Amanha Sera um Lindo dia

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Precisou Alguém Morrer !


Precisou Alguém Morrer,
para dá um fim ao Look Down;
se fosse a morte desse cabra,
nós ainda, estaríamos muito mal.


Confinados em suas casas,
sem saber para onde ir;
muitos ficaram deprimidos,
e outros vieram a sucumbir.


Mas, os gritos de um soldado;
Da Polícia Militar, do Estado da Bahia;
fez o Look Down, parar.


Foi no Farol da Barra,
onde tudo aconteceu:
Que o pobre do soldado,
cravados de cartuchos, ele morreu.




ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA
TONNY SOUZZA

Uma mão estendida é um afago da alma.

Qual é a motivação que vai te levantar hoje? É um sonho/objetivo? É aquele alguém especial? É a vontade de ser diferente? Seja lá o que for, agarre-se a essa força e faça desse dia o melhor de sua vida em termos de determinação, coragem e otimismo.
Resgate dentro de si aquela criança que você foi um dia, que vestia um manto imaginário e se tornava um super herói. Que 5 minutos depois se tornava um astronauta ou um guerreiro, que travava as maiores batalhas sem teme-las e sem preguiça de se reinventar. Seja aquela criança que não se envergonhava de suas fraquezas e que apesar das quedas e lágrimas, sempre se levantava e continuava a luta.
Ao longo de nossas vidas, nos tornamos adultos demais e acabamos, a cada tombo, valorizando mais a queda em si e as cicatrizes deixadas por ela do que nossa capacidade de levantar todas as vezes e seguir.
Quando isso acontece, é hora de despertar aquela criança que acreditava ser capaz de tudo! Por isso, abra seu coração, busque dentro dele essa pessoinha especial e tente resgatar o que de melhor existia dentro dela: a autoconfiança, a pureza, a infinidade de sonhos e a vontade incessante de se levantar e recomeçar a "brincadeira" após cada queda

Sou um misto de vendaval e brisa fresca. Em alguns momentos, me permito flutuar levemente entre a paisagem dos meus dias, em outros, me permite ser invadida por furações insanos que me atormentam o juízo, que me roubam a paz e me tiram o sorriso.
As vezes, me permito viver todas as estações do ano em um único dia. Em outros momentos, custo a me permitir experimentar uma única estação.
Sou assim, um misto de alegria e amargura; de encanto e desencanto; de felicidade e tristeza. Mas a única coisa que não me permito, em nenhuma hipótese, é deixar de ser intensa! É deixar de ser pura emoção e, sobretudo, pura verdade e doação.

Sou um misto de vendaval e brisa fresca. Em alguns momentos, me permito flutuar levemente entre a paisagem dos meus dias cinzentos, em outros, me sinto invadida por furações insanos que me atormentam o juízo, que me roubam a paz e me tiram o sorriso.
As vezes, me permito viver todas as estações do ano em um único dia. Outras vezes, custo a experimentar as sensações de uma única estação.
Sou assim, um misto de alegria e amargura; de encanto e desencanto; de felicidade e tristeza. Sou um misto de força e de fraqueza; um misto de calor, de amor e de frieza. Dentre tantas situações que me permito diariamente, algumas não consigo permitir, enquanto eu existir... Não me permito, em nenhuma hipótese, deixar de ser intensa! Não me permito deixar de ter franqueza. Não permito que me venham com dúvida, quando o que eu quero é somente certeza. Não permito que me trate com frieza, quem todos os dias tratei com delicadeza.
Sou assim, sou isso, sou esse misto.

Ei?? O que se passa nessa cabecinha? Porque esse turbilhão todo? Shiiiiii...
Aquiete-se um pouquinho, não deixe essa ansiedade toda tomar conta de você. Silencie-se por um momento... Raciocine calmamente.
O mundo não foi construído em um único dia e o "seu mundo", esse seu "projeto", também não será. Seria exigir demais, seria fácil demais, você não acha? E, normalmente, tudo o que se recebe facilmente, não valorizado como deve ser.
Invés de se atormentar tanto querendo que as coisas aconteçam num piscar de olhos, esperando que milagres aconteçam e de esperar que circunstâncias externas façam o que somente você pode fazer; faça planos concretos, estabeleça metas possíveis. Se comprometa a fazer o que você sabe que precisa ser feito e que, por algum motivo, foi adiando, foi deixando de fazer. Viva um dia de cada vez, mas busque fazê-los valer a pena. Chegue ao fim de cada dia sentindo-se plenamente satisfeito por ter feito o melhor que podia fazer.
Tenha orgulho de si, de ter iniciado e de estar continuando essa sua trajetória. Sinta-se o suficiente para si, seja o melhor que puder para si, seja carinhoso, amável, compreensivo e tolerante consigo mesmo (como é com os outros). E, pra hoje, não espere ESTAR feliz, SEJA FELIZ! Faça acontecer, o que depender só de você.

Escrever é dar asas aos pensamentos e colocar as emoções em um vôo fantástico chamado liberdade.

Meu corpo é um templo e suas paredes estão repletas de cores, decoradas com incríveis artes"l

Se até um sapato de numeração diferente da sua é capaz de te machucar, imagine esse relacionamento. Não adianta tentar caber em algo que não foi feito para ti. Cedo ou tarde, ou te machuca demais, ou te deixa na mão.

Cheguei em um nível na vida que não compro brigas de ninguém. As brigas que chegam até mim, vem de graça. Logo, não pagarei por briga de outros.
Eu que lute por mim e cada um que lute por si.

Saber que tudo que acontece dentro de nós é de nossa exclusiva responsabilidade, é um dos maiores exemplos de que o simples pode ser complexo também.

⁠Tudo nessa vida é composto por CICLOS. Há um tempo para o nascer, para o desenvolver/crescer/evoluir e para o terminar. Há também os RENASCIMENTOS (particularmente, acredito muito na força deles, afinal, eles costumam carregar em sua essência um vigor incrivelmente restaurador).
Quais ciclos você tem impedido de deixar nascer, de deixar crescer ou, simplesmente, de deixar "morrer"?
Já pensou sobre isso? Já pensou em fazer algo a respeito?
As vezes, muitas vezes, é nos fins que estão os mais divinos renascimentos. Outras vezes, é nas continuidades forçadas, teimosas, que está o fim.
Ter serenidade e sabedoria para respeitar, compreender, acolher, agradecer e deixar que os ciclos sigam seu curso natural, é fundamental para nossa própria existência, para nossa sobrevivência diante de cada situação.

E quando a gente finalmente compreende isso, fica mais simples, mais leve entender nossa real missão por aqui. E os caminhos certos a seguir, simplesmente começam a surgir.

NÃO É QUE EU NÃO QUEIRA UM AMOR. EU SÓ NÃO QUERO UM AMOR QUALQUER!

⁠Eu só não quero viver em constante desalinho, desequilíbrio ou me perder de mim (de novo). Não quero uma relação onde eu viva sem paz ou em competição desenfreada. Isso eu já vivi e garanto, não vale a pena!
Não quero um romance igual ao das telas de cinema. Quero alguém que ao menos deseje ficar e que lute por isso. Quero alguém que ao menos preencha os requisitos mínimos do meu coração. E que fique claro, isso não é uma espécie de entrevista de emprego. Nada disso!
É que meu coração é muito valioso. Dele depende minha vida. E ele já foi muito machucado, quebrado em pedacinhos. Tenho certeza que ele não resistiria a mais uma decepção. Não é que ele pare de bater, mas existe o risco iminente de que, depois de tantos trincados, eu tenha que recuperá-lo, remendá-lo. E com tantas camadas de "cola", talvez ele se torne duro demais ou tão sensível que eu tenha que colocá-lo em uma caixinha blindada, trancado à sete chaves e as tenha que jogar fora, uma a uma.
É por isso que cuido dele e toda essa fragilidade que nele habita. Ele é um tesouro. O meu tesouro! Mas, saiba, se você chegar de mansinho, com jeito e com uma boa dose de intensidade e se for um parceiro leal, terá o melhor de mim. Terá tudo!
Mas para dar o melhor de mim eu preciso que você saiba: eu não quero um amor qualquer, eu quero UM AMOR. Um amor que some, que multiplique, que chegue e que fique!

Enquanto alguns formulam teorias e suposições, achando que tudo é um plano contra si, eu, simplesmente, trabalho.
E assim, sigo escrevendo a cada dia mais uma página da MINHA vida."

Às vezes é preciso se afastar de tudo para existir de novo.

Sempre que a sua alma gritar por um tempo de pausa, por um recuo estratégico para existir de novo em sua essência, não hesite. Não se negue este intervalo sagrado!

O mundo, com toda a sua pressa e urgência fabricada, continuará a girar. Estará aqui em um mês, dois meses ou até um ano. A vida não se desfaz por sua ausência temporária.
Já você, talvez não tenha esse tempo
para viver se deixando para depois.
E embora o peso das responsabilidades insista em sussurrar: "E as pendências? O caos que exige forma?"
Lembre-se: você é maior que as suas preocupações. Não se afogue nesse mar de ansiedade.

Se a situação for daquelas que têm solução, a resposta – o Caminho – encontrará você no tempo certo, com a clareza que só o seu retorno a si mesma pode oferecer.
Primeiro, a sua paz. Depois, a ordem externa.

Às vezes, a demora em realizar um sonho em nossas vidas, é Deus organizando todas as bênçãos.

A simplicidade tem um encanto que o luxo não alcança

A herança crua de um toque que corta sem lâmina,
instala seu frio nas dobras da alma e chama isso de casa.
Amor sem nome, aprendido no avesso. Ardor confundido com abrigo,
pressão travestida de cuidado,
silêncio pesado chamado de paz.
E então derrama,
em gotas quase invisíveis,
aquela mesma ferrugem que um dia bebeu. Inteiros são partidos em estilhaços mansos,
feridas plantadas como quem oferece flores tortas, e quem recebe nem sempre entende, só sente o desalinho.
Mas pra quem carrega, é lógica, é caminho, é o único idioma que respira.
Até que um instante rasga o véu do costume,
um espelho sem anestesia,
um cansaço que grita baixo.
E vê.
Não era amor, era eco.
Não era cuidado era defesa com gosto antigo.
E no susto da lucidez,
começa o desvio do próprio rastro:
mão contida antes do corte,
palavra filtrada antes da queda,
impulso domado na beira do abismo cotidiano.
Troca-se a migalha densa do caos
por gestos ainda frágeis de inteireza.
E onde antes rastejava a repetição cega,
ergue-se, hesitante,
um novo jeito de existir que não fere pra sentir.

Eu tive um amigo na infância. Nossa diferença de idade era de apenas oito meses. Fomos criados juntos, compartilhamos as mesmas ruas, as mesmas descobertas e conhecíamos a essência um do outro de uma forma que só a inocência da infância permite.

Na adolescência, nossos caminhos começaram a se separar. Ele se mudou para outro bairro, depois para outra cidade e, mais tarde, para outro país. Ainda mantínhamos um contato esporádico, insuficiente para que soubéssemos o que realmente acontecia na vida um do outro. Hoje, sequer me lembro da última vez em que nos vimos. Não lembro da última conversa, do último assunto, nem se nos despedimos da maneira que duas pessoas deveriam se despedir quando não sabem que aquele será o último adeus.

Há pouco mais de um ano, recebi a notícia de sua morte. Um tumor maligno no cérebro o levou depressa demais. Não houve tempo para uma ligação, uma mensagem ou algumas palavras que, talvez, pudessem confortar seu coração. Ou talvez fossem apenas para aliviar o meu.

Curiosamente, a dor não chegou naquele dia. Ela veio muito depois.

Foi só com o passar do tempo que compreendi o verdadeiro peso daquela perda. Entendi que nunca sabemos quando será a última vez que veremos alguém que fez parte daquilo que somos. Nunca sabemos qual abraço será o derradeiro, qual conversa ficará inacabada ou qual silêncio será definitivo.

É estranho perceber que uma vida inteira pode terminar sem que tenhamos a chance de dizer tudo o que ficou guardado.

Desde então, passei a enxergar a existência de outra forma. Somos absurdamente frágeis. Fazemos planos como se o amanhã nos pertencesse, adiamos palavras como se sempre houvesse outra oportunidade e nos afastamos acreditando que o tempo nos esperará pacientemente.

Mas ele nunca espera.

A vida é cruel. Não apenas porque nos tira as pessoas que amamos, mas porque quase nunca nos avisa quando está prestes a fazê-lo.

Já pesquei em muitos lugares,
rios, lagoas e mares,
mas peixe mesmo, um bocado
peguei somente em supermercado
ainda assim não desisto
continuo a praticar
amanhã bem cedo
saio novamente para pescar...