Almas que Nasceram uma para outra

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Mais perfeito que uma tarde de chuva,
é uma noite, uma madrugada e um dia todo,
ouvindo a voz de DEUS nos ouvidos,
do coração!

Algumas milhares de vezes,
você volta pra casa sem nenhum centavo,
mas com uma certeza,
que no seu bolso não entrou nenhum real,
de modo vergonhoso e nessas vezes,
você vai deitar e dormir tranquilo!

Quem trai uma vez,
trai sempre,
porque trair não é um acidente,
mas sim, uma opção!

O verdadeiro Cristão,
não carrega o nome de uma igreja,
mas tão e somente,
o nome de DEUS!

O altruísmo é uma das chaves mais antigas e ao mesmo tempo mais esquecidas da evolução humana.
Não é apenas sobre ajudar o outro: é sobre expandir a própria consciência.
Toda vez que estendemos a mão, abrimos espaço dentro de nós.
Crescemos quando fazemos crescer.
Evoluímos quando enxergamos no outro a mesma luz que existe em nós.
No fim, o altruísmo não transforma só o mundo.
Transforma quem escolhe praticá-lo.

⁠Há afetos que não se repetem.
Sentimentos que só vestem um nome, uma memória,
um instante eterno.
É quando o coração sussurra o que nenhuma palavra
explica.

Estou em uma fase em que as lembranças perderam o brilho e a inspiração se escondeu, mas há esperança de que, com pequenos gestos imaginativos, elas voltem a dançar e iluminar os pensamentos. No momento me dou o direito de plagiar plágio de alguém...

“As lágrimas regam o solo da mente humana que ainda se encontra de maneira a fortalecer uma natureza vivida em contrapartida a ausência do choro poderás representar uma pessoa seca existencialmente”.

Se dizer tudo "Sim", isso é falta de resistência, mas é uma indiferença; basta dizer algum "não", para respeitar os limites e valores dos outros, vai ser muito empático.

" Todo passo adiante exige uma decisão importante."

O gótico transcende a estética e a sonoridade; é uma perspectiva existencial que, em vez de renegar a sombra, integra-a à percepção do mundo, transmutando a melancolia em expressão artística.

Sinto-me como uma criança engatinhando nos grãos de areia da praia que é Deus.

"Uma das estratégias de Satanás é ocupar tanto a sua mente quanto o seu tempo, para que você não perceba que tem pecados e que precisa se arrepender deles."
— Anderson Silva

Só há uma inequívoca igualdade entre os homens e entre os homens e os demais seres vivos , a saber, a luta pela sobrevivência.

Obrigada, Deus, por mais uma bênção em minha vida! Te amo!

No fim das contas, eu descobri uma coisa meio inconveniente, dessas que a gente não posta em status porque não rende aplauso imediato: o que é rápido quase nunca cria raiz. E raiz, minha querida, é feio no começo. Não tem filtro que salve. É terra, é esforço, é tempo, é aquela sensação de “será que isso aqui vai pra frente ou eu tô só regando um problema?”. Substituir é elegante, é limpo, é quase coreografado. Você troca, recomeça, reinventa, e pronto, parece que resolveu. Só que não resolveu nada, só mudou o cenário do mesmo enredo.


Construir, por outro lado, é quase um ato de teimosia emocional. É acordar num dia meio sem graça e ainda assim escolher continuar. É olhar praquilo que já não tem mais novidade nenhuma e, mesmo assim, encontrar um motivo pra permanecer. E olha, permanecer não tem glamour nenhum. Permanecer não ganha curtida, não vira história bonita pra contar em mesa de bar. Permanecer é silencioso, é repetitivo, é quase invisível. Mas é justamente aí que mora o segredo que ninguém gosta de admitir: o que fica não é o que começa perfeito, é o que sobrevive imperfeito.


Eu ando desconfiando cada vez mais desse vício moderno de querer tudo pronto, leve, sem atrito. Parece que qualquer dificuldade já virou motivo pra desistir. Como se tudo tivesse que vir com manual, garantia e botão de desistir fácil. Só que as coisas que realmente valem alguma coisa não funcionam assim. Elas exigem presença. Exigem paciência. Exigem que a gente suporte o desconforto de não ter certeza.


E eu sei, dá trabalho. Dá um trabalho quase ofensivo. Tem dias em que dá vontade de largar tudo e escolher o caminho mais curto, mais simples, mais bonito na superfície. Mas aí vem aquele pensamento inconveniente de novo: o fácil não sustenta. O rápido não aprofunda. O imediato não permanece.


Então eu fico. Fico não porque é sempre bom, mas porque é verdadeiro. Fico porque entendi que construir não é sobre ausência de dificuldade, é sobre decidir que aquilo merece o esforço. E, no fim, é quase engraçado perceber que aquilo que mais cansa é exatamente o que mais cria história. Porque ninguém conta com brilho nos olhos sobre aquilo que foi fácil demais. A gente conta sobre o que resistiu.


E eu, sinceramente, ando preferindo o que fica. O que cria raiz. O que demora. O que exige. Porque no meio de tanta coisa descartável, ter algo que permanece virou quase um luxo emocional.


Agora me conta… você também tá começando a desconfiar do que é fácil demais?

Tem uma coisa estranha acontecendo dentro da minha própria casa e eu ainda não decidi se isso é amadurecimento ou algum tipo sofisticado de bug emocional. Meu marido anda em silêncio, mas não é aquele silêncio confortável de quem já dividiu tantas palavras que agora pode descansar nelas. É um silêncio que observa. Ele fala pouco, mas quando fala, solta frases que parecem ter vindo de uma reunião secreta com a própria consciência. Diz que agora percebe coisas que antes não percebia. E eu fico olhando pra ele com a sensação de que perdi o acesso à versão anterior do homem com quem eu me casei.


E aí teve o beijo.


Eu estava ali, entregue, porque quando eu amo eu não sei amar pela metade. Eu beijo como quem assina contrato sem ler as cláusulas, confiante, intensa, emocionalmente parcelada em doze vezes sem juros. Só que no meio daquele momento que, teoricamente, era pra ser nosso, eu senti. Não foi falta de toque, não foi ausência física. Foi pior. Foi ausência de presença. É como se ele estivesse ali… mas não estivesse. Como se o corpo dele tivesse comparecido, mas a mente tivesse mandado um representante.


Quando eu abri os olhos, ele estava me olhando. Não era um olhar apaixonado, nem distraído, nem sequer culpado. Era um olhar… analítico. Como se eu fosse um documentário interessante passando na televisão e ele estivesse tentando entender a narrativa. E naquele exato segundo, alguma coisa dentro de mim fez um barulho baixo, tipo vidro trincando devagar.


Eu me senti descartável.


Não descartável no sentido dramático de novela das nove, mas naquele jeito silencioso, sofisticado, quase elegante de perceber que talvez eu não esteja mais sendo vivida, só observada. E isso, pra quem sempre foi intensidade pura, é um tipo de solidão muito específica. Porque não falta alguém ali. Falta ser sentida.


E desde então eu fico tentando decifrar esse novo idioma dele. Será que ele evoluiu e eu fiquei parada? Será que ele está enxergando coisas que eu nunca quis ver? Ou será que ele simplesmente se afastou emocionalmente e agora chama isso de consciência?


O mais curioso é que ele não parece distante no sentido clássico. Ele não brigou, não sumiu, não virou outra pessoa completamente. Ele só… mudou o jeito de estar. E isso é muito mais difícil de confrontar, porque não tem um problema claro pra resolver. Tem uma sensação. E sensação não se debate, se vive.


E eu continuo aqui, meio entre o amor que eu construí e a dúvida que começou a sussurrar. Porque amar alguém que está presente é fácil. Difícil é amar alguém que começa a se retirar sem sair do lugar.


No fim das contas, talvez o maior medo não seja perdê-lo. Seja perceber que, de alguma forma, eu já comecei a perder… e ainda estou aqui, beijando alguém que me olha como se estivesse tentando entender quem eu sou.


Agora me conta, você já se sentiu assim também?

Deus… Quem é Deus?
Se não houvesse uma mente racional, o que seria da existência de tudo?
Seria vago, existir lugares, plantas e animais por aí vivendo, simplesmente existindo.
Mas uma mente racional existe para explicar, dar sentido e trazer a resposta que Ele fez tudo. E tudo existe por ele, por causa Dele e ele sabe de todas as coisas mais complexas que jamais uma mente humana saberá.

Quando você confidencia toda sua vida para uma pessoa é porque você viu a possibilidade de encontrar um remédio para suas dores, mas no futuro já bem perto da sua cura, você vai ver o quanto esse remédio foi amargo, mas se a cura veio, comemore...

Somos um fluxo de energia. Aquele que sabe direcioná-la para o canal correto terá uma vida plena.