Aline eu te Amo
Momentos
Bata a porta na cara, mas seja gentil da próxima.
Ouça uma linda música, mas reflita o que quer dizer a mensagem.
Faça alguém chorar, mas redime-se, você precisará de paz.
Jogue areia ao vento, mas tome cuidado...você não vai querer senti-las nos olhos.
Abrace, mas seja verdadeiro, o calor do seu corpo pode aquecer um coração frio.
Uma lágrima escorre na face do seu bem querer, ofereça um lenço.
Quer dizer alguma coisa, preste atenção no momento.
Deseja amar, então ame, mas atenção com suas escolhas.
Respeite sempre, você merece um amigo.
Valeu muitos os momentos...
Termine a história, mas cuidado para não ser o otário da vida.
amar você
Sempre que fexo os olhos,
posso sentir você aqui comigo!
Talvez isso seja loucura...
talvez não!
O fato é que venho te amando em silêncio
e dessa forma, posso me imaginar especial pra você
posso acreditar que sentes o mesmo
e que nada é por a caso!
Eu te amo tanto!
e ja não posso conter essa emoção
no meu coração, não há mais espaço para tanto amor!
nao é calado que nos resolvemos as coisas juntos
e nem parado q que a gente iremos mudar mas sim junto contigo que vc vai mi diferenciar...
tenho varias motivos para aprender
varios razoes para escultar
poucas coisas para falar
e uma so para te dizer :
amo voce
As amizades que foram recontruídas exigem muito mais cuidados do que aquelas que nunca foram rompidas!
Os grandes homens que lutaram por melhores condições humanas morreram sem conseguir.O que será que aconteceu?
->Falta de capacidade desses homens?
->Ou falta de determinação da humanidade?
Em tempo
Meus olhos batem nos teus; te encontro. Pra quê? Você sorri, ativa o descompasso do meu coração. Disfarço. Ou pelo menos acho que estou disfarçando essa minha cara de bobo sempre que te vejo. Eu tenho que disfarçar, não importa... Não posso deixar nada transparecer assim, como realmente é. Qualquer deslize, e tudo aparece.
Prefiro que continue assim, com essas mentiras pra mim mesmo. Prefiro que continue desse jeito - relativamente - quieto pro meu coração. Prefiro só te olhar de longe, sem você perceber, e pensar como seríamos se tivéssemos uma chance de fazer dar certo... De te conquistar, de te ter assim, toda pra mim.
Me escondo, mas sei que não posso fazer muita coisa... Num dia desses, o amor me acha de vez.
Largados ao vento
Mil pedaços de mim
Vagam por aí
Soltos
Jogados
E inquietos
Mil pedaços de mim
Gritam, desesperados
Esquecidos num canto qualquer
Mil pedaços de mim
Que falam
E não dizem nada
Mil pedaços de mim
Esperam, agoniados
Por algo que queira juntá-los
Mil pedaços de mim
Espalhados
Guardados numa caixa
A qual deram o nome de coração
Discrepância do destino
Discutiam. Falavam sobre qualquer coisa sem grande importância, e acabaram numa dessas brigas idiotas, por motivo nenhum; daquelas que se esquecem com um beijo de desculpas. Brigaram, sem mais enrolações, por nada.
João saiu, puto com a vida, com o tempo, com ele mesmo. Foi pra casa de um amigo, onde rolava uma festa. Eram 3h da manhã, e nem sinal de Filipa. Nenhuma mensagem, nenhuma ligação. Conheceu uma Maria-sei-lá-o-quê - ele nem quis saber o nome dela, ou já nem lembrava mais -, e conversaram por mais uma hora e meia ali, encostados no barzinho. Sabe-se lá por qual motivo - vai ver, gostava de gente deprimida -, essa menina beijou João, e ele, sabe menos ainda porque diabos respondeu àquela insensatez. Beijaram-se, então; e agora aquilo era taxado de traição. Na cabeça dele, aquilo não passara de uma loucura sem motivo, talvez só uma maneira de descontar toda a raiva que guardava, um absurdo dar ao ocorrido o nome de traição. Aquilo não era trair, afinal, ele não estava traindo o sentimento de ninguém; nem o dele próprio, nem o de Filipa. Aquilo não podia ser capaz de separá-los. Chegou em casa quando o sol já botava uma cor no céu, e quando deitou-se, seu celular tocou. Era uma mensagem. De Filipa. "Espero não ter te acordado. Me liga amanhã, assim que acordar. Beijo". Depois dessa, nem sequer conseguiu dormir. Virava de um lado para o outro na cama, sem saber o que fazer. Tinha de contar à Filipa, isso não podia ficar guardado pra sempre em silêncio, não dava. Esperou o dia correr mais um pouco. Tomou coragem e mandou outra mensagem, onde dizia "Acordou não. Mais tarde nos falamos. Tenho algo pra te contar. Beijo". Acabou cochilando.
...
Depois que João saiu, Filipa só conseguia chorar. De raiva. Morria de raiva por uma briguinha idiota daquelas ter dado nisso, tinha raiva dela mesma, raiva de ser tão orgulhosa. Ligou para suas amigas, e acabaram fazendo uma festinha do pijama. Viram uns três filmes, e quando chegou a vez de ver "Singin' in the Rain", Filipa já chorava de novo, de saudade. Mas era tão orgulhosa, que nem queria saber de dar um sinal de vida pra João. Continuou vendo o filme - ou fingindo que via. Eram 3h da manhã, e nem sinal de João. Nenhuma mensagem, nenhuma ligação. "Eu não quero nem saber! Ele que tá errado, se quiser que me procure. Vou ver esses filmes idiotas, que é o melhor que eu faço!"- Falou pra si mesma, jurando que enganava alguém. Suas amigas viam o desespero nos olhos de Filipa, como se ela estivesse prestes a desabar. Não importava se eles tinham brigado à tarde e era só a madrugada do outro dia; o que importava era o sentimento deles, separado por qualquer coisa sem importância. Acabava "Singin' in the Rain" exatamente quando os pássaros começaram a anunciar o novo dia. Filipa deixou seu orgulho de lado. Tomou coragem e mandou uma mensagem pra João. "Espero não ter te acordado. Me liga amanhã, assim que acordar. Beijo". Ficou nervosa, não sabia como ele estava, nem nada. Rolou de um lado pro outro na cama, sem sono, angustiada. O dia se arrastou mais um pouquinho, e ela cochilou. Acordou com uma mensagem. Era João, que respondendo, dizia: "Acordou não. Mais tarde nos falamos. Tenho algo pra te contar. Beijo". Depois dessa, não tinha remédio, não tinha sono e não tinha lágrima que conseguisse segurar a ansiedade de Filipa.
O dia se arrastava lentamente, cada segundo contando como um minuto.
Hoje cedo tocou a canção que você mais gostava...
Senti uma enorme vontade de ouvir a sua voz...
Cheguei a sentir um arrepio ao pensar em você...
Porque você não sai do meu pensamento?
Porque sempre que vou chamar alguém o seu nome quase sai da minha boca?
Mas logo me vem a lembrança da sua injustiça...
Suas acusações sem fundamentos...
Da sua voz dizendo que não me queria mais...
Então no lugar da saudade, vem a revolta, a raiva...
E sinto vontade de desaparecer...
Mas do que adiantaria?
Sendo que você está em meus pensamentos onde quer que eu vá...
Estou dando tempo ao tempo...
Mas dói e dói muito...
Se a vida lhe disser que tudo vai mal,
Siga em frente, não pare por aqui...
Amanhã é um outro dia e tudo pode mudar,
Quem sabe até já não será tão mal assim.
EXTRAVIO
Nos perdemos de nós...
Extraviamos nossos planos
Penduramos nossos sonhos
em varais de melancólica solidão
no frio doído da distância
Ficamos sós...
Sem o" bom dia" cotidiano
Sem a alegria da cumplicidade
Sem amor...
Sem vontade...
De mim?
As letras que saem da alma
O sorriso dos que têm esperança
Cheiro de terra molhada
Água do mar
E o amor que não acaba...
ACASO.
Cá dentro bate um músculo
involuntariamente apaixonado
marcado por cicatrizes tantas
cravejado de amor...
Comigo anda a esperança,
traquina feito criança,
louca para espantar a dor.
Cá dentro vive uma fêmea
a procura de abraços
atriz de um só ato
Gritando nos papéis da vida
o silêncio de letras escritas, ao acaso.
Na tênue linha do amor que se tem
guardado...
De tudo que se tem doado
No egoísmo dos que passaram
Ficamos nós... Assim,divididos
Tentando compor a canção do amor mais lindo...
Na cumplicidade do silêncio que fala
Do grito que cala
Na intenção de mãos que se entendem
e se enlaçam
Frágeis que somos
Surpresos que estamos
com a possibilidade da entrega
Regando a flor de um amor não planejado
Cá estamos nós -aturdidos-
Buscando motivos...
Querendo entender
Como é, novamente, ser AMADO.
Era uma vez uma princesinha
de cabelos cacheados
e sorriso nos lábios...
Seus súditos
éramos todos nós
aqui do reino encantado
de beijos lambuzados
brinquedos espalhados
canetas coloridas pra todo lado...
Era uma vez e sempre será
uma princesinha de olhar marrento
(igual ao da vovó)
que se abre em gargalhadas
com o "tio Lu" e suas dançadas
e com o abraço do Bubu...
Era uma vez e sempre será
a princesa Nina...
A menina mais linda
do castelo encantado
do reino mais que amado
do coração da vovó.
" Quando voltar
Venha bem devagarinho
Não acorde o meu amor
Que cansou de esperar
E dormiu exausto;
Dê-lhe um tempinho...
O tempo de chorar de alegria
De esquecer a agonia
E cair em seus braços.
