Amanha Sera um Lindo dia
Outubro chegou, trazendo consigo um presente de Deus. Que seja um mês de orações atendidas, bênçãos inesperadas e portas abertas. Que a fé nos fortaleça, e a proteção divina nos acompanhe. Que não nos falte gratidão!
A vida é um imenso cardápio e cada decisão é um prato que você escolhe saborear. Não existe escolha errada, apenas experiências que temperam a alma.
Debbie Villela
Já é tarde. Relógio bate como se fosse um tradutor de lembranças vivas que ardem no peito, salvam as mentes, estilhaçam o amor no ponteiro único da saudade.
Debbie Villela
"A obsessão pelo individualismo criou um mundo onde todos têm pressa em vencer, mas ninguém tem tempo para se importar."
O reflexo da lua no corpo é a maturidade chegando, em contorno de um olhar lúcido, parece até beijo, mas é só aconchego mesmo.
Debbie Villela
75 ANOS DO GRUPO DE ESTUDOS ESPÍRITAS FREDERICO FIGNER
UM MARCO DE LUZ — A LUZ PERENE DE NOSSO SENHOR
Há datas que simplesmente passam pelo calendário. Outras atravessam gerações.
75 anos de existência do Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner representam mais do que uma comemoração: constituem um capítulo de continuidade, trabalho e compromisso com o estudo do Espiritismo.
Setenta e cinco anos significam mãos que se sucederam, vozes que ensinaram, consciências que aprenderam, famílias que chegaram, trabalhadores que partiram e outros que permaneceram na vanguarda do serviço.
Ao longo dessa caminhada, muitos contribuíram para que esta fonte não se extinguisse.
E hoje, ao contemplarmos aqueles que atualmente sustentam suas atividades, é justo reconhecer-lhes o esforço, a dedicação e, sobretudo, a responsabilidade de receber uma herança que não lhes pertence individualmente: ela foi construída por muitas mãos e deve continuar servindo a muitos corações.
A imagem da fonte de Jacó nos oferece uma profunda inspiração: a água que dessedenta não existe para ser propriedade de alguém. Ela é oferecida a quem dela necessita.
Assim também é o conhecimento espírita.
E podemos recordar igualmente as redes de Pedro: redes lançadas ao mar para recolher peixes, numa tarefa que exige trabalho, perseverança e discernimento.
Que sejam, portanto, águas benfazejas e redes cuidadosas, capazes de oferecer alimento espiritual sem aprisionar consciências, esclarecendo sem impor, acolhendo sem infantilizar e estudando sem transformar a Doutrina em simples repetição de fórmulas.
Neste aniversário, recordemos também aqueles que trabalharam e ainda trabalham na vanguarda nos dois planos da vida.
Cada qual com suas características, seus limites, suas possibilidades e sua responsabilidade diante da tarefa.
Os que já retornaram à pátria espiritual não deixaram de fazer parte da história. E os que permanecem encarnados recebem agora a responsabilidade de continuar aquilo que outros começaram.
Há uma continuidade invisível no trabalho digno.
Mas essa continuidade somente conserva sua legitimidade quando permanece vinculada aos fundamentos que lhe deram origem.
Por isso, Kardec não pode ser apenas uma referência histórica numa celebração de 75 anos.
Seu trabalho representa uma base de estudo, método, exame racional e compromisso com a coerência doutrinária.
Os fundamentos precisam estar profundamente encrustados na bandeira que se levanta, não como ornamentação, mas como critério de zelo.
Porque uma fonte precisa conservar a qualidade de suas águas.
E uma rede precisa saber o que está recolhendo.
Não basta lançar redes; é necessário conhecer o mar.
Não basta oferecer água; é necessário cuidar da fonte.
Não basta falar em Espiritismo; é necessário estudá-lo, compreendê-lo e vivenciá-lo com responsabilidade.
Felizes aqueles que compreendem isso com humildade.
A vanguarda não significa esquecimento.
Vanguarda não é romper com as bases para parecer moderna.
Vanguarda é avançar sem perder a consciência daquilo que se recebeu.
É olhar para o futuro com os pés firmados no conhecimento adquirido.
É respeitar os que vieram antes sem transformar o passado em imobilidade.
É reconhecer os trabalhadores de ontem, valorizar os de hoje e preparar os de amanhã.
Os grandes construtores da Doutrina não pedem veneração; pedem compreensão.
E aquilo que receberam os primeiros trabalhadores do Espiritismo, aquilo que Kardec examinou, organizou e registrou, não deveria ser tratado como um peso sobre os ombros das novas gerações, mas como instrumento para que elas caminhem com maior lucidez.
75 anos são uma história.
Mas também são uma responsabilidade.
Que o Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner continue sendo fonte de estudo, espaço de fraternidade e campo de trabalho; que suas águas sejam límpidas para os que chegam e suas redes sejam lançadas com discernimento sobre o vasto mar da experiência humana.
Que os encarnados prossigam com humildade.
Que os desencarnados amigos continuem colaborando segundo suas possibilidades.
E que todos, em seus respectivos planos, compreendam que a verdadeira homenagem aos que edificaram esta história não está apenas em recordá-los, mas em zelar pela qualidade daquilo que nos confiaram.
Sob a luz perene de Nosso Senhor Jesus Cristo, que inspira o amor e a transformação moral, e sob a clareza dos fundamentos estabelecidos por Allan Kardec, que estes 75 anos não sejam apenas uma retrospectiva.
Sejam um compromisso renovado com o futuro.
Que a fonte continue aberta.
Que as redes continuem lançadas.
Que os peixes encontrados sejam beneficiados.
E que, depois de nós, outros possam dizer:
“Aqui houve homens e mulheres que compreenderam que servir ao Espiritismo é também cuidar, com humildade, da Doutrina que receberam.”
75 ANOS DE HISTÓRIA.
75 ANOS DE ESTUDO.
75 ANOS DE TRABALHO.
75 ANOS DE LUZ.
GRUPO DE ESTUDOS ESPÍRITAS FREDERICO FIGNER
#75Anos #FredericoFigner #Espiritismo #AllanKardec #JesusCristo
Não Ter Filhos é um ato de Amor Incondicional na qual procura-se Evitar Dor e Sofrimento inerentes as condições impostas pela Vida Humana.
Qual de nós vendo um amigo ferido em um canto sombrio, não o socorre salvando a sua vida? Assim também eu não venho prejudicar um amigo, mas sim salvar a vida.
Princípio de Juan
“A intensidade da perturbação social exercida sobre um indivíduo tende a crescer com o seu grau de repouso, particularmente quando tal perturbação é promovida por agentes femininos externos.”
O brilho de uma pessoa não é um dado natural, mas uma construção simbólica refletida no olhar do outro.
Aldemi E de Matos
A atenção, em sua forma mais genuína, é de facto um ato voluntário e um presente que se oferece livremente, não algo que possa ser imposto ou exigido à força.
Aldemi E de Matos
Vivemos um tempo em que o poder não governa — ele performa; e a política, em vez de servir à verdade, negocia narrativas para sobreviver ao próprio vazio.
Aldemi Escobar de Matos
Nem todo desentendimento precisa ser um fim; algumas podem ser o começo de uma forma melhor de amar.
📚 Um convite para descobrir a poesia do cordel...
Você já imaginou viajar pelo sertão sem sair do lugar?
"Cordel de Primeira Viagem: : estudantes em sua estreia literária pelo sertão encantado da cultura nordestina" reúne produções de estudantes que deram seus primeiros passos na literatura de cordel, revelando criatividade, sensibilidade e um encontro encantador com a riqueza da cultura nordestina.
Cada página celebra a força da palavra, da tradição oral e da imaginação, mostrando que todo grande escritor começa com a coragem de escrever sua primeira história.
Você está convidado a embarcar nessa leitura e a se deixar encantar pelos versos, pelos personagens e pela beleza de um dos mais importantes patrimônios da cultura brasileira.
Boa leitura!
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📖 Um convite para ler...
Há livros que contam histórias. Outros despertam novos olhares para a vida.
"Fábulas para se ler além da escola" nasceu do desejo de mostrar que a literatura não pertence apenas à sala de aula. Ela mora nas conversas em família, nas descobertas das crianças, nos momentos de imaginação e nas reflexões que levamos para toda a vida.
Embarque nessa leitura, compartilhar essas fábulas com quem ama e permitir que cada página desperte valores, sensibilidade e o encantamento pelas palavras.
O livro está disponível gratuitamente para download em:
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Que esta leitura ultrapasse os muros da escola e encontre lugar no coração de cada leitor.
A Religião Cósmica do Amor e da Verdade
Aproxima-se o momento.
Não um momento marcado por relógios ou calendários, mas um momento escrito nas entranhas do universo, soprado pelo Espírito que paira sobre toda a criação. A humanidade caminha, ainda que tropeçando, em direção a uma nova consciência: a religião cósmica do amor e da verdade.
Não será uma religião de templos de pedra, mas de corações vivos.
Não será uma religião de dogmas que separam, mas de verdades que unem.
Não será uma religião de ritos exteriores, mas de transformação interior.
A religião cósmica do amor e da verdade.
Ela não pertence a uma nação, a um povo, a uma tradição. Ela pertence ao universo inteiro. Ela fala a linguagem das estrelas e o sussurro do vento. Ela se revela no silêncio da alma e no grito da consciência desperta. Ela não exige que abandonemos nossas heranças, mas que as transcendamos, elevando-as àquilo que é essencial: o amor que edifica e a verdade que liberta.
Os seres humanos terão compromisso com a sabedoria, com a verdade e com o amor.
A sabedoria, que não é acúmulo de conhecimento, mas a arte de discernir o que é eterno no que é passageiro. A sabedoria que nos ensina a calar quando a palavra fere, e a falar quando o silêncio oprime. A sabedoria que nos faz buscar Deus não apenas nos livros, mas nos rostos, nas dores, nas alegrias e nos mistérios da existência.
A verdade, que não é uma arma para vencer debates, mas uma luz para iluminar caminhos. A verdade que não humilha, mas liberta. A verdade que não divide, mas revela a unidade profunda de toda a criação. A verdade que nos faz reconhecer que somos todos filhos do mesmo mistério, irmãos na mesma jornada, herdeiros da mesma esperança.
E o amor, que é o princípio e o fim de tudo. O amor que não é sentimento passageiro, mas força cósmica que move o sol e as estrelas, que sustenta o átomo e o infinito. O amor que nos faz ver Deus no outro, especialmente no mais pequeno, no mais pobre, no mais esquecido. O amor que é a própria essência de Deus, pois "Deus é amor" (1 João 4:8), e quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele.
E essa será a sua prática religiosa e espiritual.
Não haverá necessidade de grandes rituais, embora cada gesto de bondade seja um sacramento. Não haverá necessidade de grandes discursos, embora cada palavra de verdade seja uma prece. Não haverá necessidade de grandes templos, embora cada coração sincero seja um altar.
A prática será o cotidiano transformado em oração.
O trabalho feito com integridade será a liturgia.
O cuidado com o próximo será a penitência e a celebração.
A busca incansável pela verdade será o caminho.
E o amor derramado sem medida será a recompensa.
Nessa religião cósmica, a fé não será cega, mas verá além das aparências.
A esperança não será ilusão, mas certeza do que não se vê.
E o amor não será palavra vã, mas a própria respiração da alma.
Aproxima-se o momento.
E quando esse momento chegar, não haverá mais separação entre o sagrado e o profano, entre o céu e a terra, entre o homem e Deus. Tudo será um. Tudo será amor. Tudo será verdade. Tudo será sabedoria.
Porque a religião cósmica do amor e da verdade não é uma invenção humana — é o próprio coração de Deus pulsando na história, chamando a humanidade de volta à sua origem e ao seu destino.
Os seres humanos terão compromisso com a sabedoria, com a verdade e com o amor.
E essa será a sua prática religiosa e espiritual.
Que assim seja. E que comece agora, em cada um de nós.
Um sentimento não expressado no momento certo,
arrependimento para uma eternidade.
Uma partida repentina e eterna,
sem aviso, deixando
a amarga sensação da oportunidade perdida.
Dois carros, uma batida.
O adeus não existiu.
Meu Querido Sobrinho,
Passei a semana a pensar em ti,
como quem guarda um encontro
antes mesmo de ele acontecer.
E quando chegou o dia,
fui trabalhar,
não porque quisesse estar longe,
mas porque, às vezes,
é preciso ocupar as mãos,
quando o coração não sabe,
onde pousar.
Fui trabalhar para me distrair,
mas levei-te comigo.
Há coisas que queremos
e não podemos viver ainda.
Há portas que o tempo mantém fechadas,
não por falta de vontade,
mas porque ainda não chegou,
a hora de as abrir.
Eu nunca soube pertencer a ninguém,
nem quis ser dono de ninguém.
Talvez seja essa a minha maior dificuldade:
amar sem possuir;
esperar sem prender,
ficar sem exigir.
E se o tempo passar,
se os dias se transformarem em anos,
e quando finalmente puderes escolher
o caminho que queres seguir,
...eu estarei aqui.
Não para cobrar a espera,
não para reclamar o tempo perdido,
nem para dizer que me devias alguma coisa.
Apenas para te dizer:
...eu esperei.
Porque antes não foi possível.
E há esperas que não são promessas,
são apenas uma forma silenciosa
de dizer a alguém:
quando puderes escolher por ti,
se ainda quiseres encontrar-me,
eu estarei aqui.
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