Amar um Inutil
Quero ser leve, não trazer as tristezas dos meus sofrimentos, chegar com um sorriso e transbordar boas energias, pois mesmo com as maldades que fizeram contra mim, ainda consigo ser feliz.
Muito cuidado com quem você planeja construir um futuro, seu tempo e seu esforço são energias valiosíssimas.
Uma certa vez um pastor disse "Cuidado, quando a torneira é muito apertada é sinal que tem vazamento".
Isso não é sobre torneiras.
Sorte é apenas um substantivo que erroneamente nomeamos os frutos da dedicação a algo que desejamos e trabalhamos pôr.
A vida é como a dança de um chama em ardor, radiante e colorida pelos elementos que se queimam. Prefiro assim, algumas coisas ardem, mas no final me afagam e me aquecem com os ensinamentos.
Meus desejos se tornam líquidos ao final de mais um dia chuvoso. Eu busco resiliência nas gotas e me delicio pelo momento vivido e registrado.
Sou eu um vaso. Retrato do que às vezes está cheio, derrama ou encontra-se vazio. De barro, frágil e nascido da terra.
Tenho um carretel de memórias afetivas e sempre que possível, solto a linha para que elas possam voar livremente no céu como uma dança, inspirando-me. Ainda sou o menino que fazia pipas.
A importância do umbigo não é para se olhar; ele está lá para nos lembrar que existe um laço entre nós e nossa mãe e, por fim, entre todos os seres humanos.
Assim te desejo, com todo o frescor dos dias quentes, como um líquido refrescante que acalma a alma nos dias frios de inverno. Que seja uma explosão de sabor ao estalar entre meus dentes e um toque teu que me relaxa suavemente, como se me transportasse para um estado de tranquilidade profunda.
Sou eu um vaso, moldado pela mão divina,
À espera de ser preenchido pela vida.
A cada dia, sou preenchido de esperança,
E em mim, as razões da vida são depositadas.
Assim como a terra que me gerou,
Eu sou também um produto do amor e dedicação,
De cada gota de chuva que cai,
E do sol que aquece e me faz firme e me molda.
Sou um recipiente de sonhos e desejos,
De momentos bons e maus, de risos e ensejos,
E a cada fase da vida, sou reinventado,
Pois em mim, um novo destino é traçado.
Às vezes, me sinto cheio de alegria,
E transbordo de felicidade a cada dia,
Em outros momentos, sinto-me vazio,
E busco em mim mesmo o meu alívio.
Mas, como um vaso, sempre encontro um jeito
De me encher, renovar e seguir em frente, sem receio,
Pois a vida é um ciclo que não para.
Sou eu um vaso,
Retrato do que às vezes está cheio, derrama ou encontra-se vazio.
Sou de barro, frágil e nascido da terra.
Não há dor que não sare com gratidão, assim como não há tristezas que se desfazem com um olhar mais cuidadoso pelo próximo, pelas coisas belas que acontecem a todo instante ao nosso redor e coisas que passam despercebidas no nosso cotidiano. Tudo isto é gratuito.
Navegar, às vezes, é um ato interno. Como florescer: um ato solitário, mas nunca silencioso. Ela fala em cores, em luz, em vida. Nasce para lembrar ao mundo que a beleza é breve, mas poderosa.
Ainda vale a pena tentar ver e sentir o extraordinário em um mundo que parece cada vez mais ordinário, especialmente na natureza.
Cada sopro da vida carrega um instante que se despede. Momentos que voam leves como sementes ao vento, frágeis, mas cheios de significados. O que parece partir, na verdade, semeia. Porque a vida, mesmo quando vai, deixa raízes em algum lugar.
É uma despedida
Sim... Foi um adeus....
Há alguns anos, eu me apaixonei.
Não por alguém… mas por um instante.
Foi um sorriso.
E nele, algo em mim acendeu como se sempre tivesse estado ali, adormecido.
Houve um abraço.
E, por um breve momento, eu me senti em casa… como se pertencesse a algo que nunca foi meu.
E talvez esse seja o problema.
Às vezes, a gente não se apaixona pela pessoa. A gente se apaixona pelo que sente perto dela.
E eu senti.
Senti muito.
Foram instantes que se prolongaram por mil…
Eu revivi. Eu me encontrei. Eu me perdi.
Sabe aquelas histórias que a gente acha que consegue controlar?
Eu não consegui.
Mas hoje eu entendo…
ele talvez nunca tenha estado nela.
E, mesmo assim, eu fiquei.
Não ao lado dele… mas na sensação.
Porque há encontros que não acontecem no mundo, acontecem dentro da gente.
Mas, ao vê-lo, eu soube. O adeus já existia… antes mesmo de qualquer começo.
E ainda assim, eu quis me enganar.
Ah, como eu queria só mais alguns instantes…
para congelar aquele sorriso que, por um segundo, pareceu meu.
Teve um quase.
Um quase beijo.
Um quase nós.
Mas nunca foi.
E ali, no silêncio entre o que sentimos e o que não aconteceu…
eu vi morrer o que nunca viveu além dos meus mais remotos pensamentos.
Não houve história.
Não houve nós.
Só um sentir grande demais…
para caber na realidade.
E mesmo assim… doeu.
Porque foi real pra mim.
Porque, por um instante,
eu vi em você algo além de mim.
E talvez seja isso…
Algumas pessoas não entram na nossa vida para ficar. Entram só para despertar algo dentro da gente.
E depois… vão embora....
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