Amanha Sera um Lindo dia

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A primeira tarefa da adoção de um ciclo de gerenciamento de políticas públicas, é validar a agenda da governança, que não invisibilize problemas existentes e que nasça da legitimidade construída junto a sociedade.
A segunda tarefa é tornar essa agenda a bússola da gestão, agindo com responsabilidade e transparência.

Não se qualifica o sistema democrático, sem melhorar a qualidade da gestão.


E um cultura inovadora não pode prescindir dos postulados essênciais da boa governança.


Os que apenas repetem o passado não inventam novos futuros.

Um dos mais importantes obstáculos a formulação de políticas públicas, parte da premissa necessária de que não existe isenção.
Todos partem de uma visão e é ela que vai basear as escolhas.

O futuro é delírio, o passado sofrimento, o agora é um presente.⁠

Não pense muito, nada vale um desgaste mental, viva e esteja tranquilo com suas escolhas.

Não junte pedras para construir um castelo, plante um jardim e seja livre.

O canto dos pássaros ao entardecer é um espetáculo da natureza o qual não me canso de contemplar.

Alguém vai se lembrar de você, por um bom ou mau momento, mas não deixa de reacender a sensação que você causou.

⁠Um monge uma vez me disse: Há um universo para explorar dentro de sua cabeça.

⁠Há Um eterno espaço entre os espaços.

Para alcançar a plenitude, devemos primeiro alcançar a autoconsciência, entre um e outro encontramos a liberdade.

O universo é uma criação de um conhecimento ainda não compreendido.

O Ser não é capaz de preencher todo um exterior. Ao compreender tal feito, ele se torna pleno e capaz de preencher sua subjetividade.

Nem sempre é necessária a constância, mas sim a permanência, que podemos realizar e eternizar em um ato.⁠

Há um momento delicado em que esquecer o que se sente é a única forma de não esquecer o que se merece.


— Jess.

Do saber de Brené Brown
Vem um verso de poder
Tire a máscara que te deram
E descubra um novo ser
Se o mundo te moldura
Não caia nessa clausura
Pois a coragem é ser você.

A mentira é a acionista majoritária de um mundo profundamente limitado.

Perder a confiança na única pessoa em quem se acreditou não é um rompimento comum. É um luto sem funeral, sem flores, sem testemunhas. Algo morre em silêncio e continua andando dentro de você por dias, às vezes anos. Não é a pessoa que se perde primeiro. É o chão. É a linguagem secreta que existia entre dois corpos. É a ideia de abrigo.

Há uma violência específica nisso: descobrir que o lugar onde você descansava também sabia ferir. Não por descuido, mas por escolha. A confiança, quando cai, não faz barulho. Ela se desfaz como vidro moído no peito. Tudo continua igual por fora. O mundo segue. Mas por dentro algo se reorganiza em estado de alerta permanente. O coração aprende uma nova gramática: amar sem fechar os olhos nunca mais.

O mais cruel não é a quebra. É o depois. É perceber que você ainda ama alguém que já não existe do mesmo jeito. Que a pessoa segue ali, com o mesmo rosto, a mesma voz, os mesmos gestos, mas o pacto invisível foi rompido. E pactos invisíveis, quando quebrados, não se refazem. Podem até ser substituídos por acordos mais frios, mais técnicos, mais seguros. Mas jamais por inocência.

Esse luto não pede vingança. Pede digestão. É um luto adulto, sem espetáculo. Você não chora alto. Você afina. Fica mais silencioso, mais seletivo, mais atento. Aprende que confiança não se concede, se constrói em camadas. Aprende também que quem te traiu não levou apenas algo de você. Levou uma versão tua que não volta mais. E talvez isso seja o que mais dói.

Anaïs Nin diria que crescer dói porque exige abandonar fantasias íntimas. Eu acrescento: perder a confiança em quem era casa é perceber que até os lares podem ruir por dentro antes de cair por fora. E ainda assim, seguimos. Não por força. Por lucidez. Porque viver sem confiar em ninguém é impossível, mas confiar como antes seria uma forma elegante de se abandonar.

No fim, não resta ódio. Resta uma espécie de luto lúcido, quase nobre. A tristeza de quem amou com coragem e pagou o preço. A dignidade de quem não se fecha, mas passa a escolher melhor onde pousa o coração. Porque confiar de novo não é repetir. É reaprender. E isso, apesar de tudo, ainda é uma forma de esperança.

Superar, no fim, é um acordo que você faz consigo mesma: o de continuar sendo, mesmo quando algo ainda dói. É entender que a vida não exige que você esteja inteira para seguir em frente. Exige apenas que você esteja disposta a não desistir de si.

Superação é quase sempre um gesto íntimo.
Ninguém vê o instante exato em que você decide tentar outra vez.
Não existe anúncio, fanfarra, nem testemunha.
Existe apenas um pensamento pequeno — às vezes tão tímido que parece nada — dizendo:
“Eu não quero parar aqui.”

E é assim que a vida continua:
numa escolha calma, repetida muitas vezes, mesmo quando não há garantias.
Superar não é sobre apagar a dor, mas dar a ela um lugar que não te impeça de andar.
É entender que a ferida pode permanecer, mas você também permanece — e cresce.

A superação não costuma vir de coragem heroica, mas de uma paciência profunda consigo mesma.
De aceitar que tropeços fazem parte do caminho,
e que recomeços não diminuem ninguém.

No fim, superar é isso:
perceber que, apesar do peso, você ainda se move.
E que esse movimento, por menor que seja, é digno, verdadeiro, e seu.