Almas que Nasceram uma para outra
Quando se tem uma mulher inteligente ao lado, não se deve esperar ela decidir o que é melhor para a vida dela.
Mundo versus vida: existe uma tensão entre liberdade e interesse, com o risco de o ambiente "colonizar" a natureza da gente; é necessário às vezes olhar para trás e perceber o quanto progrediu sozinho!
Quando o mundo controla a informação que chega a alguém, ele controla a realidade dela; quando um sonho prefere o exílio à volta para casa, isto não é apenas notícia!
Sonhos são caçadores de crepúsculos, quando ele é projetado para executar ordens, em vez de improvisar, apenas a imaginação pune impiedosamente sua hesitação!
Não é sobre a natureza, mas "uma natureza": o ambiente insiste em moldar a essência de alguém independente de sua cultura, exceto o de um sonho enraizado!
EM UMA MADRUGADA QUALQUER 🌌
Não consigo dormir como antes,
Meus pensamentos não me deixam,
Cada noite que passa, os dias
Retrocedem em minha mente
Como se fossem clipes de pura
Monotonia, mudar o seu redor,
Explorar este mundo 🌎 apenas
Com sua presença, é um pouco
Desconfortante, mais, quanto mais
O tempo passa, menos tempo nos temos,
E de repente a vida se encontra em seu momento de completa confusão.
E de repente... já se passaram 20 anos
Conquistar o topo de uma montanha e visualizar a infinidade de vales e picos, matas e riachos, pedras - de tamanhos e formatos tão admiráveis; sentir o vento gelado, a pureza do ar, o céu azul e o pôr do sol dourado, faz compreender que Minas Gerais é uma obra prima tão perfeita, que nem a mais prodigiosa mente humana seria capaz de sequer sonhá-la.
O conhecimento científico sem a solidez da teoria é como uma árvore de raízes superficiais que sucumbe às tempestades que enfrenta. Sem aplicação prática, porém, ele é como uma árvore seca que renega sua sombra em dias de sol escaldante.
Cultive os laços que realmente importam, pois uma família unida e amorosa é o maior tesouro que podemos deixar como legado. O brilho de uma família que se ama e se apoia é o reflexo do amor de Deus em nossas vidas, e isso é algo que não pode ser comprado ou substituído por qualquer riqueza material.
O verdadeiro amigo é um presente de Deus, uma resposta às nossas necessidades mais profundas. Não busque a amizade apenas para fugir da solidão, mas para compartilhar as alegrias e desafios da vida. Um amigo deve enriquecer sua alma, não apenas preencher um vazio. Cultive relacionamentos que te levem a crescer em amor e sabedoria
Eu nunca duvido da capacidade de uma boa ou de uma má gestão. Ambas têm altíssima probabilidade de ser assertivas.
Não permita que o medo ou a nostalgia te prendam ao que ficou para trás. A vida é uma jornada em frente, e o melhor ainda está por vir. Não olhe para trás, siga em frente com fé e propósito.
A vida é uma jornada de tentativas
e erros, sempre impulsionada pela vontade de progredir.
Acredito que a evolução nasce da ação e que os erros
são lições valiosas no caminho da aprendizagem.
Gairifo Santos
Uma boa tarde a você, caro leitor.
Deixo aqui minha poesia, e mais do que isso, minha essência:
""
No silêncio da guerra, amo baixo o sangue que percorre minhas veias.
No barulho dos campos elíseos, temo alto o que me observa de longe.
Em um floreado mar de perguntas, cheiro doce o aroma de conforto, onde seguro em minha mão direita, o remo, e em minha mão esquerda, uma âncora que me cansa.
Sob as altas águas que chovem, respiro a tempestade do comodismo, onde atravesso esta densa nuvem negra que me carrega.
Eu sou uma pena, seguindo o vento, sou belo, sou vivo."
Os quatro pilares da vida profissional:
1- Responsabilidades.
2- Compromissos.
3- Ser uma pessoa honrada.
4- Fazer por merecer.
A Urna Veio?
Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?”
À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo, porém, é uma das perguntas mais metafísicas que a linguagem humana já forjou.
Quando alguém morre, algo inusitado sucede: o seu nome passa a ser insuficiente. Aquele que, há horas, era chamado pelo nome próprio — repleto de história, afectos, memórias e conflitos de legitimação — hoje é reduzido a um objeto. Ninguém ousa perguntar por ele ou por ela; pergunta-se pela urna. Pior ainda, pergunta-se se ela veio. O nome cede lugar à coisa.
A morte não sacrifica apenas a vida biológica; ela opera uma transmutação simbólica. O sujeito transforma-se em conteúdo da urna. A pessoa converte-se em recipiente prestes à decomposição. Aquilo que foi presença temida, respeitada, amada ou odiada torna-se restos mortais. A linguagem segue com fidelidade fria esse processo: deixa de nomear identidades de excitação e passa a rotular objetos de repulsa. São poucos os que se aproximam da urna, ainda mais quando ela contém restos mortais em avançado estado de decomposição. Até os perfumes teimam em desempenhar o seu papel com zelo.
Esse desvio de eixo gravitacional não é um acidente aristotélico. É a revelação do quanto nos é difícil lidar com a substância finita. Dizer “a urna veio” é mais consolador e aconchegante do que dizer o nome daquele que já se tornou autenticamente mudo. A urna veio — eis um termo técnico que nos protege do abismo existencial. É uma forma de anestesia simbólica. A sociedade precisa refinar a absurdidade da morte para continuar a funcionar; do contrário, ela se tornaria tão insuportável quanto a pedra de Sísifo.
Mas há algo de profundamente angustiante nisso. Durante toda a vida, lutamos para afirmar quem somos, para deixar marcas, para sermos reconhecidos como seres singulares. No fim, essa singularidade dissolve-se numa designação coletiva. A urna é sempre igual, apesar de conter restos mortais de seres irrepetíveis. A morte, nesse sentido, nivela desigualdades que nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos consegue suprimir: ela é radicalmente igualadora.
A pergunta “A urna veio?” diz mais do que se imagina. Ela diz que o corpo (matéria) derrotou o nome (ideia); que a ciência da vida (biologia) venceu a ciência das vivências (biografia); que a história pessoal foi brutalmente encerrada e substituída por um banho colectivo. O ser humano deixa de ser projecto — como diria Heidegger — e passa a ser coisa disponível, transportável, administrável.
No entanto, algo permanece. Mesmo quando dizemos “urna”, sabemos que ali está alguém. Só que é um alguém que já não responde. Há quem responda por ele lá fora. A linguagem tenta coisificá-lo, mas a memória insiste em humanizá-lo. Em surdina, o nome continua a ecoar na mente dos seus. É assim que nasce o luto: no intervalo entre o objeto dito (urna) e a pessoa lembrada (nome).
Por isso a pergunta incomoda tanto, talvez. Porque ela expõe, sem disfarces, o absurdo da condição humana: não é apenas o corpo que apodrece; é também a forma como o mundo nos nomeia quando já não temos possibilidade de responder. E quando o nome se revela insuficiente, resta a urna.
A morte, afinal, não é apenas o fim da vida. Nem é o início da briga pelo espólio.
É o começo do momento em que o humano deixa de ser chamado e passa a ser levado.
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