Amanha Sera um Lindo dia

Cerca de 433075 frases e pensamentos: Amanha Sera um Lindo dia

Não tenha pressa se estiver perdido, duvidoso. Cada um de nós tem um propósito e uma paixão.

Flávia Abib

Para o mundo, para todos, nem todos, quase todos, você é apenas um ser qualquer...igual ou desigual. Para o mundo tua luz reluz numa intensidade em que, a luz da lua dissimula. Para o mundo teu poder sobre o outro, não excede o brilho do sol. Mas...para uma ÚNICA pessoa entre todas nesse mesmo mundo, você é a essência da vida, o que te faz singular; você é a luz que ilumina o caminho; você é o brilho do olhar de alguém que reconheceu tua alma, que discerniu você...como raridade predestinada a amar, como um ser amor.
Flávia Abib

⁠Uma atitude que poderia ajudar o mundo a ser um pouco melhor: O ser humano SER um pouco mais HUMANO

Cada um cria seu próprio universo, e alguns criam o universo de todos.

"A pior tragédia que pode acontecer com um cristão, é ter sucesso na igreja e ser um fracasso em casa".

Ando desejando um mundo de coisas boas... Pra mim, pra você, pra nós.

Nota para si mesmo: não permita que as pessoas abusem do fato de você ter um bom coração.

O tempo do esquecimento é um tempo com margens incertas. Não sei que idade tinha quando li certos livros nem se os li depois de nascer ou antes de existir.

Não entreouvia as horas pregressas como uma tragédia, mas como um renascer de espírito meditado, aprendido e ensinado.

A memória do corpo e da mente, passada, abria-me um leque imenso de perspectivas, de cenários sonhados pela criança que fui, que teimava em ser.

"Cada estrela no céu é um sinal da grandeza do Criador.
O coração que contempla com humildade se torna espelho da misericórdia infinita."

Um mesmo medo, um mesmo tremor. Um outro horror de gente crescida a ser obrigada à intrepidez que nunca desejara.

Em cada templo humano (corpo e vida), coexistem dois seres, um é jovem (a alma), e o outro é eterno (o espírito), a alma tende a atrair para si dores e perturbações, mas em tudo o espírito lhe faz sobressair.

As provações são para mim como tinta em um tinteiro; nela mergulho minha pena e registro nas páginas do conhecimento um novo pensamento.

Tô precisando de um afago, abraço, presente, sorriso.
Tô precisando de um compromisso,
tô precisando de alguém pra passar o Natal.
Tô precisando de um amor fixo, que não parta se acontece isto ou aquilo,
tô precisando daquele tal: como é mesmo? - Marido.

No meio do caminho tinha você.
Você, no meio do caminho.
Um caminho, você, um sorriso.
- Me perdi!

O que é, afinal, a emoção?


Desprenda-se das definições comuns: a emoção não é um pensamento, tampouco uma escolha deliberada da vontade.Ela não nasce da arquitetura cognitiva, pois o pensamento é incapaz de gerar a emoção. Ela não é um defeito de caráter, nem um fardo que se carrega na alma. Contrariando o senso comum, as emoções não habitam o corpo como substâncias, nem residem no cérebro como objetos; elas não possuem o poder de adoecer o organismo. Crer nisso é render-se a uma superstição.


Ela não nasce da arquitetura cognitiva, pois o pensamento é incapaz de gerar a emoção. Ela não é um defeito de caráter, nem um fardo que se carrega na alma. Contrariando o senso comum, as emoções não habitam o corpo como substâncias, nem residem no cérebro como objetos; elas não possuem o poder de adoecer o organismo. Crer nisso é render-se a uma superstição.


A emoção deve ser compreendida como uma conversa. Ela é um dialeto humano intrínseco, uma forma de comunicação primal cuja velocidade de compreensão transcende a palavra. É a linguagem do "outro" que ressoa em nós de forma instantânea.


Observe: essa compreensão manifesta-se no verbo ou na expressão do ser. Imagine alguém que se aproxima após uma corrida exaustiva de trinta minutos; o corpo verga-se sob o cansaço, a respiração é profunda e errática, o coração pulsa visivelmente contra o peito. Imediatamente, você decifra a mensagem. Esses gestos, essa entrega do corpo ao momento, são a própria emoção em curso.


O cérebro humano não é apenas um órgão funcional, mas uma interface adaptada para reagir à alteridade. Reflita: seria possível sentir alegria ao testemunhar o pranto de tristeza de uma mãe? Certamente não. Isso ocorre porque a emoção é a própria reação visível do corpo, uma manifestação fenomenológica que nada tem a ver com conceitos abstratos de "energia".


A emoção é a nossa língua universal. É o código mais veloz da humanidade, um sistema de sinais onde o sentido é captado no instante em que é emitido.


A emoção é, em sua essência, adaptação.
Ela surge como a resposta imediata a um estímulo externo. Quando o corpo reage, ele não está apenas sentindo; ele está se moldando. Emoção é o movimento contínuo de ajuste do ser ao ambiente. É a vida, em sua urgência, adaptando-se ao mundo.

A emoção, em sua gênese, não constitui uma entidade metafísica autônoma, mas sim um repertório comportamental aprendido, invariavelmente modelado no seio da coletividade. Sob uma análise crítica da racionalidade contemporânea, urge desmistificar a concepção da emoção como um "guia interior" ou um ente ontológico que dita estados de alegria, tristeza ou raiva. O que vulgarmente denominamos "sentimento" é, rigorosamente, um conjunto de respostas complexas forjadas pelas contingências do meio social.


Para ilustrar a falácia da causalidade interna, consideremos o fenômeno biológico do espirro: seria um contrassenso punir o nariz pelo sintoma, quando a inteligência analítica exige a investigação das variáveis ambientais — seja uma janela aberta, a sujidade do recinto ou a oscilação climática. O nariz não é o culpado, mas o canal de uma reação a um estímulo externo. Analogamente, os afetos não são causas em si, mas efeitos de uma história de interação.


Dessa forma, o riso ou o pranto não emanam de instâncias espirituais, nem de entidades místicas que habitariam a biologia humana. É imperativo rejeitar as nomenclaturas arbitrárias e os estratagemas de "pseudo-terapeutas" ou gurus que prometem a manipulação da realidade através de léxicos de autoajuda. Afirmações de "positividade tóxica" — como as fórmulas de poder "eu posso" ou "eu venço" — são meros placebos linguísticos que ignoram a raiz do comportamento.


As emoções não são território da crença, da prática mística ou da retórica da cura instantânea; elas são reações aprendidas, indissociáveis do ciclo societário. O sujeito não é movido por forças transcendentes, mas sim condicionado pelas tensões e influências do ambiente que o circunda, revelando que a mudança real não reside no "querer" místico, mas na alteração das condições concretas da existência.

A emoção não é uma essência mística ou autônoma, mas um comportamento aprendido socialmente; entender isso é o que nos permite deixar de culpar o 'nariz' pelo 'espirro' e passar a entender os reais causadores que moldam nossa existência.

"Analogamente a um sistema de monitoramento de acesso, a emoção deve ser compreendida pela identificação precisa do estímulo que a desencadeia. Sob a perspectiva da neurociência, a emoção não constitui uma entidade autônoma ou um módulo isolado, mas sim uma resposta biológica integrada ao processamento cerebral.


A premissa de que a análise isolada da expressão facial permite inferir significados emocionais universais configura um equívoco teórico e conceitual. Embora enraizada em paradigmas culturais, essa visão é contestada por evidências neurocientíficas que refutam o reducionismo da 'face como espelho direto da emoção'.


Portanto, a emoção não se restringe a rótulos nominais ou manifestações corporais externas. Ela é um constructo desenvolvido através da interação social e da aprendizagem coletiva; é a categorização cognitiva de sensações interoceptivas que o indivíduo aprende a nomear e a operacionalizar com base em modelos sociais repetidos e internalizados pelo cérebro."