Alma
Grito
O corpo chora
A alma se dilacera
Tudo é insano
Numa dor
Infinita
E que a boca
Não cale
O que o
coração
grita
O vento lá fora move os galhos de sua alma
O assopro da vida é aquele que ajuda-nos a caminhar;
Uma pedra para nos impedir
Mas ai o assopro vem e lhe move para frente
Um homem aparece
o primeiro olhar;
o primeiro sorriso.
Então se aproximam
e as primeiras borboletas voam em seu estomago
A sensação és unica
e se deparam em uma igreja;
ela de véu e grinalda
e seu amado de social; Um terno fino com uma pequena flor como infeite.
Sim ...
aceito ...
E novamente o assopro vem
e o bebe chora;
- É uma menina!
Ela chora
e ele também;
e vivem
vivem pelo assopro que lhe presenteiam novamente
-Tem os olhos do vovô
Os risos invadem o local
e as lagrimas para o acompanhamento
És assim. A vida!
O assopro que lhe faz caminhar!
Piano, que me transmutas en viento,
que elevas mi alma en mi arrobamiento,
que trocas en calma todo lo violento
y lo apacible violentas tornándolo cruento.
Tocándote sé que todavía siento,
que soy sólo espíritu y pensamiento,
que vivo, que muero a todo momento,
que en mí ya no existe ningún sufrimiento.
Tu música me abre al conocimiento;
me rompes y quiebras, me vuelves fragmentos.
De tus teclas brotan mil encantamientos,
me das tu armonía y tu alumbramiento.
Tus notas provocan mi resurgimiento,
mi Pasión y Vida, mi amado Instrumento.
Ouvir um "te levo comigo" torna qualquer distância suportável, porque a alma estará presente onde o corpo não pode estar.
Quando a gente ama, a gente entrega a alma para alguém que não sabe direito nem o que fazer com a própria.
Eu canto porque...
Eu canto porque
minha alma é ritmada.
Pelo compasso de todos os passos
Pela melodia da passarada
Sou capella dos meus apelos
Não sou acústica de nada
Sou, sim, concerto dos meus erros
Em uníssono cortejo
De energia em harmonia
Da cifra decifrada.
Eu canto porque tenho sede
de tudo que transcende
Respiro.
Eu canto porque vivo.
E o meu canto ecoa no universo.
"A cada etapa da caminhada guardamos marcas que nos acompanham para sempre. Nossa alma sintetiza a essência desses momentos. É na ausência que percebemos a intensidade de uma presença. ('Fragmentos do Mentor Virtual - Campinas-SP -2011).
Cela em branco.
Chiar em tom estridente
Calar a alma com um sopro
Voar nos sonhos colhidos
Planejar vitórias coerentes
Humilhar a derrota
E colher planos ideais.
Decifrar mistérios alheios
Deixar de esconder os erros
Viver de um único propósito
Viver sem propósito nenhum
Apenas ser a recordação
De um álbum de fotos velhas
Com cheiro de anos passados
Amar as qualidades
Ver além do espelho
Você não é só uma face bonita
O fogo exausto ainda queima
Em algum lugar escondido
Mora os amores próprios
Escrever ideias novas
Compartilhar com alguém
Parecido com você.
Esquecer o martírio
É finalmente, crescer.
O livro da alma
Como mudar o que foi dito ou feito? Bem, não sei. Cada um de nós possuímos um livro imaginário, cabe a nós deixar escrito o presente, passado e como desejamos nosso futuro. Pois a cada passo que dermos, corremos o risco de errar e acertar. Não podemos apagar o que foi realizado, seja o que for. Mas, podemos mudar a escrita adiante.
Podemos escrever um futuro bom, mas, claro, se assim desejarmos. Ouvir conselhos é fácil, o difícil é por em prática. Não desmerecendo o que foi dito, mas, dentro de nós, tudo flui bem diferente . Não basta ouvir, temos que aceitar, entender, e, por em prática o que nos foi dito. Ouvir, e receber com o coração.
Por motivos confusos dissemos palavras sem pensar, somos donos de nossas palavras, que as vezes, nos tornam escravas da mesma. Se pudéssemos voltar ao tempo, mudaríamos nossas palavras, e a cima de tudo, nos mesmos. Encarar a realidade requer um controle absurdo, quando paramos e vemos nosso passado, temos um pensar de derrota, ou, de mudança do que dizemos, e do que nos tornamos.
Não carrego em mim a perfeição, sou feita de erros, erros que me consomem, erros que me desfazem, erros que deixam errar pelo simples fato de não conseguir mudar. Mudar a mim, mudar o que fiz, e o que deixei de fazer pelo medo de errar, e acabei errando por não tentar aceitar . Um misto de dor e alento, alegria e tormento, mudança e sofrimento .
Quero mudança, continua a escrever, apagar não posso, mas, a página está cheia, cheia de erros, cheia de manchas, cheia de sonhos inacabados. Enfim, a busca desmedida por um carinho que já não se têm . Um medo de perder, o que talvez nunca chegou a ter, mas, que preenchia um espaço somente ocupado por quem tocas-te o coração. Usando apenas palavras, nada mais que simples palavras, tais palavras que se perderam em segundos, palavras podíeis voltar? – Não sei, mas, espero que sim. Ou, a mudança vira .
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