Amam mais não sabem Amar

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O Funeral do Sentimento.
A doença não é do corpo é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.

Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A MULHER QUE TOCAVA ESTRELAS COM A ALMA.

Numa manhã fria de março de 1857, na cidade escocesa de Dundee, nasceu Williamina Paton Stevens Fleming — uma menina que, ainda antes de conhecer o céu, já carregava as estrelas dentro de si.

Aos 14 anos, já era professora.
Mais tarde, foi abandonada grávida pelo marido ao chegar aos EUA.
Sem opções, tornou-se empregada doméstica…
…na casa do diretor do Observatório de Harvard.

Frustrado com seus assistentes homens, ele disse:

“Minha criada escocesa faria um trabalho melhor que todos vocês.”
E fez.

Em 1881, Williamina trocou o avental pelas lentes astronômicas.
Sem diploma. Sem cátedra.
Mas com a mente brilhante e a alma determinada.

Foi pioneira entre as “Computadores de Harvard”, um grupo de mulheres que — nos bastidores da ciência — traçou os mapas do céu com os próprios olhos.

*Ela catalogou mais de 10.000 estrelas.
*Descobriu 10 novas.
*Identificou 59 nebulosas e mais de 300 estrelas variáveis.
*Criou o sistema de classificação estelar ainda usado hoje.

Num universo dominado por homens, ela se tornou a primeira mulher membro honorário da Real Sociedade Astronômica.

Williamina não apenas estudou as estrelas.
Ela se tornou uma.

Inspiração que atravessa séculos

Mesmo invisível aos olhos de seu tempo, ela redesenhou o céu.
E nos ensinou que é possível renascer das cinzas,
brilhar no silêncio,
e escrever a própria constelação — com coragem.

“Quando você sentir que está à margem da história, lembre-se: até as constelações só se formam depois de noites inteiras de paciência.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

AMOR E A MEMORIA DO QUE NAO SE DISSE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Quem dizia amar e partiu revelou sem palavras que o amor jamais se constituiu como experiencia interior.
Nao houve perda houve apenas o desvelar tardio de uma ausencia antiga.
Porque o amor quando existe nao se dissolve no tempo ele se aprofunda na memoria.
Abandonar aquele a quem se dizia amar nao e um gesto do destino, é um ato da consciencia que jamais amadureceu.
O amor nao falha ele apenas nao nasce onde o espirito permanece disperso.
Entre dois seres quando o ciúme se instala não como episodio mas como estado, alí o amor ja foi substituido pela inquietação do ego.
O ciúme nao guarda, ele denuncia.
Nao protege, ele acusa.
Nao ama, ele teme.
A solidão que sucede a ruptura não é vazio, é um espaco de reminiscência.
Nela a alma percorre lentamente os corredores do que foi vivido, como quem retorna a uma casa antiga e reconhece nos detalhes aquilo que sempre esteve ausente.
O amor verdadeiro habita essa região subtil onde a palavra se cala.
Ele não se impõe nao exige nao reivindica, ele existe como aquelas verdades que só se revelam quando o tempo deixa de ser pressa.
Amar é tocar o abstrato porque amar é recordar.
Não é menos, é um fato e sentido.
Não é o gesto mas a intenção.
Não é o outro, mas aquilo que o outro despertou em nós como possibilidade de eternidade interior.
E assim compreende-se finalmente que
o amor nao se anuncia ele se reconhece.
Nao se perde ele se recorda dentro de si mesmo
e permanece como memoria cristalina na consciencia que ousou sentir sem ruído, sem medo e só sob à submissão para com tudo.

Inserida por marcelo_monteiro_4

CÂNTICO DA DELICADEZA REAPRENDIDA.
O amor nos dias atuais precisa reaprender a linguagem da mansidão.
Ele nasce cansado de excessos e reencontra sua força no gesto contido.
Não se anuncia com estrondo nem se impõe como urgência mas aproxima se com respeito como quem reconhece o valor do outro antes do próprio desejo.
Nesse movimento inicial o afeto resgata a ética do cuidado e transforma a palavra em abrigo.
A experiência amorosa contemporânea reencontra o cotidiano como espaço legítimo do sagrado.
O amor manifesta-se na mesa partilhada no pano estendido ao sol na espera paciente.
Ele recusa a teatralidade e escolhe a constância.
A pessoa amada não é mito distante mas presença concreta que respira o mesmo tempo e carrega as mesmas fragilidades.
Nessa proximidade reside uma beleza silenciosa que educa o olhar e disciplina a sensibilidade.
O sentimento não se constrói isolado mas nasce impregnado de memória.
Cada gesto amoroso carrega ecos de vozes antigas transmitidas sem registro.
O amor verdadeiro reconhece que não começa em si mesmo mas prolonga um fio que atravessa gerações.
Essa consciência devolve profundidade ao presente e impede que o afeto se torne descartável.
A contenção emerge como virtude essencial.
Amar não é transbordar sem medida mas sustentar com firmeza.
A palavra é escolhida, o gesto é pensado, a promessa é respeitada.
No mundo saturado de estímulos essa contenção torna-se forma elevada de coragem moral.
O amor aprende fica quando se abdica do excesso.
A harmonia surge como finalidade última.
O sentimento não busca vencer nem dominar mas equilibrar.
Ele molda o caráter, suaviza os impulsos e orienta a convivência.
Amar torna-se exercício diário de aperfeiçoamento interior sem espetáculo e sem ruído.
Assim o amor reencontrado nos dias atuais afirma-se como herança viva de uma sensibilidade antiga.
Ele demonstra que a verdadeira permanência nasce da fidelidade à forma da escuta atenta do outro e da humildade diante do tempo apressado.
E quando o coração compreende isso o amor deixa de ser vertigem e transforma-se em morada firme onde a alma finalmente repousa.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠MEU AMOR

Meu Amor.
Tanto vos amo
Tanto vos desejo.
Tamanho desejo não ousaria
Repartir com ninguém.
Nosrepartiria, nos afastaria.
Antes a falência do quê
Inconformado desejo do perdão,
Carece eternizar enlace do Amor Perpétuo
Em sua companhia.






Inserida por harry001

⁠Que eu possa ser, luz no fim do túnel de alguém...
Que eu possa trazer, a paz para aqueles que se sentem refém...
Que eu possa mostrar, o quanto a vida é bela.
E vale a pena viver cada momento,’ mesmo com todos os problemas.

Inserida por caioalliance

⁠Não permita que o mal que existe nas pessoas, afete quem você é continue sempre fazendo o bem, ajudando as pessoas ou animais, tudo que tem vida, entregando uma energia positiva para o universo e tenha certeza que tudo volta na mesma proporção para você futuramente.

Inserida por jhonescah

⁠Ninguém sabe tanto que não tenha o que aprender e
ninguém sabe tão pouco que não tenha o que ensinar...
Suas experiencias podem ensinar muitas pessoas, da mesma forma que as experiencias de outras pessoas, podem ensinar você.

Inserida por jhonescah

"⁠Se o amor governasse, a guerra não nasceria."

Inserida por SimoneCarvalhoSantos

Porque amar é isso; é se alegrar, é sofrer.

Inserida por LyuSomah

⁠A grande tortura, talvez uma das mais nefastas
é não saber amar e possuir uma imensa incapacidade
de receber Amor.

Inserida por sofia66

"Sabe o que é gostar?
- É uma vontade danada de agradar alguém...
Sabe o que é amar?
- É uma vontade danada de fazer alguém feliz!
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

Amar... Uma responsabilidade muito pessoal e intransferível depois de se viver uma grande paixão.

Inserida por regismeireles

Muitos se afogam em águas rasas...
Apaixonam-se. Amar é mergulhar numa gota e emergir num oceano.

Inserida por regismeireles

⁠Amar não é se armar, e sim, desejar e empreender o melhor.

Inserida por regismeireles

⁠Conquistar, ensinar e respeitar, e não precisará exigir nada de ninguém.

Inserida por regismeireles

⁠Todo excesso é peso desnecessário. Seja da euforia a amargura. Até amar além do amor por si mesmo.

Inserida por regismeireles

⁠Não devemos acreditar que temos domínio em matéria de amor, ele sempre escapa das nossas mãos, mas sempre encontra abrigo em nossos corações

Inserida por RandersonFigueiredo

Não tem essa de amar a pessoa certa ou errada, o objeto amado é sempre certo, nós ⁠que amamos de forma errada

Inserida por RandersonFigueiredo

Tigres podem até ir atrás de presas fáceis quando vão à caça, mas ao deitarem preferem a segurança e a leveza de quem os ajudou a caminhar

Inserida por RandersonFigueiredo