Amar um Inutil
Ter um filho não é brincadeira. Fazer isso só pra suprir nossa necessidade emocional é dar um tiro no próprio pé. Bebês crescem.
Cada um me classifica da forma que se sente bem, agora, se eu sou o que pensam que sou, são outros quinhentos.
O tal "ser você mesmo" só existe como uma frase bonita criada para que tentemos fugir um pouco desde ócio que é a vida.
Pessoas que morrem por negligência não é um plano do universo para fazê-las pagar ou por um karma. Atente-se aos problemas sociais antes de justificar tragédias com sua crença.
Muitos autistas passam por crises justamente porque a sociedade acredita que existe apenas um jeito certo de ser; com isso, não se adapta ou não cria ambientes que sejam confortáveis para todos.
Não existe cura pela oração; se você não fizer tratamento com um médico para depressão, ansiedade ou qualquer transtorno mental, pode correr o de morrer.
Ninguém consegue adiantar-se sozinho. Somos como os elos de uma corrente ou como as células de um organismo. Devemos trabalhar juntos e por todos, pois nenhuma célula pode avançar mais do que o órgão a que ela pertence. Tenhamos mais indulgência, mais piedade e mais amor para com nossos semelhantes.
Se um dos queixosos vem dizer-te que perdeu um olho na briga, não apresses em julgar a seu favor antes de ver seu adversário; este poderá ter perdido os dois olhos.
A existência comum dos homens é como um ano no mundo vegetal; tem sua primavera, seu verão, seu outono e seu inverno – porém, somente uma vez.
O passado é uma névoa em nossas mentes. O futuro? Um sonho completo. Não podemos nem adivinhar o futuro, nem mudar o passado.
Para se aproximar da verdade e do certo, precisamos de um coração belo e suave. Todo o ser humano aprende um dia ou outro a se tornar mais suave. Alguns acidentalmente, alguns por causa da doença, alguns sofrem uma perda humana, alguns sofrem outras perdas relevantes… Todos nós enfrentamos estas situações, mas podemos ver o lado bom e abrir nossos corações, ou infelizmente ver de outra forma e ficar bloqueados para sempre
O universo inteiro está contido dentro de um único ser humano – você. Tudo o que você vê ao redor, incluindo as coisas das quais você pode não gostar e até mesmo pessoas que você despreza ou abomina estão presentes dentro de você em diversos graus. Portanto, não procure pelo diabo fora de você também. O demônio não é uma força extraordinária que ataca de fora. É uma voz comum dentro de nós. Se você conhecer a si mesmo completamente, encarando com honestidade e firmeza seus lados sombrio e claro, você chegará a uma forma suprema de consciência. Quando uma pessoa se conhece, conhece a Deus.
Um homem sozinho pode vencer algumas batalhas, mas se tiver uma mulher de verdade ao seu lado, pode conquistar o mundo.
A Economia segundo a Empatia
Falar sobre economia hoje se tornou um tema delicado devido à politização do assunto. Certamente, economia e política são temas que caminham juntos, mas abordá-los de forma neutra é um desafio. Se afirmamos que a situação está boa, um lado da moeda quer impor sua ideia com força; se dizemos o contrário, enfrentamos o mesmo problema, mas do lado oposto.
Agora, já pararam para pensar que há um vasto grupo de pessoas que nem ao menos têm "moeda" para escolher um lado? O que sobra para elas é apenas a opção de trabalhar para sobreviver, e, se quiserem uma vida melhor, trabalhar em dois ou até três empregos. Será que é só isso que têm como opção? De que forma a economia pode ajudar essas pessoas? Será que a economia pode ser empática com elas?
A definição de economia é simples: a ciência que estuda como pessoas e sociedades utilizam recursos para produzir, distribuir e consumir bens e serviços, buscando atender a todas as necessidades. Pelo menos, era para ser assim, não é?
Na prática, infelizmente, não é isso que acontece. Poucos têm muito, enquanto muitos têm quase nada ou absolutamente nada. A "senhora economia", como costumam chamar, parece não ter empatia alguma, e seu peso é maior exatamente onde a carga já é insuportável.
Mas o que fazer diante dessa realidade? A resposta é complexa, já que a empatia da economia depende diretamente de quem governa. E, desde os primórdios, a desigualdade existe. Não se resolve um problema estrutural como esse em um passe de mágica.
O primeiro passo, ao meu ver, seria focar em políticas públicas que tragam mais empatia para o sistema econômico. Contudo, o maior desafio é que o sistema não nos dá muitas opções de participação ativa. O principal instrumento de mudança que nos apresentam é o voto. No entanto, mesmo com o voto, um político iniciante que não se adapta às regras do sistema logo se torna "carta fora do baralho".
O tema é complexo, o problema é profundo e, honestamente, a solução parece distante, seja no curto, médio ou longo prazo. Ainda assim, acredito que, se tivermos um governante com coragem de pensar fora da caixa, talvez possamos iniciar uma transformação. Esse líder precisaria compreender que melhorar as políticas públicas e reduzir desigualdades não é apenas um ato de caridade, mas um investimento em uma sociedade mais sólida e resiliente.
E quanto a nós? O que nos resta? Precisamos agir com as ferramentas que temos: votar com consciência, cobrar resultados dos governantes e, acima de tudo, evitar a omissão. Não podemos nos acomodar em uma postura de "quando é o meu governante, está tudo ótimo; quando é o rival, está tudo péssimo".
A economia deve ser um meio para melhorar a vida de todos. Isso não acontecerá apenas com mudanças nas leis ou regras, mas com uma mudança de mentalidade. Precisamos entender que não é só a nossa mãe que não quer que seus filhos passem fome. A mãe do João, da Maria, do Carlos, da Júlia, e todas as mães – biológicas, adotivas ou sociais – compartilham do mesmo desejo. Uma sociedade verdadeiramente empática começa por reconhecer isso.
Não será fácil transformar um sistema tão desigual, mas a mudança começa com pequenas ações: participação política, cobrança ativa e, principalmente, um olhar mais humano. A economia precisa ser construída para servir a todos, e não para perpetuar privilégios. Essa transformação exige coragem, mas, acima de tudo, empatia.
Outros mundos dentro de nós – ? Sim. As coisas que há fora de nós possuem um paralelo nas coisas que há dentro de nós – como nós também somos mundos e coisas...
Somos música – ou, de certa forma, os pais da música
que toca e amamos, que toca nossos corações e alma. Ela
– essa música – começa em nós, sim.
Somos geografia de nós mesmos – sim. Podeis apostar, Senhores. Podeis apostar e vereis o quanto há de verdadeiro nisso, Senhores. Apostai e constatai. Sim. [...]
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