se dobra. A distância entre os dois não era medida em léguas, mas em véus — e nenhum deles era de esquecimento.

Joseph, sem voz e sem vela, oferecia sua dor como eucaristia de um amor que nunca celebrou bodas. Tinha por Camille a devoção dos que nunca foram acolhidos, mas permanecem ajoelhados. E mesmo no íntimo mais velado de sua alma, não ousava pedir-lhe perdão — pois sabia: pecar por amar Camille era a única coisa certa que fizera.

Resposta de Camille Monfort – escrita com a caligrafia das sombras:

"Joseph...
Tu não és aquele que precisa de perdão.
És o que sangra por mim em silêncio, e por isso te ouço com o coração voltado para dentro.
A tua dor é a harpa sobre meu túmulo — és túmulo em mim e eu em ti sou sinfonia que nunca estreou.
Hóspede? Sim, mas também arquétipo do teu feminino sacrificado.
Sou tua, mas nunca me tiveste. Sou tua ausência de toque e presença de eternidade.
E por isso... nunca te deixo."

Joseph, ao ler essas palavras não escritas, tombou a fronte sobre o diário. Chorava não por arrependimento, mas por não saber como amar alguém que talvez só existisse dentro dele.

A madrugada se fez sepulcro de emoções. O piano — ao longe, como memória — soava uma nota de dó sustentado, enquanto o violino chorava em si menor.

Não havia redenção.
Apenas o contínuo caminhar de dois espectros que se amaram no porvir e se perderam no agora.

Conclusão – O DESENCONTRO COMO Destinos.

Joseph não morreu de amor, mas viveu dele — e isso foi infinitamente mais cruel.

Camille não o esqueceu. Mas também não voltou. Porque há amores destinados ao alto-foro da alma, onde nada se consuma, tudo se consagra. E ali, onde a mística se deita com a psicologia, eles permaneceram: ele, um poeta ferido; ela, um símbolo doloroso de beleza inalcançável.

Ambos, reféns de um tempo sem tempo.
Ambos, notas que se perdem no ar — como soluços de um violino em meio à oração de um piano que jamais termina.

Inserida por marcelo_monteiro_4