Amar um Inutil
A dor que se instala em nosso coração, motivada pela decepção de um dia termos amado alguém para quem não tínhamos nenhum projecto futuro para vida é pior que viver solitário pelo deserto da nossa vivência.
Acordo no peito da tempestade, como um furacão enamorado com o amor, mas, ao envolver-me com a musa de todas as deusas me deixo embalar para sempre no amor que me acolhe quando a vida passa pelo tempo que não nos espera.
O silêncio de Deus não é uma penalização para o povo que o procura, é antes, a escolha de um momento oportuno para responder aos anseios de todos os que Nele confiam e esperam.
Um povo que desconhece os segredos da sua própria terra, é um povo sem cordão umbilical, pois, o que liga um povo a sua história, são os segredos que fundamentam as raizes dos seus ancestrais.
Quando um País se torna igual a uma pequena parcela de um território de qualquer nação, significa que os seus Governos deixaram de fazer sentido.
A identidade do desenvolvimento econômico e social de um povo, resulta da sua capacidade em produzir e fazer crescer uma área determinada do saber produtivo, quer seja agrícola, silvícola ou industrial.
As linhas de força de um Governo, cujo País se encontra de mãos dadas com a crise sanitária global, passa essencialmente por criar medidas eficazes para estabilização empresarial, como forma de garantir a continuidade da subsistência económica das famílias.
Os programas de governação têm um tempo determinado para serem cumpridos, a pandemia não tem tempo, nem previsão para desaparecer, por isso, politicamente, devemos estar preparados para adiarmos o ano 2020 e, consideramo-lo o ano de graça.
O silêncio nos amadurece para um novo tempo, ainda que a pandemia não dê mostras de que irá terminar em breve, a esperança do mundo vai se agudizando sobre a vontade da humanidade em voltar ao antigo normal.
Não se elege um político para gerir um País, sem se ter em conta a sua verdadeira visão e sensibilidade sobre o povo, pois, um político que não concebe o povo como corolário da sua governação, assemelha-se a fracassado a procura de protagonismo.
A prosperidade de um povo que se quer desenvolvido, passa essencialmente por aprender a buscar a decência na capacidade de raciocinar, porque, um povo que apenas pensa e não se permite raciona, é um povo condenado ao subdesenvolvimento extremo.
Quando um deputado confunde a casa das leis com um dormitório, passa a mensagem aos seus eleitores, de que devem acordar as suas mentes adormecidas pela ignorância e pelo obscurantismo.
Quando um político acredita que as suas ideias e convicções agradam a todos, é porque perdeu a sua essência e vive sobre a vontade manipulada daqueles que o rodeiam.
Certamente que pretendemos trabalhar para ganhar um bom ordenado, mas, se a nossa irresponsabilidade e falta de empenho forem incompatíveis com que ganhamos ou pretendemos ganhar, a partida podemos ser considerados indivíduos racionalmente insensatos.
Se a busca pela eternidade não se consumar enquanto estamos vivos, quem nos garante que um dia chegaremos a voltar a estar juntos num mundo que não se acaba, quando ainda nem sequer conseguimos entender o fundamento da nossa existência neste mundo actual em que vivemos.
O desemprego é um mal que dizima inúmeras famílias. Mesmo no silêncio que acompanha a sua atitude, frustra a mente inconsolada de muitos jovens desta Angola afora que pretendem dar o melhor para o bem dos seus filhos.
Realizar despesas para a satisfação de um povo dilacerado pela pobreza, implica, tão somente, ter a capacidade de sentir o mínimo possível, o sofrimento que assola a vida de quem pretende ver o pão na mesa para alimentar os seus filhos.
O programa de estabilidade econômica e social criado por um Estado, tendo em conta o futuro, quando no presente se vive a instabilidade extrema, torna este programa um fracasso logo à nascença, pois, não se pensa em estabilizar o futuro, quando o presente não nos dá a certeza de que voltaremos a ter um amanhã.
A estabilidade social de um País, não está na elaboração de um programas político bem concebido, está antes, na capacidade dos gestoras públicos tornarem eficazes e concretas as suas ações, que visam resolver na prática os problemas reais que afligem o povo, que vive em extrema pobreza.
O dinheiro posto à disposição dos Estados para incorporarem no orçamento de um País, não provém do nada, é sim dinheiro colocado nos cofres do Estado pelo povo, por intermédio do pagamento das suas obrigações ficais, por isso, o povo não tem de agradecer, quando o Estado cria programas que os satisfaçam.
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