Amar um Inutil
A independência nacional não tem o rosto, nem o rótulo de um partido político; a independência é o tom mais alto e, que tem de ser harmônico entre todos os angolanos, porque é por meio dela, que ganhamos voz e vez, numa terra que era considerada de escravos.
A independência deu-nos um mapa para exercermos com liberdade os nossos direitos, mas, não nos deu o direito de desonrarmos a memória dos bravos e valorosos heróis desta terra, que tudo fizeram para termos um País livre de qualquer pressão interna ou externa.
Há um único caminho que os angolanos devem trilhar juntos e, em harmonia, este caminho chama-se liberdade, o qual, só se consegue trilhar sob o sudário suave da bandeira nobre da independência, que celebramos a cada 11 de Novembro.
Angola não é um sítio tornado País, apenas para alguns; é um País, tornado sítio ideal para se viver livre e, se criar bases fortes, que permitam as próximas gerações de se regozijarem por fazerem parte de uma terra independente.
Quando os representantes do povo tornam o parlamento do seu País um centro de recreação, não há estranheza possível, em como a vida do povo continuará a galgar para miséria.
A independência de Angola deve fazer vibrar o nosso coração, fazer emergir em cada um de nós o sentimento de bem-estar, a honra de ser livres e a vontade de querer tornar esta Pátria num lugar extraordinário para se viver.
Angola é hoje um País independente, livre das repressões coloniais e capaz de viver sobre direção dos seus filhos, portanto, para que possamos dirigir com firmeza este lindo País, cada um de nós, angolanos ou quem se identifique com esta Pátria, deve ser mentor do progresso e da prosperidade.
Angola deu mostras ao mundo que é um País capaz de se tornar próspero, mas, a maior de todas as bases para o desenvolvimento deste nobre País, passa por todos nos engajarmos e vestirmos o sentimento patriótico, como fundamento para alcançarmos a autossuficiência econômica.
A vida é um mar tenebroso, onde navegamos sem conhecer o nosso destino, mas, ainda assim, aceitamos viver a doce aventura de buscar felicidade sobre as ondas infinitas que nos são proporcionadas pelos marinheiros do tempo, a quem chamamos companheiros de percurso, vulgo AMIGOS.
Quando um amigo deseja viver a nossa vida como personagem da nossa história, este há muito que deixou de ser nosso companheiro e farol para o nosso caminho seguro.
A mulher é o mar que se estende entre o céu e a terra que compõem a vida de um homem, é a âncora que segura o návio tenebroso que é a passagem do homem pela terra.
Exercer um direito fundamental, tendo em vista a melhoria de vida das populações, tem de ser equacionado a satisfação plena da vida de um todo, pois, exigir mudanças sem termos em conta as alternativas concretas, que melhorem a vida da coletividade, não passa de mera ilusão populista.
Se a agricultura é a base do progresso de um Estado, porque não atribuirmos aos jovens parcelas de terras férteis, para que possam usar de forma mais eficaz a sua energia, trabalhando a terra, gerando emprego e fomentando a agro-industria, ao invés dos Governos permitirem que estes gastem a sua energia em manifestações.
As políticas que propalam a experiência como base para se ter acesso a um bom emprego, não são as mais consensuais, pois, ninguém nasce com experiência na fala ou a andar, mas, com o tempo todos aprendemos a falar, a andar e até a pensar com coerência.
A mente é um retrovisor da vida que muitas vezes nos parece ingrato, pois, nos traz imagens inesquecíveis de um passado bem vivido, que hoje a pandemia nos impede de voltarmos a viver momentos iguais.
A mulher é um segredo que não se revela, é uma chama acesa que não se vê, mas, que aquece com suavidade o mundo frio dos seus filhos, purificando com candura o seu lar e tudo o que está a sua volta.
Celebrar o dia dos pobres, me parece mais um acto voltado a consensializar os desafortunados a admitirem a sua condição e, os afortunados a não se culpabilizarem ou admitirem o peso de consciência pela miséria da generalidade das pessoas no mundo.
A juventude simboliza a capacidade progressiva de um País, mas, para que este simbolismo seja real, é necessário que os jovens demonstrem interesse pelo desenvolvimento da sua pátria.
Quando os jovens de um Estado, não se assumem como elementos fundamentais para o desenvolvimento social, cultural, político e econômico do seu País, estes jovens são meros espetadores do declínio da sua Nação.
Muitos jovens clamam por um emprego, mas, na verdade, muitos não querem sequer trabalhar, querem apenas ganhar um salário no final de cada mês, sem sequer saber justificar o motivo por que ganham tal remuneração.
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