Alma
Prefiro as contas pagas com dinheiro; certas dívidas nos cobram paz da alma, sabedoria, saúde e muito tempo.
Como deletar o que está gravado em minha alma, como apagar as palavras que acalentaram e preencheram por tanto tempo o vazio que havia em mim? ...
Viver é uma viagem que fazemos solitários, temos a felicidade de compartilharmos com as pessoas a quem amamos e que conosco trilham os nossos caminhos, e àqueles que no percurso cruzam os nossos passos...
Estas são as marcas que nos ajudam na nossa viagem, e por fim ao chegarmos ao nosso porto, final de estrada, dali admiramos as várias estações da vida.
Poema VI
"Lucro d'Alma'"
Todo tempo meu é como o vento. Passageiro me sinto a cada ano.
Ando sempre em vão me preocupando, como se fosse eu dono do tempo.
Ansiedade trás no peito só lamento, tornando nosso sonho sepulcro.
Lutando com o instinto de ser chucro eu expresso a alegria de falar.
Aprendendo a cada dia a caminhar.
Viver é Cristo e morrer é lucro.
Noturno.
Em meio a escuridão,
Era capaz de enxergar.
Pois a sua visão, vinha da alma.
Era era apenas
uma questão de
Sentir.
Despertar da alma no descansar do corpo: trabalhadores espiritual astea noturna.
Não se esqueça quem agita o bem e o mal é você , da mesma face que apanha e a mesma que bate , lembre somos feitos a imagem e semelhança nós torna seres de compaixão não mais só , sem escravidão cesse o ardor o ódio o julgamento a dor não cante e dance ou clame no mundo espiritual nem por ligação religiosa nem mesmo por Deus sua fé está sendo colocada a prova para garantir que duvide de si do pai eterno para sugar tua alma te confundir te lançando , lembra do terror que assola de dia e de noite são terrores que se alimenta dos desequilíbrios. E que fica a espreita a menor sinal de clareza, eles temem e se esforçam para toma-lo mesmo com a face mais singela de quem salva e acolhe.pois lá é lugar de provações e mantém trabalhando quem tá acordado por lá vocês os tem alimentado então o cansaço que sentir por lá se te faz te apagar é a forma que tem de ir pra casa , oq sente não é teu , não é sua fraqueza nem desistência oq guerrear se Deus entregou o único filho e a todos a luz da salvação e esses conflitos venceu que a paz de Cristo reine sobre tudo e todos nós , eu creio amém , os únicos que tem o dom de proferir a luz é quando ainda oramos em fé despertos acordados então vigia.
O mudo de desespero que Pune pecado é esse quando estamos frágil ou em desequilíbrio ou para nos alertar. O mesmo que incita o negativo o poem em equilíbrio só depende de você mesmo rever oq alimenta. Às vezes cessar é clareza. Te expulsam pq sabem da tua insistência em toda busca de não abandonar,( de desistir) de se fazer querida (útil ), Oq tem alimentando?
Me encontra e me busca nas tuas orações nos teus atos. Não fira, não se aflinja mais. Vai entregando ao pai e viva o que Deus prometeu , ele vê o seu esforço ele vem sendo sempre!!! Não se puna com pecados mesmo que não o tenha cometido, pois Deus não os faz!!!
Estrada do homem.
Escravo do que alimenta.
Quem vai ao pai , sabe que ele não deixa dúvida.
leticia17
Malícia
Alma capturada,
Um sequestro salivar.
Letras quentes,
Com vontade de letrar.
Versar a fantasia, e perceber
Tão inocente rebeldia
No corpo tenro,
amanhecer
Há maldade?
A maldade?
Ah, a maldade..
uma sintonia!
Repousa num céu de vontades,
Encarna a superfície sem espaço.
Beija a boca, depois os lábios.
Aquilo que alimenta a volúpia,
Satisfaz sonhos, vida e saudade.
Todo Poesia
A poesia se esconde nos impronunciáveis momentos provados pela alma.
A tentativa objetiva de expressar a subjetividade dos mistérios.
Poesia é fantasia, é mágica é maestria.
O contorno do corpo sob a luz da lua, envolto num cobertor para fugir do frio.
O sono gostoso enquanto espera pelo jantar.
Poesia é o segredo das noites em fuga, o esconderijo nas manhãs de sol. (Júlio Raizer)
Poema Morada.
Seu corpo no meu abraço
encaixa com perfeição...
Tens a alma cheia de luz,
e paz no coração.
Olhar sereno, voz suave,
pele macia que faz sonhar...
Queria te ter em meus braços,
e nunca mais deixar te levar.
Fazia dos meus braços
a tua casa, o teu lugar,
te abraçava pra sempre,
sem nunca mais soltar.
Autora: Mírian Maria Julia
A alma contra o tempo
Quando as pétalas das flores caem pelo chão, misturando-se com as folhas que já estão sem vida; vejo uma beleza naquela simplicidade, comparo a paisagem com a vida...
O frescor, a vitalidade, tudo que o tempo vai aos poucos transformando, quanto a nós, para alguns a alma sempre mais aprimorando-se, enquanto vamos gradualmente definhando.
As chaleiras e os bules
carregam a alma
dos tempos antigos...
São sobreviventes
do silêncio de outrora,
quando o café fervia devagar
e o aroma tomava conta da casa
como um abraço quente em manhã fria...
Eu gosto das coisas
que resistem ao tempo e às modas...
do ritual de ferver a água,
de esperar o pó se misturar nela
para cozinhar com parcimônia
na chama lenta,
de ver a fumaça dançar no ar...
e só depois
coar no velho filtro de flanela ...
Gosto do sabor
que o tempo empresta
às coisas simples,
e das pessoas que, como eu,
sabem que há poesia
no gesto lento de preparar um café
á moda antiga...
sem pressa
e sem cafeteiras modernas...
Eu sou assim...
gosto das coisas,
dos olores
e dos sabores antigos...
✍©️@MiriamDaCosta
Incisões de uma Alma Poética
O tempo
e o vento
levam tudo...
Nunca
as palavras
germinadas,
entalhadas
na alma...
O tempo devora,
o vento dispersa,
tudo se vai...
Tudo,
menos as palavras
que sangraram da alma,
gravadas em silêncio,
como cicatrizes
que não cedem
à erosão dos dias...
O tempo passa,
o vento leva...
Mas ficam,
no âmago,
as palavras
que um dia floresceram
em terreno de dor e beleza,
raízes sutis
que o esquecimento
não alcança...
✍©️@MiriamDaCosta
Chuva de cores
irriga os canteiros floridos
da minh’alma...
e versos perfumados de luz
germinam de mim...
Uma chuva de cores me invade,
despeja sementes de poesia
sobre os canteiros secretos
da minh’alma inspirada ..
E então, de um lugar que nem sei nomear...
brotam versos, vivos, intensos
e nutridos do perfume
que só a emoção derramada sabe ter...
Cai sobre mim uma chuva mansa de cores,
tocando, com delicadeza antiga,
os canteiros floridos da minh’alma...
E é nesse gesto sutil do céu
que nascem meus versos:
docemente perfumados,
como flores noturnas
que se abrem ao clarão do luar...
✍©️@MiriamDaCosta
