Amanha Sera um Lindo dia

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Superação é quase sempre um gesto íntimo.
Ninguém vê o instante exato em que você decide tentar outra vez.
Não existe anúncio, fanfarra, nem testemunha.
Existe apenas um pensamento pequeno — às vezes tão tímido que parece nada — dizendo:
“Eu não quero parar aqui.”

E é assim que a vida continua:
numa escolha calma, repetida muitas vezes, mesmo quando não há garantias.
Superar não é sobre apagar a dor, mas dar a ela um lugar que não te impeça de andar.
É entender que a ferida pode permanecer, mas você também permanece — e cresce.

A superação não costuma vir de coragem heroica, mas de uma paciência profunda consigo mesma.
De aceitar que tropeços fazem parte do caminho,
e que recomeços não diminuem ninguém.

No fim, superar é isso:
perceber que, apesar do peso, você ainda se move.
E que esse movimento, por menor que seja, é digno, verdadeiro, e seu.

⁠Madrugada e sua Ambiguidade
Momentos de Repouso
Horas de Perturbação
Talvez, a Extensão de um Instante prazeroso
Para cada necessidade, uma interpretação.

A nossa consciência é como a luz, ninguém a percebi... No entanto, ela ilumina tudo... Cada um é o resultado do que pensa, fala, e do que faz... Confessar que nos enganamos e erramos é sublime; pois sabemos que temos um erro a menos na vida... A personalidade e pensamentos de uma pessoa podem ser mudados; mas o caráter não! Fica a dica...

"Para compreender uma
empresa, é preciso assumir
um lado:o de dentro ou o de fora.

A Chave e o Abismo
Na teia das palavras, um livro se ergue,
Sagrado texto onde a alma converge.
Mas quando a mente tateia, a visão se turva,
A interpretação falha, a intenção se curva.
Se o entendimento erra, por má-fé ou pressa,
Um grande risco à frágil fé atravessa.
Vidas de esperança, em terreno incerto,
Veem seu porto seguro virar deserto.
A verdade é um farol, não é uma chama breve,
E a leitura do texto, que a alma eleve,
Jamais poderá ser um capricho pessoal,
Para que o seu valor real resplandeça, afinal.
Que a Bíblia, fonte clara, em si se explique e mostre,
Onde o sentido é puro, e não onde o eu se prostre.
Pois na verdade una, a essência se revela,
Luz que a todos guia, fiel e singela.


⁠ass Roseli schionato Ribeiro

Às vezes, pergunto-me se é labirinto da mente ou se os olhos apenas cansam de ver. Em um sol, você é presença; no outro, torna-se névoa, como se uma invisibilidade contagiosa te roubasse a cor.
Após vinte e nove janeiros e nove luas de dedicação — a apenas cinco passos de completar três décadas de casa e onze invernos da sonhada quietude — o adeus chegou. Naquele instante, o espelho refletiu um robô, uma peça desencaixada de uma engrenagem fria, onde rostos conhecidos tornaram-se estranhos e o calor humano se fez gelo.
Mas a identidade não mora em um crachá, nem o valor de uma vida se apaga em um papel. A superação é o sol que rompe o eclipse. Dar a volta por cima é transformar o vazio em voo, lembrando ao mundo que, antes de ser um número, você sempre foi — e sempre será — luz.
Com esperança,
Rosei Ribeiro

Cada um em seu castelo de sentir e ser,
Trancado na autonomia do próprio umbigo.
Não há mais acordo, nem o querer,
De buscar no outro um abrigo.
Nem a tela acesa, nem a mesa posta,
Fazem a alma se reencontrar.
O pensamento solitário é o que resta,
Nesse abismo imenso de não se falar.
A modernidade, com sua mão gelada,
Apagou o brilho da conversa franca.
A dúvida agora é voz isolada,
E o motivo fútil é o que nos estanca.

Ass Roseli Ribeiro

Titulo: Pisar o ano novo
⁠Pisar o ano novo
É receber um presente em dobro
É ter a chance de recomeçar a sonhar
De calcular e planejar
tudo aquilo que ficou à terminar

Muitos queriam, mas não pode pisar
Partiu-lhes. muitos dizem:
Para um bom lugar.

E a nós que estamos aqui
Podemos ao menos continuar
Esquecer o ódio, a guerra e o rancor
É de grande valia para se reinventar

Se reinventar para o que vem por ai
Para fazer diferente tudo o que nos afastou de sorrir
Para fazer melhor ainda tudo o que deu certo
E realizar nossas conquistas enquanto estivermos aqui

E esbaldar-se de humildade,
Perceber que não há valor onde não há humanidade
Prevalecer-se com o prazer da solidariedade

Para que o próximo também possa sonhar
Por que depois aqui
Não saberemos, de fato, onde mais pisar.

Saudade da 88

Um suspiro, e a lembrança da goiabeira — aquela cujas folhas secas forravam o chão do quintal, enquanto apenas o brilho da lua e das estrelas testemunhava a magia do amor. Lentamente, em esteira, a mente do ontem e as lembranças invadem, sem pedir licença, o meu hoje. Saudade da 88!

Seu nome
Ouvir o seu nome é como um feitiço suave:
meu coração acelera,
o ar suspende o tempo,
meu peito se enche de você,
e tudo em mim se transforma em felicidade.

A quietude do ser e mente
É um valor que faz refletir
É o silêncio que nos dá poder
De escutar nossa voz e sentir
É sim com calma bem pensar
Fazer o coração se apaziguar
Para o caminho poder seguir.

A virada do ano é simplesmente a mudança de um número e a certeza que vivenciamos mais um ano!
Não precisamos do Ano Novo para renovar esperanças, para recomeçar, mudar, planejar, realizar!!
A cada amanhecer recebemos uma nova oportunidade para faze-lo. Por isso, termine o que precisa ser acabado, deixe partir o que não te pertence,
que continue aquilo que merece estar presente!
Sempre é tempo de renovar a ESPERANÇA!
FELIZ OLHAR NOVO!

Após cruzar um mar de lágrimas
Te encontrei
Em uma ilha de alegrias

A sombra do meu pecado me trai — um vulto que conhece meus passos antes de eu os dar.
Atrai-me para o submundo onde a escuridão tem voz e os nomes se desfazem,
um convite sem luz, uma promessa que cheira a ferro e a lama.
Somos dois náufragos: eu e essa sombra que me habita,
invisíveis aos olhos que ainda acreditam em salvação.
Envolvidos como raízes emaranhadas, presos no pântano do desejo,
onde o tempo apodrece e as horas se tornam moscas.
Caímos sem alarde, amordaçados pela própria culpa,
a boca cheia de terra, o grito reduzido a um eco de ossos.
A decomposição não é só do corpo — é do nome que eu dava às coisas,
do mapa que traçava para me encontrar, agora rasgado e úmido.
Há um frio que não passa, uma sede que não se sacia;
cada passo afunda mais, cada lembrança vira lodo.
E, no entanto, há uma clareira de silêncio dentro desse breu,
um lugar onde a traição aprende a dizer o seu próprio nome.
Não peço perdão — não ainda — porque o perdão exige luz que não trago.
Quero apenas ver, por um instante, a sombra desvelada:
que se revele inteira, sem disfarces, para que eu saiba com quem divido o corpo.
Se a escuridão é casa, que seja ao menos honesta;
se o pântano é prisão, que me mostre a porta que não consigo ver.
E se a decomposição é destino, que me ensine a colher do próprio fim
a semente que, talvez, um dia, resista e floresça na lama.

Assim como a chuva rega a terra seca, sua presença amiga é um bálsamo para a minha alma

⁠Cuidar de quem amamos é um gesto concreto de unidade

⁠No meu jardim os pássaros são livres, comem, cantam, reproduzem dando-nos a lição de que um dos eixos para a liberdade interior é cultivar o bem estar e o bem querer, sem precisar mendigar afeto e aceitação de ninguém.

Um país que taxa livros e isenta arma de fogo está fadado a falência cultural

⁠Difícil momento desse país. Tenho um misto de sentimentos borbulhando dentro de mim: compaixão e revolta!

⁠Novo Ano desponta com as luzes da Esperança de um mundo melhor.
Façamos acontecer!