Amanha Sera um Lindo dia
A verdade permanece verdade, independentemente de quem a proclama. Um mau comportamento não anula uma mensagem verdadeira, assim como boas condutas não legitimam heresias. Ainda assim, o ideal é que quem anuncia a verdade também a viva, pois é isso que Cristo deseja — e assim evita escandalizar os mais fracos e inexperientes na fé.
Mateus 23: 1-3
Afastar-se do que não nos faz bem é um ato de autocuidado e sabedoria, pois a distância emocional cria espaço para o crescimento pessoal e o florescimento interior.
A distância mais segura de um inimigo é aquela onde você consegue observar cada um de seus movimentos.
"A vida é um sopro...daqui não levamos nada, por isso, plante somente sementes boas na sua caminhada pela vida, porque a única coisa que iremos deixar serão lembranças do que vivemos e que essas lembranças sejam as mais lindas e felizes."
Um povo paralisado pelo Medo, é um povo facilmente manipulado de acordo com a Vontade de seu Líder.
Seguimos na caminhada da vida, lutando por dias melhores e por um sopro de luz e esperança em meio ao deserto de sentimentos que vivemos.
Houve um tempo em que já podíamos sair na rua despreocupados, agora com o índice de covid 19 aumentando novamente temos mais é que nos guardar. Temos que pensar não só em nós mais também em nossos semelhantes, juntos somos mais fortes e podemos cuidar para que esse vírus deixe de evoluir!💪🙏👌☝😍❤💕
A Páscoa se refere a um Novo Começo ou um Novo Nascimento da pessoa que celebra seu Novo Ciclo e que esta sendo um Grande Cristo em sua história e que está se salvando na vida e das prisões mentais do sistema Judaico-cristão e de todos que prendem a pessoa em Ciclos viciosos, e não a comer ovos de chocolate e a nem relembrar as lembranças da Escravidão no Egito do Povo Hebreu e nem da ressurreição do Cristo Nazareno.
A Lápide da Alma:
Um Grito na Noite Gelada
Eu sinto... Não sei bem o quê. É um nó, Um vazio que me encolhe. Não sei se estou de pé, Ou se já me desfaço.
A noite mais fria de Curitiba, O silêncio, cortado só por mim. Gravo isso... pra quem? Talvez para o eu do futuro, Que um dia, quem sabe, tropece aqui.
A náusea de Sartre, Um espelho amargo. Ver a existência assim, nua, Sem roteiro, sem chão. Um vazio que é dor, E me aperta, me paralisa.
Quero chorar e quero estar bem. Uma confusão que não me move, Só me prende mais. Vejo o idiota no reflexo da janela, Distante, estranho. Sou eu, mas não sou. Desconectado do que sinto, Entorpecido. Mas nesse vazio, nesse caos, Será que há semente? Um solo onde algo novo pode brotar? Eu espero, eu do futuro, que sim.
Buscando a Calma: Semeando a Paz
Quero a mente calma, tranquila. Um lugar sereno, finalmente. O Estoicismo me diz: Não posso mudar o vento, Mas posso ajustar minhas velas. A dicotomia do controle. Foco no que está em minhas mãos: Meus pensamentos, minhas respostas. A gaiola é minha, Então a liberdade também é. Ser melhor, não é aprovação. É virtude interna, autonomia.
O Budismo sussurra: Não existe um "eu" fixo. Somos fluxo, somos processos. O Anatta. A dor de me identificar com o "eu" sofredor. Que os pensamentos sejam só pensamentos, E não a minha verdade. A "mente de macaco", Essa agitação sem fim. Meditação, mindfulness. Observar sem julgar. Respirar. Acalmar a mente. Desatar o nó.
E as ferramentas, concretas: Para a procrastinação, Para a paralisia. Pequenos passos, Sem tentar abraçar o mundo de uma vez. Começar antes de estar pronto. Confiar mais. Aceitar a imperfeição. A TCC, para mudar o que penso, O que sinto.
Aceitação estoica, O "não-eu" budista, As ferramentas da TCC. Não são caminhos separados. São um só. Uma sinergia que tece a nova realidade. A ansiedade que me paralisa, O mindfulness que me acalma. O Anatta que desfaz o impostor em mim.
A paz que busco não é um lugar físico. É um espaço interno. Cultivado com paciência, com prática. Com a esperança.
A teoria da pessoa que não ocupa espaços (by: franckles Werivan)
Existe um tipo de pessoa que atravessa o mundo como quem pisa em chão alheio: leve demais para deixar marcas, silenciosa demais para ser lembrada. Ela existe — respira, trabalha, observa — mas não faz questão de existir na vida de ninguém. Não ocupa espaços. Não constrói presença. Não deixa rastros.
É como se tivesse aprendido, em algum momento, que ser percebida é um risco.
Essa pessoa evita laços afetivos como quem evita um incêndio. Não por falta de desejo — talvez até exista, escondido, um desejo profundo de pertencimento — mas por medo das consequências. Ela não sabe dialogar porque, possivelmente, nunca se sentiu realmente ouvida. Não é recíproca porque talvez nunca tenha recebido o suficiente para aprender o que é troca. Então ela se fecha, se economiza, se retira.
E assim, vai vivendo uma vida paralela: está presente, mas ausente. Participa, mas não se envolve. Sente, mas não demonstra.
Mas por quê?
Do ponto de vista psicológico, podemos pensar em traumas silenciosos. Relações quebradas cedo demais. Afetos que não foram correspondidos. Ambientes onde falar era inútil ou perigoso. Aos poucos, a pessoa aprende que se expor dói — e então cria uma espécie de casca. Não é frieza: é defesa. Não é indiferença: é sobrevivência.
Já numa perspectiva mais espiritual, talvez seja uma alma que se desacostumou ao vínculo. Ou que carrega feridas de outras experiências, outras histórias, outros ciclos. Uma alma que teme se conectar porque sabe, de alguma forma, o peso que as conexões têm quando se rompem.
Mas existe um custo.
Porque viver sem ocupar espaços é, no fundo, aceitar uma existência sem testemunhas. É passar pela vida sem ser profundamente conhecido. Sem ser verdadeiramente amado. Sem deixar ecos.
E há uma tristeza nisso.
Uma tristeza quieta, quase invisível, mas constante. A tristeza de não ser esperado por ninguém. De não fazer falta. De não ser lembrado em detalhes, em histórias, em saudades. É como se a vida acontecesse, mas não se entrelaçasse com outras vidas.
E a gente precisa se perguntar: isso é escolha… ou é medo disfarçado?
Quantas vezes a ausência de alguém não é frieza, mas insegurança? Quantas vezes o silêncio não é desinteresse, mas incapacidade de se expressar? Quantas vezes o distanciamento não é falta de amor, mas medo de perdê-lo?
Talvez essa pessoa não ocupe espaços porque, no fundo, acredita que não merece ocupar.
E essa é a parte mais dolorosa.
Porque ocupar espaços não é invadir — é existir com coragem. É permitir-se ser visto, conhecido, tocado. É correr o risco de se conectar, mesmo sabendo que conexões podem falhar.
No fim das contas, a vida ganha sentido justamente nisso: no encontro. No olhar que reconhece. Na conversa que atravessa. No vínculo que, por mais breve que seja, transforma.
Tocar outra alma é uma das experiências mais bonitas que existem.
E agora, vale a pergunta — não sobre o outro, mas sobre você:
Será que, em algum nível, você também tem evitado ocupar espaços?
Será que tem se diminuído, se escondido, se poupado… por medo, por traumas, por insegurança?
Porque existir de verdade exige presença.
E talvez esteja na hora de deixar de apenas passar pela vida…
e começar, aos poucos, a fazer parte dela.
Na ausência, teu nome é chama, que arde sem se apagar. Cada silêncio é um grito contido, cada noite, um mar sem fim.
Tentei vestir a razão, mas ela se desfaz em tuas lembranças. A maturidade é frágil diante do coração, que insiste em te chamar, mesmo no vazio.
A saudade é amante ciumenta, não aceita despedidas, não conhece limites. Ela invade como tempestade, me arrasta para o centro do teu olhar.
E eu, perdido em tua ausência, te encontro em cada sombra, em cada perfume esquecido, em cada palavra que não disse.
Se o tempo é cruel, o amor é eterno. E mesmo longe, teu abraço é o destino que nunca se desfaz.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Ser à prova de balas não é vestir ferro, é carregar no peito um coração que sangra e ainda pulsa. É chorar em silêncio e, mesmo assim, amanhecer. É ser ferido pelo mundo, mas não se deixar despedaçar.
A solidão pode ser um deserto, mas até no deserto há estrelas que brilham. E cada lágrima que cai é um rio secreto, que escava dentro de nós a coragem de continuar.
À prova de balas é ser humano em sua forma mais pura: errar, perder, sentir, e ainda assim resistir. Não para salvar o mundo inteiro, mas para salvar o próprio fogo que insiste em arder.
Porque vencer o mundo não é derrotá-lo, é aprender a dançar com suas tempestades, e transformar cada cicatriz em poesia.
Tatianne Ernesto S. Passaes
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