Aline eu te Amo
Eu acredito que a reciprocidade é a porta aberta entre duas pessoas iguais e é a justiça entre dois seres que se respeitam.
Tanta porrada na vida que já ando assustado e esperando mais uma dor. Não é que eu tenha ficado ruim, é o simples fato de ter que me ajustar a esse mundo ruim e de pessoas cruéis.
-Eu tenho vontade de tocar violão.
-Certo. Mas você já comprou o violão ou já tentou fazer aula?
-Não.
-Então, você não quer, apenas tem vontade. Pois o que você quer, você tenta e se esforça. Mas enquanto você só tiver a vontade não vai ter porque não quer. Quem não quer nem tenta.
E eu que fui pensar em como a pessoa teve coragem de me fazer mau assim, logo eu que só fiz bem a pessoa, descobrir que cada um dar o que é e isso não tem como esconder.
E se eu fosse mais insistente? E se eu pensasse mais em mim? E se eu deixasse meu desejo correr? E se meu amor não fosse tão grande? E se sua felicidade não fosse a minha prioridade? E se ao invés de oferecer eu pedisse? E se ao invés de entregar eu recebesse? E se?
Assim. Eu acredito no amor de dois tipos, o incondicional e o da admiração.
Sendo o incondicional o mais louco e o que mais faz sofrer, conforme o tempo vai passando, quem ama desse jeito acaba se submetendo a quase tudo, caso o outro não seja uma boa pessoa, quem ama sofre e se humilha muito.
Já o amor da admiração é um amor de respeito próprio, é um amor inteligente, você ama a pessoa pelo que ela é, pelo caráter e pelo seu valor.
Ambos são amor, mas para dar certo, a pessoa amada deve ser muito madura e boa pessoa.
Não é que eu fiquei ruim. Só estou casada. O desânimo é apenas um fruto de uma árvore chamada ingratidão que é regada pela estupidez de pessoas egoísta e cegas pelo próprio ego e frustrações de si mesmo.
**"Sem Resposta"**
**(Verso 1)**
Eu te mandei mensagem outra vez,
Mas o silêncio foi tudo o que você me deu.
Olho pra tela esperando seu sinal,
E cada minuto sem você me faz tão mal.
**(Verso 2)**
A saudade aperta o peito sem perdão,
Fica um vazio onde morava a emoção.
Já tentei seguir, tentei me convencer,
Mas sempre volto a te querer.
**(Ponte)**
Por que você não responde, não me dá atenção?
Eu só queria ouvir de você uma explicação.
Será que errei, será que te perdi?
Ou será que nunca estive aí?
**(Refrão)**
E eu choro, sozinho no meu quarto,
Com as lembranças que me deixam em pedaços.
Eu te espero, mesmo sem saber,
Se algum dia vai voltar a me querer.
**(Verso 3)**
No rádio toca a nossa canção,
E a dor aumenta dentro do meu coração.
Tantas promessas, tantos planos ao luar,
Agora tudo se perdeu no teu olhar.
**(Ponte)**
Por que você não responde, não me dá atenção?
Eu só queria ouvir de você uma explicação.
Será que errei, será que te perdi?
Ou será que nunca estive aí?
**(Refrão)**
E eu choro, sozinho no meu quarto,
Com as lembranças que me deixam em pedaços.
Eu te espero, mesmo sem saber,
Se algum dia vai voltar a me querer.
**(Final)**
Sei que talvez eu nunca vá entender,
Mas ainda assim não consigo te esquecer.
Te espero, mesmo na escuridão,
Com a saudade apertando o meu coração.
Ontem eu vi e hoje vi outra vez, a mesma pessoa, a mesma vítima e a mesma história, muitas vezes o seu maior inimigo é você mesmo, você que não amadurece e que tudo é sobre você e sobre o "mal" que te fazem.
Nada e mergulha
porque nada é infinito.
O nada nem existe.
De nada eu sei, por isso escrevo,
se eu soubesse de tudo não escreveria de nada,
escreveria obrigado, mas não sou obrigado.
Pela gentileza falo de nada e
desde já agradeço por nada,
quem leu do nada e nada entendeu.
"Édito que mesmo com juízo eu sou prejuízo no pós juízo,
medito e acredito no meu veredito e até depois do juízo final já disse, eu edito."
Sou feita de perguntas profundas e fé inabalável.
Não nego o passado — eu o converto em sabedoria.
Caminho com a filosofia de quem pensa antes de julgar e com a fé de quem confia mesmo sem ver.
Busco sentido onde muitos veem apenas rotina, e verdade onde outros se contentam com aparências.
Minhas palavras carregam marcas de quem já caiu, levantou e aprendeu que o amor exige presença, consciência e entrega — nunca superficialidade.
Creio em Deus não como fuga, mas como fundamento.
Eu e minha amiga Nina
E lá estávamos nós, pedalando nossas bicicletas, deixando os cabelos dançarem ao sabor do vento. A estrada à nossa frente, a vida passando rápido, mas nossos olhares se cruzavam, e cada sorriso seu era como uma centelha que me impulsionava a ir mais longe. Meu coração batia forte, ansioso por descobrir algo novo, algo que só o desconhecido poderia nos oferecer.
Nina, com seu jeito único, misturava meiguice com uma pitada de loucura. Como não se encantar por ela? A menina das histórias mais fascinantes, dos momentos mais inesperados. Cada palavra que ela pronunciava era como uma página de um livro que eu nunca quisesse terminar.
Chegamos à beira da barragem, e seus olhos brilhavam como estrelas refletidas na água. Era como se o sol inteiro estivesse contido neles, iluminando tudo ao redor. Naquele momento, o mundo parecia se resumir à maravilha que era vê-la admirar a paisagem. Era a pureza de uma criança, a profundidade de uma mulher e a doçura de uma menina, tudo em um único olhar.
