Amanha Sera um Lindo dia

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Mote: Quando o justo governa alegra o povo. Mas, se o ímpio domina traz tristeza.

Um país que é justo no agir
É uma quase quimera nesse mundo.
Confusão, injustiça e caos profundo
São os pontos mais fortes por aqui.
São Palavras jogadas, sem cumprir
As promessas não passam de fineza
E o povo padece com clareza
Não avista opção nem sangue novo
Quando o justo governa alegra o povo
Mas se o ímpio domina traz tristeza
Desespero é uma realidade
Que o povo encontra quando vê
Que não tem a ninguém pra recorrer
Que não tem influentes na cidade
Mas quem tem o poder tem a vaidade
De mostrar seu domínio sem fraqueza
Esmagando os mais fracos sobre a mesa
Dá banquete e rir fazendo pouco
Quando o justo governa alegra o povo
mas se o ímpio domina traz tristeza.
Todo ser que trabalha ele quer vê
Seu sustento no fim do mês sair
Ele tem compromissos a cumprir
É um justo e trabalha pra viver
Mas se algo maior acontecer
E ao invés de salário ter despesa
Tem sua vida numa grande correnteza
E de tanto falar vai ficar rouco
Quando o justo governa alegra o povo
Mas se o ímpio domina traz tristeza
Se o mundo parar de desandar
E o comando for meio só pro bem
Os países vão caminhar além
Tendo um bom porta-voz pra ajudar
Eu almejo um dia encontrar
Esse bom portador que faça e veja
Que o povo precisa de presteza
E a história precisa de um renovo
Quando o justo governa alegra o povo
Mas se o ímpio domina traz tristeza.

(23/09/2015)

Política é um barril de laranja podres e religião é onde se faz imbecilização para política também. Eles são como dois cães no CIO que gostam de copularem em púlpitos.

“Já dei o sangue pra um objetivo e alcançei um sucesso que não era meu! Imagine do que sou capaz quando for minha vez de provar o meu verdadeiro valor!”

Admitir um defeito já é uma qualidade, assim como ostentar uma qualidade torna-se um defeito.


12/04/26

Um causo financeiro 💸


Ela tinha apenas 13 aninhos e precisava pagar uma conta na escola, eram algumas rifas da festa junina. 😳


Comentou com uma pessoa a respeito e a mesma disse que poderia emprestar o dinheiro, mas a conta não foi paga no período determinado. 😬


O tempo foi passando e aquela dívida nunca foi esquecida pela devedora. 🫣


Mais de 30 anos depois ela fez alguns cálculos, comparou o valor da época ao salário mínimo atual e chegou ao total de 50,00. ✅


Mandou entregar o dinheiro para a pessoa e somente depois explicou: "Esse dinheiro é o pagamento daquele empréstimo que fiz trinta anos atrás." 😌


"Como assim? Eu não lembro!" - A pessoa respondeu. 🤔


"Mas eu nunca esqueci." - A pagadora respondeu. 🤫


A duas riram muito depois. 😆


Obs.: Aquela menina de 13 anos era eu, e depois daquele dia dormi mais tranquila. (Kkkkkkkk)


Conclusão: Nunca é tarde para pagar uma conta. 🤣


Quem é a pessoa que recebeu o dinheiro? Ela existe?
Simmmm.


27/05/26

A beleza física é apenas um detalhe do corpo humano que temporariamente ilude as pessoas.


09/06/26

E no final somos apenas um amontoado de células que vivem produzindo reações químicas para eliminar toxinas de estresse e poluição, acreditando ingenuamente que são superiores aos outros aglomerados, os quais estão na mesma luta diária.


23/06/26

Cansei de andar pela vida,
Buscando um lugar distante de mim,
Cansei de andar esquecido,
Sem notar que havia um jardim na esquina.
De repente os meus olhos perceberam os acenos,
De repente o mundo parecia pequeno...
Descobri me perdendo que eu estava distante,
Não porque me faltava,
Mas porque eu procurava
Afastando os meus passos
Dos que já me encontravam....

AFETO PESSOAL
Meus olhos que guardam marés, deito o corpo, mas não descanso a história. Levo um brilho úmido no olhar, de quem já chorou rios e ainda assim cultiva fontes. Tenho um rosto que é território sagrado, mapa de lutas silenciosas, de noites longas e amanheceres insistentes. Cada fio deste meu grisalho é um tempo que não se rendeu, é memória viva que se recusa a ser apagada. Tenho uma boca firme, carrego palavras que o mundo ainda precisa escutar. E mesmo no cansaço, há em mim uma força ancestral que não se curva, que não se cala, que não se perde. Sou uma mulher com existir poesia, dessas que não se escrevem, se atravessam. Eu sou Eli Odara Theodoro

Procuro um jeito de explicar


Minha mente fica em silêncio
quando eu tento falar de você,
as palavras chegam tão perto,
mas não conseguem dizer.


Eu penso em mil maneiras,
procuro um jeito de explicar,
mas tudo que sinto aqui dentro
é grande demais pra caber no falar.


Talvez eu não saiba escrever
aquilo que você faz nascer,
porque tem sentimentos tão bonitos
que nenhuma frase consegue descrever.


E eu tento, verso por verso,
juntar palavras pra te alcançar,
mas quanto mais eu tento explicar,
mais vontade eu tenho de te abraçar.


Então talvez seja esse o segredo:
você não foi feita pra explicar.
Foi feita pra ser sentida,
daquelas pessoas que a gente encontra
e simplesmente não consegue esquecer.


Se a poesia se perde quando fala de você,
talvez seja porque, dessa vez,
meu coração escreveu primeiro
e minhas palavras chegaram depois.

O Silêncio de um Coração Covarde


Eu tenho um coração covarde, que só sabe amar em silêncio. Quase tudo o que senti por alguém, guardei para mim, como se conviver com a eterna dúvida de “Em algum lugar do seu coração, haveria sequer uma faísca de amor por mim?” fosse melhor do que arriscar ouvir que o meu amor jamais poderia ser correspondido.


Talvez eu esteja fadada a esse destino: amar justamente aqueles que não conseguem retribuir o que sinto. E eu não estou sendo dramática dessa vez, eu juro. É que, de alguma forma, eu sempre acabo no meio de duas pessoas que se amam. E eu sou a coadjuvante invisível que queria ser capaz de mudar seu destino. Pensando bem.. A culpa é inteiramente minha. Nunca tive a capacidade de olhar para a própria história e tentar reescrevê-la. Eu nunca tenho coragem suficiente para mostrar o que sinto. Por ninguém. E, por você, menos ainda.


E então, foi assim que eu aprendi a me contentar com tão pouco. Com estar por perto, ouvir sua voz, dividir pequenos momentos que, para você, talvez sejam apenas amigáveis, mas para mim, são como lenha para o meu coração. Às vezes, em meio à euforia, eu me fecho. Minha expressão muda quando volto à realidade e percebo que seu olhar está brilhando, mas não é em minha direção.


Mas apesar dessa dor, ainda prefiro ouvir você dizer que o ama enquanto me sufoco com os meus próprios sentimentos, a sentir sua voz se tornar cada vez mais rara depois que eu me afastar, por não suportar a dor de amar sem ser correspondida. Não me julgue, por favor, é o melhor que posso fazer por agora…


Até algum tempo atrás, isso era suportável. Quando eu percebia que estava desempenhando novamente o papel de coadjuvante, apenas colocava meus dois fones de ouvido no máximo e reproduzia 'Heather' do Conan Gray. Cuja letra se encaixava tão perfeitamente à situação que parecia a trilha sonora de uma cena da minha "história". Quando eu chegava em casa, assistia a 'A Noiva Cadáver', filme que acabou se tornando o meu favorito. Principalmente porque, para me igualar ainda mais à Emily, eu só precisava estar morta.


Isso era tudo que eu fazia, e ainda faço: tentava me consolar através de músicas e filmes que eu me identificava. Derramo algumas lágrimas de vez em quando. Questiono o que há de errado comigo mesma ─ “O que falta em mim?”. E então guardo tudo outra vez. Guardo, guardo e guardo, sem cogitar que um dia atingiria o meu limite.


Agora, pela primeira vez, os meus sentimentos parecem grandes demais para continuarem escondidos aqui dentro. São tão espaçosos que sinto que, qualquer dia desses, vou me afogar neles. Quando estou ao seu lado, eles quase transbordam. Um gesto protetivo seu, uma palavra bonita, um olhar demorado, e todas as borboletas parecem se mover dentro de mim, procurando uma saída.


E, mesmo assim, eu continuo neutra. Sendo a pessoa com quem você pode desabafar sobre suas decepções amorosas, enquanto me contorço para não dizer que eu poderia te oferecer o dobro do amor que você tanto deseja. Porque esse coração covarde, que aprendeu a amar em silêncio, ainda acredita que é melhor sufocar com o próprio amor do que correr o risco de perdê-lo.


É assim que me sinto.


━ Yasmin Goulart

Independente de muito ou pouco, sempre haverá um invejoso!

“Independência ou morte: preservar a própria essência também é um ato de liberdade.” - Leonardo Azevedo.

Trocam o amor de quem cuida pela migalha de atenção de um famoso que só sabe humilhar e cuspir na cara de quem apoia.

⁠O mundo inteiro é um teatro, quem adquire o conhecimento e permanece preso em uma gaiola é um louco sonhador.

Para iniciar um novo caminho, é preciso desprender os olhos da realidade que nos aprisiona e enxergar além das fronteiras do que conhecemos. A vida não concede novos horizontes àqueles que permanecem imóveis nas trincheiras do medo; é preciso abandonar o lugar onde fomos feridos para descobrir aquilo que ainda podemos ser.


Josiel V. Henrique

Diante do abismo, a verdade torna-se apenas um sussurro para aquele que escolheu a cegueira; pois nenhuma luz pode conduzir quem fez da própria escuridão uma escolha, e nenhum conhecimento desperta aquele que voluntariamente renunciou à consciência.

Quando alguém disser “obrigado”, responda: “Foi um prazer!”

Quando o Ser se Torna Silêncio


Chega um ponto em que o barulho do mundo já não faz sentido.

Tudo começa a soar igual, pesado, distante.

Então vem o cansaço, e junto dele a vontade de parar, respirar e simplesmente existir por um instante sem ter que provar nada.

É nessa pausa que algo em nós desperta.

Não é um pensamento novo, é uma lembrança antiga — a de que estar vivo é, antes de tudo, sentir.



Quando o som lá fora se apaga, a gente começa a ouvir o que sempre esteve dentro.

Sem pressa, sem pressão, as coisas se ajeitam.

A vida mostra que o que realmente importa nunca esteve perdido, só coberto pelo ruído das urgências que criamos.



O poder que ignora limites termina por destruir quem o usa.

O saber que se recusa a duvidar acaba se fechando em si mesmo.

E o amor que quer prender o outro se transforma em controle.

Nada que nasce do medo dura.

O que é leve atravessa o tempo, o que é sincero permanece.



A sabedoria não chega por esforço, ela aparece quando paramos de lutar contra a vida.

Ela vem no silêncio, quando o coração entende o que a razão não alcança.

Não é algo que se aprende, é algo que se reconhece — um saber que já estava ali, esperando calma para se revelar.



Às vezes, tudo desaba.

E a gente acha que acabou.

Mas não acabou.

Foi só o jeito da vida mostrar que há outro caminho.

O caos não vem punir, vem mudar o rumo.

A queda não é derrota, é movimento.



A gente vive entre o sentir e o compreender.

Entre o que o mundo mostra e o que o coração traduz.

Quando o olhar se acalma, o mundo muda de cor.

Quando o gesto é honesto, o tempo parece mais gentil.

Ser forte não é resistir a tudo, é saber entender quando é hora de soltar.

E quem continua bom mesmo depois de se ferir já entendeu o que é amar de verdade.



Não é preciso prometer nada nem planejar demais.

O agora basta.

Quem está inteiro no presente não teme o que vem.

Porque tudo o que muda, muda para ensinar.

O futuro não depende de crença, depende de consciência.

De gente que saiba ouvir antes de reagir, sentir antes de julgar, viver antes de explicar.



Quando o ser se torna simples, o mundo fica mais claro.

Nada precisa ser vencido quando é compreendido.

Tudo o que buscavas sempre esteve aí,

esperando o momento em que parasses de correr.

A sabedoria não é conquista, é retorno.

E o silêncio — esse mesmo que agora te abraça —

é o lugar de onde nunca saíste.

🌅 O Passado é Só uma Referência

O passado é apenas uma referência, nunca um destino.

Olhe para fora por um instante, como eu faço quando a cabeça pesa muito. Não para fugir de si, mas para lembrar que a vida continua existindo mesmo quando tudo dentro de você parece paralisado.
O vento não pergunta quem sofreu mais.
O amanhecer não escolhe sobre qual janela nascer.
A chuva não faz distinção entre quem venceu e quem perdeu.

O mundo segue.
Sempre seguiu.
E continuará seguindo.

À primeira vista, isso pode parecer cruel. Confesso que já achei isso muito frio, mas depois de algum tempo, você percebe que é justamente essa indiferença que torna a liberdade possível.
A vida não exige que você permaneça onde caiu.
Também não promete levantá-lo.
Ela apenas continua, oferecendo, a cada manhã, a mesma pergunta silenciosa: e agora?

Você pode passar anos respondendo com desculpas.
Ou pode começar a responder com passos.

Há dores que ninguém escolhe. Há perdas que deixam marcas tão profundas que jamais desaparecem completamente — eu sei bem como é isso. Negar isso seria desrespeitar a própria condição humana.
Mas existe um momento em que a dor deixa de ser uma ferida e passa a ser um endereço, quando paramos de carregar o sofrimento e começamos a morar dentro dele.

O sofrimento tem valor.
Mais do que imaginamos.

Ele quebra ilusões, desfaz arrogâncias, ensina limites e, muitas vezes, revela forças que jamais descobriríamos vivendo apenas dias tranquilos.
O sofrimento pode ser um mestre extraordinário, mas é um péssimo lugar para construir uma casa.

Porque todo mestre veio para ser superado.
Nunca idolatrado.

Há um perigo silencioso que quase ninguém percebe: depois de muito tempo sofrendo, a dor começa a oferecer pequenas recompensas.
Ela atrai compaixão.
Justifica adiamentos.
Explica fracassos.
Diminui expectativas.
E, pouco a pouco, sem perceber, deixamos de buscar liberdade e passamos a aceitar a esmola da autopiedade.

E toda esmola cobra um preço.
Ela alimenta por alguns instantes, mas enfraquece quem vive dela.

A autopiedade faz exatamente isso, oferece conforto imediato, enquanto rouba, lentamente, a coragem de transformar a própria história.
É um alimento que nunca fortalece; apenas prolonga a fome.

Olhe novamente para dentro de si.
Quantas vezes você voltou ao passado procurando respostas que ele já não podia oferecer?
Quantas noites conversou com fantasmas esperando ouvir deles alguma palavra diferente?
Memórias podem ensinar, mas nunca poderão viver por você.
O ontem não possui braços para construir o amanhã.

O passado é um arquivo, não uma residência.
É uma biblioteca onde se consulta a experiência, não um quarto onde se passa o resto da vida.

Talvez você tenha sido ferido por pessoas que nunca pediram perdão.
Talvez tenha perdido oportunidades que jamais voltarão.
Talvez carregue cicatrizes que ninguém consegue enxergar.
Tudo isso pode ser verdadeiro.

Mas há uma pergunta que continua esperando resposta:
o que você fará com tudo isso?

Essa é a única pergunta que realmente importa.
Não porque apague o que aconteceu, mas porque devolve a você aquilo que nenhuma tragédia consegue tirar definitivamente: a capacidade de escolher o próximo passo.

Há uma diferença imensa entre honrar uma cicatriz e viver ajoelhado diante dela.
A cicatriz é memória da cura.
A ferida aberta é apenas um pedido para que algo ainda seja cuidado.
Confundir uma com a outra é transformar a própria história em prisão.

Por isso, silencie o fantasma que insiste em dizer que nada mudará.
Ele conhece apenas o que já aconteceu.
Não sabe quem você ainda pode se tornar.
Memórias não fazem profecias, apenas repetem lembranças.

Respire fundo, como se estivesse soltando um ar que segurava há muito tempo.
Demore um pouco nesse silêncio.
Perceba que, apesar de tudo, seu coração continua batendo.
Existe vida onde você imaginava haver apenas ruínas.
Existe futuro escondido exatamente atrás da porta que o medo insiste em manter fechada.

Levantar-se não significa esquecer.
Significa seguir.
Perdoar não significa aprovar.
Significa parar de carregar um peso que já não muda o passado.
Recomeçar não significa negar a dor.
Significa reconhecer que ela cumpriu o que tinha para ensinar.

Quando a poeira finalmente baixa, você descobre algo curioso: o vazio que tanto temia nunca foi ausência, era espaço.
Espaço para reconstruir valores, relações, sonhos e a própria identidade sem as correntes do ontem.

A vida não lhe deve respostas.
Também não lhe deve compensações.
Mas continua oferecendo, todos os dias, uma possibilidade que vale mais do que qualquer explicação: um novo começo.

A história ainda não terminou.
O passado escreveu capítulos importantes, alguns belos, outros dolorosos.
Mas ele nunca recebeu o direito de escrever o final.

Esse privilégio permanece, desde o primeiro dia, nas suas mãos.