Algumas Pessoas Nao Merecem nosso Amor
Que as nossas vigas sejam de cedro, não para nos esconder do mundo, mas para que a solidez de nosso leito suporte a eternidade dos nossos juramentos.
As feridas que a vida não cicatriza se tornam lições silenciosas, escritas na profundidade do nosso ser.
O milagre não é sempre a ruptura grandiosa das leis da física para atender a um desejo nosso, mas a manifestação silenciosa da graça que nos capacita a suportar o insuportável com dignidade, que renova a força na manhã seguinte à maior das perdas, e nos permite respirar fundo e prosseguir. A verdadeira fé reside em ver o invisível e crer no improvável, mesmo quando a lógica grita o contrário, e entender que a mão de Deus opera mais na reconstrução humilde e diária do nosso interior, do que no espetáculo externo que os olhos humanos esperam para finalmente se convencerem.
A dor não é um sinal de fraqueza, é a prova viva de que o nosso sentir é imenso demais para ser contido, e que o coração, apesar de tudo, ainda está vivo.
Nossa obra-prima não é a ascensão, mas a arquitetura do nosso levante após o esfacelamento, é o renascimento em cinzas, o ato de fênix visceral que verdadeiramente define a arte de existir.
A oração não deveria ser nosso plano de emergência desesperado, mas a maneira como vivemos no mundo. É o ato de respirar com um propósito que nos conecta ao ritmo de Deus, desfazendo a ilusão de que controlamos a vida. Ao nos ajoelharmos, não pedimos que Deus se curve, mas permitimos que nós, enfim, cheguemos perto Dele.
O passado é uma terra de sombras que não possui autoridade para ditar o ritmo do nosso passo presente, a menos que permitamos que o ressentimento se torne a nossa bússola. A libertação real ocorre no momento em que olhamos para as nossas feridas não como erros do destino, mas como o mapa geográfico de uma vitória que ainda está sendo escrita. Seja o estrangeiro de sua própria dor, observando-a com o distanciamento de quem sabe que o ator é muito maior do que a tragédia que ele encena.
- Tiago Scheimann
Estar distante de Deus é um sentimento nosso, não dEle. É como o filho que se fecha no quarto para não falar com os pais; os pais ainda estão lá. Ambos sofrem, mas é o filho que deve se mover. Foi assim com Cristo, deve ser assim também conosco.
Dizem que cada átomo no nosso corpo alguma vez foi parte de uma estrela, talvez eu não vá embora, talvez eu vá para casa.
No fim, o destino não se transforma quando mudamos o mundo ao nosso redor… mas quando encontramos coragem para interromper, dentro de nós, os ciclos que a dor insistia em repetir. — Paula Ingrissy
"Reflexão de vida"
O nosso lado humano não descredibiliza o lado divino. Pelo contrário, reconhecer a própria humanidade, exige mais força do que fingir estar inteiro.
@Suédnaa-Santos
O que revela o nosso caráter é a coragem de avançar, ainda que com medo.
É a intenção de não desistirmos de nós mesmos, por maior que seja as atribulações.
São os gestos de gentileza a superação da tristeza que é inevitável, mas com certeza conseguimos vencê-la com Fé e sabedoria
Acordou estressado, sorriso no rosto e oração.
O primeiro não do seu dia tem que ser assim
"Hoje não vou me abalar "
Meu dia será maravilhoso!
☞O meu o seu o nosso ✌︎︎
⋆。 ゚☁︎。 ⋆。 ゚☀︎。 ⋆。 ゚°❀⋆.ೃ࿔*:・𓍢ִ໋✧˚ ༘ ⋆。˚♡
Os humanos em relação ao nosso planeta comportam-se como aliens: agem como se não fizessem parte do mesmo e pertencessem a outro planeta.
Não é no nosso tempo, não é no tempo dos outros, tudo acontece somente no tempo de Deus, apenas aperfeiçoamos o caminho.
Com tantas Guerras descaradamente ignoradas no “nosso” país, não deveria nos sobrar tanto tempo nem disposição
para palpitarmos nas guerras dos outros.
Quem vê a assustadora parte de um povo escolhendo lado em outras guerras, pode até acreditar que não temos tantos conflitos internos para lutar.
Mas temos.
E não são poucos.
São guerras sem sirenes internacionais, sem transmissões ao vivo em alta definição, sem mapas coloridos nos telejornais.
São guerras silenciosas, travadas nas periferias esquecidas, nas filas dos hospitais, nas salas de aula sucateadas, nos lares onde a dignidade perdeu território para a sobrevivência.
Há uma guerra diária contra a desigualdade que normalizamos.
Uma guerra contra a corrupção que denunciamos em ano eleitoral e relativizamos no resto do tempo.
É guerra contra a ignorância cultivada, contra a desinformação compartilhada com convicção e preguiça de checar.
Contra o desalento que transforma cidadãos em espectadores.
Ainda assim, muitos preferem empunhar bandeiras internacionais com a mesma facilidade com que ignoram as trincheiras da própria rua.
Opinar sobre conflitos distantes exige apenas conexão à internet.
Enfrentar os conflitos internos exige caráter, constância e compromisso — três virtudes que não rendem tantos aplausos nas redes.
Não se trata de indiferença ao sofrimento alheio.
Solidariedade é uma grande virtude.
O problema é quando a comoção seletiva vira espetáculo e a indignação terceirizada serve apenas para aliviar a consciência enquanto as mazelas domésticas seguem intactas.
É curioso: somos rápidos para apontar injustiças além-mar, mas lentos para reconhecer que também somos parte — ativa ou omissa — das injustiças daqui.
Escolher um lado em guerras estrangeiras pode até dar a sensação de lucidez moral.
Mas escolher enfrentar as próprias contradições exige maturidade cívica.
Talvez o que nos falte não seja opinião, mas prioridade.
Não seja engajamento digital, mas responsabilidade real.
Porque enquanto gastamos energia demais disputando narrativas globais, há batalhas locais esperando por gente disposta a lutar menos com o teclado e mais com atitudes.
E, no fim, a pergunta que fica é bastante desconfortável: estamos escolhendo lados por consciência… ou por conveniência?
O tempo de Deus é diferente do nosso, às vezes queremos mas não estamos prontos, ou seja, maduros o suficiente para administrar o desejo tão querido.
Pensar exige tempo e ócio.
A vida moderna não roubou isso de nós, apenas ocupou nosso tempo com um falso ócio.
