Amar a si próprio
Serenidade...
Auto estima...
Felicidade...
Amor Próprio...
Elementos que com certeza levam a plenitude, a essência de viver bem e dar valor ao que se conseguiu, e o que se tem, é dar valor a pequenas coisas, a vitória dos outros,e aprender a aplaudir os que se saem melhor que você, e lutar para em outras oportunidades ser você no topo,é saber que tudo tem hora pra acontecer.
Seja você, vá cada degrau de uma vez para conquistar seus objetivos e não use ninguém como degrau, a subida mais bonita é a que você sobe por fazer e merecer. E assim além de tudo terá a admiração de quem te rodeia.
E isso... Você não tem noção do quanto é satisfatório ser exemplo.
Enfim seja protagonista de sua história e não esqueça que sem outros personagens não é história, é monólogo e é chato demais caminhar sozinho
Os dias passam e cada vez mais me convenço de que nada vale a pena além do nosso amor próprio... esse sim vale a pena!
Existe sim, dor no amor. Mas não no próprio amor. O verdadeiro amor é intocável. Ele nasce, cresce e, sim, pode acabar. E é justamente nesse momento, que a dor aparece e em vários momentos.
Sentir a dor de se perder um amor é necessário, como tomar água para matar a sede.
Primeiro vem a dor de quando a relação acaba. O desejo acabou para a outra pessoa. Você tem que se acostumar com a ausência dela. Isso é difícil. Entender que os velhos costumes não vão existir mais. Que aquele restaurante que vocês frequentavam juntos ficou no passado. Que as conversas até de madrugada não vão acontecer mais.
Com o tempo, surge outra dor. A dor de perceber que a vida pode ser interessante novamente. Talvez com outro alguém, com novos amigos desse outro alguém, com a nova família desse alguém. Aí dói. Por que estamos acostumados ao amor daquela outra que amamos, que nos foi retribuído e vivido intensamente. E você acha que amor igual a esse nunca mais vai ter na vida. Por que era tão bonito, tão verdadeiro, impecável. Você não quer abrir mão daquilo que já viveu. Mas essa é a justamente a questão: já foi, já viveu.
E na verdade, é só o medo de recomeçar que assusta. Você já não ama aquela pessoa mais, como antes, mas gosta do amor que sentia por ela. Se admira por isso. Se admira por tudo o que viveu.
A última dor é a dor de sentir que esse amor já não está mais dentro de você.
Infelizmente o amor tá perdendo sua vez, sua grandeza e seu valor, o próprio homem desfez, e dele se afastou esquecendo suas leis, o ódio já dominou meu Deus que insensatez, o amor virou escassez.
Cultive o amor-próprio e repita sempre para o espelho: "você é incrível"! Ter consciência dos nossos defeitos não é suficiente; também precisamos reconhecer nossas qualidades e nossos talentos. Se ame, se defenda e torça por você mesmo!
Depois que você conhece o amor próprio, fica mais fácil para você entender os outros amores, como o amor ao próximo tipo... não me ama? Próximo!
porque afinal a gente merece ser feliz... a gente merece amar e ser amada!
Os brasileiros mostram altivez nas baixezas, amor-próprio nas bagatelas e obstinação em puerilidades.
Bom dia ao amor!
Isso mesmo, acordei tão apaixonada hoje...
Meu amor-próprio despertou todo amassado da noite que tivemos, mas acordou tão lindo.
Espalhar mensagens edificantes é próprio das almas iluminadas,então espalhemos o amor e a paz para todos.
Abençoada noite a todos !
Relacionamento legal mesmo é esse que tenho com o amor-próprio.
Não viva para mendigar o amor de alguém, se valorize.
A falta de amor próprio gera uma imensa insegurança, fazendo a pessoa desacreditar em sua capacidade, esse sentimento pode levar a outro problema sério, a depressão.
Status: meu amor-próprio está gritando. E eu estou preferindo ficar com ele ultimamente. O nosso relacionamento vai muito bem, obrigada.
Uma dose de tequila, 2 de amor próprio, e inumeros amigos para afogar as magoas e viver um dia após o outro.
Uma das melhores fases da vida é aquela onde descobrimos os benefícios do amor-próprio. Saboreamos a felicidade sem alardes, apenas agradecendo a Deus em silêncio por Ele ter nos abençoado com uma liberdade da qual, nalgum tempo, julgávamos não merecer.
