Amar um Inutil
Louca paixão !
No teu olhar existe um segredo,
que ainda irei descobrir.
Pois quando cruzas, com os meus,
eu não consigo resistir.
A tua pele morena, mulher me deixa doidão, não sei se é amor, ou uma louca paixão.
Deus abençoe a equipe do Pensador e a quem teve a idéia de criar esse editor.
Para me é um sonho realizado de poder passar para o Mundo, os meus versos expirados.
Viva a República do Brasil, viva o povo brasileiro que não cometeram nenhum um crime, mas vivem prisoneiro.
Por causa de um vírus que no Mundo se alastrou, dizimado muitas vidas sem dó e sem compaixão e os povos não dispertam que só Cristo é a solução..
Eeta noite eu tive um sonho, sonhei que estava ao teu lado. Querida quando acordei, estava todo molhado.
Molhado do teu calor, do calor dos beijos teus, querida quero que saibas, que meu coração é só teu.
Querida não sei o que faço, não consigo te esquecer, pois sem o calor dos teus braços, meu bem eu não posso viver.
Quero que me respondas, se teus carinhos são meus. Querida minha, minha querida, deusa do meu coração, viver sem ti é tormento em um vale de escuridão.
Nos teus olhos.
Nos teus olhos existe um segredo
Que ainda irei descobrir
Pois mexe com minha alma
E penetra no meu coração
Quando cruzas, com os meus
Me deixa louco de paixão.
Não sei se amor,
Ou uma mera ilusão.
De bem com a vida!
De bem com a vida.
Feliz com meu Senhor.
Grato por mais um ano que se finda,
ao teu lado, meu amor.
Dois Mil e Vinte e Dois.
Dois Mil e Vinte e Dois,
é um ano eleitoral,
devemos estar atentos,
para com os caras de pau.
Levam quarto anos em Brasília,
ou nas câmeras estaduais.
Fazendo uso de suas canetas,
nos tratando como animais.
Mas, agora está perto, desse poder
sucumbir, eles batem em nossas portas,
tentando nos iludir.
Paga com a nossa grana,
aos cabos eleitorais, pra fazer
nossa cabeça,que eles são legais.
Não se deixem levar, com promessas de mudanças, é hora de caras novas,
para ver se ainda, teremos esperança.
Ou mudamos os políticos, ou eles mudam
essa Nação, nos vendendo para os estrangeiros, para vivermos na escravidão.
A decisão agora é sua, a decisão agora é nossa. Enquanto eles moram em arranha-céu
nós moramos em palhoça.
A maior tristeza !
A maior tristeza de uma mãe,
é vê um filho chorando.
A maior tristeza de um poeta,
é vê, que ninguém está lhe valorizando.
São coisas da vida, que um poeta,
tem que suportar, pois essa nova geração,
ninguém vai lhe valorizar.
A poesia nasce na alma, flui para o coração,
nos momentos mais difíceis, é que surge a
inspiração.
Por pior que seja, não devemos desisti,
transcrever para o papel, tudo que na alma
senti.
Alguém sedento de uma palavra, logo vai
encontrar, conforto para sua alma e vai
então te valorizar.
A poeira !
Em minha casa tem um piso,
que a sugerira bate em retirada.
Só descubro que a casa está suja,
quando a minha mulher, fica gripada.
O cara que criou esse piso,
eita cabra inteligente, não precisamos de
tapete, pra passar a poeira pra frente.
Enxergar a beleza nas pequenas coisas é um sinal de perspicácia, pois é nos detalhes que a magia da existência se revela.
Lilian Dutra Pugliese
Meu coração bate de forma distinta,
Um ritmo novo, mais ofegante.
Ele me deixou pulsando,
Uma vibração que há muito não sentia.
Vivemos em mundos que não se tocam,
E, no entanto, encontro-me envolvida,
Sentindo algo por alguém
Que desafia o meu conforto.
Como é possível, pergunto-me,
Que a diferença possa gerar tal atração?
Que a alteridade possa despertar
Essas profundezas em mim?
Talvez seja na divergência que reside,
Onde a alma encontra um espelho
Em um reflexo inesperado.
Palácio de Queluz: Um Encontro de Descolonização
No quadro "Palácio de Queluz", proponho uma inversão simbólica da história: e se os povos indígenas brasileiros atravessassem o Atlântico, invadissem Portugal e reivindicassem o que lhes foi tirado?
Recrie o Palácio de Queluz como palco de uma devolução imaginária. Não se trata apenas de revanche, mas de justiça histórica, em que as riquezas extraídas das terras indígenas voltam às suas origens. A recente repatriação do manto tupinambá da Dinamarca, após mais de 300 anos, inspira essa reflexão. Esse símbolo sagrado ecoa a luta dos povos indígenas por memória e pertencimento.
Vocês podem considerar esse pensamento utópico, mas, se o trouxermos para os dias atuais, veremos que a colonização persiste em novas formas. À medida que as big techs continuam a colonizar nossos territórios, explorando dados e lucros sem retribuir de forma justa às comunidades afetadas, temos uma nova versão da exploração que repete as dinâmicas coloniais do passado.
Minha busca aqui não é apenas despertar a imaginação, mas também provocar uma inquietação política. Essa inversão desafia as narrativas de poder, expõe as feridas da incursão portuguesa e provoca a pergunta: o que significa devolver o que foi tomado?
Assino esta obra como um gesto artístico e político, para repensarmos os lugares que ocupamos no passado e os que podemos recriar no futuro.
Bosch e eu: entre a crítica e a ferida colonial
De todos os artistas europeus, há apenas um que ainda me atravessa: Hieronymus Bosch. Ele me coloniza — não pela forma, não pela técnica, mas pela crítica feroz que carrega. Bosch é o único colonizador que ainda habita meus delírios, talvez porque a acidez do seu olhar sobre o mundo medieval encontre eco no que eu também preciso denunciar.
Ele pintava o colapso moral da Europa — os vícios, o poder podre, a queda da alma. Eu pinto outro colapso: o da terra invadida, dos corpos silenciados, da memória arrancada pela violência da incursão portuguesa.
Se Bosch mostrava o inferno como consequência do pecado, eu mostro que o inferno chegou com as caravelas. Não há punição futura — o castigo já está aqui: na monocultura do eucalipto, na esterilização do solo, na morte do camponês brasileiro , no apagamento dos povos indígenas.
Há em nós uma fúria semelhante, mas nossos mundos são outros. Ele critica o homem que se perde da alma. Eu denuncio o sistema que rouba a alma dos povos. Bosch pinta o desejo que conduz à danação. Eu pinto a resistência que surge depois do desastre.
E, mesmo assim, ele me coloniza. Como assombro. Como espelho invertido. Às vezes penso que sua crítica me provocou antes mesmo de eu saber meu nome. Ele habita uma parte do meu gesto. Um inimigo íntimo. Uma fagulha que queima, e que às vezes me ajuda a incendiar o que precisa cair.
Emoções são mais perigosas do que um sentimento. Emoção é de momento e a mesma quer ir depressa, já sentimentos aguarda seu tempo para fazer estrago.
Em meio às sombras da minha alma, sinto-me como uma pétala murcha, perdida em um jardim esquecido, ansiando por encontrar a luz que possa me reviver e trazer de volta a sensação de estar verdadeiramente viva.
Entregar-se é um ato de coragem e vulnerabilidade,
É abrir o coração e a alma para a reciprocidade.
É confiar no outro e no poder do amor,
É mergulhar fundo, sem medo de dor.
Entregar-se é mais do que apenas estar presente,
É compartilhar sonhos, desafios e ser transparente.
É ver a beleza na fragilidade que nos torna humanos,
E encontrar força no amor que nos une em mundos tão insanos.
Entregar-se é um ato de generosidade,
É oferecer a essência, sem medo da verdade.
É dançar na chuva, sem se preocupar com a tempestade,
E descobrir nas pequenas coisas a imensidão da felicidade.
Entregar-se é um poema que se escreve a dois,
É uma sinfonia de emoções, onde não há depois.
É a coragem de ser vulnerável e autêntico,
E encontrar no amor a paz, o abrigo perfeito.
Em meio ao caos e à confusão,
Na busca de um sentido para a existência,
A alma anseia por sua própria redenção,
Em um caminho de autodescoberta e consciência.
É preciso se encontrar em meio à multidão,
Nas vozes que ecoam em nossa mente,
Desvendar os segredos do coração,
E seguir em direção ao nosso ser mais transparente.
Na jornada da busca interior e profunda,
Descobrimos quem realmente somos,
Desvendando camadas da alma que se confundem,
E encontrando a essência que traz paz e renome.
Na jornada de se encontrar e se reconhecer,
A luz da verdade brilha intensa e serena,
E a alma, em um momento de plenitude e saber,
Alcança a harmonia que tanto anseia.
Assim, em cada passo rumo à autenticidade,
A alma se encontra e se revela em sua verdade,
E na jornada de se reconhecer com simplicidade,
Descobre o poder da própria essência e liberdade.
Na penumbra da alma, a sombra se forma,
Um peso que aperta, um turbilhão que transforma.
A angústia se instala, como um lamento,
Ecoando no peito, um profundo tormento.
Caminho em silêncio, por ruas desertas,
Pensamentos confusos, portas sempre abertas.
Sussurros de culpa, como lâminas frias,
Cortam a essência, revelam as feridas.
Olhos que me observam, sombras do passado,
Cada passo em falso, um grito calado.
As vozes que ecoam, memórias que gritam,
Em cada esquina, os fantasmas me fitam.
O que eu fiz, o que eu deixei,
As escolhas pesadas, o peso do "não sei".
A culpa se agarra, como um vício cruel,
Um ciclo sem fim, um labirinto de fel.
No espelho me vejo, um rosto cansado,
Rugas de dor, um ser desolado.
Mas no fundo da angústia, uma luz tímida brilha,
Um desejo de paz, uma esperança que brilha.
E se a culpa me ensina, que eu possa aprender,
Que cada erro é parte do nosso viver.
Na dança da vida, a tristeza é canção,
E na dor da angústia, pode haver redenção.
Assim, entre as sombras, vou buscando a luz,
Aprendendo a dançar, mesmo quando a dor seduz.
E se a angústia me abraça, que eu possa sentir,
Que na complexidade da vida, há sempre um recomeçar.
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