Alma
"Ferida viva".
Uma dor invisível, uma dor incrível, a alma de uma nação, ferida viva, que não cicatriza, o tempo cheio de mágoa avisa, só Deus sara com a forte mão, as chagas, as sagas, as sequelas então, favelas, esgoto, identidade ferrenha de um povo escroto, elite burguesa, jeitinho ala francesa e conchavos mil, parafernaia de barganha, um país cheio de manha, ferida viva Brasil.
Giovane Silva Santos
19/08/2022 17:31hs
Deus abençoe a todos
Com ímpeto
inevitável não gritar impetuosamente todos os desejos que inundando-me a alma saltam-me pelos poros evaporam no ar e carregados pelo vento vão em sua busca e pousam sobre ti percorrendo cada centímetro de seu corpo e cada profundidade de sua alma
nas entrelinhas que somente tu detecta a natureza selvagem e delicada deste meu sentir sorri o menino acariciado por suas palavras que mexem com minha alma e coração
seu sorriso, seus suspiros, dançam diante de mim curando-me feridas tão antigas quanto o Amor que unifica nossas almas desde a aurora dos tempos
embriagado pelo aroma que emana de seus passos e movimentos sinto-me paralisado com sua dança delicada e insinuante
como que hipnotizado contemplo enquanto turbilhões de sentimentos e desejos saltam do meu ser inerte e invadem sua dança, roubam-lhe beijos e de corpos colados ofegantes entre sorrisos em meio aos beijos sussuramos; "eu te Amo, eu te Amo, eu te Amo"..
Eu sou o disfarçado, a máscara insuspeita.
Entre o trivial e o vil m[inha] alma insatisfeita
Indescoberta passa, e para eles tem
Um outro aspecto, porque, vendo-o, não a vêem,
Porque adopto o seu gesto, afim que […]
Julga o vil que sou vil, e, porque não me
No meandro interior por onde é vil quem é
Julga-me o inábil na vileza que me vê.
Assim postiço igual dos inferiores meus,
Passo, príncipe oculto, alheio aos próprios véus,
Porque os véus que me impõe a urgência de viver,
São outro modo, e outra (...), e outro ser:
Porque não tenho a veste e a púrpura visível
Como régio meu ser não é aceite ou crível;
Mas como qualquer em meu gesto se trai
Da grandeza nativa que irreprimível sai
Um momento de si e assoma ao meu ser falso,
Isso, porque desmancha a inferioridade a que me alço,
Em vez de grande, surge aos outros inferior.
E aí no que me cerca o desconhecedor
Que me sente diferente e não me pode ver
Superior, julga-me abaixo do seu ser.
Mas eu guardo secreto e indiferente o vulto
Do meu régio futuro, o meu destino oculto
Aos olhos do Presente, o Futuro o escreveu
No Destino Essencial que fez meu ser ser eu.
Por isso indiferente entre os triviais e os vis
Passo, guardado em mim. Os olhares subtis
Apenas decompõem em postiças verdades
O que de mim se vê nas exterioridades.
Os que mais me conhecem ignoram-me de todo.
Palavras sinceras de amor habitam em uma casa que é uma alma que vive em paz e na companhia da perseverança.
Quase tudo que realmente chame sua alma vai te tirar do caminho certo e consistente que outros milhões cavaram do desconhecido. Nunca sera razoável viajar, viver pela arte, amar quem você ama. Sempre terá um motivo para não faze-los, alguma outra coisa que você possa ou deva estar fazendo com o seu tempo. Algumas vezes, na tentativa de fazer sentido com nossas vidas, nós acabamos mais perdidos do que nunca, porquê amor não é lógico, prazer não é lógico, paixão não é lógica. Você tem que achar a coragem para pintar fora das linhas que você uma vez desenhou para si mesmo.
Tua ausência pode silenciar-me as palavras. Em minha alma e pensamentos porém, tudo permanece inexorável.
Quando o dia finda,
nossa alma brinda.
São as emoções vividas
dando passagem
às que virão em seguida.
Boa noite amigos!
Versos de um dia frio
Palavras invadem a alma
Escritas sem pedir licença
E uma imensidão de versos
Pulsando na ponta dos dedos
Nem sempre a rima chega
Nem sempre o ritmo é dança
A arte de ser poeta
Conquista pela constância
Aviso que não cabe pouco
Na fonte do meu dizer
Traduzo em poucas linhas
Meu insensato jeito de ser
A Alegria transborda a minha a alma! Sinto a sua presença senhor em meio de nós! No meu lar, nos meus filhos, nos irmãos de fé e de sangue. Sinto a sua presença na natureza, na humanidade, na flora, na fauna. Sinto a presença nos astros e em tudo que criaste. Agradeço senhor por tudo em nome de todos. Somos seus filhos, o seu amor é pleno e insubstituível. Assim seja!
A dor as vezes é tão grande, rasga a alma faz chorar todo instante. Como navalha que corta, dilacera e não se importa. O coração sangra, verte sangue mas continua pulsante, deixa ofegante como se deixasse de bater no peito, sobe a garganta tranca o ar as vezes espanta. Sem o ar que faz o pulmão inflar, parece que enfim a morte vai chegar. Mera ilusão a ansiedade não quer matar apenas torturar. Mas até quando aguentar sem poder gritar, ecoar a dor que não quer passar. Como tratar, qual remédio tomar, se para a dor da alma não existe um curar. O desespero toma conta, o ser não se dá conta, mas a dor só aponta para o caminho que vai findar toda a afronta. Caminhos de espinhos, escuros e vazios, como o coração do ser que está ferido, acoado e reprimido, perdido no labirinto da solidão, perdeu a razão, segue sozinho por não ter mais esperança nem redenção. Pobre coração.
D.L
Sol
Fagulhas do sol
entra na minha alma
propaga em sorrisos
esvoaça minha mente
que rodopia no vento
e faz
gracejos com o dia
e desnuda em poesia.
transvazar nas palavras
o repouso do silêncio
que voa ao vento
e tomba sobre o papel
tornando-se versos.
@zeni.poeta
O coração acelera, a alma desnuda o espírito e ambos se fundem em um só golpe entorpecendo todo o existir.
A existência se torna pequena diante a extensão e imensidão de sentimentos, emoções e sensações conflituosas e infinitas que devastam os sentidos. A pele desnuda e corpos entrelaçados não são o suficiente para saciar a gana do amor que vai além da pele, da carne, dos ossos, ultrapassando as barreiras da vida e da morte.
A existência se faz pequena…
27/08/2022 03:00hs
Hoje bateu uma tristeza, deve ser a alma se despindo de antigas folhas já cansadas de esperar pelo vento.
