Algumas Pessoas Nao Merecem nosso Amor

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Para cura acontecer,
É preciso revisitar o machucado algumas vezes.

As consequências de algumas escolhas equivocadas começam a surgir; por isso, é essencial revisitar minuciosamente aquilo que precisa ser retificado, refletido e, se necessário, refeito.

Nem toda dor precisa ser resolvida de imediato. Algumas só precisam ser sentidas até o fundo. Como o inverno que parece interminável, mas que prepara a terra em silêncio para tudo aquilo que ainda pode nascer.

Você tem que morrer algumas vezes antes de poder realmente viver

Dias de chuva nem sempre são tristes,
Algumas gotas,
Caem para revigorar.


Crescem de dentro para fora,
Expulsando tudo pelo caminho,
E mesmo assim,
A chuva cura.

A gente tropeça com tanta gente nas ruas da vida.
Algumas a gente guarda na memória, com outras a gente faz história.
Algumas são momentos, outras são eternas.
Algumas ficam na terra, outras a gente leva para o céu!
Haredita Angel
07.-09.25

Nem tudo que dói precisa ser evitado; algumas dores são ajustes.

Algumas jornadas só podem ser sentidas por quem as vive, porque há experiências que pertencem apenas à alma de quem as atravessa.

Morada dos deuses e épico ético...
Política do humano pensante e suas metáforas.
Algumas vezes o dilema do dogmas são histórias de um passado,
Pode se refletir no presente?
Temos que ter essas histórias como exemplo?

No Brasil, em algumas culturas dos povos originários, acreditam em um tipo de reencarnação natural de poucos membros da comunidade, principalmente os xamãs e o mais velhos que perpetuaram em vida as ancestralidades. Mas só vem como pássaros com belos vôos, cantos e uma linda plumagem. Pois ninguém retornaria para está dimensão sabendo o que sabem, como um animal feroz espalhando medos, espantos e dores.

Algumas reações acontecem e temos explicação cientifica anos mais tarde. Fazem alguns anos, que conheci a "P", numa praia carioca, nos identificamos, rolou um clima e combinamos para sair. Após algumas semanas, de relacionamento, fui tomar um café na casa dela e descobri que ela tinha sido criada por uma avó e uma tia avó, que fui apresentado. Desde o primeiro momento, eu percebi que a voz de uma delas era me muito familiar. Diante disto indaguei se ela tinha sido dubladora ou se teria trabalhado em radio, e prontamente me respondeu que não mas confesso que a voz a mim era extremamente conhecida. Conversa vem conversa vai, descobri que ela teria sido muito amiga de trabalho de minha mãe quando estava gravida de mim.

⁠Algumas criaturas muitas das vezes me assusta, e ao mesmo tempo quase me entristeço devido às suas atitudes más !

Que a gente aprenda a viver com mais calma. Nem tudo precisa ser agora. Algumas coisas florescem


no tempo certo; quando o coração desacelera e a alma respira em paz.


Edna de Andrade
@coisasqueusei.edna

Algumas esperas são condenações, miragens que jamais se tornam presença, e que ao menor suspiro de esperança evaporam-se no ar, como se a própria vida zombasse da sede que nos consome. São promessas feitas de névoa, cintilando ao longe apenas para manter acesa a chama do desejo, mas que, ao serem tocadas, desfazem-se em cinzas de silêncio, deixando-nos a contemplar o vazio com as mãos estendidas ao nada.

Assim como a terra árida se estende em silêncio, implorando pelo alívio de algumas gotas de água, também eu me prostro diante da memória das antigas promessas que um dia me foram feitas. Elas ainda cintilam dentro de mim, frágeis e leves como plumas, como dentes de leão que o vento leva para sempre, belas como enganos. E, no entanto, é delas que me alimento, como quem bebe a própria sede, como quem encontra no vazio a única forma de sustento.

Nem toda cicatriz é feia, algumas são medalhas.

A vida me ensinou que nem toda dor precisa ser vista, algumas apenas pedem o silêncio e a presença de Deus.

A memória é uma casa de quartos trancados. Algumas portas abrem sozinhas, outras precisam de força. Quando entro, encontro ossos de riso e móveis de abandono. Arrumo o que posso e não tento ajeitar o impossível. Viver é aprender a escolher quais cômodos habitar.

As perguntas que me fiz há anos retornam como visitas. Algumas trazem presentes, outras, cobranças. Recebo-as com a mesa posta e um chá forte. Pergunto de volta, sem medo de parecer rude. Porque diálogo com o passado é a maneira honesta de crescer.

A cidade tem lembranças afiadas como cacos de vidro. Passo descalço por algumas ruas e sinto as marcas. Cada cicatriz urbana me conta quem já soube amar. Há um consolo no reconhecimento das próprias falhas. E, por isso, volto ao lugar que me fez aprender.