Aline eu te Amo
The hardest part
A parte mais complicada de todas não foi ter que deixar de te ver, nem de falar contigo... A pior parte foi ter que te esquecer. E não pense que foi difícil por eu te amar. Foi difícil porque eu estava deixando que uma parte de mim fosse levada embora.
E a parte mais difícil de te esquecer foi ter que esquecer cada coisa que eu havia sonhado pra gente. E o que me dá raiva não é o que você fez de errado. O que me dá raiva é é que eu tive que deixar de lado toda a minha vontade de gritar que eu te amava; foi ter que esquecer o sorriso dos teus olhos; foi ter que esquecer cada mentira bonita; foi ter que fingir que estava bem, quando por dentro estava toda despedaçada; foi ter que esquecer o teu sorriso; foi ter que esquecer cada dia que poderíamos passar juntos, cada beijo, cada conversa, cada riso e cada música; foi ter que parar de querer ouvir cada palavra que você sussurava no meu pescoço.
E o que me dá mais raiva ainda é que mesmo sabendo do que ia acontecer comigo, não tive coragem de parar meu coração. E pela minha falta de coragem, eu deixei de fazer o que era melhor pra mim. E depois, por esse mesmo motivo, tive que te olhar nos olhos sem deixar transparescer meu amor. Tive que sentir saudade e traduzir esse sentimento numa coisa molhada que escorria pelo meu rosto. Eu tive que sorrir para você, mesmo querendo chorar e te implorar que você voltasse para mim.
Eu tive que ser forte - pra suportar a dor de um coração partido em sabe lá quantos pedaços - pra te esquecer, e essa, foi a parte mais difícil de todas.
E depois de tudo, posso dizer que não há nada melhor do que a liberdade. Agora é ela que vem pra perto de mim e vem me fazer carinho.
E mesmo que eu ainda sinta saudades suas vez ou outra, não há nada melhor do que estar livre de você, de uma vez por todas.
Com jeito (e amor)
Sempre disseram por aí que Deus fez a cabeça em cima do coração que era pra o sentimento não ultrapassar a razão. Mas aqui, cá entre nós, me deixa dizer uma coisa... Isso não deu certo comigo. E ainda tem mais: colocaram meu coração do lado errado. Colocaram do lado de fora - pelo menos é onde ele fica na maior parte do tempo -, e aí, pra roubá-lo só basta um passo: sinceridade nos gestos. Mais nada. Chegou e acariciou meu coração? Pronto, já ganhou um lugar dentro dele.
Sou fácil... É só chegar com palavras carinhosas e sóis disfarçados de sorrisos.
Com defeito
A gente diz o que fazer, dá ordens e grita com ele, mas não adianta de nada... O coração nunca nos obedece. A gente chora, esperneia, e acaba fazendo o que ele diz, e se apaixona por alguém que a gente nunca nem quis. De que adianta tanto esforço, se no final a gente acaba cedendo à vontade do coração? Bem que ele podia nos obedecer pelo menos uma vez. Mas é teimoso... Quer guardar o mundo quando nem consegue guardar um. É bobo, porque se encanta com o que não devia. É burro, porque insiste mesmo sabendo que depois, quando o amor se desfazer, quem mais vai sofrer é ele. Parece que não entende que o amor só é bom quando é pra dois, e se entrega todo, de graça. E no final de tudo, acaba latejando de dor, e ainda faz questão de nos levar junto. Bate por bater, porque não tem mais vontade... E é como se em cada batida a gente sentisse o nosso coração se desfazendo.
Cansei de brigar com ele... Não quero mais ir contra ao que sempre acontece. Não vou mais lutar, vou só me deixar levar pela música que toca agora. Meu coração vai estar sempre no mesmo lugar, do lado de fora, fácil. Esperando a esperança, esperando um amor pra dois.
Cansei de dar ordens... Meu coração é surdo.
Meus olhos sorriem mais do que minha própria boca, e quando prendo o riso, meu corpo ri sozinho. Talvez nem eu me entenda. Nem ninguém. Talvez o que eu escreva seja um monte de palavras pintadas de sonhos junto com um monte de sentimento e vontade; afinal, é o que sou, é do que estou cheia, e é o que levo pra perto de quem amo.
Espera
Vivo por aí. Sozinha, distante, longe. E é tudo culpa dessa falta, dessa ausência se fazendo presente... Dessa saudade toda que mora em mim. Quando penso que falta pouco pra isso tudo acabar, talvez um dia ou um mês, quem sabe um ano ou bem menos, a saudade resolve acordar e brotam novamente aqueles pensamentos que me fazem querer voltar os dias, os segundos e as palavras ou nem sequer ter inventado de viver alguns momentos, mas acabo escolhendo por não regredir nem tentar nada de novo e prefiro arcar com as consequências das minhas escolhas. E a cada dia que passa é sempre a mesma batalha pra que o tempo passe correndo e que isso tudo acabe logo de uma vez, mas não acaba nunca e eu espero por esperar, pelo simples fato de aguardar por algo que não vem, como que mantendo uma esperança sempre viva. Espero, espero, espero, espero. E é tudo que faço. E parece que será tudo o que farei. Esperar é parar o tempo e eu não quero vê-lo parado: eu quero mais é que o tempo crie asas, voe e leve tudo o que puder carregar consigo. Cansei de transbordar todo o sentimento que tenho. Prefiro que levem, que roubem, que apreciem, que desgostem, que sumam com ele daqui. Se antes eu já não suportava aquela história de "toca ou não toca", agora nem sequer aguento qualquer coisa que seja morna. Definitivamente, quero que seja ou oito ou oitenta e o que estiver no meio não me serve. Preciso de alguém. Um alguém para ouvir o que tenho pra dizer, para falar o que ele quiser, pra eu tocar como se isso fosse um jeito de dizer que estou aqui e que, reciprocamente, ele me tocasse como se me correspondesse. Preciso de um daqueles amores que se tem sem se ter. Um daqueles desconhecidos, que todo mundo espera um dia encontrar. Um amor construído por nós e guardado num canto tão escondido que quase nenhum olho enxerga. Nós, eu você e ele que temos um coração e uma mente funcionando a mil quilômetros por hora, precisamos de pelo menos uma certeza em meio a tantas incertezas desse mundo louco e é por isso que tenho a necessidade de saber, ao menos, se esse sentimento existe nalgum lugar, porque preciso estar certa de que não inventei ou acreditei nele à toa. Seres humanos têm essa mania de explicação e crença. E creio eu, que um dia isso vai acabar. Um dia desses, enquanto eu estiver olhando o céu e procurando formas nas nuvens, quem sabe. Mas espero que isso acabe logo... Já cansei de brincar nesse vai-e-vem com meu coração. Meus olhos esperam, minha alma transborda e meu coração sempre estará do lado de fora. Espero. E o tempo passa.
Será que isso existe?
Pessoa certa na hora errada?
Ou isso é simplesmente uma enganação...
Uma auto-defeaa do nosso coração quando as coisas não saem exatamente como estamos pensando?
É uma coisa estranha a se pensar, num é?
Matematicamente pensando, agora...
Quam falou que a ordem dos fatores não altera o produto?
E se esse fator for o tempo? O ANTES e o AGORA...
Se esse fator influenciar diretamente no produto felicidade?
Como fazemos?
É...
Acho que por essa nem Pitágoras esperava!
Pois é...
Quando um outro fator (ou "fatora" no caso) chega ANTES,
Não é tão simples para anulá-la
Ainda mais quando o outro "fator" pensa que a influência dessa uma é insubstituível e que nenhuma outra "fatora" pode influenciar tão positiva e quantativamente no produto felicidade.
Não percebe que o produto, quando depende dessa segunda "fatora" pode ser muito mais perfeito... sem dízimas... sem vírgulas...
O que fazer?
É...
Acho que o melhor a fazer é encontrar uma nova equação para essa antiga "fatora"...
Uma equação onde ela com o seu pequeno tempo "t" seja suficiente.
Onde ela não prejudique mais o produto felicidade, trazendo angústia e dúvidas, confusão e enrolação.
Assim abriria um novo espaço para uma nova "fatora" com muitas variáveis também, pois ninguém esta livre delas, mas que influenciem de uma maneira melhor para a solução.
Essa fatora com muito mais tempo "t", mais dedicação "s2" e pequenas distâncias "d"...
Juntando tudo isso na equação da vida, após considerar todas as variáveis nas derivadas do coração e integrais da emoção, chegaria-se à solução particular, que seria:
Fator = Fe
Fatora = Fa
sendo que: t e s2 tendem ao infinito e d tende a zero
Fe + Fa(t, s2, d) =
Fe + Fa felizes para sempre
A porta, que tantas vezes estava abertaHoje esta fechada.Pelo impulso de um simples vento, jogada contra a parede, batendo e voltando a fechar-se.O frio que me consome, como se inverno fosse, da porta nada entra,é apenas um gélido coração congelado, de uma jovem apaixonada,cansada de sofrer.
Sabe aqueles dias, que você se sente mais baixo do que o chão, que você olha para os lados,e só vê vento,nem uma alma,nada,apenas o simples vento. Que você sente, como se fosse a mais podre das madeiras, e que,uma cerra acertasse teu coração, e que,aquelas poucas lagrimas que brotaram em teus olhos, foram em vão.sim,é nesses dias,que você deve levantar a cabeça,e seguir em frente.
Te encontrei e não disse nada, me senti meio isolada e ao menos queria passar o tempo junto a ti. Vendo todas as mentiras, e esse mundo falso, eu me perdi. Se me perguntam se eu me lembro, eu digo e nem penso que tudo acabou. A algo que quero dizer. Algum dia sem pensar,minha falta você sentiras. Algum dia ou amanha, entre o interior da pra sentir o amor e nada dessa loucura de decepção no final,pois não começara.Cada vez que eu te vejo,imagino coisas lindas,e nos meu sonhos eu estou bem. Mas e na realidade? Será que estou bem ? Eu te vejo e hipnotizo,mas eu escuto a consciência e lembro de tudo que você já me fez, você nunca parou pra entender,o mal que já me fez. E eu tento, tento e tento,chingar esse triste e inútil coração,mas como ele,os chingamentos são inúteis,longe de ti não penso,perto de ti não raciocino. Afinal, eu enlouqueci?
Vai lá menina, grite com ele, xingue ele, esculache ele. Só não se esqueça, não importa o tão idiota que ele for, no final, você é quem ira se arrepender.
agente acha, que uma pessoa é perfeita, mas oq ela é, é o nosso relexo. o reflexo do que somos. E isso,as no começo é bom, afinal,vemos nós mesmos,sentimos que somos parte de algo. mas com o tempo,percebemos que ele não esta sendo ele mesmo,é uma pessos contigo,outra comigo,e isso se torna um carnaval de pessoas em uma .
“A minha cabeça observa meu coração e meus olhos baixos seguem meus pés. Minha atitudes erradas te fazem sorrir, e entristece quem eu mais amo.
Como pode você não ouvir ? meus pensamentos gritando querendo invadir a minha boca, querendo te fazer acreditar que há o que eu digo que há.
Minhas palavras já não tem valor, e se meu coração parasse ou acelerasse perto de você, pra você já não faria nenhuma diferença.
Última chance? Antes de fingir que eu não existo; me ouça...”
Agridoce
Mania insuportável essa que o ser humano tem de querer descrever tudo; de querer saber falar sobre cada mínimo detalhe, cada gota de sentimento e cada cicatriz que um coração tenha. Mania de querer ouvir palavras - e que sejam as três mais pedidas, se possível. Esquecemos que somos feitos de instantes, e, clichês à parte, palavras não apagam nada do que foi vivido. Pois bem, é aí que você entra. Você e essa sua mania – pior do que a minha – de querer entender, de botar palavra, de tentar explicar.
Longe de qualquer estereótipo, você chegou. E fomos mais do que dois: fomos um nó apertado, bem amarrado. Até que um dia esse nó começou a te sufocar, e, de repente, você já tinha se soltado. Parecia que o sentimento não bastava. Você queria mais, embora também quisesse menos. Nunca te cobrei nada, talvez porque não quisesse ser cobrada, não sei. O que sei é que ainda escuto você aqui dentro. Nosso tempo passou, mas você ainda faz barulho.
Vez ou outra você aparece com essa sua mania de jogar palavras em mim, querendo mexer comigo, querendo que eu diga o que eu sinto. Mas eu não sei dizer, e não tem palavra nenhuma que consiga explicar o que um coração sente. Por que você simplesmente não aceita o que fomos? Uma vez na vida, sem explicação, apenas o sentimento. O nosso sentimento. Aquele, sem conceito algum, a não ser pelo rabisco de duas palavras que tentava definir o que se passava dentro de nós.
O problema é que você conseguiu me contornar tanto e inúmeras vezes, que acha que pode fazer novamente. E aí eu preciso me comportar quando você está por perto. Preciso me controlar, dizer que não e parar com aquela coisa de se deixar levar, porque senão você me contorna mais uma vez e eu vou querer te rasgar, te explorar, te conhecer melhor cada vez mais. Você vai voltar a ser meu livro preferido e eu vou querer inventar capítulos e mais capítulos, todos os dias. E depois vai acontecer a mesma coisa: você vai querer ir embora, eu vou ficar aqui, vou te perder, te achar, te encontrar mais uma vez e lá vem a mesma história de novo de novo de novo de novo de novo... e eu ando tão cansada de repetições.
Num dia desses, me peguei definindo você - ou atitudes suas, sei lá. Vai ver essa coisa de convivência faz a gente pegar um pouco das manias dos outros -, logo depois de conversarmos. Lembrei de tanta coisa nossa. Flores, cartas, anéis, presentes, músicas, guardanapos, confissões e outras lembranças. Lembrei que um dia você me pediu pra definir o seu beijo. Não sei se falei o que realmente acho, mas ele sempre foi apressado, quente, intenso... como se fosse escondido. Um instante com gosto de sempre.
Se você tivesse me perguntado agora, daria sorte. Em epifania, finalmente descobri a palavra exata: agridoce. Você e seu beijo. Indeciso entre o doce e o ácido, você é os dois, simultaneamente. Talvez por escolha, autoproteção ou, simplesmente, por não ter conserto.
Só queria que você soubesse que quando penso em você com o meu coração, algumas perguntas se respondem assim, facilmente. É involuntário, como as batidas taquicárdicas dele.
Será que você sabe?
"A vida as vezes faz você sofre muito, mais não se preocupe ela está apenas te testando não deixe que ela leve a melhor,da uma volta por cima e mostra para ela que você não nasceu apenas para sofre mais também para ser feliz até nas horas mais difíceis."
Não critico as pessoas e seus suicídios diários, às vezes é bom matar algumas coisas dentro de nós, afinal aquilo que é ruim a gente tem mesmo que jogar fora, se livrar, deixar ir. Com o tempo de tanto se machucar, a gente aprende que viver de passado só acrescenta energia negativa. Algumas coisas na vida é tipo aquele sapato lindo que a gente tanto deseja e acaba não parando pra pensar se nele há conforto, então aquele lindo sapato machuca, te faz perder um dia importante, te faz ficar sentindo-se mal. Depois dessa experiência a gente não quer mais usar o sapato por nem mais um dia, e descobre que tanta beleza não lhe serve de nada, e então, nos livramos dele. Viver é meio que isso, livrar-se de algumas coisas, entender que nem sempre o mais belo é o mais confortável e de que nada vale insistir no que machuca. Então, sim, o mais correto é cometer suicídios diários, livrando-se daqueles sentimentos ruins e deixando o maior espaço para sentimentos bons, porque no fundo, viver é suicidar-se um pouco a cada dia.
